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por Rodrigo Moita de Deus, em 27.09.16

CDS-PP avança com proposta para acabar com isenção de IMI aos partidos

É uma grande ideia. Neste momento parece quase populismo. Daquelas medidas que valem aplausos nos jornais. Daquelas que ninguém consegue discordar. E no entanto o CDS esteve no governo durante quatro anos. Durante aquele tempo que era mesmo preciso dar o exemplo. Foi há menos de um ano. E tinha a pasta dos impostos. E agora...bom...e agora...

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não vi. mas acho que já não preciso

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.09.16

 

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Costa, o malabarista da mentira

por Nuno Gouveia, em 23.09.16

 

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 22.09.16

Enquanto direitor do Expresso teve acesso às figuras mais influentes do país. Teve acesso a quem, bem ou mal, mudou o país. Quando escreveu as memórias aquilo foi o melhor que lhe saiu. Saraiva quis fazer um retrato dos outros. Na tentativa retratou-se a si.

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já alguém fez o trocadilho "Mariana Meteágua"?

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.09.16

A Mariana não meteu água. Nada disso. Simplesmente, por uns momentos, quase que foi ela própria.

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estava a pensar nisto

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.09.16

Vim agora do road2web summit. Uma iniciativa engraçada que decorre na antiga manutenção militar do Beato. Não deixa de ser engraçado que este projeto de apoio à iniciativa privada e ao empreendedorismo esteja a decorrer naquele que é um monumento de 80.000 m2 ao falhanço do estatismo.

 

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Anatomia de uma geringonça

por Nuno Gouveia, em 20.09.16

No dia 15 de Setembro, Mariana Mortágua, coadjuvada por um deputado socialista, anuncia que o PS e o BE chegaram a acordo para criar um novo imposto que irá incidir sobre o património imobiliário superior a 500 mil euros. Apesar da medida ainda não estar totalmente fechada, avançam que a medida poderá render entre 100 e 200 milhões de euros (diferença pequenina) e Mortágua argumenta que este imposto é para apanhar os malvados “que escapam ao IRS”. 

Nesse mesmo dia, o PCP, sentindo-se colocado de parte deste negócio entre o PS e o seu rival Bloco de Esquerda, reclama que também quer taxar os malditos proprietários, mas também é necessária a criação de um novo imposto sobre o património mobiliário. 

Depois de algumas intervenções eufóricas de socialistas próximos da extrema-esquerda sobre este novo imposto, mas também com alguma polémica à mistura entre socialistas do velho PS, afinal, é anunciado que este imposto será apenas apenas para aplicar a património superior a 1 milhão de euros. Pelo meio, o deputado João Galamba afirma que esta era uma promessa do PS, mas descobre-se que nunca esteve em lado algum. Foi apenas mais uma mentirinha. Já depois desta trapalhada ter começado, que, recorde-se, começou com Mariana Mortágua e um deputado socialista, e sempre com reforço de outros socialistas nos media, António Costa não se tem coibido de afirmar publicamente que é “prematuro” discutir novo imposto sobre património. Será que ninguém o ouve lá dentro da geringonça? Será que vieram com esta discussão para a praça pública sem a sua autorização? Não se percebe. E os jornalistas, não lhe sabem dizer que foi o BE e o PS que começaram com essa conversa?

Não se sabe como a ideóloga com pés de barro da geringonça terá recebido a noticia que afinal o saque fiscal incidiria no dobro do valor que anunciou ou com a alegação de Costa de ser prematuro discutir isto, mas o ataque aos malvados ricos, remediados ou poupados, como queiram, não tinha terminado. Finalmente chegara a hora de expor aos portugueses a lógica marxista e chavista que a geringonça preconiza para Portugal.

Numa ação do PS em Coimbra, Mariana Mortágua reclama que “temos de perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular”, tendo sido interrompida por um efusivo aplauso na sala composta por socialistas. Certamente inebriada por esta recepção, desafia o PS, um partido outrora moderado, a assumir-se como uma “alternativa global ao sistema capitalista”. Apesar de ter sido entusiasticamente apoiada por vários socialistas e pelo próprio António Costa, Mariana Mortágua terá ficado surpreendida por haver em Portugal tanta gente anti-marxista, e tentou justificar-se, dizendo asneiras do tipo “taxar riqueza não é taxar poupança” ou ainda a típica tirada populista que quer taxar os ricos para dar aos pobres. Já estamos habituados a esta lenga-lenga dos demagogos em qualquer lado do mundo.

Para finalizar, Catarina Martins, com inveja do protagonismo de Mortágua, afirma a barbaridade que investimento não é comprar casa. Como se isto fizesse algum sentido, especialmente para aqueles milhares de portugueses que investiram as suas poupanças ou uma vida de trabalho para terem habitação.

Isto foram apenas alguns episódios registados nos últimos dias, mas foi muito esclarecedor sobre a génese da geringonça. E o problema não é o Bloco de Esquerda. Ninguém duvida que, na sua essência, neste momento não há grandes diferenças ideológicas entre a liderança de António Costa e de Catarina Martins/Mariana Mortágua. O pensamento deles é o muito semelhante e cada vez mais o PS se aproxima ideológicamente do Bloco de Esquerda. E isto é preocupante. 

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Manual de instruções para o político de esquerda:

por Alexandre Borges, em 20.09.16

  1. Candidate-se dizendo que consegue exigir menos às pessoas, dar mais às pessoas e, no fim, ainda ter contas públicas melhores. Quando toda a gente lhe disser que isso não é possível, acuse-os de estarem feitos com o grande capital.

  2. Até saírem os primeiros números, governe exigindo menos e dando mais. Quando o começarem a avisar de que, por aquele caminho, as suas perspectivas económicas serão irrealistas, acuse-os de bota-abaixismo.

  3. Nota importante: o político de esquerda não precisa de dizer como vai fazer as coisas; ele apenas precisa de dizer que “é preciso” fazer as coisas. Por exemplo, ele não diz como vai acabar com os pobres, ele diz: “É preciso acabar com os pobres!”, e logo a plateia explode de loucura num aplauso febril. Ele não diz como pensa pôr a economia a crescer; ele diz: “É preciso pôr a economia a crescer!”, “É preciso atrair investimento”, “É preciso exportar mais”. É isto. Só isto. E será sempre isto até ao fim.

  4. Começam a sair os primeiros números. Não há qualquer correspondência entre o cenário de crescimento económico que previra e a realidade. Diga que o mundo mudou, que houve uma gripe em África, um engarrafamento em Cabul, uma loja que fechou em Paris, e que isso mudou tudo.

  5. Saem mais números. Mais e mais instituições o avisam para o perigo que está a correr e que é preciso mudar o rumo. Diga que “regista”.

  6. Todos os indicadores dizem o óbvio: a sua estratégia falhou clamorosamente. Não há a mínima correspondência entre o que prometeu e o que conseguiu. O país não só não cresce mais, como não cresce de todo; mingua e está outra vez a cair em depressão económica. Quando toda a gente lhe disser isso, verifique quanto tempo falta para as eleições; se ainda faltar um pouco, acuse-os de fatalismo e diga que não se deixa abater. E que “é preciso” qualquer coisa. Sempre. “É preciso crescer”, “é preciso investimento”, “é preciso dinamismo”, “é preciso”.

  7. O país está falido e vai haver eleições antecipadas. Volte ao número 1.

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Depois do sucesso que Mariana Mortágua teve com a plateia socialista, com o próprio António Costa a apoiar as declarações da bloquista, conferindo-lhe a autoridade de uma das ideólogas do governo geringonço, Catarina Martins ficou com inveja e pensou no que poderia fazer para igualar o radicalismo de Mortágua. E o que lhe saiu foi isto. Ao dizer que comprar uma casa não é investimento, está a gozar e até a insultar os muitos milhares e milhares de portugueses que, com muito trabalho e esforço, compraram casa. E nem falo no que envolve o sector imobiliário, pois isso é tão básico que nem merece comentários.

Mas é bom que Catarina Martins e António Costa continuem com este festival de ideologia chavista. É importante que os portugueses conheçam a génese radical deste governo, de quem manda nele e de quem o influencia. 

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"Quanto à ocupação da herdade Torre Bela, Mariana [Mórtagua] é lapidar: “Tenho o maior orgulho pelo que o meu pai fez na reforma agrária. (...) Eu, como qualquer pessoa que não viveu o 25 de Abril nem o PREC, olho para aquela experiência com inveja.”

"Camilo Mortágua foi destacado para dirigir a ocupação [da herdade Torre Bela]que durou até 1978 e ficou registada pelo documentário de Thomas Harlan, editado em 1976 (...) Os meios pacíficos e o facto de as acções revolucionárias em que esteve envolvido nunca terem produzido vítimas é destacado por Mariana, que frisa que “o sequestro de um navio não é terrorismo”. E justifica: “O meu pai sempre disse que eram acções para chamar a atenção do estrangeiro sobre a situação de Portugal, mas com grande dose de humanismo.” Aponta exemplos: “No assalto ao Santa Maria, à entrada houve troca de tiros e houve feridos, eles pararam num porto para deixar os feridos. Não espalharam o terror. Qual é o terrorista que sequestra um barco e leva três dias a limpá-lo para o entregar?”

Reportagem "A política é a casa deles". Público, 19/04/2015

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por Rodrigo Moita de Deus, em 19.09.16

O país não tem um problema com o excesso de ricos. Nunca teve. Tem é um problema com o excesso de pobres.

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sobre as notícias do dia

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.09.16

Significado de Acumular

v.t.
1. Constituir cúmulo de algo; apinhar, juntar, empilhar ou amontoar;
2. Arrecadar ou guardar; ato de conservar;
3. Ação de economizar, entesourar ou poupar;
4. Exercer ao mesmo tempo, em simultâneo, diferentes cargos.

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E gostam, e gostam...

por Luis Tirapicos Nunes, em 19.09.16

A Gerigonça anuncia alegremente aumentos de impostos na gasolina, imóveis, automóveis, ações. E o povo gosta. Os portugueses têm uma relação com o PS parecida com aquelas miudas que estão sempre a ser encornadas pelo namorado mas sempre desabafam "Ele não é assim tão mau. Ele desta vez vai mudar"!

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tradutor de governo-português

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.09.16

PS: "É possível que as nossas previsões não se venham a confirmar" 

Mas isso não é importante. Importante é que estamos a tentar.

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A natureza radical deste governo

por Nuno Gouveia, em 18.09.16

 

"Temos que perder a vergonha de buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro" 

Esta frase não foi proferida por Nicolas Maduro ou Fidel Castro, ou outro qualquer tiranete saído das catacumbas do socialismo real, tão apreciado pelos radicais portugueses, mas sim por Mariana Mortágua, a ministra sem pasta deste governo. Aplaudida por dirigentes socialistas, Mortágua desafiou mesmo o "PS pensar sobre o que representa o capitalismo e até onde está disposto a ir para constituir uma alternativa global ao sistema capitalista", provavelmente a pensar nos sucessos alcançados em países como a Venezuela ou Coreia do Norte, duas conhecidas alternativas ao capitalismo. 

Ainda esta semana, a ministra Mortágua anunciou com pompa e circunstância um novo imposto a ser aplicado aos malditos capitalistas, secundada pelo PCP, que também quis assegurar que estava comprometido com o saque fiscal e informou que também eles têm novo imposto para apresentar. João Galamba e outros membros do bloco de esquerda socialista fizeram questão de defender o saque Mortágua - como Rui Moreira, parceiro do PS Porto lhe chamou – enquanto um ou outro socialista se mostrava horrorizado por PVEC (Processo de Venezuelização em Curso). Já António Costa, balbuciou que não discutia nada sobre o Orçamento de Estado enquanto este não fosse apresentado, ignorando certamente o que a sua maioria andava a discutir pelo país. Já o espantalho que ocupa formalmente o ministério das finanças afirmou que a sua principal missão era evitar o segundo resgate, o que não se afigura fácil com a extrema-esquerda a guiar o barco da geringonça. A reação dos juros a esta semana de devaneios radicais não foi famosa. O que acontecerá quando a torneira do BCE fechar-se? Pois, ninguém sabe.

Não sei o que vai acontecer daqui para a frente, mas os sinais começam a ser evidentes que grande parte da geringonça suspira pelo chavismo venezuelano. Ou surgem mais "Ascensos Simões" neste PS ou então o PVEC poderá ser mesmo uma realidade. Depois não se queixem que não sabiam de nada e que eles não avisaram ao que vinham.

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Da série Separadas à nascença

por Augusto Moita de Deus, em 15.09.16

(via Vistalegre)

 

E também da série Mónica e o Bloco.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 15.09.16

Sócrates: se o problema são os "novos factos" não o podem acusar pelos "velhos factos"?

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dor de cotovelo

por Rodrigo Moita de Deus, em 15.09.16

 

Monica compra casa em Lisboa. Poucos dias depois Mariana anuncia imposto sobre a casa da Monica.

 

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tradutor de governo-português

por Rodrigo Moita de Deus, em 15.09.16

Mário Centeno admite aumento de impostos indiretos

Calma. Os impostos indiretos aumentam mas Centeno promete que a carga fiscal diminui. Isto mantendo ou aumentando a receita, presumo. Tudo nas mesmas declarações. Traduzindo: o Estado vai cobrar mais dinheiro, cobrando menos dinheiro mas recebendo mais dinheiro.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 14.09.16

Faltava um bom lobista a Durão Barroso.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 14.09.16

As tréguas na Síria duram há 48horas. Uns falam de violações esporádicas, outros de duas dezenas de violações. Os russos falam de 60 violações. 60 violações em 48 horas. O que dá 1,25 confrontos por hora. Mais valia não lhe chamarem trégua.

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Durão Barroso

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.09.16

Não sei o que tudo isto vai dar mas parece evidente que a Goldman Sachs tem um problema de reputação e precisa mesmo de um lobista. 

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por Rodrigo Moita de Deus, em 13.09.16

Assim de repente não me lembro de sítio nenhum do qual Durão Barroso tenha conseguido sair bem.

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do anterior governo ou mesmo de durão barroso...

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.09.16

Mortes nos Comandos levam generais a acusar anterior Governo

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Títulos dos jornais de terça feira ou talvez de quarta

por Augusto Moita de Deus, em 11.09.16

INUNDAÇÕES EM __________

(devido às sarjetas entupidas.)

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por Rodrigo Moita de Deus, em 10.09.16

A líder do CDS, Assunção Cristas, anunciou este sábado, em Oliveira do Bairro, que será candidata à Câmara Municipal de Lisboa.

Os lisboetas que estavam em Oliveira do Bairro ficaram a saber que tinham candidata à sua câmara. Faz sentido.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.09.16

Comandos. Governo admite nova extinção.

Que raio de gente é esta? Que raio de formação é esta? Treinos sobrehumanos? Exercícios de fogo real? Com armas reais? Em condições extremas? Onde é que eles pensam que estão? Nos Comandos? 

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.09.16

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 É impressão minha ou a entrevista do juíz foi dada durante o horário de trabalho?

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eu que não sou de intrigas III

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.09.16

O novo código de conduta, ou Código Rocha Andrade, sustenta-se na autoregulação. Ou seja, politicamente logo se vê. Mais ou menos como o antigo código que não existia.

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eu que não sou de intrigas II

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.09.16

A viagem da Galp terá custado 2000 euros. O que quer dizer que Rocha Andrade só violou 13 vezes o limite do Código Rocha Andrade.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.09.16

Foi hoje aprovado o código Rocha Andrade.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.09.16

Sobre estes dias: Hoje é publicado o código de conduta para governantes. Seria interessante um dia fazerem um também para assessores de imprensa.

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Empreendedorismo Político

por Bernardo Theotónio-Pereira, em 07.09.16

Caberia na cabeça de algum Português que o Estado não tivesse um balanço?

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 Só agora é que consegui ver a intervenção de Paulo Portas na escola de quadros do CDS. O antigo ministro dos negócios estrangeiros deu uma lição sobre o neo-colonialismo: "não cabe a Portugal explicar como se deve ser Angolano". E bem. E depois explicou porquê "lamento dizer, esse tempo passou quando o Império caiu". Repito: "lamento dizer, esse tempo passou quando o Império caiu". "Lamento dizer..." remete para esse triste momento histórico em que deixámos de mandar naquela gente. E "império caiu"...significa que foi a incompetência de quem mandava que permitiu que esta tristeza acontecesse. E pronto. Uma lição para jovens quadros que demonstra que é possível ir a Luanda de vez em quando e ser colonialista ao mesmo tempo.  

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Mensagem de António Costa

por Nuno Gouveia, em 02.09.16

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coisinhas boas

por Rodrigo Moita de Deus, em 02.09.16

Conclusão: a assalariada Rita Rato, defensora nominal dos direitos dos trabalhadores, é uma trabalhadora-modelo, daquelas que fariam os sonhos de qualquer patrão. Acata obedientemente as orientações superiores, não cria conflitos laborais, contenta-se com um salário modesto e não imagina sequer a vida fora da conspícua estabilidade que lhe é proporcionada pela entidade patronal, aparentemente alheada do real valor da sua "força de trabalho", para recorrer ao jargão do velho Marx.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 02.09.16

Há uns dias fez furor a notícia de que estagiários do IEFP recebiam o ordenado e depois tinham de pagar parte do dinheiro aos seus patrões. Foi uma comoção generalizada. Há anos que o PCP faz o mesmo aos seus deputados e ninguém se chateia.

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da série: grandes títulos que são quase tratados

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.08.16

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IMI

por Rodrigo Moita de Deus, em 29.08.16

Timensos, grande localização, vista para o rio e boa exposição solar. O patriarcado está tramado.

 

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estratégias de marketing agressivas

por Rodrigo Moita de Deus, em 29.08.16

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 Uber.pt

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Perguntar não ofende

por Augusto Moita de Deus, em 25.08.16

Não haverá por aí mais algum banco para resgatar? É que nunca se sabe. Quem paga? Não há problema. O contribuinte encaixa, com certeza.

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Mau gosto

por Augusto Moita de Deus, em 24.08.16

Na capa do jornal aBola de hoje: "Dragão deixa Roma a arder".

Really? OK, é uma alusão histórica a Nero. Cultura e tal. Mas num verão em que tantos milhares de portugueses foram afectados pelos incêndios, não se arranjava um título de primeira página mais sensato? 

 

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google it

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.08.16

Não sei se repararam mas num país com a economia estagnada e um desemprego assustador a EFACEC foi notícia de telejornal. Houve despedimentos coletivos? A empresa fechou? Não. 120 trabalhadores ficaram sem carro, via verde e cartão de combustível. Um escândalo. Mais um. E tudo ilustrado com fotografias de Isabel dos Santos - que, no meio da Sonangol, imagino esteja mesmo apoquentada com a via verde dos trabalhadores da EFACEC. Ironicamente, em 2015, ainda andavamos nós de troika e a EFACEC ainda não tinha sido comprada, havia manifestações de trabalhadores da EFACEC a reclamar...aumentos salariais. Mas temos de ser justos. Na altura os trabalhadores "reconheciam" a situação "difícil" da empresa mas achavam escandaloso o "aumento da frota automóvel, proliferação de carros de luxo, cartões de crédito, vias verdes e combustível".

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por Rodrigo Moita de Deus, em 19.08.16

Falta a segunda parte do sketch. Aquela parte em que, havendo petróleo no beato, os partidos dizem que é melhor não ganhar dinheiro com isso.

 

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 Vamos lá recapitular esta coisa da Caixa Geral de Depósitos que isto está a ficar uma confusão. No final de março deste ano Mário Centeno convida um vogal do BPI para ser presidente da CGD. De vogal de um pequeno banco para presidente do maior banco. Mérito, certamente.

António Domingues começou logo a trabalhar num plano para o banco público. Curiosamente fez isso mesmo enquanto funcionário do BPI no seu gabinete no BPI. Pelo menos até ao final de Maio. Por adiantamento. Problema do BPI, diria.

Para “aceitar o convite” exige uma recapitalização da CGD. A necessidade de recapitalizar a CGD já tinha sido publicamente discutida. Os números é que são novidade. Primeiro “mais ou menos” 4 mil milhões. Afinal 5,1 mil milhões. Trocos. Dos contribuintes. Dos três mil milhões aos 5 em 4 meses. A antiga administração tinha calculado a recapitalização em 2 mil milhões. Domingues pediu mais do dobro. Cautela, provavelmente.

Primeira medida do governo para a Caixa? Aumento de vencimentos para os gestores. Exigência do próprio, adivinho eu. Mas posso estar a ser ingénuo. Pode ter sido Mário Centeno a lembrar-se disso sozinho.

Nesses dias o que soubemos do plano para “salvar” a Caixa? Cinco pontinhos. Aumento de salários para a nova administração, aumento do número de administradores, inevitável alteração do modelo de governação, despedimento de trabalhadores e injeção de uns quantos milhões. Também sabemos que a “nova” administração não quis/não pode tomar posse e que o governo teve de se humilhar e pedir à “antiga” administração, que foi demitida, para tapar o buraco.  

Pelo meio ficamos a conhecer o novo modelo de governação proposto pelo “novo” Presidente da Caixa. Pelo meio alguém se esqueceu de ver a lei. O BCE lembrou-se. Por incompetência humilham-se aqueles que se ofereceram para ajudar a Caixa sem receber nada em troca. Não há problema. O governo muda a lei. Muda-se a lei as vezes que forem necessárias. O plano não tem de se adaptar à lei. A lei é que tem de se adaptar ao plano.  

Sobre as razões para mudar a lei o secretário de estado explica: "O que o sistema bancário precisa é de um contacto grande com as empresas”. O princípio é bom e nem sequer é novo. tivemos o BES com a PT. Ou Berardo com o BCP.   

Mais importante é a comissão executiva. Dos sete elementos, 6 vieram ou passaram pelo BPI. Seis. Isto apesar de Domingues ter garantido que não trazia ninguém do board do seu banco. Mas pronto. Não é bem o board. O BPI é uma grande escola, um banco muito eficiente que dá imensos lucros aos seus acionistas.

Em Julho o BCE avisou que o plano não tinha condições. Nada muda. A coisa avança. Começam a chegar as respostas formais. Curiosamente alguém anuncia uma vitória. Depois outro alguém percebe que não foi bem assim.

É chumbado o modelo de governação. O BCE tem de lembrar a lei portuguesa e obrigado a excluir nomes. "Isto, porque se verificou que oito dos administradores não-executivos propostos "excediam" o limite estabelecido pelo Regime Geral das Instituições de Crédito e das Sociedades Financeiras para acumulação de funções "em órgãos sociais de outras sociedades". A comissão executiva passa no crivo. Mais ou menos. O BCE manda três administradores para a escola. Dois, dos três, vinham do BPI.  

Durante este período a CGD perdeu 15,5 milhões de euros por dia em depósitos. É fatual. 15,5 milhões por dia. Só Ricardo Salgado e Jorge Tomé se podem gabar de ter feito mais em menos tempo. E António Domingues ainda nem sequer tomou posse.

 

*Estão cá os links todos. Assim dá menos trabalho quando chegar a altura.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 17.08.16

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 O francês Renaud Lavillenie, vice-campeão Olímpico no salto com vara, ao subir ao pódio para receber a sua medalha, foi completamente vaiado pelo público. COI já repudiou comportamento.

Um francês chamou nazis aos brasileiros. Acabou assobiado. Que coisa tão estranha. Ainda bem que o COI já repudiou o comportamento. Só não percebi. Repudiou o comportamento do público ou do atleta?

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por Rodrigo Moita de Deus, em 17.08.16
Essa coisa do Citius, Altius, Fortius é sobrevalorizada. O que interessa é participar.

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flawless

por joaogoliveira, em 17.08.16

O secretário de estado da Administração Interna defende que não houve falha no dispositivo de combate aos incêndios, apenas uma escassez de meios.

Mas não é essa falta de meios de combate aos incêndios uma falha no dispositivo de combate?

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a reforma da floresta

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.08.16

Como fazer um cadastro de terras? Vamos ao excel do registo predial e excluimos a coluna que diz "urbanos"?

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nacionalização de terras

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.08.16

O primeiro-ministro, António Costa, disse hoje que o Governo vai apostar na reforma da floresta portuguesa, defendendo um «mecanismo expedito» que passa propriedades rurais e florestais para a gestão das autarquias.

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always look at the bright side of life

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.08.16

Com tantas medalhas como as ilhas Fiji e o Quirguistão, os portugueses foram obrigados a descobrir toda uma nova categoria de distinções olimpícas: os diplomas.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.08.16

Governo declara “caso encerrado” com reembolso, mas vai fazer código de conduta

PGR avança com inquérito crime a viagens da Galp

O ministério público parece que não ouviu Santos Silva "decretar" o encerramento do caso.

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Perguntar não ofende

por Augusto Moita de Deus, em 15.08.16

Para quando uma reportagem a destacar locais onde não ocorreram incêndios? Ou locais onde ocorreram, mas onde foram eficazmente dominados? Perceber as boas práticas não será meio caminho andado para a prevenção?

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o que ele se deve estar a divertir

por Rodrigo Moita de Deus, em 12.08.16

Passamos a vida a repetir que os políticos são todos iguais. Que são profissionais da política. Que têm os discursos estudados. Que estão todos comprometidos com os interesses. Que fazem parte de um ecossistema e não fazem ideia de como é a vida cá fora. De como é trabalhar e pagar impostos. E quando um homem livre chega ao palco, diz o que lhe vai na alma, sem querer saber das sondagens ou da popularidade, chega onde chegou e o mundo inteiro repete que o senhor é perigoso. Pois.

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Da série "Skip, é bom sujar-se"

por Augusto Moita de Deus, em 11.08.16

É sabido que o volume sonoro da emissão de TV aumentava durante os blocos publicitários. Curiosamente, em alguns casos não seria necessária a lei que entrou recentemente em vigor. Fiquei hoje com a sensação que o volume da TV baixou quando apareceu aquele anúncio da acústica médica.

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A actuação do Governo

por Nuno Gouveia, em 09.08.16

Por João Galamba. 

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Os telejornais abririam com Catarina Martins a acusar o Governo neoliberal de Passos Coelho de ser insensível ao sofrimento das populações e Jerónimo Sousa concluiria que a austeridade mata. João Galamba, porta voz do PS, acusaria a ministra da administração interna de não estar à altura das suas responsabilidades e Ana Gomes berraria no Twitter que é preciso acabar com a austeridade em Portugal e que isto é tudo culpa dos neoliberais do PPE. Francisco Louçã comentaria que isto é a prova do carácter maligno da austeridade e nos mil e um espaços em que intervém, Pedro Adão e Silva acusaria o governo da coligação de não ter os mínimos de decência. Nas redes sociais, os activistas da agora geringonça pediriam a demissão da MAI, e depois de ter morrido uma pessoa num incêndio, convocariam uma manifestação nacional contra os assassinos do governo. Teríamos a oportunidade de ler longos editoriais sobre os fracassos do governo no combate aos incêndios e nas rádios teríamos debates especiais sobre a incompetência do governo. Os canais de notícias deixariam de falar de futebol e dos Jogos Olímpicos e teriam horas e horas de debates, com os comentadores do costume a zurzirem no governo. 

Bem, como estão no poder os benignos socialistas, apoiados pelos bonzinhos bloquistas e comunistas, nada se passa. Talvez seja melhor assim, digo eu. 

 

PS: O ministro do ambiente geringonço considera que esta época de incêndios tem sido "mais benigna do que o esperado". Desculpe? Isto é a gozar, certo? 

  

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recebido por email

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.08.16

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O Diário de Notícias de domingo, às 00:38, contava na primeira página como tinha sido a atuação de Steve Aoki no Meo Sudoeste. Ainda que o dito Steve Aoki só tenha começado a atuar depois da uma da manhã.

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o dia em que o telejornal parecia um programa de apanhados

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.08.16

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 Foi tudo no mesmo dia e ninguém ligou nenhuma. No porto uma esquadra da PSP foi assaltada. Em sintra descobriram uma fábrica de produção de aguardente...dentro da prisão. Em ambos os casos lá estavam os dois sindicatos a explicar que a "culpa" era da falta de recursos. Falta gente, falta dinheiro, falta sempre qualquer coisa. Ficámos a saber que a "culpa" é do governo. Seja ele qual for.

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Hoje é um bom dia para dizer isto

por Augusto Moita de Deus, em 08.08.16

A Supertaça não é o primeiro Título da nova época de futebol, como por exemplo o treinador do Sporting repetidamente propalava durante a época passada. Para mim, e de uma assentada, temos aqui dois mitos do futebol.

  • Trata-se do último Troféu da época anteriorNa tabela dos troféus, o de hoje vai surgir na linha da época 2015-16. A data em que é disputada é irrelevante para a análise. Não ignoro que, com a nova época a começar, é um troféu que pode dar alento à equipa que o ganha. Mas tal como a Taça de Portugal, disputada há umas semanas atrás, pertence à época anterior. 
  • Sei que isto ainda vai mais contra-corrente que o ponto anterior, mas contesto que uma Supertaça, seja ela em que contexto for (Supertaça de um país, Supertaça europeia) seja um "Título", i.e. que deva de alguma forma ser considerada em pé de igualdade, mesmo para efeitos estatísticos, com um Campeonato Nacional.

 

Passo a explicar este segundo ponto. No futebol há dois tipos básicos de competição: todos-contra-todos (Campeonato Nacional), e formato-a-eliminar (Taça de Portugal, Taça da Liga, Liga Europa, Liga dos Campeões -nos 3 últimos casos o formato é misto). Um conjunto N de equipas (tipicamente N>10) parte no início do torneio formalmente com iguais hipóteses de o ganhar. No final, o vencedor é 1 entre N, aquele que ao fim de uma prova com muitos jogos ganha o dito torneio, seja por somar mais pontos, seja através da eliminação sucessiva de adversários. É um Título.

 

A Supertaça não é um torneio. A menos que alguém ache que uma competição com N=2 equipas é um torneio. Não é um torneio. É um jogo por convite. Uma espécie de Eusébio Cup, ou Troféu Cinco Violinos, com a excepção de que é um jogo oficial. Na mesma é um jogo por convite. 

 

Ganha-se uma Taça, um Troféu, mas é uma conquista que não deveria ser adicionada ao conjunto de Títulos. Ao fazer-se isso, está-se meramente a alavancar (em média, por um factor de 50%) a contabilização da conquista do Campeonato ou da Taça. Podem-se fazer as somas que se quiser, podem-se somar alhos com bugalhos, mas não me parece formalmente correcto dar igual peso a um Campeonato Nacional (ou a uma Taça de Portugal) e a uma Supertaça, por admitir essa última categoria como parcela igualmente relevante na soma do total dos Títulos de futebol. Claro que não ignoro que essa é a prática corrente. Claro que não ignoro que para os jogadores, que naturalmente estão felizes, é mais um Título.

 

Em suma, para mim, ficámos hoje a saber que o Benfica ganhou na época passada 2 Títulos e 1 Troféu. 

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Da série Livro de Reclamações

por Augusto Moita de Deus, em 05.08.16

Há uns tempos tive de fazer uma devolução pelo correio. A empresa em causa disse-me para fazê-la à cobrança, envolvendo o envio de um vale de correio. Eu nem sabia que isso ainda existia. OK, fui a uma estação dos correios, paguei a encomenda e ao fim de uns dias tinha o vale em casa. Pensei: um destes dias passo por uma estação dos correios para levantar o vale. Ora esse dia foi hoje. Só que surgiu um pequeno problema: o vale postal afinal tem 1 mês de validade. E esse mês entretanto já tinha passado. Sim, 1 mês. Apenas 1 mês. Está em letrinhas pequenas, no canto inferior esquerdo do verso do vale. Porquê apenas 1 mês? Por que não então apenas 1 semana? Ou 1 dia? 

 

Depois não se queixem.

Lucros dos CTT caíram 19,1% 1.º semestre

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.08.16

Isto do código de conduta é giro mas dá muito trabalho. Trabalho a escrever código, trabalho a convencer os governantes a lerem o código, trabalho a obrigar os governantes a cumprirem o código, trabalho a fiscalizar o bom funcionamento do código. Não era mais fácil escolher melhor os governantes?  

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Governo declara “caso encerrado” com reembolso, mas vai fazer código de conduta.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.08.16
Notícia do dia: os nossos governantes precisam de um código de conduta.

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descubra as diferenças

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.08.16

Notícia do Expresso: Clint Eastwood defende racismo de Trump

 

Resposta original de Eastwood na Esquire: I haven't endorsed anybody. I haven't talked to Trump. I haven't talked to anybody. You know, he's a racist now because he's talked about this judge. And yeah, it's a dumb thing to say. I mean, to predicate your opinion on the fact that the guy was born to Mexican parents or something. He's said a lot of dumb things. So have all of them. Both sides. But everybody—the press and everybody's going, "Oh, well, that's racist," and they're making a big hoodoo out of it. Just fucking get over it. It's a sad time in history.

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Caro contribuinte

Da próxima vez que a Autoridade Tributária o notificar ou pedir esclarecimentos sobre um algum imposto ou declaração que se tenha esquecido de entregar, faça favor de invocar a Doutrina Ricardo Salgado Rocha Andrade.

Esta, em termos muito sumários, pode resumir-se da seguinte forma. «Sim fui javardinho e pensei que não era apanhado, mas não me castigem que eu confesso e já regularizo tudo assim que puder».

De certeza que o Ministério vai compreender... 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.08.16
Este é o governo das devoluções. Devolve a funcionários públicos, aos reformados, ao Presidente...e à Galp.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.08.16

Há muita indignação com o facto do secretário de estado ter aceite uma viagem para ver o jogo e pouca indignação com o facto do homem ter faltado ao trabalho para lá estar.

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um homem à frente do seu tempo

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.08.16

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 A agência que a Galp usou para oferecer a viagem ao secretário de estado é a mesma que o Porto usava para oferecer viagens aos árbitros,

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Ética republicana da geringonça

por Nuno Gouveia, em 03.08.16

Rocha Andrade viajou para o Euro pago pela Galp

 

O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais foi até França ver um jogo da selecção de Portugal com as despesas pagas pela GALP. A mesma que tem um conflito com o Estado Português, representado pelo Secretário dos Assuntos Fiscais, num contencioso de 100 milhões de euros. Coisa pouca. Até aposto que o convite da GALP foi inocente. 

 

Já estou a imaginar a reacção da Catarina Martins e de Jerónimo Sousa perante este óbvio conflito de interesses. Isto para não falar de muitos socialistas sempre com a ética republicana na boca. A julgar pelo seu passado, em que pediam a demissão de governantes por tudo e por nada, desta vez vão pedir a expulsão de Rocha Andrade do país. Ou então não. 

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Lula, o modesto

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.16

Grande entrevista a Lula: “Fiz o mesmo que os presidentes de França, Inglaterra e Portugal”

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menos? muito menos

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.16

Menos tomates em Portugal

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D. Branca foi a precusora do crowd funding em Portugal.

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.16

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Estas vistas agravam-me o IMI?

por Luis Tirapicos Nunes, em 02.08.16

É que a senhora da foto é minha vizinha...

 

 

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descubra as diferenças

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.08.16

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19 de Abril de 2015: Passos quer alimentar mito de que gere bem mas aumentou a dívida, acusa António Costa

1 de Agosto de 2016: Dívida pública aumenta mais de 8,5 mil milhões até Junho

 

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austeridade (remix)

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.08.16

Casa soalheira e com vista pode agravar IMI em 20%

Vamos finalmente pagar impostos pelo sol. Só falta o ar.

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«Metam-se na vossa vida» É a resposta de Erdogan às críticas da Europa.

 

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 A coisa apareceu em formato de entrevista. Afinal também não será em setembro que José Sócrates será acusado. E também ninguém sabe quando será. E também ninguém parece muito preocupado com o assunto.

 

Para quem já não se lembra, José Sócrates foi detido em novembro de 2014. Há quase dois anos. E, supostamente, estaria a ser investigado há um ano. Fazendo as contas…foram três anos. E, mesmo assim, não chega - diz alguém numa entrevista. Como se não existissem leis.

 

Durante este tempo a prisão preventiva funcionou como forma de pressão. As fugas de informação funcionaram como instrumentos de investigação. E mesmo assim nada funcionou. Saltámos do grupo lena, para a Venezuela, da Venezuela para Vale do Lobo, de Vale do Lobo para a venda da Vivo e da venda da Vivo para a compra da Oi. É disparar para todo o lado até acertar. Escrevi, à data, sobre cada um destes casos. E eles provavelmente acertaram. Em tudo. Falta o resto.

 

Ouvi a conferência de imprensa de José Sócrates esta semana. A tese de uma conspiração de direita é tão tonta como algumas das suas decisões como primeiro-ministro. Mas parece-me que Sócrates sabe disso. A “direita” está-se nas tintas para Sócrates. A esquerda também. O que temos é algo muito mais grave. Muito mais sério. Que o próprio não está disposto ou interessado em admitir.

 

Existe a ideia generalizada de que José Sócrates é culpado. Até existe a ideia generalizada de que estamos a atropelar todos os direitos básicos de um cidadão. Em plena luz do dia. Mas ninguém diz muito, ninguém se revolta porque não faz mal…porque o homem merece.

 

A investigação transforma-se numa espécie de castigo. E o castigo numa forma de justiça. Justiça popular. Justiça paralela ao funcionamento dos tribunais. Ninguém acredita no funcionamento dos tribunais. Nem os próprios. Vai daí, nas ações de uns justiceiros e no silêncio de todos os outros, se permita fazer esta justiça nas capas dos jornais.

 

E eu sou daqueles que acredita na bondade dos responsáveis pelo processo. Mas num país normal esta investigação estaria a ser investigada. Num país normal os responsáveis estariam a responder pelos seus métodos. Num país normal o país estaria a exigir isso mesmo. Num país normal seriamos capazes de distinguir bondade de bom senso e o bom senso da lei.

 

Há três mil anos que que fazemos leis para impedir que seja o meu juízo a decidir ou condenar um outro cidadão. Fazemos leis para impedir que a minha vida e a vossa vida sejam condenadas ou decididas pelo estado de espírito de alguém. E a mais importante lei de todas as leis é aquela que explica que não pode haver exceções à lei. Por muito culpados que os ditos sejam.

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as sanções não são o mapa cor de rosa II

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.07.16

Mas depois há Bruxelas. E a habitual tonteria de Bruxelas. Os países da União Europeia decidem ter sanções para os países que não cumpram. E depois concordam em não aplicar sanções com o argumento de que nunca foram aplicadas. É dificil levar a sério.

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as sanções não são o mapa cor de rosa

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.07.16

Há muita gente a falar sobre as sanções e pouca gente a fazer perguntas sobre as sanções. E a pergunta mais importante é se merecemos as sanções. Independentemente da política e dos partidos. Merecemos as sanções? Diria que sim. Um país que precisa de três resgates nas últimas décadas, um país que recebe milhões e milhões de apoios e mesmo assim é incapaz de apresentar um orçamento sem défice é um país que merece pouca confiança. Merecemos sanções? Diria que sim. Mas duvido que servissem para alguma coisa.  

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It comes with the job

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.07.16

A acusação de que Lula terá tentado comprar o silêncio de um diretor da Petrobras é ridícula. Parece evidente que diretor da Petrobras só é diretor da Petrobras depois de ter sido comprado por alguém. 

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Da série Perguntar não ofende

por Augusto Moita de Deus, em 27.07.16

Mas afinal há sanção zero ou não há sanção? Olho para o que vem nos media e não consigo entender. Cerveja zero é o mesmo que não haver cerveja? É que não é a mesma coisa. 

                 

      

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livro de reclamações

por Rodrigo Moita de Deus, em 25.07.16

Entretanto, este domingo em Setúbal, alguém se lembrou de fechar umas ruas para fazer uma prova de ciclismo. Lembraram-se e bem. Esquecerem-se foi de garantir o acesso ao Ferry a centenas de pessoas. Estava simplesmente fechado. Sem aviso nem desvios. Esqueceram-se ou foi uma maneira de garantir público para a prova. E resultou. Aqueles atletas nunca tinham tido tanta atenção antes.

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esqueçam o muro. temos coisas mais graves para resolver.

por Rodrigo Moita de Deus, em 25.07.16

É ouvir o discurso de Donald Trump. Grandes obras públicas, criação de emprego, protecionismo das empresas nacionais, revisão dos acordos comerciais, triliões na economia e incentivo ao consumo. Pelo meio, críticas à NATO e ao intervencionismo americano. É tirar Trump e pôr Jerónimo de Sousa e temos um governo patriótico e de esquerda.

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Ainda o Euro 2016. Eis a sua consequência demográfica: já não somos aquele número redondo de 10 milhões. Assim de repente passámos a ser 11 milhões de portugueses. Uns invejáveis 10% de crescimento. Foi algum baby boom? Houve algum incentivo especial à natalidade*? Não. Foi tudo por causa dum trocadilho numa campanha publicitária.

 

*agora que penso nisso... por volta de 10 de Abril de 2017, voltamos a falar.

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Ted Cruz teve "cojones"

por Nuno Gouveia, em 21.07.16

 

Ted Cruz está nos antípodas do que defendo. Aliás, a sua carreira política desde 2012 está intimamente ligada ao descalabro em que caiu o Partido Republicano. Assumiu posições polémicas e muito longe do centro-direita que defendo. Mas ontem conquistou algum do meu respeito, ao deslocar-se à Convenção do Partido Republicano e ter proferido um discurso anti-Trump (sim, defendeu algumas coisas que discordo) em que muitas passagens estão de acordo com o conservadorismo tradicional americano, como o respeito pela liberdade religiosa e pelos diferentes credos (ou ateísmo, como ele referiu) ou na defesa da liberdade individual e das minorias contra o poder dos aprendizes de tiranos. Até teve algumas passagens contra o divisionismo da sociedade americana para que ele tanto tem contribuído. Não sei se terá sido um mea culpa. Mas o grande momento (diría único) da sua carreira foi ontem, quando perante assobios de uma assistência de "Trumpians" recusou-se a apoiar Trump e defendeu que as pessoas deviam votar segundo a sua consciência. Saiu sob um ruidoso coro de criticas, mas um dia poderá dizer que não pactuou com Trump. Muitos outros republicanos não poderão dizer o mesmo. E apesar de esperar que Cruz nunca venha a ser o líder do Partido Republicano, ontem esteve bem e merece o meu aplauso. Dizer não a um proto-tirano na sua cara nunca é fácil, mas Cruz fê-lo. Não deixa de ser sintomático que até a sua esposa teve de ser escoltada para sair da Convenção, pois estava a ser alvo da fúria dos "Trumpidians". Eu, que estive nas duas últimas convenções republicanas, lamento profundamente o circo de horrores que está a ser esta convenção. Que em Novembro Trump tenha uma derrota avassaladora é o meu único desejo.

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amiguismos

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.07.16

 As conferências do Estoril divulgam o tema da edição de 2017.

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causas e consequências

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.07.16

Correia de Campos chumba na eleição para a concertação social

(Julho de 2016)

Durante quarenta anos existiram pequenas tradições que se mantinham em nome da dita "estabilidade". Não falo nos pactos de regime a propósito da educação ou da justiça. Nada disso. Falo de coisas mais pequenas, mais simples. Os partidos do arco da governabilidade discutiam, insultavam-se mas não mexiam nesses informalismos. Porque esses informalismos eram a base para que se entendessem em questões de regime (europa, nato, constituição...). As questões "sagradas" que fizeram de Portugal uma "democracia de estilo ocidental". Cheia de defeitos. Mas uma democracia de estilo ocidental. Agora Costa avança com Ferro Rodrigues. Fim do mais antigo (e último) acordo de regime. O partido mais votado deixou de eleger o Presidente da Assembleia. E com este pequeno gesto, que não tem utilidade prática nenhuma, Costa demonstra que não são bloquistas e comunistas que ficam mais próximos do PS. São os socialistas que ganham tiques de bloquistas. Depois deste gesto é a selva. Já não discutimos um governo da coligação ou de esquerda. Discutimos o tipo de país que temos.

(outubro de 2015)

 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.07.16

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Um presidente à altura dos desafios.

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O irresponsável

por Nuno Gouveia, em 18.07.16

Estas declarações bombásticas servem mesmo para quê? Para desvalorizar o valor do Novo Banco? Para facilitar a vida aos potenciais interessados? Para apressar o levantamento em massa dos depósitos no Novo Banco? Não sei responder. Só sei que Costa é um governante perigoso e irresponsável, que parece apostado em levar-nos para o abismo. Que vergonha.

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Eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.07.16

É impressão minha ou só agora é que começou o golpe de estado na turquia?

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.07.16

Entre os referendos e os orçamentos participativos os políticos descobriram uma belíssima formula para nunca perderem eleições: não tomar decisões.

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a culpa é da privatização dos correios

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.07.16

Comissão Europeia ainda não recebeu carta do Governo português

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Continua o mau perder

por Augusto Moita de Deus, em 17.07.16

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É como no Pokémon Go. Vemos coisas onde elas não existem.

por Augusto Moita de Deus, em 17.07.16

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Já noutros casos, as pessoas olham, olham, mas não vêm.

 

Têm uma percepção da realidade diminuída.

 

 

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Hoquei em patins

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.07.16

Ainda há comendas por aí?

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ainda sobre a turquia

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.07.16

Internet ligada, canais de televisão privados a funcionar, primeiro-ministro e ministros à solta, presidente à solta, falta de controlo de pontos estratégicos. Se esta foi uma operação de militares NATO...a NATO tem muito em que pensar. 

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Contra a irresponsabilidade da geringonça

por Nuno Gouveia, em 16.07.16

Passos Coelho vintage. Grande entrevista este fim de semana ao DN/TSF.

Uma entrevista para ler e reler nos próximos tempos. Podem continuar a desvalorizá-lo e a considerar que está isolado. Diz as coisas certas e sem receio de parecer impopular e não tem medo de não alinhar no circo momentâneo de Belém/São Bento. Mas não foi por acaso que venceu as duas últimas eleições legislativas e não será por acaso que vai ganhar a terceira. Em 2019, como ele espera, ou antes, se tais eleições acontecerem.  

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Eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.07.16

E pronto. O ocidente perdeu a turquia.

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Falta qualidade hoje em dia

por Afonso Azevedo Neves, em 16.07.16

Vou a uma festa de anos. Venho da festa de anos. Foi o tempo de começar e acabar um golpe de Estado.

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