Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



onde está o wally?

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.09.15

costa_live.jpg

Hoje...durante a emissão live de António Costa. A este ritmo tenho ideia que ainda vão chegar à conclusão que o outdoor da menina estava muito bem feito. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entrevista na primeira pessoa

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.09.15

Alo Presidente.jpg

António Costa está no YouTube a entrevistar-se a si próprio. Escolhe as perguntas que lhe aparecem no mural do Facebook e dá as respostas. Uma espécie de Alo Presidente em plataforma digital.

Autoria e outros dados (tags, etc)

coisinhas boas

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.09.15

Férias no Brasil_1.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Parece que fazer de Uber é mais fácil, mais barato e tem muito menos burocracias que ter um taxi. E os taxistas, em vez de mudarem para a Uber, preparam-se para se manifestar contra a Uber.   

Autoria e outros dados (tags, etc)

recebido por email

por Alexandre Borges, em 31.08.15

Costinha em ombros_v1.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Anuncio aos meus leitores que não serei candidato às eleições presidenciais. Agradeço que de agora em diante não incluam o meu nome em estudos de opinião .

Autoria e outros dados (tags, etc)

- As reunioes de camara no Porto eram animadas mas o debate vai ser mais. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

- Paulo Morais tem uma vaga de fundo. Rio tem um Rangel. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

- Paulo Morais demitiu-se de vereador das obras publicas da CM Porto e nunca explicou bem porque. Vai ser preciso Rio ser candidato ‎para que ele finalmente explique.

Autoria e outros dados (tags, etc)

- Dentro do genero candidato limpinho e impoluto prefiro o Paulo Morais a Rui Rio

Autoria e outros dados (tags, etc)

Distribuição postal.

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.08.15
As missivas de António Costa aos indecisos vão todas parar ao Código Postal de Maria de Belém.

Autoria e outros dados (tags, etc)

epistoleiros ou o novo choque tecnológico

por Alexandre Borges, em 24.08.15

Sócrates escreve cartas da prisão, Costa escreve cartas aos indecisos. Privatizámos demasiado cedo os CTT. Afinal, o PS tinha uma estratégia para pôr os correios a darem lucro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

raro momento de conversão política em directo

por Alexandre Borges, em 24.08.15

Jerónimo diz que a CDU está disponível para integrar o futuro governo. Havia de ser bonito. Se não representasse a auto-destruição do PC, seria pelo menos a da CGTP. Acabavam-se os protestos, as paralisações, as manifs, as grev... Espera. Estou convencido. Vota Jerónimo! Vota CDU!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ceuta 1415 - 6. Nasce o Portugal de além-mar

por João Ferreira do Amaral, em 21.08.15

Ceuta_Conquista_5.jpg

O batel de João Fogaça foi o primeiro a rumar à praia, para onde Rui Gonçalves saltou sem delongas. Começou a combater os mouros com tal bravura que os fez recuar, abrindo espaço para o desembarque dos outros batéis onde vinha o Infante D. Henrique. Eram cerca de cento e cinquenta portugueses que se iam progressivamente superiorizando aos mouros, empurrando-os na direcção da porta da muralha. O Infante apercebeu-se então da presença entre os combatentes do seu irmão D. Duarte, que não aguantara a espera e se escapara da companhia de El-Rei para se juntar aos homens da frente. No meio da peleja, um mouro de robusta compleição levantou uma grande pedra e lançou-a à cabeça de Vasco Martins Albergaria, fazendo lhe saltar o bacinete. Logo de raiva, o português trespassou o infiel com uma lança. Vendo isto, os outros mouros bateram em retirada para dentro da muralha com os entusiasmados cristãos no seu encalce. Acabou por ser o próprio Albergaria a conseguir aquilo que todos ambicionavam: Entrar em primeiro na porta de Almina. “Já vai o de Albergaria” – gritava ele orgulhoso do seu feito. Pouco depois entravam também os infantes , o conde de Barcelos e, com eles, cerca de quinhentos homens.

 

Salah ben Salah tardava a reagir e quando deu ordem para encerrarem todas as portas foi informado de que havia já centenas de cristãos espalhados pela cidade. Sabia que dificilmente lhes poderia resistir.

Ceuta_conquista4.jpgO grosso da armada, que ainda aguardava nos navios a ordem de desembarque, não resistiu à impaciência, dirigiram-se para terra, desembarcaram e subiram praia acima em direcção à porta de Almina, já tomada. Vasco Fernandes de Ataíde foi com alguns outros por fora tentar derribar uma outra porta. A missão era arriscada porque enquanto os portugueses indefesos partiam as tábuas, os mouros disparavam as bestas e arremessavam pedras de cima da muralha, resultando alguns mortos entre os cristãos. Lá dentro, os infantes decidiram separar o grupo: O conde, a bandeira de D. Henrique e Martim Afonso de Melo seguiram cada um por seu lado, enquanto D. Duarte e D. Henrique foram tomar todas as elevações daquela parte de Almina. O sol, já alto e a temperatura a subir (estavam no norte de África em pleno verão) levaram D. Duarte a desfazer-se de parte da sua armadura, ficando apenas com a cota de malha. D. Henrique, que ficara um pouco para trás acabou por fazer o mesmo e dirigiu-se à rua Direita - uma rua estreita que descia da alfandega até ao Castelo. Aí chegado, viu um grupo de cristãos que fugia rua acima perseguido pelos mouros. O Infante encarou os infiéis e começou a lutar com ímpeto tal que os fez “virar as espáduas para onde antes traziam os rostos”. Acompanhado dos portugueses que antes fugiam, foi descendo a rua até encurralar os mouros junto ao Castelo. Aí a luta aumentou de intensidade, tendo caído ferido Fernando Chamorro.

 

El-Rei, o infante D. Pedro e a restante armada tinham já desembarcado. D. João I, ferido numa perna ficou a comandar as operações perto da porta de Almina. Enquanto muitos dos homens combatiam com bravura, alguns outros dedicavam-se ao esbulho entrando nas casas da moirama e saqueando quanto podiam. Entretanto, a combater os mouros encurralados ao fundo da rua Direita já só estava D. Henrique com quatro homens. Os restantes não tinham resistido ao cansaço e ao muito calor e procuravam os poços da cidade para matar a sede. Os mouros decidiram então sair por uma porta do Castelo com um estreito corredor que lhes dava acesso à vila de fora. Temerariamente, o Infante e os quatro que o acompanhavam seguiram atrás deles com o objectivo de os empurrar para fora da cidade. Correram grande risco porque, por cima deles, as muralhas do castelo estavam apejadas de mouros que disparavam as suas armas e arremessavam grandes pedras. D. Henrique continuou a combater energicamente e os mouros acabaram por fugir para a vila de fora, permitindo aos cristãos fechar aquela porta da cidade. Entre os portugueses, espalhava-se a notícia de que o Infante já estaria morto, pois entrara há mais de duas horas pela porta do Castelo de onde não tornara a sair. Mais ninguém ali ousava entrar até que Garcia Moniz foi em busca do seu senhor. Convenceu-o a regressar ao centro da cidade onde D. Henrique, incansável, se envolveu em mais umas quantas pelejas. Desafortunado foi Vasco Fernandes de Ataíde que, informado do desaparecimento do Infante, dirigiu-se corajosamente para dentro da porta do Castelo para o resgatar, ali perdendo a vida.

 

D. João I estava já na mesquita principal – que mais tarde viria a ser a catedral – e mandou chamar o Infante, aliviado por saber que o seu filho estava vivo. Dispos-se a arma-lo cavaleiro logo ali mas D. Henrique, revelando o seu elevado carácter, respondeu que preferia faze-lo conjuntamente com os seus irmãos e respeitando a ordem de nascimento. Começava o dia a chegar ao fim e já não restavam mouros dentro da cidade. Faltava todavia tomar o Castelo, batalha que ficava para o dia seguinte. Nisto, um dos sentinelas que ali estavam reparou que nas ameias da muralha iam posando muitos pássaros, sinal de que dificilmente lá poderia estar alguém. El-Rei, encarregou então João Vaz de Almada de colocar a bandeira de S. Vicente na torre do Castelo (permanece em Ceuta ainda hoje). Quando se preparavam para deitar a porta abaixo, dois mercadores anunciaram, de cima do muro, que o castelo estava já vazio. Todos os mouros tinham fugido para o sertão, incluindo Salah ben Salah. Abriram-lhes depois a porta e os portugueses ocuparam imediatamente todo o castelo, apoderando-se das sua muitas e valiosas riquezas. A cidade de Ceuta estava totalmente conquistada com o cair da noite de 21 de Agosto de 1415. Faz hoje 600 anos.

 

Ceuta_Conquista_6.jpg

No dia seguinte, depois de enviar um mensageiro com as novidades da conquista ao rei Fernando de Aragão, que fora também o regente em Castela, realizou-se a cerimónia de investidura dos novos cavaleiros. El-Rei investiu os infantes, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique que, por sua vez, foram armar cavaleiros todos os outros. A preocupação era agora a dificílima defesa da praça de Ceuta dos previsíveis ataques lançados pelo reino de Fez. Para primeiro capitão da cidade foi designado D. Pedro de Meneses que viria a conduzir a sua árdua missão de forma exemplar, tendo sido agraciado com o título de conde de Vila Real. Aqueles que heroicamente ficaram em Ceuta viram o restante da armada partir de regresso a 2 de Setembro. Chegados a Tavira, D. João I fez mercê a seus filhos dos títulos de duque de Coimbra a D. Pedro e de duque de Viseu e senhor da Covilhã a D. Henrique. Para D. Duarte, grandeza maior não poderia haver do que a herança dos Reinos de Portugal e do Algarve, a partir de então, acrescida do senhorio de Ceuta.

 

Baseado nos relatos da “Crónica da Tomada de Ceuta por El Rei D. João I”. Gomes Eanes de Zurara terminou a sua magnífica obra em Silves, a 25 de Março de 1450, 35 anos depois do grandioso feito português.

Lusíadas _IV.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

deviam dar ouvidos a António Costa

por João Ferreira do Amaral, em 19.08.15

Estes mercados não sabem o que andam a fazer.

Autoria e outros dados (tags, etc)

coisinhas boas

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.08.15
150 mil_

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tempo de Confiança

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.08.15
27-05-2015

PS prevê 45 mil novos postos de trabalho até 2019

3 meses depois…

19-08-2015

PS prevê 230 mil novos empregos no final da próxima legislatura

Autoria e outros dados (tags, etc)

um corso carnavalesco

por João Ferreira do Amaral, em 19.08.15

É o que promete vir a ser a próxima eleição presidencial (sem desprimor para os "cabeçudos" de Torres Vedras). Para ele convergirá obviamente todo o interesse da populaça. Com tamanha diversão no horizonte, quem vai querer perder tempo com a maçadora discussão de soluções para os problemas do país?

E não há por aí meia-dúzia de políticos sensatos que consigam encontrar uma outra forma, mais útil e digna, de escolha do nosso Chefe de Estado.

Autoria e outros dados (tags, etc)

ouvido na praia

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.08.15
O anúncio de Maria de Belém durante o direto de António Costa na SIC-N é uma 'facada' que só o próprio António Costa conseguiria dar a um "camarada" seu.

Autoria e outros dados (tags, etc)

espécie de mergulho no tejo mas em versão lycra

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.08.15

algarvedebicicleta.jpg

Sampaio da Nóvoa fez a volta ao Algarve em bicicicleta. Algarve com o calor de agosto. De bicicleta e de lycra. Parece-me bem. Mas havia maneiras melhores de ir espreitar o pontal.

Autoria e outros dados (tags, etc)

ouvido no elevador

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.08.15

- Francisco Louçã é o António Borges de Tsipras.

Autoria e outros dados (tags, etc)

perguntar não ofende

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.08.15

Grécia aprova o resgate feito a pedido do próprio Tsipras. Isto quer dizer que ainda vamos ver o consultor Francisco Louçã tratar da privatização do porto de pireu?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ceuta 1415 - 5. Um rei determinado e experiente*

por João Ferreira do Amaral, em 14.08.15

(*) Comemoram-se hoje precisamente 630 anos da grande vitória de D. João I em Aljubarrota.

 

Em Algeciras era baixo o moral das tropas. Sentia-se o amargo sabor do provável regresso ao Reino sem combater e sem os despojos, depois de tanto investimento feito. Os homens murmuravam entre si apontando o dedo à pouco cuidada preparação. Alguns punham mesmo em dúvida a missão exploratória, supostamente realizada pelo Prior do Hospital. Este fora enviado por El-Rei uns tempos antes com o propósito de estudar o assalto à cidade. Neste ambiente, o infante D. Henrique partia uma vez mais em busca de D. Pedro e das naus dispersas. Encontrou-as ao fim de algum tempo mas, em resultado de uma colisão, uma delas apresentava um rombo que a impedia de içar as velas sem que a força do vento lhe abrisse o casco ao meio. Remediou-se o dano com recurso a uns cabos e a nau pode seguir a reboque até Algeciras, conjuntamente com todas as outras.

 

El-Rei quis então ter conselho acerca da melhor decisão a tomar. Os primeiros a falar foram os seus filhos. Os três infantes e o conde de Barcelos, secundados por outros, mantinham intacta a vontade de ir sobre Ceuta e concretizar aquilo que antes não tinham conseguido: Entrar na cidade e conquista-la aos mouros. Um outro grupo propunha que se optasse alternativamente por tomar Gibraltar, mesmo ali ao lado e muito mais fácil de submeter. Finalmente, outros havia que defendiam o regresso imediato ao Reino, considerando o já longo tempo de ausência e os muitos obstáculos surgidos. Ouvido o conselho, D. João I, que nunca hesitara mas pretendia assim conhecer o ânimo dos seus homens, afirmou que estava ali com o firme objectivo de conquistar Ceuta e não encontrava motivos para desistir. No dia 19, ordenou que a frota se deslocasse até à Ponta do Carneiro, na extremidade poente da baía de Algeciras e mandou os capitães irem ter consigo a terra para ali discutirem a táctica de desembarque e de assalto à cidade.

 

Táctica.jpg

Propunham os capitães que se desembarcasse do lado do sertão, atacando Ceuta de poente para nascente e encurralando o inimigo no promontório de Almina. Mas a experiência militar de D. João I fê-lo optar pelo caminho exactamente oposto: Desembarcar na praia a nascente e empurrar o inimigo para o interior. Deste modo não haveria preocupação com a rectaguarda e os infiéis teriam sempre a opção de fugir em lugar de combater. O plano era o seguinte: O grosso da frota comandada por D. João I estacionava em frente da cidade, para lá atraindo o maior número possível de mouros. Enquanto isso e da forma mais discreta possível, alguns homens (1) desembarcavam na praia do lado de Almina para onde, depois de controlada a porta de entrada na muralha, todos os outros avançariam em desembarque ordenado (2). Para comandar o grupo da frente escolheu El-Rei o seu filho D. Henrique, recordando-lhe o pedido que o próprio Infante lhe fizera, ainda muito antes da partida, de vir a estar entre os primeiros a pisar terra e a combater. Com o ânimo próprio de um jovem de 21 anos nascido para ser guerreiro, D. Henrique não cabia em si de satisfeito.

 

P_Carneiro.jpg

Partiram no dia seguinte rumo à baía de Ceuta onde chegaram já de noite. Desta vez as naus navegavam protegidas pelos outros navios que as impediam de se dispersarem. Surpreendidos por verem os portugueses regressar, os mouros acenderam todas as lanternas que tinham em suas casas, procurando criar a ilusão de serem muitos mais do que na realidade eram. Estava angustiado Salah ben Salah, pois bem sabia que diante dos muros da cidade estava um grande príncipe da cristandade, um guerreiro invicto que, com estes mesmos homens, tinha conseguido impor-se ao poderoso reino de Castela. O que faria agora o mouro sem poder sequer contar com a ajuda atempada de Fez e das cidades vizinhas? Na frota, também à luz das lanternas, os soldados cuidavam dos últimos preparativos para o grande combate do dia seguinte: Espadas, escudos, bacinetes, cotas de malha, armaduras, tudo teria de estar em perfeitas condições. Difícil foi pregar olho durante a noite com a ansiedade do que os esperava na alvorada. Muitos aproveitavam a falta de sono para implorar a protecção do Altíssimo, a cujo serviço iriam agora dedicar tudo o que tinham. Chegava finalmente a aurora do grande dia.

 

Zurara menciona os nomes de cem capitães da expedição. Aqui ficam os de maior importância:

Capitães.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.08.15

- não é melhor fazer uma carreira da transtejo para fazer a ribeira das naus por fora?

Autoria e outros dados (tags, etc)

ainda a polémica dos cartazes

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.08.15

A Sábado faz capa com uma fotografia de banco de imagens. A Visão também.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ribeira das Naus fechada ao trânsito devido a danos na ponte de madeira

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.08.15

É claro que a situação política na Guiné-Bissau está a evoluir positivamente. Por exemplo? Por exemplo o governo foi demitido por decreto presidencial. Há uns tempos teria sido demitido por kalashnikov.

Autoria e outros dados (tags, etc)

gosto particularmente da "hora da cidadania"

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.08.15

eu_apoio.jpg

O que o oficializa a candidatura é a marca do "Patrocinado" no Facebook.

Autoria e outros dados (tags, etc)

ouvido no elevador

por Rodrigo Moita de Deus, em 12.08.15

- O que é uma estimativa rápida do INE?

- É aquele que tem de ser corrigida depois.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 11.08.15

A casa de José Sócrates era uma loja de conveniência à espera de acontecer.

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 11.08.15

Português investigado em Espanha por desviar mil milhões de euros

Dois milhões de lesados, mil milhões de euros. Ao lado disto o BES é para meninos. Finalmente um empresário português com uma ambição global.

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.15

Mas Jorge Jesus é querido. O Sporting ganha a supertaça é o tema da conferência de imprensa do treinador é...o Benfica.

Autoria e outros dados (tags, etc)

eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.15

É verdade que a cidade de Lisboa vai dispensar o seu vice-presidente para a campanha do PS. E então? Há muito que tinhamos dispensado o presidente e também não se deu pela diferença.

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.15

É preciso reconhecer com fair-play: ontem o Benfica B venceu a supertaça com inteira justiça.

Autoria e outros dados (tags, etc)

não podemos arranjar alguém que goste mesmo da cidade?

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.15

E hoje a Ribeira das Naus estava fechada ao trânsito...outra vez. Chegando da 24 de Julho, desvio no Cais do Sodré, depois do Cais do Sodré desvio para a Rua do Arsenal e depois atravessar o Terreiro do Paço tentando não atropelar holandeses. Ali, no Cais do Sodré, as coisas são mais emocionantes. Fizeram obras mais para a frente mas deixaram aquele piso especialmente para especialistas em todo o terreno. As obras estão a meio. E ficaram a meio. Pelo caminho 10 ou 15 polícias municipais que, de apito na mão, vão exercendo a sua autoridade explicando aos estúpidos lisboetas que o caminho, obviamente, está fechado. Obviamente.

 

PS: A ribeira das naus foi inaugurada, fechada, inaugurada, fechada e inaugurada, fechada. Agora é de vez em quando. De vez em quando abre, de vez em quando fecha. É conforme. E no entanto as coisas melhoraram com o Medina. As obras da Infante Santo deviam ter acabado no final de Julho. Ainda não acabaram. Mas pelo menos ainda não foram inauguradas.   

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.08.15

O Benfica jogou com medo de perder.

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.08.15

joseepilar_0.jpg

Câmara de Lisboa demoliu mural de Saramago e Pilar para construir parque de estacionamento

O Bloco de Esquerda está indignado. Deitaram abaixo o mural de Saramago. Aquele que estava numas ruínas. Aquele que estava numas ruínas que entretanto tinham ardido. Esta demolição nunca devia ter acontecido. Todos temos saudades da baixa lisboeta cheia de prédios devolutos e as paredes com grafittis. A culpa é dos turistas. Ainda não sei bem porquê. Mas deve ser de certeza.

  

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.08.15

Se o Benfica continua a jogar com as ideias de Jesus, a estratégia de Jesus e as técnicas de Jesus...o responsável por uma derrota do Benfica será...Jesus.

Autoria e outros dados (tags, etc)

coisinhas boas

por Rodrigo Moita de Deus, em 07.08.15

18704566_KZ1aE.png

No Delito de Opinião

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 07.08.15

desempregada_770x433_acf_cropped.jpg

Novo cartaz do PS mostra desempregada que perdeu o emprego no tempo de Sócrates

Bem sei que Costa estava a tentar descolar de José Sócrates...mas não era preciso exagerar.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ceuta 1415 - 4. Inesperadas e fortes contrariedades

por João Ferreira do Amaral, em 07.08.15

Tendo zarpado de Faro a 7 de Agosto com vento favorável, a Armada chegou perto da zona do Estreito na tarde do dia seguinte. El-Rei ordenou então que se fizesse um compasso de espera com a frota a navegar em círculos, pois queria passar o Estreito a meio da noite, dando o menos possível nas vistas.

 

Pode-se imaginar o susto dos mouros de Gibraltar quando viram a gigantesca armada portuguesa fundear na baía de

Estreito2.jpgAlgeciras na tarde do dia 9. Pensavam naturalmente que a sua pequena cidade junto do rochedo era o objectivo militar de todo aquele aparato. A muito disputada Gibraltar estava há pouco tempo nas mãos do reino nasrída de Granada, que capturara a cidade a outro reino mouro, o da dinastia merínida de Fez. Já antes pertencera à cristandade, durante uma fugaz presença castelhana na primeira metade do séc. XIV. As autoridades da cidade apressaram-se a levar oferendas a D. João I, obtendo de El-Rei a garantia de que Gibraltar não seria atacada. Pelo sim, pelo não pediram autorização para trancar as portas da muralha, argumentando com a necessidade de se evitar escaramuças entre as partes. Surgiu de seguida Pedro Portocarreiro, enviado ali de perto pelo seu pai, Martim Fernandes Portocarreiro, o velho alcaide de Tarifa, fronteiro de Castela e natural do reino de Portugal, segundo o cronista. Pretendia indagar o objectivo da expedição e trouxe consigo uma quantidade apreciável de cabeças de gado para servir de abastecimento alimentar às tropas cristãs.

 

No dia 11 foi finalmente dada ordem de travessia do Estreito rumo a Ceuta mas os ventos e as fortíssimas correntes de poente que com frequência se fazem sentir naquelas águas desbarataram a frota: Enquanto as galés, as fustas e outras embarcações de menor porte conseguiram a muito custo ir fundear na baía de Ceuta, as naus foram quase todas empurradas Mediterrâneo adentro na direcção de Málaga.

 

Surpreendidos, os mouros não tardaram a perceber que a armada que os visitava nada tinha de amistosa. Enquanto uns fugiam a esconder-se nas suas casas, outros subiam as muralhas, dali disparando as bestas e os trons mas sem que os tiros pudessem alcançar os navios portugueses. Salah ben Salah, o governador mouro da cidade, enviou de imediato mensageiros ao interior do reino de Fez, pedindo reforços para o ajudarem na defesa. Alguns soldados portugueses, impacientes meteram-se inadvertidamente em batéis e remaram até à praia onde uns poucos mouros os desafiavam. Caíram mortos alguns muçulmanos enquanto os restantes fugiam e se trancavam dentro da muralha.

 

No dia 14, as condições atmosféricas adversas levaram El-Rei a optar por passar a frota ao outro lado mais abrigado

Ceuta10.jpgdo promontório, chamado Barbaçote. Ordenou entretanto a D. Henrique que partisse na sua galé em busca do irmão D. Pedro e dos outros navios tresmalhados. A habitual mestria do Infante permitiu novamente a reunião de toda a frota na baía de Barbaçote. Contudo, toda esta espera tinha dado tempo para a chegada de muitos mouros vindos das povoações vizinhas que se acumulavam agora naquele lado da cidade. Zurara fala em mais de cem mil. D. João I decidiu então ensaiar o desembarque junto de umas salinas. Alguns portugueses mais apressados saltaram logo para terra e do confronto desfavorável com os mouros resultaram algumas baixas do lado cristão, presenciadas por todos. Gerou-se um grande alvoroço a bordo e as tropas precipitaram-se num desembarque desordenado. O local escarpado, o vento que entretanto se levantara dificultando a manobra e a significativa inferioridade numérica em homens fizeram El-Rei pressentir a iminência de um desastre. Experiente, decidiu então abortar o desembarque. Ordenaou energicamente a travessia do Estreito e o regresso imediato a Algeciras. Porém, ao dobrar a ponta de Almina, novamente se dispersou a frota com as naus a serem arrastadas pela forte corrente na direcção de Málaga.

 

Nas muralhas de Ceuta, os mouros festejavam vitoriosos a debandada dos cristãos enquanto Salah ben Salah dispensava orgulhosamente os reforços que assim regressavam às suas povoações. Pensava ele ter debelado a ameaça cristã.

 

Caía já a noite de 17 de Agosto, 23º dia desde a partida de Lisboa. Depois de tanto esforço, após anos de tão cuidada preparação seria este o pouco edificante desfecho da grande expedição portuguesa?

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

se ele garante...eu acredito

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.08.15

Tomás Correia garante que a nova administração do Montepio é independente de Tomás Correia.

Autoria e outros dados (tags, etc)

ouvido ao jantar

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.08.15

- estou a tentar estabilizar. tenho ido ao Tinder.

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.08.15

Sobre a guerra da comparabilidade dos números do INE: amanhã um jornal qualquer vai tentar fazer a análise retirando, por exemplo, os benfiquistas da equação.

Autoria e outros dados (tags, etc)

coisas de campanha IV

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.08.15

Hoje no Diário Económico: "Ascenso Simões: Sentimos que questões relativas a Sócrates não têm ligação à política"

Há uns meses no Diário de Notícias: "Ascenso Simões quer que Cavaco condecore Sócrates"

Parece-me evidente que as razões para condecorar Sócrates também não tinham qualquer ligação à política.

Autoria e outros dados (tags, etc)

correio do leitor

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.08.15

1- O Rodrigo não disse quanto pagou para que o barco o levasse de uma margem à outra nem quanto esse preço que pagou é inferior ao custo real do mesmo.
O Rodrigo não falou na frequência de horários que tinha à sua disposição nem tão pouco falou se os funcionários da empresa pública o receberam com um sorriso na cara ou com cara de poucos amigos. Nem sequer foi confirmar se o barco tinha a inspeção em dia ou o número de coletes salva-vidas legalmente previsto. Isso não interessa.
2- O que interessa para o Rodrigo é que aquela é uma empresa pública e, como tal, não é bem gerida e é um poço sem fim de dinheiros dos contribuintes, mesmo que tal não seja verdade e o procedimento seja igual em todas as empresas de transporte privadas e bem geridas.
3- O Rodrigo não sabia mas tenho todo o prazer em lhe dizer que na prestação de serviços de transporte, sejam eles prestados por empresas públicas ou privadas (a quem ainda pagamos mais) a obrigação de emissão de fatura encontra-se cumprida com a emissão do bilhete de transporte ou do respetivo recibo (documento ao portador comprovativo do pagamento) nos termos do disposto da alínea a) do nº 5 do art. 40º do Código do IVA (de acordo com a redação dada pelo DL 197/2012 de 24.08, em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2013).
4- Apenas no caso do serviço de transporte ser sujeito ao exercício da dedução do IVA, será emitida uma fatura com referência ao nº de contribuinte do sujeito passivo do imposto e demais elementos. Mas caro Rodrigo, em caso algum está contemplado o passeio que fizeste até à praia. (confirmar artigo 21.º n.º2 do Código do IVA).
5- Seja como for, caro Rodrigo, a Fertagus ou a Scotturb, empresa privadas explicam-te que não tens razão nenhuma e que eles, privados, também não te dão a fatura sem tu a pedires e ires lá levantar. http://www.fertagus.pt/pt/emissao-de-faturas
http://www.scotturb.com/via-rapida/perguntas-freq
Já agora Rodrigo, e para terminar, a Brisa, a Lusoponte e outras concessionárias privadas de autoestradas também não te passam fatura se pagares no portageiro. Pior, para o caso de algum dia te lembrares de querer deduzir as raspadinhas ou o euromilhões não o podes fazer nem a SCML te passa recibo com número de contribuinte.
Aceita um abraço

 

NOTA DO AUTOR: O meu querido amigo João Maurício protestou com este post. Provavelmente com razão. O João arrebata-nos com o teor evangélico aplicado às empresas públicas. As virtudes são tantas que os cacilheiros da Transtejo até têm o número legal e regulamentar de botes salva-vidas. É bom que tenham. Especialmente porque não há privados a prestar aquele serviço. É que o Estado tem o exclusivo do transporte de passageiros no rio tejo. E precisa de duas empresas diferentes para atravessar o mesmo rio. É aquela eficácia...

Mas entre os argumentos fica um bastante mais interessante. Parece que que desde 2013 o bilhete vale de fatura. O que torna todo aquele meu post completamente desnecessário e um bocadinho idiota. Informa o João: nos termos do disposto da alínea a) do nº 5 do art. 40º do Código do IVA (de acordo com a redação dada pelo DL 197/2012 de 24.08, em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2013).

Pois claro. Mea culpa. Sou um mau cidadão. Um bom cidadão teria lido o código do IVA, de acordo com a redação dada pelo DL 197/2012. E se o cidadão não leu a alínea a) do nº 5 do art. 40º do Código do IVA (de acordo com a redação dada pelo DL 197/2012 de 24.08, em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2013), tivesse lido. O que é isto? Qualquer dia os clientes ainda querem que lhes facilitem a vida. Era só mais o que faltava.

Aqui vai a justíssima correção. O bilhete vale de fatura. Não fazia ideia que era assim. Nem eu, nem o senhor da bilheteira da empresa pública que me atendeu. Mas consta que o cacilheiro tinha salva-vidas. Porreiro, pá.

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.08.15

550.gif

Para ver se eu percebi. Paulo Portas não tem de fazer campanha, não tem de dar explicações sobre o que fez, não tem de justificar o resultado e nem sequer tem de ir aos debates que vai ser eleito na mesa. Depois queixa-se com um ar muito contrariado. E há quem leve isso a sério. Giro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

kiss and tell

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.08.15

B_NjNKMW4AA6NED.jpg

Não sei se é o primeiro CEO gay de um banco. Sei que é o primeiro CEO de um banco que diz com quem gosta de dormir.  

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

ouvido no elevador

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.08.15

- Gajos que andem a fazer outdoors nesta altura só estou a ver o Edson Athayde.

Autoria e outros dados (tags, etc)

ouvido no elevador

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.15

- Foram vocês que fizeram aqueles cartazes do Pacheco Pereira?

- Não.

- Então quem foi?

- O nosso principal suspeito é o próprio Pacheco Pereira.

Autoria e outros dados (tags, etc)





31 multimedia


Shopping 31




Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2008
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2007
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2006
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D

Links

VÁ PASSEAR, pá


Site Meter


subscrever feeds