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por José Maria Barcia, em 18.12.14

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a nova mártir das carpideiras

por Alexandre Borges, em 18.12.14

A questão da privatização da TAP não me emociona muito. Não sou frontalmente contra ou a favor. É ridículo compará-la às caravelas quinhentistas, mas também não duvido de que, quem tem pressa em vender, vende sempre mal. No entanto, uma coisa deve ficar clara na cabeça de toda a gente: se uma companhia aérea pública não serve sequer para garantir as viagens dos cidadãos do país no Natal, não serve para nada.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 18.12.14

O Estado manter a TAP é como o milionário falido que insiste em ficar com o Ferrari. Não há dinheiro para a gasolina, portagens ou revisão. O homem deve dinheiro a toda a gente mas insiste que o carro pode ficar na garagem. Por mim estaria tudo lindamente não fosse o caso do homem me estar a dever dinheiro a mim. 

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por Afonso Azevedo Neves, em 17.12.14

A - Então diga-nos lá. O que se passou?

B- Ora bem, antes de tudo queria pedir desculpa às pessoas que foram prejudicadas por este descalabro.

A- Muito bem. Diz então que foi um descalabro.

B- Foi. 

A- Como aconteceu então?

B- Não sei. Eu cá confiava em C, completamente.

A- Mas ele não avisou?

B- Ele falava connosco e até explicava.

A- Então percebeu?

B- Mais ou menos.

A- Então e o que percebeu?

B- Que a coisa estava complicada.

A- Que coisa?

B- Não sei! Não percebi.

A- Mas D não explicou qual era a coisa que estava complicada e qual era a complicação?

B- Explicou e ficamos muito preocupados.

A- E então?

B- Perguntamos ao C. O C explicou tudo.

A- Tudo o quê?

B- Sei lá homem! Aquilo era tudo um bocado chinês mas como ele explicou, então pronto.

A- E a parte que não era em chinês?

B- Ah isso ficou explicado!

A- Daí não ligarem mais ao D.

B- Não, nós percebemos mas o C explicou quase tudo ou tudo.

A- Tudo o quê?

B- A complicação que o D falou.

A- Qual era então a complicação?

B- Não percebi metade e não me lembro bem da metade que percebi.

A- Afinal quem tinha razão? O C ou o D?

B- Sobre o quê? Homem! A sério? Estou muito baralhado. De que é que estamos a falar?

 

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pequeno momento de grande autopromoção

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.12.14

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Foi escrito há uns anos originalmente com o título "O Vigarista". Conta a história de um homem que faz uns negócios estranhos para ficar rico. Agora é reeditado. Alguém se lembrou que é oportuno. Sabe Deus o que lhes deu essa ideia. Comprem e leiam. Se gostarem recomendem aos amigos. Se não gostarem recomendem aos inimigos.   

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Eu que não percebo nada disto.

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.12.14

Ele há imensos exemplos históricos de regimes que também acreditavam ser legítimo privar um preso da sua liberdade de expressão. Nenhum deles é bom exemplo.

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António Costa e a TAP, TAP e António Costa

por José Maria Barcia, em 16.12.14

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por Rodrigo Moita de Deus, em 16.12.14

Os trabalhadores têm o direito de se opor à privatização das empresas públicas onde trabalham. Fico à espera que os sindicatos proponham voluntariamente ganhar pela tabela da função pública.

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graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.12.14

António Costa só começou a ver caravelas nos aviões da TAP depois das cheias em lisboa.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 14.12.14

"TAP é tão fundamental para o país como foram as caravelas", diz António Costa 

Claro. Caravelas. Com concorrência em todos os países, empresas privadas portuguesas, sindicatos e greves. Todos os elementos de qualquer epopeia.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 14.12.14

José António Saraiva escrevia na terça feira que "só um milagre" permitiria ao Benfica ganhar o Porto. Por uma razão. Explicava Saraiva: o Benfica era terceira equipa portuguesa. Atrás do Porto e do Sporting. Foi quando li Saraiva que percebi que a coisa podia correr bem ao Benfica.

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António Costa consegue ser contra a privatização da TAP e a favor do aumento de capital da TAP em bolsa na mesma frase e na mesma semana. Provavelmente fui eu que não percebi bem. Para Costa a alternativa à privatização da TAP é a privatização da TAP.

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c'est genial

por João Ferreira do Amaral, em 13.12.14

Pensando certamente nele próprio, no socialismo e na 5ª república, Hollande propõe a sedação até à morte em doentes terminais.

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o melhor é fazer duas plataformas...

por Rodrigo Moita de Deus, em 12.12.14

Plataforma sindical da TAP? Fui ver. A TAP tem 12 sindicatos. Não um, nem dois, nem dez. Doze. Um sindicato por cada 4 aviões. Estamos conversados.

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Grunhos

por José Maria Barcia, em 12.12.14

 

 

A avaliar pelo novo entendimento do Ministério Público, os ex-alunos Nuno Oliveira, Manuel Clemente, Edson Malungo, Lourenço Monteiro e Nuno Caetano poderão vir a ser condenados – à semelhança do que aconteceu com os outros três arguidos no processo.

 

Uma das vítimas, B. A., que andava no 5.º ano, teve de ser internado por exaustão física e, segundo a acusação, não conseguia dobrar os braços. J. V., com 13 anos, deu entrada no Hospital D. Estefânia com um tímpano perfurado e o ouvido a sangrar, depois de ter levado uma chapada com uma luva de cabedal, tendo ficado com lesões no ouvido para o resto da vida. A outra vítima, A. V., ficou numa cadeira de rodas durante um mês. Entre os oito arguidos estão o filho de um embaixador e antigo ministro angolano, os filhos de dois militares da Força Aérea, o filho de um antigo comandante de uma unidade do Exército e o filho de um oficial da PSP que pertence à União de Sindicatos da Polícia.

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 Como não encontra novos compradores para o A380, a Airbus está a pensar descontinuar a produção do superjumbo a partir de 2018, de acordo com a Bloomberg.

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Este malandro nunca me enganou

por Rodrigo Moita de Deus, em 11.12.14

José Magalhães, este José Magalhães, lançou um "romance-revelação". Chama-se "Homem de leis perdido nos trópicos procura senhora honesta". Isso mesmo. Uma aventura erótica de um jurista da universidade de coimbra (claro, coimbra) entre coloridas brasileiras. E com o calor tudo é possível. José Magalhães. O próprio. Para que não restem dúvidas...José Magalhães tirou o curso de direito mas em Lisboa.

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Santa greve

por Nuno Pombo, em 11.12.14

Não ponho em causa o direito à greve. Mas com este axioma não quero dizer que "greve" e "direito" são conceitos que se implicam, uma espécie de pleonasmo jus-laboral. Até porque a ciência jurídica há muito ultrapassou - e ainda bem - a liberalíssima ideia dos direitos ilimitados. Mas claro que os sindicatos, no que ao liberalismo respeita, são verdadeiras assembleias de fiéis, sendo os líderes sindicais inflamados aiatolas ou párocos ultramontanos, para ser mais ecuménico. Admitir que o direito à greve pode abranger a reivindicação de que o dono de uma empresa seja forçado a ficar com ela é bizarro. Que o direito à greve possa ter por objectivo retirar a empresa - a propriedade da empresa - da disponibilidade do seu proprietário é do domínio da esquizofrenia. 

A TAP já resistiu a muitos governos, a muitas administrações... vamos lá ver se sobrevive a estes liberais sindicatos. Talvez consigam que não seja vendida, mas talvez não evitem que seja encerrada...     

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por Rodrigo Moita de Deus, em 11.12.14

É claro que Ricardo Salgado foi cheio de seguranças privados para o parlamento. Corria sempre o risco dos polícias terem ido ao aumento de capital do BES.

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Raquel Varela: um desdobramento

por José Maria Barcia, em 11.12.14

 

Raquel Varela é investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, e do Instituto Internacional de História Social. Nesta curta entrevista feita por telefone, a professora desconstrói argumentos de instituições como OCDE, Comissão Europeia e FMI, que apontam para uma suposta rutura dos sistemas públicos de Segurança Social.

A Previdência tem cura?

A Segurança Social é totalmente sustentável. Tenha em conta o seguinte: há uma política recessiva programada pelo Governo que gera desemprego como nunca vimos em Portugal. Na realidade, o desemprego atinge 1,2 milhões de pessoas, se contarmos com fenómenos como o subemprego, os desmotivados, os ocupados em programas da Segurança Social. 

Portanto, a culpa do desemprego é do Governo que gosta é de pagar subsidios. E os desmotivados (aqueles que têm um emprego mas não gostam devem ser considerados desempregados. Eu queria ser jogador de futebol mas não sou. Obrigado Raquel, afinal sou desempregado).

 

Mais a compressão salarial no caso dos empregados.

É o binómio fundamental para o qual temos de olhar: desemprego e remunerações. O problema da Segurança Social está na produtividade. Se tivermos mais pessoas empregadas e salários mais altos e justos, acredite, chega e sobra para resolver o problema. Se economia crescer, há mais emprego, há mais contribuições, menos despesa social.

E como dizia a grande filósofa portuguesa Lili Caneças: Estar vivo é o contrário de estar morto.

 

Menos pseudo empregos.

Por exemplo. Em Portugal há 200 mil postos de trabalho sustentados pela Segurança Social via programas de políticas ativas. E ganham miseravelmente.

Raquel Varela surpreende o leitor quando este sem estar à espera leva com mais um cliché. Na testa.

 

O envelhecimento é uma falsa questão?

O sistema de Segurança Social, tal como é, aguenta perfeitamente ter mais reformados do que hoje tem. Não podemos é ter estes índices de desemprego e baixos salários.

Assim como quem não quer a coisa, desde quando é que é sustentável ter três ou quatro trabalhadores a pagar uma pensão? Atente-se para o vasto conhecimento teórico e bibliográfico inerente a qualquer declaração raqueliana.

 

Portugal é produtivo?

Nunca na nossa História produzimos tanto e tão bem. Temos um país moderno, temos instituições, tecnologia ao nosso dispor. Precisamos de trabalho, não da destruição dos últimos anos.

 

Precisamos de pessoas a trabalhar. Pois. Com o trabalho vem dinheiro. Com o dinheiro compram-se coisas. Quando há coisas para comprar, há coisas para fabricar e fornecer. Boa, Raquel! Sabes o mesmo que um aluno do 10º sobre o ciclo económico!

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Living wage Vs Minimum wage

por José Maria Barcia, em 11.12.14

"From January 2015, Chelsea will pay all London-based employees a minimum of £9.15 an hour, while those living outside the capital will receive £7.85 an hour.

This is due to the extra expense that living in London incurs.

The move comes as top level clubs are being put under increased scrutiny for paying their contracted workers the minimum wage (£6.50 an hour).

 

 

Chelsea chairman Bruce Buck said in a club statement: "As a responsible employer we are proud of this significant achievement for the club.

"We believe the move to the Living Wage underlines our commitment to ensuring that all our employees receive a fair rate of pay for their hard work and dedication. Quite simply it is the right thing to do."

Mayor of London, Boris Johnson praised the move by the Premier League leaders and claimed that it set an example for others to follow.

 

 

Enquanto que por cá se discutem mínimos, não há melhor que a mera sobrevivência.

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maus hábitos antigos

por João Ferreira do Amaral, em 10.12.14

As suspeitas de enriquecimento ilegítimo dos nossos escolhidos para o exercício de cargos públicos remontam praticamente ao início da própria representação nacional. Neste aspecto, os usos e costumes na nova elite liberal não se demarcaram da tão justamente censurada prática da corte do antigo regime, de que Pombal foi certamente o caso mais conhecido.
Em 1834, logo após o fim da guerra civil e a morte de D. Pedro, os primeiros ministérios de D. Maria II promoveram a venda dos bens nacionais confiscados à Igreja e às famílias miguelistas. Com recurso a duvidosa hasta pública, estas propriedades acabaram invariavelmente nas mãos da nova elite governante cujos ministérios receberam o epíteto esclarecedor de "devoristas".
A revolução de setembro de 1836 também não acabou com este mau hábito: O recém-nomeado administrador-geral de Lisboa, escolhido para pôr ordem na capital, adquiriu em 1838 nada menos do que a cerca do Convento de Cristo de Tomar, que incluia parte do próprio convento abandonado pelos frades após a extinção das ordens religiosas. O feliz contemplado foi António Bernardo da Costa Cabral (1803-1889). 

CostaCabral.jpgNascido de origens humildes em Fornos de Algodres, formou-se em Direito em Coimbra. Destacou-se como orador no clube do arsenal da Marinha, conotado com a extrema-esquerda "setembrista". Foi juiz e, depois, deputado, ministro da justiça e do reino, par do reino e conselheiro de Estado. Exilado em Madrid na sequência da revolta popular da Maria da Fonte de 1846, regressou mais tarde após a convenção de Gramido que pôs fim à guerra civil, tendo sido presidente do conselho entre 1849 e 1851. Depois desta sua segunda passagem pelo governo, foi ainda embaixador no Brasil e em Roma. Pertenceu à maçonaria, tendo chegado a ser grão-mestre do Grande Oriente Lusitano. O seu posicionamento político "evoluiu" vertiginosamente: Partindo da oposição de extrema-esquerda "setembrista", chegou à liderança da facção da direita parlamentar "cartista". Pelo meio, conquistou a confiança absoluta da rainha de quem foi, na prática, um anacrónico “valido”. Recebeu de D. Maria II o título de Conde de Tomar, elevado mais tarde a Marquês já durante o reinado de D. Luís.

Apesar dos contributos relevantes para o restabelecimento da ordem e para as reformas do sistema de justiça e da administração pública, a sua acção governativa foi muito marcada pelas polémicas em torno da suspeita fortuna acumulada desde cedo, muito evidente na vida faustosa que não fazia questão de esconder. Foi também acusado de nepotismo devido à nomeação de irmãos seus para cargos públicos.
São inúmeras as histórias que fizeram correr tinta na imprensa coeva.
No palácio onde residia, à Calçada da Estrela, oferecia banquetes e bailes sumptuosos. Num deles, em 1845, terá oferecido lautas iguarias a 2000 convidados ao som do piano de Liszt.
Certo dia apareceu a passear em Lisboa com uma nova e magnífica caleche - uma espécie de "Mercedes" à época. O problema foi quando se descobriu que o novo "brinquedo" tinha sido pago ao fabricante por um tal de Frescata a troco de uma comenda. A imprensa denunciou estrondosamente a óbvia "peita" (luvas).
Mais tarde, convenceu a família real a arrendar-lhe pelo período de 99 anos a Quinta Real do Alfeite com o seu magnífico palacete. A renda que se propunha pagar era irrisória face ao enorme valor da propriedade e ao muito rendimento que dela se podia extrair. Uma vez mais, a imprensa fez eco da indignação geral.
Mas apesar destas e de outras suspeitas, Costa Cabral nunca teve de responder perante a Justiça. Depois de uma vida muito bem vivida, o Marquês de Tomar chegou ao fim dos seus dias no Porto, com 86 anos de idade.

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deve ser uma promoção qualquer

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.12.14

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Efeitos da abertura do mercado: o preço dos voos da SATA baixaram. E a easyjet ainda nem começou a voar para lá. Que surpresa.

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endurance

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.12.14

Noto que Ricardo Salgado (70 anos) venceu os deputados pelo cansaço.

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menos mau

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.12.14

Foi preciso o Benfica jogar com as reservas para ver mais de três portugueses em campo.

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a última fronteira

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.12.14

Pequena interrupção na audição de Ricardo Salgado. É hoje anunciada a abertura de uma rota da easyjet para os açores. A Ryanair também prometeu fazer o mesmo. O mais provável é outras seguirem o exemplo. Depois de décadas a tentar salvar os açores e os açorianos desta calamidade agora é que vai ser o fim do mundo. A autonomia não foi capaz de travar este avanço do governo centralista. Milhares de turistas a ocuparem quartos de hotel, restaurantes e lojas. Meu Deus! O que será desta região? E o que será destas simpáticas empresas (SATA e TAP) que durante tantos anos garantiram aquele belíssimo serviço público mantendo viagens no mesmo país ao preço de voos para moscovo afastando os chatos dos turistas daquelas ilhas? 

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Soares, político agiota

por João Ferreira do Amaral, em 07.12.14

A questão nunca foi o reconhecimento da dívida de gratidão pelos democratas portugueses. O probllema esteve sempre na exorbitância dos juros que Soares lhes cobrou por ela.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 04.12.14

Eu sou daqueles poucos que ainda não recebeu uma carta.

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graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.12.14

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Razões que fazem de Sócrates um gajo pouco inteligente

por José Maria Barcia, em 03.12.14

José Sócrates e o seu amigo Carlos Santos Silva, ambos detidos no âmbito da Operação Marquês, fizeram donativos à campanha de António Costa, durante as primárias do PS.

O director financeiro da campanha, Agostinho Abade, confirmou à VISÃO a informação e até facultou os respectivos valores: José Sócrates contribuiu com 2 mil euros e Carlos Santos Silva, "por indicação de Sócrates", entrou com dez mil. "Por indicação", porque o ex-administrador do Grupo Lena seria desconhecido da estrutura da campanha de António Costa.

 

 

 

 Se Sócrates doa dinheiro, faz com que o seu dinheiro seja doado pelo amigo e se o dinheiro é ilícito, então os donativos que António Costa recebeu e usa são o quê?

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Mãe! O iPod não funciona!

por Afonso Azevedo Neves, em 03.12.14

Parece que as coisas não estão a correr bem na "aventura" dos jihadistas franceses. 

"Estou farto! Só me fazem lavar a louça" escreve um. 

"Estou farto! O meu iPod já não funciona. Quero voltar!", escreve outro.

Ainda outro achou que era boa ideia ir falar com o Emir e explicar estas "dores". Parece que o Emir mandou separar-lhe a cabeça do corpo, ou seja, por em prática o que já era uma realidade desde o início. 

Lá se vai a teoria de que estes "aventureiros" eram convertidos.

Não eram e não são.

São sim, boa parte deles, tolos. 

 

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por Rodrigo Moita de Deus, em 03.12.14

Como impedir que os deputados passem os dias a ver meninas avantajadas na net? Melhorar a lista de deputados elegendo meninas avantajadas que prendam a atenção dos colegas.

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Tudo a saltar

por José Maria Barcia, em 01.12.14

Vá lá... Lealdade ao clube.

 

 

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por Rodrigo Moita de Deus, em 01.12.14

Dia da restauração, discursos com citações do Papa, doutrina social da Igreja...António Costa é demasiadamente conservador para mim.

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CONVITE_à volta dos livros no IDL com Manuel Brag

 Às 19h00, na rua do Patrocínio n.º 128-A, em Lisboa.

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a liderança das bases. literalmente.

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.12.14

O Bloco resolveu a situação confusa em que vivia da melhor maneira. Em vez de dois líderes passou a ter seis.

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sempre a tempo

por Rodrigo Moita de Deus, em 01.12.14

Viragem à esquerda? Eu ia jurar que António Costa tinha descoberto a democracia cristã. Só falta falar de Doutrina Social da Igreja.

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defina "contradição"

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.11.14

O que seria dos discursos de António Costa sem o Papa Francisco.

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nem tanto ao mar

por Rodrigo Moita de Deus, em 29.11.14

"Questão pessoal"? "Problema pessoal"? Pessoal, uma ova. Sócrates não foi acusado de enriquecer ilicitamente no âmbito das suas atividades no setor privado. Digo eu.

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o que aconteceu ao "o"?

por Rodrigo Moita de Deus, em 29.11.14

O "canto alentejano" foi promovido a "cante alentejano" em Paris.

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graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 28.11.14

Isto está tão complicado para António costa que o fim-de-semana não acaba sem Álvaro Beleza voltar a elogiar António José seguro.

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ouvido no jantar (II)

por Rodrigo Moita de Deus, em 28.11.14

Berlusconi governava-se à sul mas pelo menos Governava à norte.

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Há duas categorias de Primeiro-Ministro

por Rodrigo Moita de Deus, em 28.11.14

Aquilo que Soares não foi capaz de explicar em Évora: "Há os sérios e há os competentes!"

 

(Ouvido ao jantar)

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vai ser bom de ver

por João Ferreira do Amaral, em 27.11.14

Para um monárquico cada vez mais convicto, a disputa presidencial tem a mesma relevância do jogo da malha.

Ainda assim e por mera curiosidade, quem resta ao PS para candidato a Belém? Sócrates está indiciado por crimes graves, Guterres está deslumbrado com a ONU...

Ferro, Alegre e Soares, saltem do banco e comecem a aquecer!

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coisinhas boas

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.11.14

Passos Coelho é suspeito de ter metido umas facturas de almoços numa ONG há vinte anos. Sócrates é acusado ser corrupto enquanto primeiro-ministro. Para os mesmos comentadores o caso tecnoforma revela “falta de carácter de Passos Coelho”. O caso Sócrates revela “um problema de regime do país”. Os mesmos comentadores.

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é bem-feito

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.11.14

Não há conversa sobre Sócrates que não acabe com alguém a utilizar a expressão “é bem-feito”. Na taberna ou na consultora por igual. É bem-feito por tudo o que fez ao país. É bem-feito porque os políticos deviam ser todos presos. É bem-feito porque o gajo merece. O bem-feito é vingança. Não é justiça.

Querem prender os verdadeiros responsáveis pelo estado miserável a que o país chegou? Prendam os dois milhões de portugueses que votaram em Sócrates. Prendam os outros oito milhões que abdicaram do seu juízo crítico e preferiram viver o conto de fadas. Prendam todos os dez milhões de portugueses que continuam a queixar-se que “isto está tudo mal” mas depois não se levantam do sofá para fazer alguma coisa. E mais os outros que se queixam que é preciso “fazer alguma coisa” mas depois não deixam que se faça nada. Votar é uma responsabilidade. Só depois é um direito. Sócrates até pode ser culpado de tudo. Mas a responsabilidade não é dele. É nossa.

É que neste país extraordinário continuamos a preferir ser mandados que a fazer qualquer coisa que nos possa responsabilizar. Adoramos ser mandados. Do senhor que fala alto dizemos que é um líder carismático. Do senhor que faz sem pensar dizemos que é um lutador. Do senhor que não tem medo de tomar decisões (mesmo as más) dizemos que é um predestinado. Preferimos ser enganados a que alguém nos chateie com a verdade. Preferimos delegar a responsabilidade das nossas vidinhas ao estado e aos outros. Somos assim. Uns palermas. Centenários palermas. E quando a coisa corre mal explicamos no café que é bem-feito. É culpado. Culpado. Na melhor lógica do "rouba mas faz" Sócrates é culpado não do roubo mas de ter roubado sem fazer. 

É bem-feito? Bem-feito para quem? Saber que um homem está preso sem ter sido julgado ajuda em quê?

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e eu até sou monárquico

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.11.14

A crise de regime não está no ex-primeiro-ministro lá dentro. Está no ex-presidente da república cá fora a quem já ninguém quer ou se dá ao trabalho de respeitar ou preservar a dignidade

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Serve para?

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.11.14

Uma boa maneira de evitar as violações do segredo de justiça seria acabar com o segredo de justiça. Mas isso sou eu que não percebo nada do assunto.

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WTF is going on in Coimbra

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.11.14

 Eu que não sou de intrigas mas tenho mesmo de falar sobre isto. Paulo Penedos e caso Face Oculta. Lembram-se? Coimbra. Condenação de Maria de Lurdes Rodrigues por contratar João Pedroso? João Pedroso? Coimbra. Caso do prédios dos CTT? Lembram-se desse? Pois. Coimbra. Catedráticos que atestaram o caráter de Ricardo Salgado. Todos de Coimbra. Caso dos vistos Gold? Tudo Coimbra. Onde estudou Sócrates? Coimbra. Isto só para falar de alguns. Afinal o que ensinam em Coimbra?

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por joaogoliveira, em 26.11.14

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