Já que está na moda penhorar vencimentos.Que seja penhorado o vencimento deste senhor pelos danos causados ao povo Português.Este zé não faz falta!
pedro oliveira
http://vilaforte.blog.com
De
isa a 7 de Fevereiro de 2008 às 12:15
podes crer! a irresponsabilidade e a cara de pau compensam, tá visto. bjs
De
JCS a 7 de Fevereiro de 2008 às 12:31
Tendo razão quanto à derrapagem no túnel e nomeadamente quanto à responsabilidade de Sá Fernandes, não terá, na minha opinião, em relação ao Eleven.
Se a renda é justificada pelas obras, então eu quero saber quanto custaram as obras, os juros do empréstimo, o plano de amortização e a consulta que foi feita ao mercado quando foi preciso adjudicar a obra. Quero saber tudo para somar aos quinhentos euros do valor da renda e saber se já estamos a praticar o valor de m2 naquela zona.
Agora, dizer “ah e tal, pagamos quinhentos euros por mês mas fizemos aqui este belo armazém” é música...
De tenho medo de dizer quem sou a 7 de Fevereiro de 2008 às 13:53
Excelente princípio, senhor Rui Castro. Isso quer dizer que sempre o senhor, por qualquer razão, interpuser alguma acção contra o Estado, incluíndo acções cautelares, e perder, deverá indemnizar aqui o je e o resto dos portugueses pelos custos da acção. Eu acho isso muita baril.
De
isa a 7 de Fevereiro de 2008 às 15:15
o rui castro pagaria as custas do processo tal como qq outra pessoa normal, duvido que o Zé o tenha feito.
-Como foi dito e bem, o valor do imóvel onde funciona o Eleven reverte para a CML, cuja construção a mesma CML terá licenseado. Ou queriam o quê? Que os privados construissem grátis? Se o estado quer, construa, o problema é que tudo berra com as concessões, mas seja uma ponte ou um simples restaurante, o estado não constroi rigorosamente nada, concessiona tudo, porque não têm dinheiro. Julgam que o novo aeroporto e o TGV serão pagos como? Por esta altura ainda devem andar a pagar os projectos da EXPO. Quanto ao Zé, no mínimo é tão ruinosa a sua actuação enquanto verador, como aqueles que criticou no negócio Bragaparques. A posição negocial do estado é cada vez mais fraca em qualquer negociação.
De tenho medo de dizer quem sou a 7 de Fevereiro de 2008 às 15:58
isa, nem o Rui Castro nem eu estavamos a falar nas custas do processo... e queres tu dizer que o Sá Fernandes não pagou algo a que estivesse obrigado por lei, como uma "pessoa normal"? Explica lá melhor essa.
De
isa a 7 de Fevereiro de 2008 às 16:33
então e a que é que se referia qd disse: "interpor uma acção contra o Estado?" Uma acção não é um processo? explique lá melhor essa!
De tenho medo de dizer quem sou a 7 de Fevereiro de 2008 às 16:36
isa, o Rui Castro que lhe explique do que é que se está aqui a falar...
De
isa a 7 de Fevereiro de 2008 às 17:22
e além disso o rui castro poderia interpor as acções q quisesse q n tinha poder para fazer parar uma obra como o túnel do marques e consequentemente incorrer em prejuízos e portanto nem vc nem eu correriamos o risco de ter de pedir indemnizações/pagar a brincadeira e a irresponsabilidade politica do SF.
eu estou a falar da irresponsabilidade do sá fernandes no episódio do tunel do marques e se ainda sei ler é sb isso que versa o post. e n, n acredito que o sa fernandes tenha pago um tustão de custas do processo do bolso dele.
(a história do eleven, se é a isso que se refere, é apenas um parêntesis)
De
isa a 7 de Fevereiro de 2008 às 19:04
tusto, era o que queria ter escrito...
Espero que o comentário do Rui Castro, abaixo, o tenha esclarecido de uma vez!
anónimo,
Tenho algumas dúvidas que tenha percebido o sentido do meu post.
O que eu quis dizer é que o Sá Fernandes aparece agora como grande moralista e defensor dos interesses dos municipes de Lisboa, depois de, em clara pré-campanha eleitoral, ter de forma irresponsável proposto uma iniciativa que por si só parou uma obra, iniciativa que se veio a revelar não fundamentada e que causou os prejuízos que se conhecem à cidade. É óbvio que ele não tem de pagar do bolso dele os 3 ou 4 milhões. Devia, isso sim, ser responsabilizado politicamente pela brincadeira. É, assim, pena que os jornalistas andem a dormir.
cumprimentos
De tenho medo de dizer quem sou a 8 de Fevereiro de 2008 às 09:47
Percebi perfeitamente o seu post. Rui Castro, o risco de qualquer acção contra o estado, ou simples providência cautelar, é que seja considerada infundada. O Sá Fernandes acreditou que a acção teria fundamento, embora soubesse, como todos nós, que poderia ser julgada improcedente. Rui, este é o mecanismo da justiça que todos acarinhamos e que queremos preservar. Não sei se sabe, mas poder interpor acções contra o estado, e exercer esse direito, é um sinal de sanidade democrática conseguido a muito custo. Espero que não fique tolhido nos seus direitos de interpor acções contra o estado, quando assim o entender, pelo medo de ser responsabilizado (politoicamente ou de outra forma) pelos custos que tal coisa tenha para o Estado.
De Rui Castro a 8 de Fevereiro de 2008 às 14:43
Anónimo,
Ninguém põe em causa que todo e qualquer cidadão possa pôr acções, cautelares ou outras, contra o Estado. Se forem de todo fundamentadas, pode inclusivamente o autor de tal iniciativa ser condenado a pagar uma indemnização por litigar de má fé (presumo que saiba).
Mas não estamos a falar de um qualquer cidadão. Estamos a falar do José Fernandes, actual vereador do BE, o qual estava já a preparar a sua escalada politica. Ou tem dúvidas de que esta acção, à semelhança de outras diatribes do sujeito, foram essenciais para ser chamado pelo Prof. Louçã!?
Cumprimentos
De tenho medo de dizer quem sou a 8 de Fevereiro de 2008 às 09:48
isa, aprenda a pensar pela sua cabeça
De
isa a 8 de Fevereiro de 2008 às 14:01
anónimo, que lindo nome..., acorde prá vida!
De tenho medo de dizer quem sou a 8 de Fevereiro de 2008 às 15:39
Ah, então o que tem contra o Sá Fernandes é um processo de intenções!... acho que agora foi claro. Rui, a sua certeza acerca das intenções do Sá Fernandes são só da sua responsabilidade. Como não tenho nada com isso... Mas, já agora, tenho, tenho muitas dúvidas sobre isso. Deixo-lhe a si as certezas.
Na minha opinião pessoal