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Eles andam aí e atacam sempre nesta altura. Entram em nossas casas através de uma fenda no espaço-tempo camuflada de tempo de antena e começam a ofensiva. Depois da musiquinha habitual, que mais não é que o sinal de estabelecimento da ligação, aproveitam os minutos de que dispõem para debitar freneticamente uma série de informações que devem ser de extrema importância lá no planeta deles. É um bombardeamento já tradicional acompanhado de sorridentes votos de boas festas, de planos fixos arrojados e apelos à sindicalização e à mobilização que ninguém entende. Alguém lhes devia dizer que não estão a conseguir estabelecer verdadeira comunicação com os terrestres. Mas há sempre o risco de isso os poder espantar. E o nosso Natal não seria o mesmo sem estes esforçados alienígenas.

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