Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

«Agora, o desemprego sobe mais entre as pessoas com curso superior e sobe mais entre os jovens!! (...) É por isso que, se há uma "imagem de marca" deste Governo, se há uma imagem que marca a governação desta maioria, ela é, sem dúvida, a marca do desemprego. Triste marca!
(...) O Governo só tem tido uma preocupação: por um lado, inventar desculpas, por outro, procurar culpados. E vai logo aos suspeitos do costume: a culpa já foi da "pesada herança", já foi dos sindicatos, já foi das leis laborais e até da Constituição, tendo passado, depois, para a conjuntura internacional»
José Sócrates, AR, 2 de Outubro de 2003
De Anónimo a 11 de Julho de 2008 às 19:24
Ahahahahhaha
É de facto espantoso. Se a demagogia fosse combustível, Portugal não tinha qualquer dependência externa quanto a isso.
Os meus parabéns também para os postais anteriores. Vocês hoje estiveram inspirados e prolíficos.
O Governo criou alguns milhares de postos de trabalho, tendo perdido outros tantos é verdade. Penso que se assistiu nestes 3 anos a um abrandamento do desemprego, o que significou a proliferação do subemprego e do emprego precário. Mas antes assim, do que desempregado, penso eu.
De Olha, ainda não me tinha alembrado disso a 14 de Julho de 2008 às 20:05
Oh Sr. Engenheiro, feitas as contas, isso até é muito bem visto.
De
Magude a 12 de Julho de 2008 às 11:53
Em resumo; a culpa, a culpa, é sempre dos "outros"!
De
jmvfaria a 12 de Julho de 2008 às 14:20
Marques mendes, 50 anos, 20 de parlamento. 2905 euros toda a vida. Chulos.
De
Restelo a 12 de Julho de 2008 às 23:51
Assim é que nem PENSAR em regressar...
No futebol e na política, o que hoje é verdade amanhã é mentira. Sócrates que o diga!
De
Jeronimo a 14 de Julho de 2008 às 17:45
Ainda bem que recupera o cartaz. Para desmentir de vez a questão da "promessa" de criação de 150k empregos. E espero que não seja necessário explicar a diferença entre promessas e objectivos.
Quanto à (in)acção do executivo no crescimento do desemprego: se não tivermos em conta o modelo produtivo da economia, a concorrência chinesa a que esse modelo mais está exposto, a fase de transição desse modelo para mais assente em maior valor acrescentado por oposição a baixo salários, talvez tivesse razão. Mas não tem, e se se recordar do que se passou com a Espanha há alguns anos, em que a taxa de desemprego roçou os 20% quando fizeram essa transição, verificará que os efeitos desta fase são inevitáveis.
De Olha, ainda não me tinha alembrado disso a 14 de Julho de 2008 às 20:02
Oh Sr. Engenheiro, pronto, então nesse caso já cá não está quem falou. Ou assim.
Na minha opinião pessoal