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Redes sociais: as curvas (II)

por Augusto Moita de Deus, em 17.11.17

A curva da indignação 

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Exemplos: os cadernos de actividades para meninos e meninas, o jantar no Panteão Nacional.

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Redes sociais: as curvas (I)

por Augusto Moita de Deus, em 17.11.17

A curva do entusiasmo 

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 Exemplos: vitória de Portugal no Festival da Canção, o Web Summit.

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tem tudo para correr bem

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.11.17

Altice. A crise de um império construído em cima de 50 mil milhões de dívida

Um grupo que compra empresas acima do seu valor. Que compra empresas acima do seu valor mas com dinheiro dos bancos. Que compra empresas acima do seu valor, com dinheiro dos bancos e onde os "amigos" dos acionistas compradores cobram comissões aos vendedores pela "oportunidade" de fazerem negócio. Mais do que artistas...um grupo digno do legado PT/BES.

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ouvido no elevador

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.11.17

- o que mais me surpreendeu nas escutas de Sócrates foi o número de "pás" que o homem diz por minuto 

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pudores

por Alexandre Borges, em 14.11.17

No sábado, a revista do Expresso lembrava as cheias de 1967. A peça de Joana Pereira Bastos, com fotos inéditas de Eduardo Gageiro, recorda a tragédia em que terão morrido mais de 500 pessoas e os esforços da ditadura para que nunca se conhecesse o verdadeiro número de vítimas: “Urnas e coisas semelhantes”, escrevia em mau português a Direcção da Censura, “não adianta nada e é chocante”. Para ter bem presente hoje quando, 50 anos depois, num país livre e democrático, lhe vierem com canalhices do género de querer proibir imagens de incêndios nos telejornais ou acusarem quem quer saber o real número de vítimas de uma tragédia de oportunismo político.

E o melhor é que boa parte destes imbecis, irreparavelmente convictos da superioridade moral das suas opções políticas, nem percebe que está a fazer exactamente o mesmo que os censores de Salazar.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.11.17

Quem nunca jantou no Panteão que atire o primeiro cenotáfio. 

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.11.17

Um polícia que não sabe defender-se tem condições para defender os outros?

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Aprender e compreender

por Augusto Moita de Deus, em 13.11.17

O blog Delito de Opinião convidou-me a escrever um post (link). É um texto um pouco mais longo que o habitual, o que não admira, pois falo de assuntos tão distintos como os Pokemons, gatos que não se devem matar e a Madonna. Tudo a propósito de temas bem sérios: o racismo e a educação. 

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há mortos e mortos

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.11.17

Morrem 4 cidadãos portugueses num hospital público e é tudo normal. O Paddy janta com mortos no panteão e temos uma crise de estado. 

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web submit

por Augusto Moita de Deus, em 11.11.17

Nada contra o Web Summit, mas este jantar no Panteão Nacional parece mais uma submissão àquela ideia definitivamente parola de que temos que impressionar a qualquer custo.

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Os americanos podem ficar então descansados

por Augusto Moita de Deus, em 11.11.17

Cada vez que Trump encontra Putin, este nega repetidamente que a Rússia tenha interferido nas eleições americanas. E ele até se sente insultado com as alegações nesse sentido. "I didn't do it", diz Putin repetidamente a Trump. Trump diz que acredita nele e por isso decidiu que não mais lhe irá falar no assunto. É bom saber. Os russos não interferiram nas eleições americanas. Ou se interferiram, podem é não ter avisado Putin.

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Que remédio

por Augusto Moita de Deus, em 10.11.17

Gosto muito do Norte e do Porto em particular. Mas sempre achei redutor e até contraproducente uma retórica de suposto confronto Porto-Lisboa que frequententemente é esgrimida. Lembro-me do Air Bull Air Race, que quando transitou do Porto para Lisboa foi um escândalo. Agora que se sabe que não volta ao Porto-Gaia em 2018, tudo ok, é uma questão de rotatividade. Até no Processo Fénix se citou esta semana o despique Porto-Lisboa. Há coisas a melhorar no Porto e em Lisboa, como há em Bragança e em Vila Real de Santo António e em Sagres e em Caminha. Claro que há a eterna questão da macrocefalia associada a uma capital. Mas quando há uma aspiração legítima por parte da Invicta, é preciso partir para a (futebo-)lógica do confronto Porto-Lisboa? Surgiu a notícia recentemente que o Porto vai ser um hub da Ryanair. Deve Lisboa insurgir-se? Seria ridículo. Portanto, será sempre necessário associar uma eventual preferência por Lisboa a questões de discriminação Norte-Sul? Se há uma clara discriminação geográfica em Portugal é no caso do Interior vs. Litoral. Mas aí há infelizmente cada vez menos gente para esgrimir esses ou quaisquer outros argumentos.

 

Chegam agora indicações que a Agência Portuguesa do Medicamento talvez não venha para Portugal. Se tivesse sido Lisboa a candidatar-se, a Agência viria para cá? Nunca iremos saber. Mas com o alarido Porto-Lisboa que se fez na altura, lá teve mesmo que ser o Porto o candidato. Que remédio.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.11.17

Ouvi hoje na rádio o responsável pela candidatura do Porto à agência europeia do medicamento explicar que agora dependemos do "jogo diplomático". Para acrescentar que as hipoteses do Porto estão sempre limitadas pelo tamanho do país. Portugal é um país pequeno, sem grande capacidade de influenciar os outros e é sempre complicado nestas coisas. Todos sabemos disso. E se não conseguimos uma agência europeia quanto mais um Presidente da Comissão Europeia ou um Secretário Geral das Nações Unidas. 

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e eles conseguem dizer estas coisas com um ar sério

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.11.17

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Regulador abre processo sobre legionela no São Francisco Xavier

Dez dias depois a ERS dá sinal de vida. Dez dias, 41 infetados e 2 mortos num hospital público depois. Diz que vão abrir um processo. Processo de avaliação. Diz a notícia: "as averiguações podem ter dois desfechos. O arquivamento ou um processo de inquérito". Só morreram duas pessoas. Naquele tipo de local onde é suposto as pessoas curarem-se. É melhor avaliar. 

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desculpem lá texto mais longo mas estou mesmo irritado

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.11.17

 

Não costumo acompanhar estas questões da Saúde e passei ao lado deste tema da Legionella. Até hoje de manhã. 

E acho que não percebi muito bem. Há mais de uma semana que existe um surto de Legionella. Há mais de uma semana que as autoridades sabem que o foco desse surto é o Hospital São Francisco Xavier. Desconhecem a origem, mas sabem que o foco está no Hospital.

E, mesmo assim, o hospital continuou aberto. E o número de vítimas passou de 12 para 19. De 19 para 26. De 26 para 30. De 30 para 38. E, mesmo assim, o hospital continuou aberto. As autoridades não sabem qual a origem, mas o hospital continua aberto. Com cidadãos a entrarem e a saírem. Pelo meio morreram duas pessoas. E alguém explicou que as pessoas só morreram porque estavam “debilitadas”. Umas conferências de imprensa, umas preocupações e uns lamentos, mas o hospital aberto. Pergunto: quem foi a intrépida autoridade que decidiu manter aquele hospital aberto?

É que vale a pena pensar, por um minuto, o que aconteceria se este surto de legionella tivesse sido detetado na CUF Descobertas ou no Hospital da Luz. O que aconteceria? Alguém permitiria que uma unidade privada de saúde colocasse em risco a vida dos seus utentes. Exagero? Há uns anos o mesmo Estado mandou encerrar “preventivamente” as fábricas da Casa do Forte, em Vila Franca, enquanto não se descobrisse a origem do surto de legionella. Uma decisão tomada com base no perigo para a saúde pública de trabalhadores e moradas da zona. Uns meses depois havia nove arguidos. Incluindo os diretores da fábrica que devem perceber tanto de torres de refrigeração como eu percebo de adubos.

Mas o ponto é o ponto. O Estado, o mesmo Estado, que encerrou preventivamente fábricas e fez de engenheiros arguidos, permite agora que um hospital público permaneça aberto. Um hospital público é menos perigoso que uma fábrica. E o administrador hospitalar do Estado é menos perigoso que o engenheiro dos adubos. Imagino eu.

Quando falamos de um hospital público, o estado julga em causa própria. Tudo é estado. O hospital é estado, o médico é estado, a direção geral de saúde é estado, o polícia que foi buscar os corpos é estado. Daí que fosse recomendável uma avaliação independente. Para saber qual das partes do estado fez asneira. E na orgânica da saúde até existe um regulador. Independente e com estas responsabilidades.

Fui ver o site da ERS (entidade reguladora). Uma semana depois de ter sido noticiado um surto de legionella num hospital público anunciaram hoje um processo. De inquérito? Não. Claro que não. De recrutamento. 27 colaboradores. Enviem as vossas candidaturas. Não se ganha mal e trabalha-se pouco.

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para ver se eu percebi bem...

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.11.17

O estado infetou duas pessoas com legionella e a seguir tentou fazer desaparecer os corpos?

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.11.17

A lagarta no prato significa que a alface era fresca e biológica.

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Ordem do Ministério Público leva PSP a interromper velório para recolher corpo

Este é um caso com vários palermas. O palerma que se "esqueceu" da autopsia, o palerma que mandou recolher o corpo num velório, os palermas que cumpriram a ordem e todos os outros palermas que acham a coisa justificável. 

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Grandes coisas têm pequenos começos

por Augusto Moita de Deus, em 07.11.17

Escrevi um artigo de opinião no Jornal de Negócios, onde falo de dois summits: o Web Summit e o INL Summit. O primeiro dedicado às tecnologias web, o outro à nanotecnologia. Um é um gigante mediático, o outro foi um evento relativamente pequeno. Um baseia-se numa tecnologia com 30 anos de idade, o outro numa tecnologia que já é do futuro. O impacto económico da nanotecnologia num país como Portugal pode ser enorme, se as apostas forem bem feitas e no timing certo (agora). 

 

Grandes coisas têm pequenos começos. O limite é o átomo.

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relatório minoritário

por Alexandre Borges, em 07.11.17

Sempre que revelam a fotografia do atirador de mais um massacre completamente gratuito e cobarde, penso se não se poderia fazer uma alteraçãozinha na lei que determinasse que ter ar de imbecil frustrado insolente devia bastar para dar cadeia. Antes de mais qualquer coisa. Ou ao menos para um interrogatório apertado começando com estas questões: “Porquê esse ar de completo imbecil frustrado insolente? O mundo deve-lhe alguma coisa?” Dependendo das respostas, saía com pulseira electrónica. No caso dos EUA, acresciam estas duas notas: proibição de comprar armas e de se candidatar à Casa Branca. Pelo sim, pelo não.

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o naming a mim não me assiste

por Alexandre Borges, em 07.11.17

Nem Pavilhão Atlântico, nem Meo Arena, muito menos Altice Arena. Chamem-me conservador. Vou continuar a dar-lhe o nome original: Pavilhão da Utopia. Até fazerem melhor.

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A queda de um helicóptero na Arábia Saudita provocou a morte dos oito ocupantes, "entre os quais um príncipe" e elementos da administração do reino, disse hoje o ministro do Interior.

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onde está o pai do SNS quando precisamos dele?

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.11.17

Para ver se eu percebi bem: um doente entra num hospital público com uma coisa qualquer e sai de lá com Legionella? E a culpa não é do Passos Coelho? Nem dos cortes orçamentais SNS? Nem da troika? Nem das políticas neoliberais dos governos de direita?   

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.11.17

Com esta moda dos assédios a única forma juridicamente segura de tentar seduzir alguém passou a ser o Tinder.

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é preciso ter azar

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.11.17

Leio que o Kevin Spacey é um predador sexual e mesmo assim não conseguiu dormir com ninguém...

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eu devo ser muito antiquado

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.11.17

Hoje, no negócios e empresas da TSF, um caso de sucesso do empreendedorismo português. Uma empresa, não me lembro do quê, que tinha “levantado” 500 mil euros no mercado e que para o ano queria “levantar” 2 milhões. Nem vendas, nem faturação, nem produto. Importante são os “levantamentos”. É o efeito websummit.

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espelho meu, espelho meu, haverá mais Cristas do que eu

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.11.17

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Ontem no Correio da Manhã: Cristas, cronista, fala de Cristas, deputada. Cristas deputada passa para Cristas vereadora. Cristas vereadora feliz na tomada de posse de Cristas, enquanto Cristas, cidadã, tem fotografia de Cristas, turista, com os barquinhos de fundo. Não uma, nem duas, nem três, nem quatro...mas cinco. Cinco fotografias. Em página própria. A destoar, no canto superior direito, aquele rapaz da Madeira que, não sendo Cristas, sabe jogar à bola. Mas pronto. Entende-se. Ele também é penta. 

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e entretanto no país real

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.11.17

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 O Ministério Público podia arrestar o resultado da venda da Comporta e garantir o desenvolvimento da zona. Podia. Mas, por alguma estranha e ideológica razão, preferiu inviabilizar o negócio. Já sabemos como é que isto acaba. A Comporta fica nas mãos do Estado. Depois é o abandono. E a coisa acaba num documentário qualquer para passar na televisão.  

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Em vez de aplicar medidas que obriguem a reutilização dos manuais escolares o Bloco de Esquerda achou que era mais fácil e mais popular contribuir para os resultados líquidos da Porto Editora. 

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Enquanto Medina ainda pedia "reuniões de emergência" para "avaliar", Eduardo Cabrita simplesmente mandou fechar a coisa. É por estas e por outras que Medina falhou a maioria em Lisboa.    

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Thank(o)s

por Augusto Moita de Deus, em 02.11.17

Isto da caixa de armamento devolvida a mais na Chamusca cheira um pouco a esturro, mas pronto, devia-se agradecer.

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coisas que realmente interessam

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.11.17

O governo vai devolver a caixa de armamento que recebeu a mais? Ou vai apropriar-se de propriedade privada? 

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Quem me mandou transferir uma série de tarefas para dia de S. Nunca, à tarde?

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Tancos: assaltantes devolveram uma caixa a mais

por Afonso Azevedo Neves, em 31.10.17

O Continente Online também me mandou uma caixa de belgas a mais a semana passada.

 

in Expresso.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 31.10.17

Não vale a pena perder muito mais tempo com explicações e análises elaboradas. Puigdemont é, na realidade, um agente castelhano que teve como único propósito acabar de vez com as reivindicações independentistas da catalunha. E conseguiu. 

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mal agradecidos

por Rodrigo Moita de Deus, em 31.10.17

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Assaltantes "devolveram" uma caixa a mais.

O general Rovisco Duarte achou "compreensível" mas não agradeceu. 

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Puigd a monte.

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Eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 25.10.17

E o reforço de verbas para a prevenção de incêndios? Vem com ou sem cativações?

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Citações

por Augusto Moita de Deus, em 24.10.17

Não sou jurista, por isso não sei se é adequado citar a Bíblia num acordão. Mas não sei se não há aqui uma reacção exagerada às palavras do Sr. Dr. Juiz. Ele poderia ter citado Gandhi, Tolstoi, Mark Twain ou Nelson Mandela. Acho que estaria tudo bem. Neste caso, citou (de forma infeliz, é certo) a Bíblia. E então? É um livro omnipresente na matriz cultural do Ocidente.

 

Eu diria mesmo mais. Quem nunca citou a Bíblia que atire a primeira pedra.

 

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.10.17

Com tanta indignação coletiva alguém já se lembrou de perguntar se a mulher do dito juiz está bem ou se precisa de alguma coisa?

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o discurso de Santana Lopes visto à lupa

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.10.17

Eu: 30%

Rui Rio: 20%

História contemporânea do PSD e do país: 40%

Obrigado por aqui estarem: 10%

Futuro: 0%

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always look at the bright side of life

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.10.17

Cheira-me que estas eleições diretas do PSD vão fazer mais pela história contemporânea do país que 30 teses de mestrado. 

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e sou candidato na mesma

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.10.17

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 O meu nome é Pedro Santana Lopes e assumo tudo o que fiz

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Incêndios: Governo vai apostar em biorrefinarias e centrais de biomassa

(...) este modelo agora aprovado vai criar um incentivo à valorização dos resíduos florestais, "criando assim uma capacidade de desenvolver um sistema de recolha, não apenas incentivos próprios dados a essa recolha, quer pelas autarquias, quer por empresas que o queiram fazer".

 

Pois. A questão da limpeza das florestas só se resolve quando o negócio da biomassa florestal for altamente rentável

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Incêndios e terrorismo

por Augusto Moita de Deus, em 18.10.17

Estava a imaginar uma povoação pacífica no interior, que de repente se visse atacada por um grupo armado que a cercasse e fizesse reféns e que depois matasse algumas das pessoas da localidade, após horas de terror indescritível. Isso seria motivo de um destaque mediático brutal e de medidas extremas. Inúmeras questões se levantariam. Como é que os invasores não foram detectados?, quais os avisos que foram ignorados?, porque as populações não foram defendidas?, o que fazer para evitar futuras incursões?

 

Infelizmente este cenário existe e persiste em muitos países. Chama-se terrorismo. Mas no parágrafo acima substitua-se mutatis mutandis "grupo armado" e "invasores" por "fogo" e veja-se que o que está escrito reflecte com precisão o drama anual dos incêndios em Portugal.

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A política da terra queimada

por Augusto Moita de Deus, em 18.10.17

Estava-me a lembrar duma canção antiga dos NZZN, Deixa Arder. É muito triste dizer isto, mas pelo que se tem visto ano após ano, uma maneira de resolver o problema dos fogos florestais é não fazer nada. Ao ritmo daquilo que se passou este ano, o coberto vegetal irá praticamente desaparecer e portanto mais cedo ou mais tarde acabam-se os incêndios. Apenas tem de se ter o cuidado de não replantar as árvores. Em muitos locais a coisa funciona lindamente. Por exemplo, apesar do calor extremo, são raríssimos os incêndios no Saara.

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O Elvis vive na Chamusca

por Carlos Nunes Lopes, em 18.10.17

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Estão a ver o sítio onde encontraram as armas de Tancos?

Do outro lado da estrada, se procurarem bem, estão as ADM do Colin Powel.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.10.17

O que terá dito - e feito - António Costa a Marcelo Rebelo de Sousa para merecer um discurso daqueles?

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O governo inútil

por Alexandre Borges, em 17.10.17

Em Portugal, quando faz calor, há incêndios. Quando chove, há cheias. Quando alguém decide roubar armas, as armas são roubadas. Quando as coisas correm bem, é mérito do governo; quando as coisas correm mal, o governo não podia fazer nada. Um governo que beneficia exclusivamente do bom momento da economia mundial, do reequilíbrio feito pelo governo anterior, do boom do turismo e dum Presidente ultra-protector que, até aqui, tinha como prioridade fazer cair o líder da oposição. Dirá: mas, em termos económicos, as coisas estão a correr bem. Estão. Até vir a próxima crise internacional. Ou esboço de crise. Ou ameaça de esboço de espécie de crise. Nessa altura, o governo vai encolher os ombros e dizer que não havia nada que pudesse fazer. Tal como na próxima vaga de calor ou de chuva, no próximo incêndio ou na próxima cheia.

Portugal já teve governos bons (poucos), maus (muitos) e muito maus (alguns); nunca tinha tido um governo como este: um governo que não serve para absolutamente nada.

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somos todos portugueses mas há uns que estão mais longe

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.10.17

Alguém me dizia que se isto tivesse acontecido nas avenidas novas, por duas vezes, já nem ministra, nem governo. Primeiro achei que estavam a exagerar. Depois das declarações de António Costa já nem tanto. 

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um país sem vergonha

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.10.17

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O "país" da nossa esquerda passa a vida na rua. Na rua com a Catalunha, pela melhoria dos serviços públicos, no apoio à venezuela, contra a poluição no Tejo, contra as touradas em Viana do Castelo, contra o nuclear, contra a NATO e contra Miguel Relvas. Morrem mais de cem pessoas por incompetência do Estado e as ruas estão vazias.  

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Pelo cano

por Augusto Moita de Deus, em 17.10.17

Custa-me ouvir e ler declarações sem fim que são mais do mesmo. Indignações. Anúncios de planos de acção e de emergência e de ordenamento. Também desesperos, muitos, mas esses entendem-se. Não consigo imaginar a dor dos que perderam tudo, ou o trauma do pânico mesmo dos que escaparam ao pior. No meio disso tudo, continuam a chover as mesmas declarações que temos ouvido desde Junho deste ano, e em 2016, e em 2015, etc. Uma seca!! Palavras que parcialmente se entendem, mas que não são nada mais que chover no molhado da inércia e do deserto de medidas concretas. 

 

Agora (felizmente!) começa a chover no ardido. Mas o mais certo é tudo ir pelo cano. Estou a referir-me ao cano da indiferença e do esquecimento das medidas de prevenção dos fogos. Sim, que no caso da chuva, é natural que suceda o oposto. Basta pensar nas sarjetas que chegam ao Outono habitualmente entupidas. No caso da chuva, o mais certo é que não vá pelo cano e que daqui a uns tempos estejamos todos indignados a falar das inundações.

 

Update em 18 de Outubro: já começaram as inundações. Eu sei que não é possível antecipar o desempenho de cada sarjeta, mas tudo isto é tão previsível.

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Sim, a incompetência pode (e deve) ser politizada.

por Carlos Nunes Lopes, em 16.10.17

Ontem foi o 22.º dia com maior número de ocorrências nos últimos 17 anos. Podemos começar por tentar perceber porque é que nos outros 21 dias em que se verificaram mais ocorrências as pessoas não morreram abandonadas pelo Estado. Há um dispositivo que sempre funcionou, pelo menos a defender vidas, e que este ano não está a funcionar.

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é um bocado infantil demitir a ministra

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

António Costa é melhor que todos os outros. Sabe que o sistema e os novos nomeados não conseguem responder aos incêndios. Soube sempre. Por isso não demitiu a ministra da Administração Interna. Se o tivesse feito na altura teria hoje de encontrar o seu terceiro MAI no espaço de quatro meses.

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dia 11 de agosto deste ano

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

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um país abandonado a si próprio

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

Há uma explicação assustadora para o número de mortos estar a aumentar. São 11:30 e só agora bombeiros e polícias estão a chegar aos locais. 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

É uma daquelas ironias. Recebi sexta-feira a carta para pagar a taxa de proteção civil.  

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eu sei que tu sabes que eu sei

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

Sou daqeles que considera Rui Rio um péssimo candidato mas nada que justifique o voto em Santana Lopes.

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correu tão bem da última vez

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.10.17

 Governo dos Açores autoriza concurso para a construção de navio para 650 passageiros (11 de Outubro de 2017)

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palavra dada é palavra honrada

por Alexandre Borges, em 12.10.17

150 mil empregos.png

Sócrates fartou-se de dar trabalho a jornalistas, escritores, comentadores, professores, motoristas, secretárias, construtores, decoradores de interiores, alfaiates, bancários, banqueiros, livreiros, consultores de comunicação, empresários hoteleiros, intermediários diversos e gente cuja missão consistia apenas em ficar calada. Ainda hoje continua a dar que fazer a dezenas de advogados, juízes, procuradores e inspectores. O homem pode ser o que quiserem, mas bem que tentou cumprir a promessa de criar os 150 mil empregos.

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31.

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Sócrates

por Nuno Gouveia, em 11.10.17

Esclarecimento: não tivemos interferência na sua acusação. 

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O PSD está como a nossa função pública

por Carlos Nunes Lopes, em 11.10.17

Miguel Pinto Luz não avança para a liderança do PSD

Os lugares de topo estão sempre ocupados pelos mais velhos da casa.

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por Carlos Nunes Lopes, em 11.10.17

Não vamos fazer nenhuma graçola de oportunidade

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O PSD preso no passado?

por Nuno Gouveia, em 09.10.17

Pedro Santana Lopes foi candidato a líder do PSD pela primeira vez em 1995, tendo ensaiado novamente candidaturas em 1996 (contra Marcelo Rebelo de Sousa) e em 1999 (contra Durão Barroso e Marques Mendes). Viria a ser eleito líder em 2004, isto depois de Durão Barroso ter ido para Bruxelas e novamente candidato em 2008 (contra Manuela Ferreira Leite e Pedro Passos Coelho).

 

Rui Rio foi deputado durante a década de 90 e Secretário-geral de Marcelo Rebelo de Sousa entre 1996 e 1997, tendo batido com a porta depois de uma zanga com o actual Presidente da República. Foi ainda Vice-presidente de Durão Barroso, de Santana Lopes e de Manuela Ferreira Leite, e é consensual que poderia ter sido líder do PSD, se o quisesse, em 2008. Desde então, tem sido sempre falado como candidato a líder do Partido e foi ainda putativo candidato presidencial em 2016.

 

São estes os dois únicos (?) candidatos à liderança do PSD, havendo aqui uma conotação excessiva com o passado. Se a última década do século passado e a primeira do actual estão muito bem representadas nestas duas candidaturas, salta à vista que não existe ainda um vestígio de futuro nelas. Quererá isto dizer que o PSD está preso nesse passado? Quero acreditar que não, até porque vários são os membros do presente do PSD que poderiam liderar o partido: sejam aqueles que já anunciaram não estarem disponíveis para tal neste momento (como Luís Montenegro ou Paulo Rangel) mas também outros, que me escuso de referir, mas que se têm destacado nos mais variados palcos, desde o parlamento, no governo anterior ou até fora dele. 

 

Os últimos anos foram muito difíceis para o PSD: primeiro porque teve de salvar o país (juntamente com o CDS) de uma bancarrota provocada pelo Partido Socialista; mas também porque teve dois anos muito duros de oposição, principalmente depois de ter ganho as eleições. E isto sempre com forte oposição dos ditos “barões” do velho PSD, os mesmos que parecem ter ficado parados no tempo e que sempre demonstraram mais interesse nos famigerados “interesses” que Pedro Passos Coelho combateu nestes últimos sete anos do que propriamente no país. E isso poderá ter causado em diversos putativos candidatos um afastamento claro nesta altura, o que lamento. Preferia que existisse uma candidatura alternativa àqueles dois nomes, até porque teriamos um debate mais franco e aberto. Mas neste momento parece-me que tal não acontecerá.

 

E quererá isso dizer que caso não exista uma candidatura alternativa,  o PSD estará condenado a ficar preso no passado, seja com Rui Rio ou Santana Lopes? Talvez não, mas isso dependerá muito do que quiserem trazer para o PSD, que tipo de programa vão apresentar aos militantes e que tipo de pessoas vão ter a seu lado. Neste momento, resta esperar.

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a legalidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.10.17

Gosto do argumento da legalidade para discutir temas como a independência e a autodeterminação. Gosto ainda mais quando são portugueses a invocar a coisa para falar da catalunha. Toda a gente sabe que, por exemplo, a restauração em 1640, foi feita no mais escrupuloso respeito pela legalidade.

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razões familiares

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.10.17

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Equivalência Lógica

por Afonso Azevedo Neves, em 06.10.17

Rui Rio avança mas espera por alguém, alguma coisa, alinhamento de astros, enfim... pondera;

Santana Lopes já está a preparar programa para corrida no PSD outra vez;

Manuela Ferreira Leite quer um projecto qualquer;

Morais Sarmento lança nomes mas com força e contra uma parede;

Marques Mendes adivinha desgraças e depois dá festinhas aos que as sofrem;

Ângelo Correia acerta contas com a subtileza de fiscal da EMEL;

Paulo Rangel vem a correr porque já pode;

Pacheco Pereira faz listas de coisas e pessoas que o incomodam; 

 

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Ainda sem novidades para vos dar

por Afonso Azevedo Neves, em 06.10.17

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Um homem decidido a ponderar

por Afonso Azevedo Neves, em 05.10.17

Rui Rio ponderou durante anos avançar. Anos! Ora ia ser desta ou afinal já não ia, depois ia outra vez mas agora ainda não, agora é que era! Não! Ainda não! É agora! Não, vamos ponderar. No intervalo desta dança foi vendendo a imagem de um homem decidido. Vai correr bem. 

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eu sei que tu sabes que eu sei

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.10.17

A candidatura de Rio promete dividir o partido. Entre aqueles que Rio deixou ficar mal e aqueles que Rio ainda não deixou ficar mal. 

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eu sei que tu sabes que eu sei

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.10.17

- Qual de vocês é que enviou um whatsapp ao Santana Lopes?

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PPC

por Alexandre Borges, em 04.10.17

Passos nunca soube adaptar-se ao estranho papel de ser, ao mesmo tempo, o homem que tinha ganho as eleições e perdido o governo. Faltou-lhe instinto político antes e depois, cometeu erros por actos e omissões, e sai agora na altura certa, porque já não tinha como continuar. Foi um péssimo líder da oposição e um grande primeiro-ministro. Porquê? Em três pontos simples: tirou o país da falência em que o metera Sócrates, salvou-o da canalhice de Portas e libertou-o de 20 anos de sequestro por Ricardo Salgado. À medida que forem assentando ressentimentos e entusiasmos partidários, a História reconhecê-lo-á, sem dificuldade. Acima de tudo, foi um homem de bem. Venha outro tão decente e melhor político. Mas será difícil. Não são coisas que se cruzem muito na mesma pessoa.

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eu sei que tu sabes que eu sei: totobola 1x2

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.10.17

Morais Sarmento diz que Santana Lopes, Marques Mendes e Rui Rio são nomes a ter em conta no futuro do partido. Santana Lopes, Mendes e Rio. O homem que foi primeiro-ministro e chegou a líder, o líder que não chegou a primeiro-ministro e o outro que nunca chegou lá.  

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eu sei que tu sabes que eu sei: as notícias

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.10.17

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 Grande exclusivo da Visão desta semana: Rui Rio tem o site pronto. 

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência VI

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Antes que perguntem, esclareço: não tenho idade para entrar no grupo de Azeitão.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência V

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Foi notícia ontem: Paulo Rangel anuncia que desmarcou a agenda europeia para estar hoje no Conselho Nacional. E anunciou o cancelamento da agenda. Como quem vem a correr de Bruxelas para salvar o Partido. Isto foi ontem à noite. Hoje de manhã estava numa conferência do Expresso. Certamente marcada durante a madrugada.  

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência IV

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

A "renovação" do PSD já foi a votos em 2009. Eram todos mais novos.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência III

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Entre as críticas públicas e os encontros discretos de Azeitão, Morais Sarmento lá arranjou tempo para pedir a Passos Coelho que o deixasse ir ao Congresso da Frelimo. E Passos aceitou. E o partido lá pagou a viagem em business. O que faz todo o sentido. Todos temos que fazer pela vida.    

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Renovação

por Carlos Nunes Lopes, em 03.10.17

Rui Rio poderá ser candidato à liderança do PSD (a sua primeira vez) com 60 anos de idade. Cavaco Silva candidatou-se a eleições presidencias com 56 anos de idade.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência II

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

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 Quando Rui Moreira acusou Paulo Rangel e Rui Rio de serem "os rostos da derrota" no Porto...estava a ser literal.

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eu sei que tu sabes que eu sei: as figuras de referência I

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

Para memória futura. Em abril de 2016 o PSD testou vários nomes e cenários para a corrida em Lisboa. Maria Luís Albuquerque quase chegava aos 10%. O "critico" Nuno Morais Sarmento nem aos 8%. Santana ficava-se pelos 22%.

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o mapa cor de rosa

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.10.17

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 O mapa cor de rosa português é como qualquer mapa de outro partido em qualquer outro país onde não existe oposição. Mais do que a geringonça foi a ausência de oposição que levou a este resultado. Sem imprensa, sem sindicatos, sem partidos a contestar as políticas (ou a falta delas) deste governo, a mancha crescerá sempre. Mesmo sem dinheiro para distribuir.

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Ou: no Vistas

por Augusto Moita de Deus, em 02.10.17

Está tudo boquiaberto com a vitória de Isaltino. Mas com tanta trapalhada pré-eleitoral, é inegável que a campanha dele deu nas vistas.

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Qual massacre?

por Augusto Moita de Deus, em 02.10.17

Será da minha vista ou este último massacre em Las Vegas recebeu menos atenção mediática do que o habitual?

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 02.10.17

Descobri que o PSD tinha um programa para Lisboa no discurso de ontem da candidata.

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resumo da noite

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.10.17

Pizarro ganhou perdendo, Catarina ganhou uma freguesia em Braga, a CDU entalou-se na geringonça e Passos ainda não percebeu.

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Enquanto nos queixamos da Ryanair

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.09.17

Diálogo a bordo de um voo TAP:

- Temos bacalhau ou massa;

- Então bacalhau.

- Desculpe mas o bacalhau já acabou

- Acabou?

- Sim. Nas filas da frente. Como a massa é mais barata eles quase não embarcam bacalhau. É só para fazer de conta.

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Estacionei o carro para ir a uma loja. Havia dois lugares no pequeno parque de estacionamento contíguo. Escolhi um. Quando voltei, tinha o carro bloqueado por outra viatura, em segunda fila. Apitei. O respectivo condutor veio logo, mas a barafustar:

- Fui só comprar tabaco!!!

- E eu quero ir à minha vida, disse-lhe eu.

Ele lá afastou o carro dele, todo chateado. Eu tirei o meu e disse-lhe adeus. Ele fez marcha-atrás e colocou o automóvel dele no lugar onde eu tinha estado. Sempre com um ar agastado.

O outro lugar de estacionamento, o tal que também estava vago, permaneceu vago o tempo todo.

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Há um novo eldorado, um novo shangri-la...

por Augusto Moita de Deus, em 27.09.17

 ...para os investidores em Portugal. Se se conseguirem ultrapassar os litiogios.

 

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acho que a expressão certa é "histórico"

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.09.17

Angola. Digam o que disserem, não é todos os dias que vemos um chefe de estado africano sair pelo seu próprio pé. Quase 40 anos depois. 

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coisas que ainda ninguém se lembrou de certeza

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.09.17

A ideia é maravilhosa. E tem várias aplicações. Por exemplo. Para evitar o assédio e o racismo deviamos ter lugares exclusivos para africanos nos autocarros. Aposto como ainda ninguém se lembrou disto.

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Querem devolver Lisboa aos Lisboetas?  

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.09.17

 Muito se tem falado sobre o mercado de arrendamento em Lisboa. Estamos a ser expulsos do centro, parece. Há escassez de casas, parece. Os preços são muito altos, parece. Tudo verdade, parece. Vai daí que se discutam mil e uma alternativas. Quase todas passam por mudanças na lei e pela penalização dos proprietários. Mas para mudar o mercado do arrendamento na cidade há outros caminhos. Mais rápidos. Falem com o maior proprietário da cidade (a Câmara de Lisboa) e com o segundo maior proprietário (a Santa Casa) e com o terceiro maior proprietário (o governo). Expulsem-nos do centro. E aos partidos também. A sede do PS no Rato dava 9 ou 10 apartamentos. A sede do PSD outros tantos. A sede do PCP ainda mais. E ainda temos o ministério da economia na Horta Seca, as Finanças no terreiro do Paço ou a segurança social na praça de Londres. São centenas ou milhares de fogos que podiam entrar no mercado em pouco mais de um ano esmagando preços e trazendo gente para lisboa. Querem devolver Lisboa aos Lisboetas? Acho muito bem. Comecem por aqui.    

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música de intervenção

por Rodrigo Moita de Deus, em 25.09.17

 

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As praxes e o estudo

por Augusto Moita de Deus, em 24.09.17

Fala-se muito nesta altura das praxes académicas. Uns destacam as práticas des- e sub-humanas a que os... bichos (precisamente), ie os (pré-)caloiros, são frequentemente submetidos ao entrar na Faculdade, criticando alguma complacência das instituições ou até recomendando a sua abolição. Os outros destacam a necessidade de integração e a propensão natural da juventude para o divertimento como argumentos para a sua continuidade. 

 

Algo que é sistematicamente ignorado nessas discussões é a influência das praxes no rendimento académico dos novos alunos. Não disponho de dados para desenvolver uma tese consistente, mas por experiência vejo que em alguns casos os alunos começam a sua experiência universitária com um foco errado. Se é verdade que ao entrar na Faculdade é bom que os alunos percebam que a vida universitária não se pode resumir apenas ao estudo, por outro lado a ênfase que as praxes dão à diversão, leva a que muitos só realmente comecem a olhar a sério para os estudos ali em Outubro ou Novembro. Sim, que muitas vezes as actividades de praxe prolongam-se por semanas e semanas a fio, seguidas dos arraiais e outras actividades sociais que pouco mais fazem que proporcionar a destruição dos neurónios. Entretanto os testes e frequências já começaram, inúmeras aulas se perderam e quando esses alunos dão por si... já estão a contemplar uma época de exames e um final de semestre em que será inevitável deixar várias cadeiras por fazer..., situação que constituirá uma verdadeira pedra no sapato académica, com as cadeiras atrasadas constantemente a afectar a vivência dum plano de estudos equilibrado, muitas vezes durante anos. Tentar fazer 6 ou 7 cadeiras com um horário semanal descoordenado é completamente diferente de fazer as habituais 5 disciplinas, com um horário harmonizado, horário que inerentemente deverá permitir aos alunos terem os seus sãos e necessários momentos semanais de escape e diversão. 

 

Podem os perigos aqui mencionados suceder a quaisquer alunos universitários, quer se submetam quer recusem as praxes? Claro que sim. Mas penso que há uma reflexão, um estudo a fazer relacionado com as praxes. Da forma como estão muitas vezes organizadas, as praxes académicas estão a enviar a mensagem académica errada às novas gerações de..., precisamente, estudantes

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Tancos: em que conclusão vota?

por Carlos Nunes Lopes, em 23.09.17

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Um relatório secreto sobre a pilhagem de Tancos, produzido das secretas militares e desclassificado esta manhã pelo Expresso, para além de apontar o dedo à sua tutela, aponta para conclusões e pistas muito objetivas e concretas sobre o sucedido. Objetivamente, o furto pode ter sido orquestrado por máfias diversas, da Córsega aos Balcãs, ou por senhores da Guerra. Ou por jihadistas. Ou não. Diz que também pode ter sido uma empresa do norte.

Concretamente, pode ter existido roubo ou não ter existido roubo de todo. Em concreto, o leitor tem no relatório dez opções de escolha múltipla, conforme quadro anexo. Vote na sua favorita e apenas numa opção, para não colocar em causa a objetividade do relatório.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 22.09.17

A questão das diretas nos partidos está para a política como o sorteio dos árbitros está para o futebol: a nossa opinião depende dos resultados do clube.

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liberdades

por Alexandre Borges, em 20.09.17

Eu, por outro lado, não acho que os pais devam processar os filhos que queiram ser do Bloco de Esquerda. É lá com eles.

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Podemos voltar às promessas eleitorais?

por Carlos Nunes Lopes, em 20.09.17

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Os eleitores escrutinam os governos e autarcas. A imprensa vigia os mandatos e cobra as promessas por cumprir. A cada ciclo eleitoral os eleitores premeiam ou penalizam os incumpridores. É assim desde sempre, em democracia.

Os candidatos, por sua vez, refinam o discurso, encontram novas estratégias a cada campanha, para fugir aos cobradores de promessas, sejam eles eleitores ou jornalistas.

Sobretudo desde 2005, com o genial avanço na comunicação pela campanha de Sócrates - a última campanha que deu uma maioria absoluta a um só partido -, inaugurou-se um novo estilo na forma de fugir ao escrutínio: o político já não promete, assume objetivos que pretende que o povo partilhe com ele através da eleição. O candidato já não se compromete, assume uma ambição. Se há um desígnio ou uma obra que valha muitos votos, seja um novo sistema de transportes ou apoios sociais, não se promete, não se dá a palavra... reivindica-se a uma entidade terceira, seja o Governo central ou a União Europeia, colocando a responsabilidade pelo fracasso longe do próximo escrutínio.

Em campanha, assumem-se cada vez mais "objetivos", "ambições", "reivindicações" e até palavras de indignação, estados de alma. "Basta" e "Chega" são alguns dos slogans para quem quer ocupar o lugar sem dizer ao que vai.

As ambições e os objetivos são colocados perante os  eleitores em prazos cada vez mais longos, porque um mandato nunca chega para tamanha ambição partilhada pelos eleitores. O sonho maior da comunidade precisará sempre de vários mandatos para se concretizar, e pelo caminho, lá se vai escapando o eleito ao juízo da comunidade no final do mandato a que se está a  candidatar.

Em cada "objetivo" ou "ambição" colocado na campanha, o candidato pretende obter um claro dividendo político, sendo eleito. Contudo, pretende faze-lo sem qualquer vinculação às expectativas que gera na comunidade e que lhe dão, em muitos casos, o almejado dividendo.

Nestas autárquicas gostaria  que colocássemos um fim naquele estilo muito próprio de Sócrates, em 2005. O estilo de fazer campanha em que não se prometiam 150 mil novos empregos. Apenas se assumia um forte objetivo comum. Jamais uma promessa eleitoral. Tão eficaz como difícil de cobrar.

Nesta campanha, que ainda agora começou oficialmente, peço aos candidatos que voltem a comprometer-se frontalmente com os eleitores, que digam ao que vão, que assumam e que assinem as suas promessas, que deem a sua palavra aos eleitores. Que digam o que querem fazer nos próximos quatro anos, como o vão fazer. Já agora, com que dinheiro (e de quem) o vão fazer: se dos munícipes, se da União Europeia, se de uma transferência do Governo Central.

A política precisa de frontalidade e vinculação. Para que cada candidato e cada eleitor saiba ao que vai.

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Diálogo pai/filha.

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.09.17

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Filha: Tenho quase 16 anos. Posso pedir uma imperial?

Pai: Não, filha. Só quando fores um homem.

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