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Conservadorismo-liberal IV

por Francisco Mendes da Silva, em 16.05.08

Por acaso, o Disraeli sempre me pareceu bastante "liberal".

 

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De Fernando Barragão a 16.05.2008 às 15:16

Heh heh heh heh heh...

Permita que me ria só este bocadinho. É que o retrato é do outro mundo. Não é propriamente a ideia que tenho do Dizzy, plumas na cabeça and all that.
Desde já me penitencio por não ter conseguido linkar o post em condições. Espero, contudo, que possa ainda ser lido, nem que seja pelo putativo interesse que possa suscitar.
Adianto um pequeno "spoiler": Burke é relevante, mas é duvidoso que deva ser um modelo entre nós precisamente porque as tradições anglo-saxónica e europeia continental são distintas. E muitos têm aproveitado a ideia de "disposition" (Oakeshott, graças a Burke) para acolher, apaticamente, o programa que os revolucionários, pelo voto ou a tiro, têm imposto. Se nos limitamos a fruir aquilo que há (e tiro o chapéu a Ricardo Reis), então quem determina "o que há" são os outros. É um jogo das cadeiras: eles batem as palmas e tiram as cadeiras, e nós sentamo-nos. Quando tivermos recuperado parcialmente o fôlego (ou nem isso), o jogo recomeça. Creio que a metáfora foi cruelmente perceptível...

Cordialmente,

Fernando Barragão.

P.S. (salvo seja, credo): Obrigadíssimo pela publicação do bitaite. É uma honra, a sério.

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