De
PR a 27 de Março de 2008 às 12:23
E porque não sugerir aos comunistas o fim da luta de classes?
De Violetta a 27 de Março de 2008 às 12:31
Quem não se casava com o Rui Castro ou com o Nuno Pombo, era eu, livra...
how square can one be?...
A figura dita como "divórcio litigioso" é que acabou. Nunca o "divórcio em litígio", que esse vai continuar. Não conheço Rui Castro, mas penso que não é separado ou divorciado (para o caso tanto faz ), pois se o fosse repararia que nesta nova lei continua a existir um Juiz que decide tudo. Se existe um Juiz é porque há litígio a resolver, não será ?
Escusado debater consigo o resto, e desculpe, mas se não reparou que existe um juiz a decidir tudo, como poderá reparar em nuances e outras das novas leis (pelo que se diz ) ? Impossível. Quem não repara que existe um juiz, desculpe, não poderá reparar nas leis sequer. :-)
Atenciosamente,
Paulo Quintela
da direcção da Associação 26-4 , Pais Separados
http://serpai.no.sapo.pt/
De tenho medo de dizer quem sou a 28 de Março de 2008 às 12:09
Caro Paulo Quintela,
1. o facto de um juiz decidir a causa não implica que o divórcio seja litigioso. Passa, não obstante a instância competente, a pertencer a um dos processos de jurisdição voluntária, nos quais já se integrava o divórcio por mútuo consentimento, antes de terem entendido que um conservador podia substituir o poder judicial.
2. O facto de um dos cônjuges poder requerer o divórcio sem fundamento (e note-se que o fundamento podia ser uma causa objectiva, como a constatação da ruptura da relação matrimonial) implica, não só que o casameto passe a ser no plano civil um contrato com um vínculo muito frágil, como a absoluta desprotecção do outro cônjuge que, na ausência da possibilidade de provar a culpa alheia, vê afastados alguns dos direitos que a actual lei lhe confere.
Portanto, não só no plano dos princípios mais densos do ordenamento, mas também ao nível da justiça do caso concreto, a lei que se pretende aprovar é um perfeito absurdo. Mas como a intenção é destruir a sociedade tal como a conhecemos, o vale tudo ofusca a clareza com que os problemas devem ser abordados.
De
Pedro Sá a 28 de Março de 2008 às 10:04
Acabe-se mas é com o estado civil. As pessoas casarem-se ou não é apenas com elas e o Estado não tem nada a ver com isso.
De mick a 28 de Março de 2008 às 12:51
A moral católica do Rui Castr(ador) e a sua tendência incontrolável para a Culpa...
Mas quem é que quer ficar casado com quem não queira, ou quem quer ficar num casamento à força ?????
É tão simples como isso. Em que mundo vive esta gente?
É isso pázes, nada de castrações e de impor a moral da padralhada: que seja como o menino quiser e se houver filhos que se fodam ou que sejam adoptados por um 'casal' de paneleiros.
Na minha opinião pessoal