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o discurso de Santana Lopes visto à lupa

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.10.17

Eu: 30%

Rui Rio: 20%

História contemporânea do PSD e do país: 40%

Obrigado por aqui estarem: 10%

Futuro: 0%

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always look at the bright side of life

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.10.17

Cheira-me que estas eleições diretas do PSD vão fazer mais pela história contemporânea do país que 30 teses de mestrado. 

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e sou candidato na mesma

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.10.17

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 O meu nome é Pedro Santana Lopes e assumo tudo o que fiz

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Incêndios: Governo vai apostar em biorrefinarias e centrais de biomassa

(...) este modelo agora aprovado vai criar um incentivo à valorização dos resíduos florestais, "criando assim uma capacidade de desenvolver um sistema de recolha, não apenas incentivos próprios dados a essa recolha, quer pelas autarquias, quer por empresas que o queiram fazer".

 

Pois. A questão da limpeza das florestas só se resolve quando o negócio da biomassa florestal for altamente rentável

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Incêndios e terrorismo

por Augusto Moita de Deus, em 18.10.17

Estava a imaginar uma povoação pacífica no interior, que de repente se visse atacada por um grupo armado que a cercasse e fizesse reféns e que depois matasse algumas das pessoas da localidade, após horas de terror indescritível. Isso seria motivo de um destaque mediático brutal e de medidas extremas. Inúmeras questões se levantariam. Como é que os invasores não foram detectados?, quais os avisos que foram ignorados?, porque as populações não foram defendidas?, o que fazer para evitar futuras incursões?

 

Infelizmente este cenário existe e persiste em muitos países. Chama-se terrorismo. Mas no parágrafo acima substitua-se mutatis mutandis "grupo armado" e "invasores" por "fogo" e veja-se que o que está escrito reflecte com precisão o drama anual dos incêndios em Portugal.

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A política da terra queimada

por Augusto Moita de Deus, em 18.10.17

Estava-me a lembrar duma canção antiga dos NZZN, Deixa Arder. É muito triste dizer isto, mas pelo que se tem visto ano após ano, uma maneira de resolver o problema dos fogos florestais é não fazer nada. Ao ritmo daquilo que se passou este ano, o coberto vegetal irá praticamente desaparecer e portanto mais cedo ou mais tarde acabam-se os incêndios. Apenas tem de se ter o cuidado de não replantar as árvores. Em muitos locais a coisa funciona lindamente. Por exemplo, apesar do calor extremo, são raríssimos os incêndios no Saara.

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O Elvis vive na Chamusca

por Carlos Nunes Lopes, em 18.10.17

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Estão a ver o sítio onde encontraram as armas de Tancos?

Do outro lado da estrada, se procurarem bem, estão as ADM do Colin Powel.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.10.17

O que terá dito - e feito - António Costa a Marcelo Rebelo de Sousa para merecer um discurso daqueles?

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O governo inútil

por Alexandre Borges, em 17.10.17

Em Portugal, quando faz calor, há incêndios. Quando chove, há cheias. Quando alguém decide roubar armas, as armas são roubadas. Quando as coisas correm bem, é mérito do governo; quando as coisas correm mal, o governo não podia fazer nada. Um governo que beneficia exclusivamente do bom momento da economia mundial, do reequilíbrio feito pelo governo anterior, do boom do turismo e dum Presidente ultra-protector que, até aqui, tinha como prioridade fazer cair o líder da oposição. Dirá: mas, em termos económicos, as coisas estão a correr bem. Estão. Até vir a próxima crise internacional. Ou esboço de crise. Ou ameaça de esboço de espécie de crise. Nessa altura, o governo vai encolher os ombros e dizer que não havia nada que pudesse fazer. Tal como na próxima vaga de calor ou de chuva, no próximo incêndio ou na próxima cheia.

Portugal já teve governos bons (poucos), maus (muitos) e muito maus (alguns); nunca tinha tido um governo como este: um governo que não serve para absolutamente nada.

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somos todos portugueses mas há uns que estão mais longe

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.10.17

Alguém me dizia que se isto tivesse acontecido nas avenidas novas, por duas vezes, já nem ministra, nem governo. Primeiro achei que estavam a exagerar. Depois das declarações de António Costa já nem tanto. 

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um país sem vergonha

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.10.17

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O "país" da nossa esquerda passa a vida na rua. Na rua com a Catalunha, pela melhoria dos serviços públicos, no apoio à venezuela, contra a poluição no Tejo, contra as touradas em Viana do Castelo, contra o nuclear, contra a NATO e contra Miguel Relvas. Morrem mais de cem pessoas por incompetência do Estado e as ruas estão vazias.  

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Pelo cano

por Augusto Moita de Deus, em 17.10.17

Custa-me ouvir e ler declarações sem fim que são mais do mesmo. Indignações. Anúncios de planos de acção e de emergência e de ordenamento. Também desesperos, muitos, mas esses entendem-se. Não consigo imaginar a dor dos que perderam tudo, ou o trauma do pânico mesmo dos que escaparam ao pior. No meio disso tudo, continuam a chover as mesmas declarações que temos ouvido desde Junho deste ano, e em 2016, e em 2015, etc. Uma seca!! Palavras que parcialmente se entendem, mas que não são nada mais que chover no molhado da inércia e do deserto de medidas concretas. 

 

Agora (felizmente!) começa a chover no ardido. Mas o mais certo é tudo ir pelo cano. Estou a referir-me ao cano da indiferença e do esquecimento das medidas de prevenção dos fogos. Sim, que no caso da chuva, é natural que suceda o oposto. Basta pensar nas sarjetas que chegam ao Outono habitualmente entupidas. No caso da chuva, o mais certo é que não vá pelo cano e que daqui a uns tempos estejamos todos indignados a falar das inundações.

 

Update em 18 de Outubro: já começaram as inundações. Eu sei que não é possível antecipar o desempenho de cada sarjeta, mas tudo isto é tão previsível.

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Sim, a incompetência pode (e deve) ser politizada.

por Carlos Nunes Lopes, em 16.10.17

Ontem foi o 22.º dia com maior número de ocorrências nos últimos 17 anos. Podemos começar por tentar perceber porque é que nos outros 21 dias em que se verificaram mais ocorrências as pessoas não morreram abandonadas pelo Estado. Há um dispositivo que sempre funcionou, pelo menos a defender vidas, e que este ano não está a funcionar.

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é um bocado infantil demitir a ministra

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

António Costa é melhor que todos os outros. Sabe que o sistema e os novos nomeados não conseguem responder aos incêndios. Soube sempre. Por isso não demitiu a ministra da Administração Interna. Se o tivesse feito na altura teria hoje de encontrar o seu terceiro MAI no espaço de quatro meses.

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dia 11 de agosto deste ano

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

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um país abandonado a si próprio

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

Há uma explicação assustadora para o número de mortos estar a aumentar. São 11:30 e só agora bombeiros e polícias estão a chegar aos locais. 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

É uma daquelas ironias. Recebi sexta-feira a carta para pagar a taxa de proteção civil.  

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eu sei que tu sabes que eu sei

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

Sou daqeles que considera Rui Rio um péssimo candidato mas nada que justifique o voto em Santana Lopes.

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correu tão bem da última vez

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

 Governo dos Açores autoriza concurso para a construção de navio para 650 passageiros (11 de Outubro de 2017)

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palavra dada é palavra honrada

por Alexandre Borges, em 12.10.17

150 mil empregos.png

Sócrates fartou-se de dar trabalho a jornalistas, escritores, comentadores, professores, motoristas, secretárias, construtores, decoradores de interiores, alfaiates, bancários, banqueiros, livreiros, consultores de comunicação, empresários hoteleiros, intermediários diversos e gente cuja missão consistia apenas em ficar calada. Ainda hoje continua a dar que fazer a dezenas de advogados, juízes, procuradores e inspectores. O homem pode ser o que quiserem, mas bem que tentou cumprir a promessa de criar os 150 mil empregos.

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31.

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Sócrates

por Nuno Gouveia, em 11.10.17

Esclarecimento: não tivemos interferência na sua acusação. 

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O PSD está como a nossa função pública

por Carlos Nunes Lopes, em 11.10.17

Miguel Pinto Luz não avança para a liderança do PSD

Os lugares de topo estão sempre ocupados pelos mais velhos da casa.

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31

por Carlos Nunes Lopes, em 11.10.17

Não vamos fazer nenhuma graçola de oportunidade

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O PSD preso no passado?

por Nuno Gouveia, em 09.10.17

Pedro Santana Lopes foi candidato a líder do PSD pela primeira vez em 1995, tendo ensaiado novamente candidaturas em 1996 (contra Marcelo Rebelo de Sousa) e em 1999 (contra Durão Barroso e Marques Mendes). Viria a ser eleito líder em 2004, isto depois de Durão Barroso ter ido para Bruxelas e novamente candidato em 2008 (contra Manuela Ferreira Leite e Pedro Passos Coelho).

 

Rui Rio foi deputado durante a década de 90 e Secretário-geral de Marcelo Rebelo de Sousa entre 1996 e 1997, tendo batido com a porta depois de uma zanga com o actual Presidente da República. Foi ainda Vice-presidente de Durão Barroso, de Santana Lopes e de Manuela Ferreira Leite, e é consensual que poderia ter sido líder do PSD, se o quisesse, em 2008. Desde então, tem sido sempre falado como candidato a líder do Partido e foi ainda putativo candidato presidencial em 2016.

 

São estes os dois únicos (?) candidatos à liderança do PSD, havendo aqui uma conotação excessiva com o passado. Se a última década do século passado e a primeira do actual estão muito bem representadas nestas duas candidaturas, salta à vista que não existe ainda um vestígio de futuro nelas. Quererá isto dizer que o PSD está preso nesse passado? Quero acreditar que não, até porque vários são os membros do presente do PSD que poderiam liderar o partido: sejam aqueles que já anunciaram não estarem disponíveis para tal neste momento (como Luís Montenegro ou Paulo Rangel) mas também outros, que me escuso de referir, mas que se têm destacado nos mais variados palcos, desde o parlamento, no governo anterior ou até fora dele. 

 

Os últimos anos foram muito difíceis para o PSD: primeiro porque teve de salvar o país (juntamente com o CDS) de uma bancarrota provocada pelo Partido Socialista; mas também porque teve dois anos muito duros de oposição, principalmente depois de ter ganho as eleições. E isto sempre com forte oposição dos ditos “barões” do velho PSD, os mesmos que parecem ter ficado parados no tempo e que sempre demonstraram mais interesse nos famigerados “interesses” que Pedro Passos Coelho combateu nestes últimos sete anos do que propriamente no país. E isso poderá ter causado em diversos putativos candidatos um afastamento claro nesta altura, o que lamento. Preferia que existisse uma candidatura alternativa àqueles dois nomes, até porque teriamos um debate mais franco e aberto. Mas neste momento parece-me que tal não acontecerá.

 

E quererá isso dizer que caso não exista uma candidatura alternativa,  o PSD estará condenado a ficar preso no passado, seja com Rui Rio ou Santana Lopes? Talvez não, mas isso dependerá muito do que quiserem trazer para o PSD, que tipo de programa vão apresentar aos militantes e que tipo de pessoas vão ter a seu lado. Neste momento, resta esperar.

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a legalidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.10.17

Gosto do argumento da legalidade para discutir temas como a independência e a autodeterminação. Gosto ainda mais quando são portugueses a invocar a coisa para falar da catalunha. Toda a gente sabe que, por exemplo, a restauração em 1640, foi feita no mais escrupuloso respeito pela legalidade.

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razões familiares

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.10.17

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Equivalência Lógica

por Afonso Azevedo Neves, em 06.10.17

Rui Rio avança mas espera por alguém, alguma coisa, alinhamento de astros, enfim... pondera;

Santana Lopes já está a preparar programa para corrida no PSD outra vez;

Manuela Ferreira Leite quer um projecto qualquer;

Morais Sarmento lança nomes mas com força e contra uma parede;

Marques Mendes adivinha desgraças e depois dá festinhas aos que as sofrem;

Ângelo Correia acerta contas com a subtileza de fiscal da EMEL;

Paulo Rangel vem a correr porque já pode;

Pacheco Pereira faz listas de coisas e pessoas que o incomodam; 

 

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Ainda sem novidades para vos dar

por Afonso Azevedo Neves, em 06.10.17

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Um homem decidido a ponderar

por Afonso Azevedo Neves, em 05.10.17

Rui Rio ponderou durante anos avançar. Anos! Ora ia ser desta ou afinal já não ia, depois ia outra vez mas agora ainda não, agora é que era! Não! Ainda não! É agora! Não, vamos ponderar. No intervalo desta dança foi vendendo a imagem de um homem decidido. Vai correr bem. 

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eu sei que tu sabes que eu sei

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.10.17

A candidatura de Rio promete dividir o partido. Entre aqueles que Rio deixou ficar mal e aqueles que Rio ainda não deixou ficar mal. 

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eu sei que tu sabes que eu sei

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.10.17

- Qual de vocês é que enviou um whatsapp ao Santana Lopes?

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PPC

por Alexandre Borges, em 04.10.17

Passos nunca soube adaptar-se ao estranho papel de ser, ao mesmo tempo, o homem que tinha ganho as eleições e perdido o governo. Faltou-lhe instinto político antes e depois, cometeu erros por actos e omissões, e sai agora na altura certa, porque já não tinha como continuar. Foi um péssimo líder da oposição e um grande primeiro-ministro. Porquê? Em três pontos simples: tirou o país da falência em que o metera Sócrates, salvou-o da canalhice de Portas e libertou-o de 20 anos de sequestro por Ricardo Salgado. À medida que forem assentando ressentimentos e entusiasmos partidários, a História reconhecê-lo-á, sem dificuldade. Acima de tudo, foi um homem de bem. Venha outro tão decente e melhor político. Mas será difícil. Não são coisas que se cruzem muito na mesma pessoa.

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eu sei que tu sabes que eu sei: totobola 1x2

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.10.17

Morais Sarmento diz que Santana Lopes, Marques Mendes e Rui Rio são nomes a ter em conta no futuro do partido. Santana Lopes, Mendes e Rio. O homem que foi primeiro-ministro e chegou a líder, o líder que não chegou a primeiro-ministro e o outro que nunca chegou lá.  

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eu sei que tu sabes que eu sei: as notícias

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.10.17

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 Grande exclusivo da Visão desta semana: Rui Rio tem o site pronto. 

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência VI

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Antes que perguntem, esclareço: não tenho idade para entrar no grupo de Azeitão.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência V

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Foi notícia ontem: Paulo Rangel anuncia que desmarcou a agenda europeia para estar hoje no Conselho Nacional. E anunciou o cancelamento da agenda. Como quem vem a correr de Bruxelas para salvar o Partido. Isto foi ontem à noite. Hoje de manhã estava numa conferência do Expresso. Certamente marcada durante a madrugada.  

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência IV

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

A "renovação" do PSD já foi a votos em 2009. Eram todos mais novos.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência III

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Entre as críticas públicas e os encontros discretos de Azeitão, Morais Sarmento lá arranjou tempo para pedir a Passos Coelho que o deixasse ir ao Congresso da Frelimo. E Passos aceitou. E o partido lá pagou a viagem em business. O que faz todo o sentido. Todos temos que fazer pela vida.    

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Renovação

por Carlos Nunes Lopes, em 03.10.17

Rui Rio poderá ser candidato à liderança do PSD (a sua primeira vez) com 60 anos de idade. Cavaco Silva candidatou-se a eleições presidencias com 56 anos de idade.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência II

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

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 Quando Rui Moreira acusou Paulo Rangel e Rui Rio de serem "os rostos da derrota" no Porto...estava a ser literal.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência I

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Para memória futura. Em abril de 2016 o PSD testou vários nomes e cenários para a corrida em Lisboa. Maria Luís Albuquerque quase chegava aos 10%. O "critico" Nuno Morais Sarmento nem aos 8%. Santana ficava-se pelos 22%.

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o mapa cor de rosa

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

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 O mapa cor de rosa português é como qualquer mapa de outro partido em qualquer outro país onde não existe oposição. Mais do que a geringonça foi a ausência de oposição que levou a este resultado. Sem imprensa, sem sindicatos, sem partidos a contestar as políticas (ou a falta delas) deste governo, a mancha crescerá sempre. Mesmo sem dinheiro para distribuir.

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Ou: no Vistas

por Augusto Moita de Deus, em 02.10.17

Está tudo boquiaberto com a vitória de Isaltino. Mas com tanta trapalhada pré-eleitoral, é inegável que a campanha dele deu nas vistas.

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Qual massacre?

por Augusto Moita de Deus, em 02.10.17

Será da minha vista ou este último massacre em Las Vegas recebeu menos atenção mediática do que o habitual?

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 02.10.17

Descobri que o PSD tinha um programa para Lisboa no discurso de ontem da candidata.

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resumo da noite

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.10.17

Pizarro ganhou perdendo, Catarina ganhou uma freguesia em Braga, a CDU entalou-se na geringonça e Passos ainda não percebeu.

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Enquanto nos queixamos da Ryanair

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.09.17

Diálogo a bordo de um voo TAP:

- Temos bacalhau ou massa;

- Então bacalhau.

- Desculpe mas o bacalhau já acabou

- Acabou?

- Sim. Nas filas da frente. Como a massa é mais barata eles quase não embarcam bacalhau. É só para fazer de conta.

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Estacionei o carro para ir a uma loja. Havia dois lugares no pequeno parque de estacionamento contíguo. Escolhi um. Quando voltei, tinha o carro bloqueado por outra viatura, em segunda fila. Apitei. O respectivo condutor veio logo, mas a barafustar:

- Fui só comprar tabaco!!!

- E eu quero ir à minha vida, disse-lhe eu.

Ele lá afastou o carro dele, todo chateado. Eu tirei o meu e disse-lhe adeus. Ele fez marcha-atrás e colocou o automóvel dele no lugar onde eu tinha estado. Sempre com um ar agastado.

O outro lugar de estacionamento, o tal que também estava vago, permaneceu vago o tempo todo.

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Há um novo eldorado, um novo shangri-la...

por Augusto Moita de Deus, em 27.09.17

 ...para os investidores em Portugal. Se se conseguirem ultrapassar os litiogios.

 

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acho que a expressão certa é "histórico"

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.09.17

Angola. Digam o que disserem, não é todos os dias que vemos um chefe de estado africano sair pelo seu próprio pé. Quase 40 anos depois. 

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coisas que ainda ninguém se lembrou de certeza

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.09.17

A ideia é maravilhosa. E tem várias aplicações. Por exemplo. Para evitar o assédio e o racismo deviamos ter lugares exclusivos para africanos nos autocarros. Aposto como ainda ninguém se lembrou disto.

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Querem devolver Lisboa aos Lisboetas?  

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.09.17

 Muito se tem falado sobre o mercado de arrendamento em Lisboa. Estamos a ser expulsos do centro, parece. Há escassez de casas, parece. Os preços são muito altos, parece. Tudo verdade, parece. Vai daí que se discutam mil e uma alternativas. Quase todas passam por mudanças na lei e pela penalização dos proprietários. Mas para mudar o mercado do arrendamento na cidade há outros caminhos. Mais rápidos. Falem com o maior proprietário da cidade (a Câmara de Lisboa) e com o segundo maior proprietário (a Santa Casa) e com o terceiro maior proprietário (o governo). Expulsem-nos do centro. E aos partidos também. A sede do PS no Rato dava 9 ou 10 apartamentos. A sede do PSD outros tantos. A sede do PCP ainda mais. E ainda temos o ministério da economia na Horta Seca, as Finanças no terreiro do Paço ou a segurança social na praça de Londres. São centenas ou milhares de fogos que podiam entrar no mercado em pouco mais de um ano esmagando preços e trazendo gente para lisboa. Querem devolver Lisboa aos Lisboetas? Acho muito bem. Comecem por aqui.    

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música de intervenção

por Rodrigo Moita de Deus, em 25.09.17

 

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As praxes e o estudo

por Augusto Moita de Deus, em 24.09.17

Fala-se muito nesta altura das praxes académicas. Uns destacam as práticas des- e sub-humanas a que os... bichos (precisamente), ie os (pré-)caloiros, são frequentemente submetidos ao entrar na Faculdade, criticando alguma complacência das instituições ou até recomendando a sua abolição. Os outros destacam a necessidade de integração e a propensão natural da juventude para o divertimento como argumentos para a sua continuidade. 

 

Algo que é sistematicamente ignorado nessas discussões é a influência das praxes no rendimento académico dos novos alunos. Não disponho de dados para desenvolver uma tese consistente, mas por experiência vejo que em alguns casos os alunos começam a sua experiência universitária com um foco errado. Se é verdade que ao entrar na Faculdade é bom que os alunos percebam que a vida universitária não se pode resumir apenas ao estudo, por outro lado a ênfase que as praxes dão à diversão, leva a que muitos só realmente comecem a olhar a sério para os estudos ali em Outubro ou Novembro. Sim, que muitas vezes as actividades de praxe prolongam-se por semanas e semanas a fio, seguidas dos arraiais e outras actividades sociais que pouco mais fazem que proporcionar a destruição dos neurónios. Entretanto os testes e frequências já começaram, inúmeras aulas se perderam e quando esses alunos dão por si... já estão a contemplar uma época de exames e um final de semestre em que será inevitável deixar várias cadeiras por fazer..., situação que constituirá uma verdadeira pedra no sapato académica, com as cadeiras atrasadas constantemente a afectar a vivência dum plano de estudos equilibrado, muitas vezes durante anos. Tentar fazer 6 ou 7 cadeiras com um horário semanal descoordenado é completamente diferente de fazer as habituais 5 disciplinas, com um horário harmonizado, horário que inerentemente deverá permitir aos alunos terem os seus sãos e necessários momentos semanais de escape e diversão. 

 

Podem os perigos aqui mencionados suceder a quaisquer alunos universitários, quer se submetam quer recusem as praxes? Claro que sim. Mas penso que há uma reflexão, um estudo a fazer relacionado com as praxes. Da forma como estão muitas vezes organizadas, as praxes académicas estão a enviar a mensagem académica errada às novas gerações de..., precisamente, estudantes

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Tancos: em que conclusão vota?

por Carlos Nunes Lopes, em 23.09.17

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Um relatório secreto sobre a pilhagem de Tancos, produzido das secretas militares e desclassificado esta manhã pelo Expresso, para além de apontar o dedo à sua tutela, aponta para conclusões e pistas muito objetivas e concretas sobre o sucedido. Objetivamente, o furto pode ter sido orquestrado por máfias diversas, da Córsega aos Balcãs, ou por senhores da Guerra. Ou por jihadistas. Ou não. Diz que também pode ter sido uma empresa do norte.

Concretamente, pode ter existido roubo ou não ter existido roubo de todo. Em concreto, o leitor tem no relatório dez opções de escolha múltipla, conforme quadro anexo. Vote na sua favorita e apenas numa opção, para não colocar em causa a objetividade do relatório.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 22.09.17

A questão das diretas nos partidos está para a política como o sorteio dos árbitros está para o futebol: a nossa opinião depende dos resultados do clube.

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liberdades

por Alexandre Borges, em 20.09.17

Eu, por outro lado, não acho que os pais devam processar os filhos que queiram ser do Bloco de Esquerda. É lá com eles.

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Podemos voltar às promessas eleitorais?

por Carlos Nunes Lopes, em 20.09.17

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Os eleitores escrutinam os governos e autarcas. A imprensa vigia os mandatos e cobra as promessas por cumprir. A cada ciclo eleitoral os eleitores premeiam ou penalizam os incumpridores. É assim desde sempre, em democracia.

Os candidatos, por sua vez, refinam o discurso, encontram novas estratégias a cada campanha, para fugir aos cobradores de promessas, sejam eles eleitores ou jornalistas.

Sobretudo desde 2005, com o genial avanço na comunicação pela campanha de Sócrates - a última campanha que deu uma maioria absoluta a um só partido -, inaugurou-se um novo estilo na forma de fugir ao escrutínio: o político já não promete, assume objetivos que pretende que o povo partilhe com ele através da eleição. O candidato já não se compromete, assume uma ambição. Se há um desígnio ou uma obra que valha muitos votos, seja um novo sistema de transportes ou apoios sociais, não se promete, não se dá a palavra... reivindica-se a uma entidade terceira, seja o Governo central ou a União Europeia, colocando a responsabilidade pelo fracasso longe do próximo escrutínio.

Em campanha, assumem-se cada vez mais "objetivos", "ambições", "reivindicações" e até palavras de indignação, estados de alma. "Basta" e "Chega" são alguns dos slogans para quem quer ocupar o lugar sem dizer ao que vai.

As ambições e os objetivos são colocados perante os  eleitores em prazos cada vez mais longos, porque um mandato nunca chega para tamanha ambição partilhada pelos eleitores. O sonho maior da comunidade precisará sempre de vários mandatos para se concretizar, e pelo caminho, lá se vai escapando o eleito ao juízo da comunidade no final do mandato a que se está a  candidatar.

Em cada "objetivo" ou "ambição" colocado na campanha, o candidato pretende obter um claro dividendo político, sendo eleito. Contudo, pretende faze-lo sem qualquer vinculação às expectativas que gera na comunidade e que lhe dão, em muitos casos, o almejado dividendo.

Nestas autárquicas gostaria  que colocássemos um fim naquele estilo muito próprio de Sócrates, em 2005. O estilo de fazer campanha em que não se prometiam 150 mil novos empregos. Apenas se assumia um forte objetivo comum. Jamais uma promessa eleitoral. Tão eficaz como difícil de cobrar.

Nesta campanha, que ainda agora começou oficialmente, peço aos candidatos que voltem a comprometer-se frontalmente com os eleitores, que digam ao que vão, que assumam e que assinem as suas promessas, que deem a sua palavra aos eleitores. Que digam o que querem fazer nos próximos quatro anos, como o vão fazer. Já agora, com que dinheiro (e de quem) o vão fazer: se dos munícipes, se da União Europeia, se de uma transferência do Governo Central.

A política precisa de frontalidade e vinculação. Para que cada candidato e cada eleitor saiba ao que vai.

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Diálogo pai/filha.

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.09.17

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Filha: Tenho quase 16 anos. Posso pedir uma imperial?

Pai: Não, filha. Só quando fores um homem.

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Onze anos à frente

por Carlos Nunes Lopes, em 18.09.17

Depois de várias tentativas para tentar ter uma televisão só para si, José Sócrates finalmente descobre que a maneira mais eficaz (quicá mais barata para o próprio erário público) de comunicar com as massas é ter o seu canal no Youtube.

Nada que o 31 da Armada não tivesse feito onze anos antes. Em 30 de dezembro de 2006 lancámos este vídeo promocional:

Sim, e também tentámos comprar um canal de televisão. Exatamente com o mesmo sucesso de Sócrates.

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Tony Carreira na Carregueira (III)?

por Augusto Moita de Deus, em 16.09.17

... imaginem só o que vai ser milhares e milhares de fãs ali acotoveladas à porta do Palácio Ratton a cantar "A tua ausência", um dia que levem o caso de TC ao TC.

 

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Tony Carreira na Carregueira (II)?

por Augusto Moita de Deus, em 16.09.17

... imaginem só o que vai ser milhares e milhares de fãs à porta do Palácio de Belém pedindo o indulto presidencial ao som de "Perdóname".

 

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Tony Carreira na Carregueira (I)?

por Augusto Moita de Deus, em 16.09.17

Tony Carreira arrisca pena de 3 anos de prisão? Não me pronuncio sobre a justiça do caso nem sobre a luta de Tony Carreira naquilo que considera ser a sua verdade artística. Mas se for condenado, preparem-se. Se Sócrates tinha ali 2 ou 3 autocarros de apoiantes à porta do Estabelecimento Prisional de Évora, imaginem só o que vai ser milhares e milhares de fãs à porta do EP da Carregueira a cantar em uníssono as canções dele.

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para ver se eu percebi bem...

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.09.17

...o ministério público levou 20 anos para deduzir uma acusação ao Tony Carreira? E ainda falavamos nós da operação marquês.

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distrações

por Alexandre Borges, em 14.09.17

Proponho um acordo: não há futebol em dia de eleições e nenhum político pode estar a menos de 500 metros dum presidente dum clube de futebol o resto dos dias do ano. Pelo sim, pelo não.

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Dia de eleições

por Carlos Nunes Lopes, em 14.09.17

Dia de eleições: e que tal fechar os cinemas? Proibir o acesso às praias? Tudo a bem da consciencialização cívica das massas. Proibir todas as atividades lúdicas até que a ida à mesa de voto seja a atividade disponível mais estimulante. Não obrigar ao voto porque isso atenta as liberdades individuais. Proibir tudo. Viva o grande ayatollah e a CNE, guardiã da revolução.

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Sobre o ridículo de algumas notícias

por Carlos Nunes Lopes, em 13.09.17

Eu sou do tempo em que as construtoras não faziam descontos de 5%. Ofereciam as casas.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.09.17

Não é uma questão de aproveitamento político. Temos mesmo de pensar nisto: podemos confiar em alguém que compra uma casa ao lado dos sogros?

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coisas realmente importantes

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.09.17

- mas quem é que vai comprar uma casa ao lado dos sogros?

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a casa de medina

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.09.17

Sobre esta coisa dos escândalos em vêspera de eleições é bom lembrar que não funcionam. Pelo menos nunca funcionaram. E, com razão ou sem razão, a coisa diz tanto sobre os visados como sobre as pessoas que guardaram a informação à espera da campanha

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.09.17

Portugal. O único país do mundo onde Madonna consegue passar incógnita em todo o lado. Mesmo quando não quer.  

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Desapareceu um saco de pulgas

por Afonso Azevedo Neves, em 05.09.17

Gostava de alertar para uma diferença que algumas pessoas parecem querer ignorar. Um menino é uma criança do sexo masculino, um cão é um mamífero carnívoro quadrúpede, da família dos Canídeos, doméstico, tem olfato muito apurado, podendo apresentar tamanho, forma e pelagem muito variável consoante a raça.
Se eu vejo um início de um post a dizer, "o nosso menino desapareceu ontem durante a manhã", fico assustado. Se vejo o post e vejo a tromba de um rafeiro qualquer concluo que provavelmente o bicho fartou-se da melosidade insana dos donos e foi à vida dele.

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as pessoas nunca pensam no que é importante

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.09.17

Só para deixar clara a minha posição sobre o Huweigate: qualquer responsável público, que tenha comprado um parafuso sequer, depois de 15 horas a viajar em económica, merece ser demitido.

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recebido por whatsapp

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.09.17

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Amiguismos.

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.09.17

É daquelas coisas modernas. No caso partilha de carros. Bom de ver que o futuro do capitalismo é a coletivização da propriedade individual.

 

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Não é para irritar

por Afonso Azevedo Neves, em 04.09.17

... mas se Cavaco é de tal maneira irrelevante para quê tanto texto, tanta twitt, tanto post?

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Gosto de rabiosques

por Afonso Azevedo Neves, em 04.09.17

Haverá algum sangue brasileiro na linhagem? É irrelevante. Um bom rabiosque é um poema, um mau rabiosque uma tristeza estética desculpável e justificada, menos se for exibida sem sensibilidade e pudor.

Quando o feio rabisoque é adornado com um descuidado fio dental, exibindo duas informes massas a escassos centímetros da minha pessoa que se esforça para manter a sua total atenção na salada que escolheu, é uma ofensa estética, é um crime e um insulto. A mulher que me desculpe mas tenha dó de mim.  

Os restaurantes de praia são liberais e permitem estas ofensas estéticas talvez com medo de alguma acusação contra a liberdade individual. Eu entendo mas preferia a ditadura da estética quando estamos a comer.

Seja bonito ou feio, o rabiosque deve ter pudor e não se deixar confundir com o prato de salada, o pargo grelhado ou o pica-pau de vaca. 

Um bom rabiosque não é tempero, um mau rabiosque convida à indigestão.

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Que é como quem diz, Halt-o-europa

por Augusto Moita de Deus, em 30.08.17

"Produção está completamente paralisada" na Autoeuropa.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 28.08.17

Não foi bem censura. A Porto Editora comportou-se com o governo como quem se comporta com o seu maior e mais importante cliente. E isso não é muito melhor.

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o país merecia outro estado

por Rodrigo Moita de Deus, em 28.08.17

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 Curioso artigo no Negócios onde se compara Estado, empresas e famílias. O Estado aumenta a dívida. As empresas e as familias reduzem a dívida. Isto com a economia a crescer. Isto sem investimento público. Esqueçam tudo o que aprenderam. 

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mas alguém lhe perguntou alguma coisa?

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.08.17

Estou muito contente. Somos finalmente um país civilizado, europeu e moderno. Em que os políticos dão entrevistas para explicar com quem dormem. Mesmo que ninguém lhes tenha perguntado. Mesmo que ninguém queira saber. 

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Da série Coisinhas boas

por Augusto Moita de Deus, em 23.08.17

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Donald Trump e muitas outras pessoas olharam directamente para o sol durante o eclipse. E agora? Será que a visão ficou afectada?

O The Guardian propõe um teste simples: How to tell if you damaged your eyes during the eclipse

Muito bom. 

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Perca algum tempo com isto. Vai achar graça. Ou não.

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.08.17

Força Aérea cria plano para rentabilizar aeroporto de Figo Maduro. Após anos sem gastar um tostão na manutenção das suas instalações no aeroporto de Lisboa, a Força Aérea investiu milhares de euros nos últimos dois anos para as recuperar e tornar apresentáveis. Agora aposta em rentabilizar o espaço e, por essa via, obter receitas adicionais.

 

Leia bem. Mesmo. Faça esse esforço. E depois leia outra vez. Parece uma boa ideia, não é? Agora leia outra vez. Vamos começar pelo princí­pio: "após anos sem gastar um tostão na manutenção das suas instalações no aeroporto de Lisboa (...)". Porquê? Cortes orçamentais? Nem por isso. Porque desde 2005 que se fala no encerramento de Figo Maduro. Aliás Figo Maduro não tem qualquer interesse para a defesa estratégica do espaço aéreo nacional. É meramente protocolar. Mas calma. Vamos continuar: "a Força Aérea investiu milhares de euros nos últimos dois anos para as recuperar e tornar apresentáveis". Então? Aquilo não ia fechar? Passou a ter interesse estratégico? Nem por isso. Dois anos. O que aconteceu em dois anos? O que mudou? Mudou a criação de um aeroporto complementar no Montijo. Mudou o acordo do anterior governo para que a força aérea deixasse finalmente Figo Maduro e permitisse a expansão da Portela. Mudou, sobretudo, a ANA que passou do Estado para as mãos de uns privados. Vai daí­ estão a pedir 370 milhões de euros (!) pelo Montijo. E sabe Deus quanto por Figo Maduro. E enquanto ninguém passa o cheque fazemos o que um português sabe fazer melhor: chatear. Vai daí­ temos a força aérea a alugar estacionamentos e a fazer concorrência à ANA. E a renegociar os protocolos operacionais para "rentabilizar o espaço e, por essa via, obter receitas adicionais". Mais ou menos uma proposta siciliana, mas com "senhores" vestidos de uniforme. 

 

Em tese isto não faz mal a ninguém. A "nossa" força aérea quer parasitar uns estrangeiro ricos? Pronto. É todo um género que não abona em dignidade, mas pode pagar as contas. Mas o problema não é só esse. Com a portela no limite das suas capacidades estamos a discutir muitas centenas de milhões de euros para distribuir por muitas centenas de milhares de portugueses que, diretamente ou indiretamente, dependem do turismo. O interesse estratégico do país não passa por manter Figo Maduro ou o Montijo, mas garantir que há mais duas ou três dezenas de aviões cheios a aterrar por dia em Lisboa. Interesse estratégico do país, repito. Infelizmente temos generais feitos mercadores de bazar a negociar o que não lhes pertence. É que a força aérea é que pertence ao paí­s não é certamente o país que pertence à força aérea. Da mesma forma é a força aérea que faz sacrifícios pelo país e nunca o contrário.  Se calhar estou a ver mal a coisa. Provavelmente estou, até porque sou de direita. 

 

Mas esta notícia tem qualquer coisa de muito bom. A força aérea aluga uma base aérea para ganhar uns dinheiros. Portanto a força aérea não tem qualquer necessidade daquela base aérea e alguém devia fazer o sacrifí­cio de assumir tamanho encargo e consumo de recursos. E assim seria não tivessemos um poder político tão sensível às longas palestras com que os militares normalmente nos brindam sobre o "planeamento estratégico". Como se os hackers de Moscovo, das guerras do amanhã, alguma vez tivessem lido Clausewitz.

 

O que me leva ao último ponto desta longa posta. Em redor de lisboa temos a base aérea de figo maduro, a base aérea de Sintra, a base aérea de alverca, a base área da Ota e a base área do montijo. Assim de repente cinco, caso não me falte mais alguma. Tudo com espaço aéreo reservado e a estrangular a aviação civil em Lisboa, não vá ser necessário, assim de repente, defender o território em geral e Lisboa em particular de um bombardeamento. E digo "estrangular" mesmo. Ou acha que o seu avião da TAP vai sempre à Costa da Caparica porque os comandantes gostam de ver se as ondas estão boas para o surf? Ironicamente, mas muito apropriadamente, os aviões que defendem o território em geral e lisboa em particular nem sequer estão numa destas cinco bases aéreas. Estão em Leiria. Ou seja, ter estas bases aéreas em redor de Lisboa é como ter a brigada mecanizada estacionada à saída do túnel do marquês em hora de ponta. É evidente que os senhores de farda já perceberam isso. Pelo menos quero acreditar nisso. Portanto é só uma questão de dinheiro. Os generais também querem ganhar dinheiro com os turistas. Com um esquema um pouco mais sofisiticado que o made in correeiros. Mas o princípio é o mesmo. O que me irrita ainda mais. É que estamos a falar de militares. Generais. De quem se podia esperar assim que um pouco de grandeza. Gente nascida, criada, formada e paga para dar a sua vida pela dita "pátria". Para colocar os interesses da dita "pátria" acima de quaisquer outros. Generais. Uma base área que não serve para nada. Agora imaginem o resto. 

 

 

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Mais um "you're fired" na Casa Branca. E desta vez não foi qualquer um: Trump acaba de despedir o estratega Steve Bannon.

 

Assim de memória, da equipa inicial sobram Mike Pence, Jeff Sessions, Rex Tillerson, Kellyanne Conway, Jared Kushner, Ivanka e Donald.

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deve ser um problema meu

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.08.17

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Em Pedrógão Grande houve hoje sessão pública para a entrega de cheques. Salão Nobre da Câmara Municipal, televisões e os mais altos representantes do Estado Português. Houve abraços, aplausos e palmadinhas nas costas. E as pessoas agradeceram os cheques, as televisões filmaram e os representantes do Estado sorriram. Morreram dezenas de pessoas porque o Estado falhou miseravelmente. Falhou miseravelmente naquela que é a sua função essencial: proteger-nos. O Estado serve, fundamentalmente para isso. Não é para ter bancos, nem construir autoestradas, nem passar cheques. Deitem fora metade dos debates parlamentares. O Estado serve, antes de tudo o resto, para proteger-nos. E falhou. Falhou e ninguém no Estado pediu desculpa. Um pedido de desculpa que seja. Mas houve sessão pública para entregar uns cheques. E para nós agradecermos. E nós agradecemos. E toda a gente acha normal. Este não é um problema de partidos, nem de governos ou ministros. É mesmo um problema de mentalidade. Da nossa mentalidade. 

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a lógica e a batata

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.08.17

"Rio de Janeiro. O retorno da estratégia policial que apenas cria um clima de guerra permanente"

Título do Jornal i

A tese é simples. Mais polícias, mais confrontos com os bandidos. Mais confrontos, mais mortos. Polícias e bandidos. Certo. O título está certo. Menos polícias, menos confrontos. Menos confrontos, menos mortos. O melhor mesmo é deixar os bandidos cometerem crimes à vontade. Que se lixe o Estado de direito e a segurança das pessoas. Aquelas pessoas normais. Que não são nem polícias nem bandidos.

 

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o homem para quem a silly season é como o natal (cont.)

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.08.17

Reparem bem na qualidade do argumento: "Air Portugal é mais conhecida na América do Norte, um mercado onde tem estado a crescer significativamente no último ano". E se a TAP voasse para Kiev? Onde o mercado cresce a dois dígitos? Mudávamos o nome para Air Portugal mas em cirílico?

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o homem para quem a silly season é como o natal

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.08.17

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A TAP vai voltar a chamar-se TAP Air Portugal. A companhia aérea vai recuperar a marca que criou em 1980 e que abandonou em 2005, na altura ainda a vermelho e branco. O objetivo é chegar a mais passageiros no mercado norte-americano. Isto porque, segundo a empresa, a marca TAP Air Portugal é mais conhecida na América do Norte, um mercado onde tem estado a crescer significativamente no último ano.

Para ver se eu percebi bem. Fernando Pinto, em 2005, muda o nome e a estratégia da TAP. Fernando Pinto, em 2017, muda o nome e a estratégia da TAP. Para o mesmo nome e estratégia que tinha antes de Fernando Pinto chegar? Só para lembrar que, 17 anos e muitos milhões de euros depois, Fernando Pinto continua a ser CEO da TAP.

 

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A questão da limpeza das florestas só se resolve quando o negócio da biomassa florestal for altamente rentável.

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ouvido no avião

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.08.17

O ano tem 12 meses. Os portugueses trabalham oito meses. Recebem 14 meses pelos oito meses que trabalham. Ganham pouco mais de seis dos 14 que recebem.

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é impressão minha ou alguma coisa não bate certo?

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.08.17

Entre os feridos estão funcionários da LisboaGás que estavam a fazer uma inspeção ao local para apurar as causas do contínuo cheiro a gás de que os moradores se queixavam há vários meses.

Cheiro a gás durava há vários meses. LisboaGás finalmente inspeciona o local. Local explode. Lição moral: se cheirar a gás não chamem a LisboaGás. 

 

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interrompo a silly season para trazer coisas importantes

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.17

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A Guarda resiste

por Rodrigo Moita de Deus, em 02.08.17

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PCP defende fusão da PSP e da GNR para formar uma única Polícia Civil

Devo estar a ficar comunista.

A Guarda nasceu e renasceu como milí­cia dos diferentes regimes. Do absolutismo à  terceira república, passando pelo estado novo. Cabe à Guarda guardar o regime. Seja ele qual for. Missão que têm cumprido com evidente défice de talento.

Sem regime para guardar a Guarda resiste. É uma daquelas muitas instituições que já não cumprem o desí­gnio para o qual foram criadas mas que se vão mantendo. Por imobilismo, corporativismo ou tradição. Mantendo e crescendo. Com o passar dos anos, foram duplicando estruturas e funções. Hoje a milícia faz pequena investigação, como a Judiciária, faz fiscalização, como as polícias municipais, faz policiamento, como a PSP, tem quartéis, como o exercito, tem banda, como a força aérea, guarda a costa, como a polícia marí­tima, guarda a fronteira, como o SEF, tem carros de combate, como a brigada de reação rápida, tem operações especiais, como a guarda prisional e tem escola equestre, como a escola equestre. Pelo meio também faz de Guarda.

A direita e a esquerda estão de acordo. O país precisa de uma boa polícia civil. Uma grande polícia civil. Com meios e recursos. Mas ninguém, nem direita nem esquerda, teve tintins para fazer o que precisa de ser feito. A Guarda resiste. Mesmo sem utilidade. A Guarda resiste. Como noutros tempos. No Carmo. 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 02.08.17

"O que incomoda as pessoas é o meu brilho, insetos só atacam lâmpadas que brilham". Cristiano Ronaldo.

Verdade. Mas o IVA sobre a eletricidade é de 23%.

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Não, não estou a alucinar. Trata-se de duas linhas de um diálogo recente entre bots do facebook, que foram deixados livres a dialogar, com liberdade de criar a sua própria linguagem. Por fim, já estavam a falar o seu próprio dialecto que os humanos não conseguiam entender e sendo assim os investigadores do facebook tiveram de os desligar. Faz lembrar o que o Dave fez ao HAL em 2001: Odisseia no Espaço.

 

Pensando bem, isto é assim como que um bocadinho assustador.

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mais ou menos isto

por Rodrigo Moita de Deus, em 28.07.17

Catarina Martins quer fim do contrato com o SIRESP

Catarina Martins critica Altice por "despedir" trabalhadores na PT

Defender os postos de trabalho na PT explicando que os trabalhadores da PT fazem mal o seu serviço. 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.07.17

O problema desta coisa das moradas falsas é que ainda vão chegar à conclusão que o S.Francisco de Xavier não devia ter utentes.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.07.17

O Ministério Público viola o segredo de justiça de forma tão evidente e ninguém se indigna?

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Há aqui um padrão

por Nuno Gouveia, em 25.07.17

António Costa ataca Altice. João Galamba ataca Expresso. Donald Trump ataca CNN. Kellyanne Conway ataca New York Times. Ainda dizem que o trumpismo não chegou a Portugal. 

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