Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007
De cada vez que o homenzinho verde da Emel começa a descer a rua que vem dar aqui à frente do prédio, começa a sair gente das tocas que corre para os moedómetros e daí para os carros. Normal, será assim por Lisboa inteira. O detalhe relevante é que isto é pouco eficaz (há sempre quem não o veja, quem chegue atrasado), e os portugueses costuma ser eficazes a vigarizar as autoridades. Por isso, a quem seja empreendedor, sugiro que ponha à venda um apito emel. Uma coisa simples, com um som agudo que se oiça numa quarteirão inteiro. Depois, basta distribuir pelos porteiros, merceeiros e cafés do bairro, e acaba-se a vidinha fácil dos homenzinhos verdes. Força portugueses, nós somos capazes.

publicado por Henrique Burnay às 11:19
link | merkel perdeu as eleições em frança
3 comentários:
De isa a 15 de Novembro de 2007 às 11:59
:-D
Ganda Henrique!


De António de Almeida a 15 de Novembro de 2007 às 12:18
-E não há muitos lugares livres de pagamento em Lisboa. Os que estão isentos de parquímetro, ficam sujeitos ao toximetro!


De Tomás a 15 de Novembro de 2007 às 18:01
O empreendedor indiano está a anos-luz do empreededor tuga:

"My favourite ticketing system was in Mumbai, India," Kim enthuses. "No one actually buys a ticket, but you can buy 'ticket insurance' from private entrepreneurs who work at the entrance of the station. The 'ticket insurance' is about half the price of a regular rail ticket. It gives you a guarantee that, in the extraordinary event that you are booked by a railways inspector for taking a free ride, your fine will be paid. A relative was once booked and the ticket insurer paid the fine exactly as promised."

http://www.smh.com.au/news/column-8/column-8/2007/07/29/1185647738550.html


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