Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

O mais dolorosa da morte da artista é não nos deixarem esquecer a sua obra em vida...


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 20:26
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)

Aqui


publicado por Nuno Gouveia às 19:05
link

os jogadores do sporting estavam sem paciência para domingos


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:49
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)

Dizem os jornais que Yannick se adaptou bem ao balneário do Benfica.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:06
link | nunca erro e raramente me engano

Domingos, Paciência.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:05
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)
Domingo, 12 de Fevereiro de 2012

Dimensões Praça do Comércio pelo Google Earth: 175x 200 mts
Área Total :  34.800 m2
 
Espaço ocupado por uma pessoa 70cms x 60 cmts
Área ocupada por cada pessoa : 0,42m2
 
Lotação total da Praça do Comércio  segundo os números acima :  82.857 pessoas
 
Isto no pressuposto de que não há qualquer circulação de pessoas, espaço para o palco, e  um adicional necessário para a agitação das milhares de bandeiras e outro material de propaganda, o que deverá baixar a lotação teórica para valores aproximados de 70.000 pessoas.
 
Arménio Carlos é mentiroso e deve ter uma espécie de astigmatismo hiperbólico. Além disso tem com certeza um problema de memória, senão saberia que quando foi a missa do Papa, não estavam mais do que 70 a 80 mil pessoas naquela praça.  Isso, ou a ferramenta Google desenvolvida pelo imperialismo americano, mente descaradamente.

PS só depois de ter publicado, vi o post do Afonso. A diferença está em que as minhas medições incluem a praça central e as ruas circundantes, mas eu não comprimi os sindicalistas como sardinhas em lata, como sugere o Afonso. Isso, seria desumano e eu não o faço!!


publicado por Manuel Castelo-Branco às 11:38
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (74)

Whitney Houston 1963 - 2012

 


tags:
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:44
link | nunca erro e raramente me engano

100 mil fieis no Terreiro do Paco

 

100 mil professores

 

 

CGTP - 300 mil!

 

As contas sao faceis de fazer: A praca tem cerca de 150mx150m, o que da uma area de de 22.500 m2, a qual esteve longe de estar totalmente ocupada.

 

Se considerarmos 4 pessoas por cada m2 - mais ou menos a ocupacao do metro durante a hora de ponta - percebe-se que a manif reuniu a volta de 50 a 60 mil pessoas.

 

Para a proxima nao sejam timidos e digam logo 1 milhao.

 

(ja sei que o texto nao tem acentos mas e do teclado)


publicado por Afonso Azevedo Neves às 01:15
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (26)
Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

bad info

 

 

 

nota: sem nenhuma relacao com a presente posta apenas gostaria de confirmar a furia que me acometeu ha alguns dias atras e lamentar o facto de o Rodrigo gostar de expor as minhas fraquezas.


publicado por Afonso Azevedo Neves às 20:00
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)
Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

O Afonso ligou-me furioso. Está com ciumes das revisões de texto que a Fernanda Câncio me faz.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:52
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (26)

1. Na cena inicial, a MT idosa consegue uma saída furtiva de casa, para ir ao supermercado. O plano inicial é o da sua mão a escolher e pegar num pacote de leite. Talvez seja uma referência à alcunha maldosa de 1971 - Margaret Thatcher, milk snatcher: um docinho implícito para o reviralho, que não pode salivar ao longo do resto do filme (a não ser que conte com a intervenção esbaforida do Michael Foot nos Comuns).

 

2. Um biopic é um ensaio impossível. Contar a vida de uma pessoa em duas horas é uma armadilha para qualquer economia narrativa. Por isso é que os melhores são os que têm um ângulo bem definido e não se afastam muito dele. No modelo de-analepse-em-prolepse-o-protagonista-lembra-o-passado Phyllida Lloyd fez melhor do que Clint Eastwood (perdoem o sacrilégio). The Iron Lady também evita experimentalismos e academismos inconsequentes, mas é mais fluido e original do que J. Edgar.

 

3. A economia narrativa de um biopic sacrifica sempre a compreensão. quem não estiver minimamente inteirado da história dos governos de MT, termina o filme sem perceber, por exemplo, por que razão é tão relevante a inclusão de Michael Heseltine ou Geoffrey Howe. Por outro lado, na parte sobre o afundamento do Belgrano, a argumentação de defesa de MT poderia ter passado pela reconstituição de excertos destas duas entrevistas.

 

4. Meryl Streep está perfeita porque percebeu até onde poderia ir. Na definição imortal de Mitterand, MT tinha "les yeux de Caligula et la bouche de Marylin Monroe". Os "olhos de Calígula" são inalcançáveis e Streep teve o bom senso de não forçar a crueldade: não conseguiria mais do que um olhar esbugalhado e a caracterização derivaria para a caricatura.


publicado por Francisco Mendes da Silva às 02:03
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

"Salazar é a tua tia"

 

 

Pedro, acho que te enganaste no género, mas estiveste lá perto.

João Augusto Dias Rosas, que foi Ministro das Finanças de Salazar, é tio direito de Fernando Rosas.


publicado por Manuel Castelo-Branco às 14:08
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (80)

 

 

Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia: homenagem a Henrique Paiva Couceiro

 

«És monárquico? És republicano?(... )Não to pergunto.   Pergunto-te apenas se és português acima de tudo». Henrique Paiva Couceiro, , in Profissão de Fé, 1944

 

No próximo dia 11 de Fevereiro passarão 68 anos desde a morte de um homem que nunca desistiu de Portugal: Henrique Mitchell de Paiva Couceiro.

 

Numa altura de desalento e frustração nacional será bom evocar alguém que sempre colocou o serviço ao seu País antes de si próprio; o que ele acreditava ser o bem comum antes dos interesses pessoais.

 

Exaltado pelos seus correligionários, respeitado pelos seus adversários, Paiva Couceiro é um herói português. Muitos outros houveram, felizmente; mas ninguém como o grande comandante dedicou toda uma vida a apenas um objectivo: o direito de escolher. Monárquico convicto, íntimo de El-Rei D.Carlos, foi o último dos resistentes à revolução republicana e que não fora a uma ordem superior a que teve contrariado de obedecer (pois tratava-se de ir proteger a família real), o destino do 5 de Outubro poderia ter sido outro.

 

Caída a monarquia, Paiva Couceiro fez da sua vida a batalha pelo plebiscito: monarquia ou república, ele aceitaria com honra qualquer uma, desde que o povo português fosse ouvido.

 

Morreu abandonado por quase todos, amigos e inimigos, depois de dois exílios impostos por Salazar. Mas sem nunca abdicar do que acreditava. Sem nunca ter desistido de Portugal.

 

Mais de sessenta anos passados a luta ainda é a mesma. E iremos evocar o exemplo de Paiva Couceiro num almoço a ter lugar dia  11, às .13 horas na Adega do Norte(Praça do Norte, Encarnação, Olivais Norte. Telefone :218517206). Convidamos todos os que queiram estar presentes a juntarem-se a nós. Serão lido mensagens da família de Paiva Couceiro, do historiador Filipe Ribeiro de Menezes e do coronel Fernandes Henriques.

 

Afonso Lopes Vieira escreveu: « "É cedo para falar de Paiva Couceiro. Circunstâncias do tempo e da fortuna não deixariam dizer tôda a verdade acerca do heroísmo e da glória da sua vida - do seu martírio também. Por agora apenas pudemos sentir o luto espiritual em que êle nos deixou. E êsse luto provém da convicção, ao mesmo tempo heróica e angustiada, de que êle foi - o ULTIMO!".

 

Não é cedo – é agora. E enquanto o exemplo perdurar, nunca será o último. Pelo menos para aqueles que não querem desistir de Portugal.

 

 

 

Inscrições para restauraramonarquia@gmail.com. Preço único (ementa completa):13 euros. Devido à capacidade da sala o número de inscrições é limitado a 70 pessoas.

Prazo limite de inscrições: até às 13 horas do dia 10 de Fevereiro.


publicado por Nuno Miguel Guedes às 13:34
link

A Antena1 é do Estado Português. A Antena1, assim como os canais internacionais do grupo RTP, deviam prestar serviço na promoção da língua portuguesa e na aproximação dos países lusófonos. Insultar variadissimas vezes chefes de estado de países lusófonos, não se enquadra na definição de serviço público. Não se discute a liberdade de imprensa. Discute-se a utilidade da própria Antena1. Mas isto não se pode dizer assim que as pessoas levam a mal.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:35
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (13)

Pedro Rosa Mendes é o homem que conseguiu incomodar a elite de Angola e o seu Presidente. Nunca a Antena1 teve cronista tão influente. Tenho a certeza que estará cheio de propostas de outros canais para continuar o seu trabalho.  


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:31
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)
Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

Esta noite, depois das 23h20, estarei na Edição Internacional da Rádio Renascença a comentar as primárias republicanas e a campanha presidencial americana com o José Bastos e o Germano Almeida


publicado por Nuno Gouveia às 21:12
link

A associação dos oficiais das forças armadas está a ser piegas.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:26
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (8)

Gostei tanto tanto tanto da crónica do Alberto Gonçalves sobre a cópia privada que a vou copiar várias vezes.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:21
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

Fiquem lá com a tolerância de ponto (e não se esqueçam da tanguinha)

 

Henrique Raposo, no Expresso


publicado por Nuno Gouveia às 08:50
link
Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Muita gente tratou de ser piegas com as palavras do primeiro-ministro.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 23:07
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)

publicado por Filipe Nascimento às 22:26
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)


publicado por Afonso Azevedo Neves às 15:08
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (6)

Governo não deixa os portugueses brincarem aos brasileiros.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:13
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (17)
Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

Já aqui tinha dado conta desta notícia, na altura avançada por um dos homens de confiança de Mesquita Machado. Hoje foi o próprio a anunciar que a autarquia local desistiu de continuar a construir o complexo de piscinas adjacentes ao estádio municipal. A explicação do autarca para deitar fora os oito milhões ao lixo? O custo da energia aumentou muito. Não arranjavam melhor desculpa para mais este dinheiro desperdiçado? E quem terá ganho estes milhões que não serviram para coisa alguma? Alguém será responsabilizado por isto? Gostava de ver estas e outras questões respondidas. (Sr. Procurador, está a ouvir?)


publicado por Nuno Gouveia às 20:59
link

Se Santos Ferreira fez 786 milhões de prejuizo em tão pouco tempo de BCP imaginem o que não terá feito na CGD em muito mais?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:18
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (12)

Rússia: Putin considera NATO completamente desnecessária


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:18
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)

Comissão de utentes da A22 reúne-se com espanhóis contra portagens

 

Em Espanha pagamos taxas, somos multados e perseguidos nas autoestradas. E pagamos. Na hora.

Se andamos nas autoestradas espanholas temos ate de comprar um triangulo de sinalizacao extra.

Por ca, temos de pagar portagens para pagar as nossas estradas. Os espanhois querem andar mas nao querem pagar.

O bloco de esquerda quer fazer manif mas pede ajuda aos espanhois para nos invadirem com um buzinao.

De seculos a seculos, acontece. Ha um portugues que vai chamar um primo espanhol para nos dizer o que devemos fazer. E para os isentar.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 01:05
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (22)
Sábado, 4 de Fevereiro de 2012

red herring in a poisoned well


publicado por Afonso Azevedo Neves às 12:50
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (9)

O Dr. António Costa está a fazer lobby por uma empresa brasileira potencialmente interessada na privatização da TAP, argumentando a escolha com alegadas vantagens estratégicas para a cidade de Lisboa. No entender dele, o processo escolhido não deveria ser o de uma privatização normal - estudo e elaboração de um caderno de encargos, abertura de concurso público e escolha da proposta mais vantajosa - mas antes a "integração por fusão" da TAP na dita empresa. O entusiasmo pela ideia é tanto, que propõe igualmente a "integração" da ANA na empresa que gere os aeroportos brasileiros.

 

Mas como a TAP e a ANA não são mais dele do que minhas e eu não tenho de todo o preconceito do Dr. Costa, espero que o Governo proceda de acordo com o interesse público, cumprindo as boas regras de transparência que devem presidir à alienação de activos públicos desta importância e maximizando o valor da operação para o Estado.

 

Convém ter presente que estas privatizações se tornaram imprescindiveis para o Estado poder pagar aos seus funcionários e fornecedores, surgindo o organismo a que o Dr. Costa preside na primeira linha dos mais necessitados. A menos que a ideia dele inclua também a "integração" da CML na Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

 


publicado por João Ferreira do Amaral às 08:58
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (15)
Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

http://www.kongregate.com/games/macafreamunde/miss-o-cavaco-silva

 


tags:
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:15
link | nunca erro e raramente me engano
Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Obama: Jesus would tax the rich


publicado por Nuno Gouveia às 18:20
link

Há quase tantas notícias sobre "a lista" como nomes na própria.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:15
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (7)

Só há dois tipos de pessoas: aquelas que tinham o nome na lista de Silva Carvalho e aquelas que não tinham.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:12
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)

O manifesto «Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia» ganhou uma dimensão e adesão enormes. Mais uma vez - outra vez! -  se prova que a questão do regime não é um passatempo de excêntricos mas sim algo sério e prático. Que pode melhorar a vida. Que pode melhorar Portugal. Continuaremos a insistir nesta solução, como sempre o fizemos. 

 

Entretanto, e devido ao grande numero de cidadãos que perguntaram como poderiam subscrever o manifesto, eis o endereço para onde o podem fazer:restauraramonarquia@gmail.com. Incluam nome, profissão, localidade onde residem e um contacto telefónico. Porque queremos fazer mais e precisamos de todos.

 

Muito obrigado.

NMG


publicado por Nuno Miguel Guedes às 12:46
link

José Lello escreveu no Público de hoje: "Costumo dizer que no país profundo apenas existem dois partidos, o dos liberais e o dos miguelistas."

Ao acusar Pedro Lomba de miguelismo (que crime nefando!), Lello posicionou-se claramente do lado oposto. Duvido que Sá da Bandeira, Alexandre Herculano e Almeida Garrett apreciassem a companhia. E o país profundo também.


publicado por João Vacas às 12:10
link

Catedral da Luz, novo blogue sobre o Glorioso.


publicado por Nuno Gouveia às 10:41
link
Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Embora o atraso do sector já não seja propriamente notícia, o ano judicial voltou a abrir um mês mais tarde do que o resto do país.

Lá estavam Noronha do Nascimento, Pinto Monteiro e Marinho Pinto. Esta troika, a que também chamam "dream team" mantém-se de pedra e cal - em equipa que ganha não se mexe!


publicado por João Ferreira do Amaral às 23:03
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (6)

Sabemo-lo há quase 102 anos.

Onde é que eu assino?


publicado por João Ferreira do Amaral às 22:07
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (14)

Este é um triste regime.

Assino por baixo.

 


publicado por João Vacas às 15:58
link

Sobre o dia que passamos, façamos que ele seja mais do que uma triste efeméride que se irá diluir só se quisermos. O Nuno Pombo já o disse e bem, em post infra.

Vendo ao que chegámos, fartos da indignação pela indignação e da resignção porque sim, um grupo de cidadãos juntou-se e escreveu este texto (publicado no jornal i de hoje). É altura de fazer e de poder escolher como fazer.

 

«Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia»

 

Vivemos dias dificeis. Todos o sabemos. Mas isso não serve nem chega. Se a resignação é inútil, a indignação sem objectivo não é um valor em si. É tempo de fazer. É tempo de escolher como fazer.

Fazer o diagnóstico das nossas fraquezas é fácil e não é mais do que reiterar o óbvio ululante. Dar uma esperança real é o mais dificil: perante o preocupante enfraquecer das estruturas democráticas; a visível delapidação dos valores morais na política; o estado caótico da nossa justiça e a sua aparente dependência das mais diversas forças de influência; e finalmente (e provavelmente o mais importante) uma ameaça de perda de soberania - os portugueses não têm razões para confiar no seu futuro.

Nós, cidadãos portugueses, com as mesmas preocupações com que todos vivemos, queremos dizer: há alternativa. Há soluções que contêm valores. É isso que nos une. É isso que nos move. É isso que propomos.

Perante um regime em liberdade mas em que a verdadeira democracia está ausente, torna-se urgente uma chefia de Estado independente e supra-partidária. Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história. Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. Portugal precisa de uma Monarquia. Portugal precisa de um Rei.

Nós, democratas de sempre, apelamos a uma séria discussão em torno da nossa chefia de Estado. Apelamos a que exista uma mobilização da sociedade civil em torno do debate sobre o regime que, há uma centena de anos, foi imposto ao nosso povo pela lei das armas e precedido de um grave homicídio, que nunca foi julgado. Democratas de sempre, não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno. A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade.

Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança - único e legítimo pretendente ao trono português - poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa. Pela história que representa e que nos une. Pela liberdade que garante a ausência total de facturas a qualquer eleitorado ou clientela. 

Nós, mulheres e homens livres, empenhados cidadãos portugueses, das mais diversas tendências políticas e partidárias, com os mais diversos credos religiosos, decidimos dar mais este passo para que esta esperança se realize. Acreditar que temos uma agenda ideológica seria negar a independência que nos junta em torno de uma chefia de Estado. Que nos une pela diversidade e não pela opinião política. A política é uma coisa, o Rei é outra. Esta é a questão.

Portugal só poderá ser universal se as instituições mantiverem a credibilidade histórica.

Nós, monárquicos, portugueses e democratas de sempre não desistimos de Portugal. 

Assinam:

Gonçalo Ribeiro Telles
Abel Silva Mota (advogado)
Aline Gallasch-Hall (docente universitária)
Ana Firmo Ferreira (publicitária)
António Pinto Coelho (empresário)
Filipe Ribeiro de Menezes (historiador)
João Gomes de Almeida (publicitário)
Ivan Roque Duarte (jurista)
Luís Coimbra (engenheiro)
Maria João Quintans (paleógrafa)
Miguel Esteves Cardoso (escritor e cronista)
Nuno Miguel Guedes (jornalista)
Paulo Tavares Cadete (gestor)
Pedro Ayres Magalhães (músico)
Pedro Ferreira da Costa (publicitário)
Pedro Policarpo (economista)
Pedro Quartin Graça (professor universitário)
Ricardo Gomes da Silva (empresário)

 

Sabemos que há mais que partilham estes valores. Que apareçam.


publicado por Nuno Miguel Guedes às 12:35
link

 

  

Ora aí está um desafio do PPM a que é difícil de resistir. É ja na 6ª feira, às 22h30, no Frágil. 

 

Enquanto se bebe um copo, discutir-se-á a chefia do Estado.

 

Defenderão este velho regime, o status quo, o Carlos Abreu Amorim, o Francisco Silva, o João Soares e o Tomás Vasques. Tarefa ingrata, coitados.

 

Falar-nos-ão do futuro e dos novos tempos um painel de luxo: a Aline Gallasch-Hall, o João Gomes de Almeida, o Miguel Castelo Branco e o nosso Luís Coimbra.

 

No fim, brindar-se-á a Portugal. E ao Rei.

 


publicado por Nuno Pombo às 09:50
link

Mais um primeiro de Fevereiro. Como aquele de 1908. Como aquele que abriu, com os mais impressivos argumentos, as portas à República. Parece que vai cair o feriado do 5 de Outubro, mas é bom não esquecermos as datas. Esta, por exemplo: 1 de Fevereiro de 1908. É bom ouvir falar repetidamente de ética republicana e lembrarmo-nos do que isso também significou. Hoje, quem quer derrubar o regime, este regime podre, são os monárquicos. Contudo, ao contrário dos subversivos de 1908, os de hoje não parecem dispostos a matar ninguém. Nem mesmo o Chefe do Estado.          


publicado por Nuno Pombo às 09:18
link


publicado por Afonso Azevedo Neves às 01:05
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)
Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Oito milhões de euros depois Braga desiste de piscina olímpica

 

A CM de Braga endividou-se para construir um estádio novo para o clube da terra. Não foi caso único, mas Braga não construiu um estádio qualquer. Não. A autarquia liderada por Mesquita Machado optou por fazer um dos estádios mais caros de todos os do Euro 2004 (penso que apenas o do SLB foi mais caro). Mas com esse investimento, a autarquia acabou por ficar com graves problemas financeiros (como tantas outras). Mesmo assim, os seus responsáveis pensaram que podiam continuar a gastar como se nada se passasse. E começaram a construir um complexo de piscinas ao lado do estádio. Mas o dinheiro acabou. E oito milhões de euros depois, concluíram que não podem continuar com essa obra. E alguém irá assumir a responsabilidade por esses oito milhões já gastos? O vice presidente da câmara, Vítor Sousa, disse que: "mais vale assumirmos o erro do que continuar a enveredar por ele" Terá a sua razão. Mas quem irá ressarcir o erário público pelo erro que custou oito milhões? Os próprios autarcas socialistas de Braga? Uma questão que interessava ver respondida. 


publicado por Nuno Gouveia às 20:11
link

Maria José Morgado disse hoje que há magistrados de "pés descalços e a passar fome". Sendo que um magistrado em inicio de carreira ganha mais de dois mil euros, não sei como tal será possível. Será pela casa que alugam quando estão fora do local de residência? Ah, não pode ser. É que ainda têm um subsídio mensal para pagar o aluguer. Será que também vivem acima das possibilidades, como o nosso PR? Não sei. Mas será que os membros do clube dos indignados profissionais não ficaram um bocadinho incomodados com estas declarações da especialista em investigações falhadas?  


publicado por Nuno Gouveia às 18:28
link

Ele há o ano civil, o ano chinês e o ano judicial.


publicado por Alexandre Borges às 15:57
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (5)

 

Descubra as diferenças: Romão Lavadinho do Partido Comunista Português de Lisboa e Romão Lavadinho, ontem no prós e contras, como Presidente da Associação de Inquilinos de Lisboa. Qualquer semelhança entre a posição do PCP e da Associação sobre a lei das rendas é pura coincidência. Acrescento que sou inquilino em Lisboa e que esta não é a minha associação.   


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:11
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (30)

tags:
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 09:30
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (9)
Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Cavaquistas defendem saída de Vítor Gaspar do Governo


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 22:07
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (12)

Massamá está para este governo como a Travessa do Possolo esteve para outros.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:30
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (9)

31s | Editorial | Email
Twitter | Facebook | 31tv-1 | 31tv-2 | 31 CCTV
Sei o que assinaste em Maio passado

Shopping 31

31 no Combate de blogs / TVI24