Arriscamo-nos a não saber o que se está a passar no Conselho de Estado. Desta vez Marques Mendes está lá dentro.
Por muito que Porto ganhe a notícia continua a ser "benfica perdeu o campeonato".
Gostava que o JPP parasse de escrever que o material dele tem sempre razão. Que falta de pudor
- Acontece aos melhores;
- Sim. Mas não acontece várias vezes na mesma semana.
Apesar de tudo prefiro perder a jogar bem...
Benfica é hoje logo amanhã há C. de Ministros... ordinário...mas há!
Este blogue Depressão Colectiva do FNV que regista os comportamentos da crise para os Sportinguistas como eu.
O próprio Declínio e Queda para os portugueses nunca desistirem.
12 Most Successful Ways for Writers to Win with Pinterest para o FNV.
The Differences Between Data, Information and Knowledge para o PPicoito.
"o bruxo"
"o jacaré" esta acossado...
Leio que estou a fazer a campanha de Luís Filipe Menezes no Porto e de Carlos Abreu Amorim em Gaia. É uma coisa que faz sentido. Há muito tempo que acompanho a carreira política destas duas figuras do norte. Sou quase biógrafo não autorizado dos dois. Sobre Menezes escrevi, entre outras coisas, o seguinte:
No seu blog, Luís Filipe Menezes tem dois tipos de posts: postes bons e outros postes que são mesmo dele ou ontem, porque foi domingo, Luís Filipe Menezes não era candidato. hoje, porque é segunda-feira, Luís Filipe Menezes é candidato a candidato. Amanhã, porque será terça-feira, Luís Filipe Menezes vai anunciar que não tem "condições" para ser candidato antes de anunciar que brevemente anunciará uma decisão.
Sobre Abreu Amorim, fui ainda mais longe e fiz um compêndio de razões para não gostar dos escritos de Abreu Amorim:
A razão ortográfica: O Carlos Abreu Amorim escreve sem erros gramaticais
A razão geográfica: O Carlos Abreu Amorim é do Porto
A razão gastronómica: O Carlos Abreu Amorim gosta de francesinhas
A razão marialva: O Carlos Abreu Amorim acredita que as toiradas são um acto cruel
A razão de estilo: O Carlos Abreu Amorim diz "alfinete de peito"
A razão dos outros: O Carlos Abreu Amorim gosta do Pacheco Pereira
A razão demarcada: O Carlos Abreu Amorim acha que o vinho serve para acompanhar refeições
A razão do senso: O Carlos Abreu Amorim gosta do FC do Porto porque não gosta do Benfica
A razão da obra: O Carlos Abreu Amorim não gosta de fado porque não gosta de fadistas
A razão de regime: O Carlos Abreu Amorim é republicano porque não gosta de monárquicos
A razão ideológica: O Carlos Abreu Amorim é liberal porque não é inteiramente marxista
Admito que os interessados se interessem pouco pelos meus "gostares". Admito tudo isso. Mas a questão não é o Rodrigo ser contratado por Menezes e Abreu Amorim. A questão é Abreu Amorim ou Menezes quererem contratar o Rodrigo. E não quiseram. Não percebo porquê..
JPP teve de tirar o curso avançado de programação em HTML. É que não foi um mas quatro links que ele fez num só post.
Vale a pena: isto é muito bom!
- é arriscado um benfiquista estar de joelhos naquele estádio...
O Conselho de Estado vai reunir. A presidência da república escolheu um tema interessante para discutir: "Perspetivas da Economia Portuguesa no Pós-Troika, no Quadro de uma União Económica e Monetária Efetiva e Aprofundada". Assim. Literalmente. Este título todo. "Pós-Troika" e "perspectivas" é uma redundância. E "união económica e monetária efetiva e aprofundada" é uma antítese. Mas que se lixe. Ninguém nota.
'Troika' exige "clareza" e não dá por fechada sétima missão
- Cada vez sobra mais mês no final do ordenado
Foram precisos dez homens, mas a fera deu-se por vencida ao fim de muitos dias de suspense: o toiro galego foi, finalmente, detido na tarde de ontem nas proximidades de Viana do Castelo.
Ao mesmo tempo, em Lisboa, no Conselho de Ministros, Pedro Passos Coelho amarrava Paulo Portas a mais uma subida de impostos. A bravura do líder do CDS durou pouco; dizem que por intervenção do prof. Aníbal Cavaco Silva, Passos Coelho ganhou a batalha.
[Convém notar que a "batalha", aqui, significa mais um aumento de impostos. Lindo.]
O Imagens de Campanha está de regresso para analisar as campanhas autárquicas deste ano. Neste ciclo eleitoral não irei participar, mas fui superiormente substituído pelo Carlos Furtado, que acompanhará o Rodrigo Saraiva e o João Gomes de Almeida. Bons posts, boas leituras e excelentes análises aos materiais de campanha das centenas de campanhas autárquicas é o meu desejo. A acompanhar regularmente.

Duas entrevistas ontem. Miguel Esteves Cardoso na RTP, Sam the Kid na Radar (daqui a poucos dias, deve aparecer aqui). Duas escolas e duas gerações bem diferentes, uma mesma postura: recusar o discurso do coitadinho. Ia dizer que são uma raridade, mas isso seria não ter aprendido nada. Justo é chamá-los de bênção. E ficar feliz por ser do país que os pariu.
O grande obstáculo às reformas no estado são os reformados do estado.
O projeto de aquacultura em portugal da pescanova era exemplar. Todos os meses ia um ministro inaugurar a pescanova com pompa e circunstância. O maior financiador do projeto era o banco do estado. O projecto da pescanova faliu. A Caixa Geral de Depósitos dá prejuízo.
A DECO pediu 15 euros por contrato novo no leilão da electricidade. Dá 7,6 milhões de euros. Eu cá sou contra as rendas excessivas no sector electrico. Mesmo que sejam da DECO.
O Fisco anunciou que vai controlar as contas na Suíça. Paulo Núncio é um querido. Deu-nos tempo para passar as contas para Monte Carlo.
Na TSF um dos pais reclamava porque "aqueles professores que estão a supervisionar o exame não conhecem os alunos". Fiquei chocado. Então não conhecem os alunos? Nada? Nem um bocadinho de intimidade...nem um bocadinho de cumplicadade? Não percebo....quem é que se lembra destas coisas? Um exame a sério...que ideia tão bizarra.
O meu filho foi ontem no autocarro para fazer o exame. Eu estava mais nervoso que ele mas evitei ligar para o forum da TSF.
Ferguson deixa o futebol, estoril lixa o título ao benfica, bancos dão prejuízo e Vitor Gaspar sorri enquanto fala sobre direitos sociais. Isto é muita coisa numa semana só.

a ler e chorar por mais.
Jesus devia ter renovado no domingo. Antes do jogo com o estoril.


as provas do 4º ano foram feitas por 107 mil crianças de cerca de 9 anos de idade.
esta manha, nas radios nacionais, muitas crianças diziam que nao estavam nada preocupados porque lhes foi transmitido pelos pais que "era tudo uma palhaçada que nao servia para nada".
mas serve!
serve para perceber que com educadores deste calibre nao há metodo que aguente.
Tanta animação com o assunto e eu sem perceber porquê. Portugal sempre foi um especialista nestas coisas de emissão de dívida.
"Na segunda metade do século XIX até 1890-1891, a economia portuguesa continha dois processos paralelos: um processo benigno de crescimento efectivo da riqueza levado a cabo pelos agentes económicos privados e possibilitado por um padrão-ouro que estimulava o investimento produtivo e um processo maligno de endividamento do Estado e de inflação do crédito bancário (aparentemente estimulado por esse endividamento). Os dois processos coabitaram durante quatro décadas e continuariam a coabitar enquanto o Estado continuasse a ter quem acorresse a financiar o seu processo económico maligno sem ter de interferir no funcionamento do processo benigno da economia privada. De facto, embora o Estado incentivasse o desvio voluntário de muitos capitais nacionais de outros investimentos potenciais para a dívida pública, o grosso dos seus financiamentos era externo (divisas da emigração no Brasil e banca estrangeira). Em 1890-1891, o processo maligno entrou em colapso financeiro e teve de fazer o que evitara desde 1854: interferir no processo benigno e transferir dele o financiamento necessário à manutenção das suas despesas. Com isto, a performance da economia privada foi decisivamente afectada; e, assim, a crise financeira do Estado tornou-se uma crise económica geral."
Luís Aguiar Santos, "A crise financeira de 1891: uma tentativa de explicação", Análise Social
Pior ainda do que a triste ideia republicana da eleição do chefe de estado é o sistema semi-presidencialista de governo, que os franceses inventaram à medida de Charles de Gaulle.
Dá nisto.
Tudo se agrava quando se tem um presidente como Hollande. Passados poucos meses da eleição, o eleitorado arrependido preferia agora Sarkozy ou a própria senhora Le Pen, imagine-se.
Não vai ser fácil aguentar até 2017...
