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por Carlos Nunes Lopes, em 07.08.08

«(...) Se se confirmar o cenário (hoje muito provável) de nenhum dos dois grandes partidos alcançar uma maioria confortável, a pressão de Belém para um entendimento será muito forte. Com "magistério de influência" ou, quem sabe, mesmo com um governo de iniciativa presidencial (...)»

in "O papel do PR, segundo Cavaco" por Pedro Duarte

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comentários

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De madr a 08.08.2008 às 01:24

Até agora as alianças feitas pelos partidos que governaram Portugal, PS e PPD /PSD, foram sempre com o mesmo: CDS/PP.
Estou convencida que assim vai continuar.
O número de tachos e de candidatos são sempre os mesmos, há muito que estão distribuídos os primeiros, só vão rodando, na vez, os segundos.
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De Nuno Castelo-Branco a 08.08.2008 às 13:24

Sampaio inaugurou a moda das dissoluções de parlamentos maioritários. Cavaco aproveitará a "jurisprud^wencia" quando bem entender ou for conveniente ao seu partido. É a principal pecha da república
No país vizinho, que se defronta com problemas de autonomias e separatismo, os governos cumprem integralmente os mandatos. A Espanha é uma Monarquia, tal como os outros países mais estáveis da UE.
Em Portugal o presidente é responsável, faz o jogo político, é parcial. Habituem-se...

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