Best pop song ever?
Pelo menos depois de 1966
Ainda dizes tu mal do Macca, Pedro.
E aquele sopro lá metido pelo George Martin? Ó Deus!
Não sei se é a melhor mas que lá anda perto, anda.
Francisco,
A Patti Smith, para meu espanto, deu um grande concerto.
Pedro, nunca percebi muito bem se ela é punk ou hippie. E a possibilidade de ela ser apenas uma hippie que por acaso esteve no lugar certo quando o punk rebentou causa-me alguma angústia, confesso. Até porque, enfim, é conhecida a sua predilecção pelo pateta do Jim Morrisson. A dela e a tua.
Bem, eu não fui ao concerto. Nunca iria. Como nunca iria a um dos Beatles a três (agora, a dois) ou ao Sinatra com 90 anos.
Uma coisa é certa, Francisco. Tu não ouviste a Patti Smith em 1978, como eu ouvi. E estas coisas também se fazem do momento em que se vivem. Em 1978 tudo aquilo soava a uma grande revelação.
É verdade que eu à época era um ganda hippie, mas também era um bocado punk.
E será que as duas coisas eram assim tão diferentes? E será que a nossa mania de categorizar não estraga as nossas apreciações?
Percebo-te bem Luciano. Fui ao concerto sem fé nenhuma e contrariando a minha decisão de não voltar a ver anacronismos. Porém, a gaja ainda canta o Pissing on a river como ninguém e o album de covers tem umas coisas muito boas.
Sempre gostei desta gaja por as razões do Luciano: no fundo ela era tudo ao mesmo tempo e nunca deixou de gostar de merdas só por serem punks ou hippies ou outra coisa qualquer. Curto a pequena (aquelas merdas pacifista eram de evitar mas hellas...)
Francisco, eu gramo e muito o Morrison. Chama-lhe o meu pecado
Epá, ó Luciano, essa de o punk e o hippieismo não serem bem coisas diferentes é de um relativismo que não te conhecia.
Olha, está a dar Primal Scream na Radar. Por acaso não é a Kill All Hippies.
De tenho medo de dizer quem sou a 30 de Outubro de 2007 às 08:59
"Até doi de bom " HUmm.....
Na minha opinião pessoal