Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007

é de mim...ou ela está mesmo muito mais gira?
«Cem mil visitas.Mais de cem mil visitas. Fantástico. Mas nem uma polémicazinha, um vilipêndio, uma altercação, uma insinuação...»
"Mas a minha desilusão, pior ainda, o meu problema, que me surgiu pela primeira vez desde que trabalho com o Access foi o aparecimento de tabelas com campos corrompidos, apagando conteúdos de umas entradas e colocando-os em campos de outras entradas. Nunca me aconteceu isto com nenhuma base de dados até agora (nem sequer no Beta) e por isso interrompi de imediato o uso das bases de dados em Access 2007 até mais ver." (Pacheco Pereira, no abrupto)
Há algum tempo escrevi aqui, a propósito do (para mim) surpreendente “The Queen” que a opacidade é uma característica injustamente desvalorizada nos nossos tempos.
Gostar, por princípio, da opacidade não significa que se despreze a transparência. Significa apenas que se dispensa a informação quando excessiva, supérflua, desnecessária. As pessoas tendem a achar que não são suficientemente gostadas, entendidas, apreciadas, a menos que o reconhecimento de tais sentimentos venha a reboque de manifestações festivaleiras e despudoradas. Mais, tendem a achar que o seu desagrado não se fará notar — e, consequentemente, não será devidamente processado pela contraparte e subsequentemente solucionado, sanado, apaziguado— sem um considerável jogo de fogos de artifício.
Não sou uma fanática da moderação, acho que a ponderação é essencial, mas que deve ser consequente e, no mais das vezes, levar-nos necessariamente a um ou outro lado das barricadas. Nas causas importantes, dificilmente aceito os apaziguadores que apreciam manter-se em cima do muro observando litígios. Contudo, no que diga respeito às manifestações várias de humanidade (afectos, vontades, desejos) e mesmo das posições ideológicas de cada um, defendo o exercício do pudor e da delicadeza das coisas.
Raras vezes a verbalização acrescenta grande coisa ao que um bom observador possa retirar da realidade. E a berraria não fará mais por um cego do que um bom filme explicativo fará por um surdo.

Mais de cem mil visitas, em três meses e três dias.
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100,025 |
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Average Visit Length |
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A ficha técnica pode ser consultada aqui

O secretário-geral do PSD, Miguel Macedo, acusou hoje o Governo de "apertar o controlo sobre a RTP", estação que considera estar a passar de "televisão pública a televisão oficial do Governo".
Quando o Presidente da Caixa Geral de Depósitos diz que “
até à data não recebemos nenhuma instrução do accionista referente a esta matéria”, deve-se ouvir “o Pinho ainda não me ligou”.
"Isabel dos Santos uma boa parceira angolana para investidores lusos" (Telex da Lusa reproduzido no Glória Fácil)
"(...) devo muito a Pedro Arroja na minha "conversão" ao liberalismo (...) Havia um professor de Economia que trabalhava os temas do momento de um modo completamente distinto. Desassombrado. Com uma lógica irrebatível. Por causa dos artigos de Pedro Arroja fui compelido a ler Hayek pela primeira vez. Depois nunca mais parei. Com o meu amigo Marcos Sousa Guedes, o mais versado de todos nós nesta "boa nova", um grupo de rapazes ficava até altas altas horas da noite a discutir a forma liberal de encarar o mundo. Foi aí, julgo, que se moldou grande parte daquilo que sou (...) Mas quando descrevi a posição liberal-libertária e, sobretudo, citei Pedro Arroja, rebentou um tumulto. Fui ameaçado, insultado, punhos furiosos agitaram-se no ar, o barulho era ensurdecedor e não consegui terminar (...) Pedro Arroja inquietou, incomodou e interpelou as consciências, num país adormecido. Que permanecia (...) bovinizado. Parte da geração a que pertenço refere-se-lhe como aquele que teve a ousadia de ser o primeiro. Muitos outros vieram depois.
Mas Pedro Arroja ainda aí está..."
P.S. Prémio a quem adivinhar a autoria de tão bonita homenagem.
António Menezes Cordeiro em entrevista
"Uma OPA ganha-se com dinheiro, não com argumentações jurídicas"
Professor catedrático de direito, foi consultor do BCP na OPA ao Banco Português do Atlântico, afirma que o resultado da assembleia geral extraordinária, dependerá de um só factor: dinheiro.
No ano lectivo 2005-2006, o gabinete de Segurança do Ministério da Educação, recebeu 326 queixas de agressões contra professores dentro da escola e 64 denúncias de violência contra docentes nos acessos escolares.
Ontem, os alunos apanhavam dos professores. Hoje, os professores apanham dos alunos, apanham dos pais dos alunos e apanham dos avós dos alunos. Estamos a criar uma geração de estafermos.
"Até porque a proposta ontem entregue, como fizeram questão de defender Martins, Bernardino Soares (pelo PCP) e Helena Pinto (pelo BE) é uma tradução "equilibrada" do resultado do referendo de 11 de Fevereiro e que resulta de um "consenso" alargado." (dn)
"Quem diz que é o futebol que "gera violência" ou é parvo ou é paneleiro." (el pibe)
O presidente do Partido Popular de Arcos de Valdevez afirmou hoje que vai entrar em greve de fome até que Correia de Campos recue na decisão de fechar o serviço de urgência do centro de saúde do concelho.
Num referendo (sobre o Aborto) não vinculativo, perante a vitória do sim (mas onde uma % suficiente para eleger um governo - 40% - votaram não), e onde parte da abstenção se deveu a indecisão sobre a posição a adoptar, esperava-se do PS uma atitude mais responsável e democrática na elaboração do projecto-lei sobre o Aborto. Com referido projecto acordado com a esquerda esqueceram-se as convicções de uma larga maioria da população, e projecta-se uma lei desequilibrada e divisionista. Optou-se por impor a posição de um grupo mais “militante” que não reflectirá a posição da maioria (incluindo os que votaram sim e não). Optou-se por privilegiar a maioria parlamentar face a realidade do País. Assim sendo, cria-se um perigoso precedente, uma nova maioria eleita na Assembleia da Republica terá toda a legitimidade para alterar a lei do aborto, tornando-a mais restritiva e consensual.
PS Num exercício de total falta de intenção, o jornal “Publico”, na sua rubrica “Sobe e Desce” dá nota alta à solução do acordo à esquerda com o ostracismo ao PSD e CDS.
Conseguir o pleno à esquerda é nitidamente mais fácil, menos corajoso, mais superficial e menos democrático. Por isso merece nota máxima do “Publico. Estamos esclarecidos!!!
Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

Lisboa não é Chicago mas às vezes parece. O Insurgente faz dois anos. Estão de parabéns os Insurgentes.
Nota: Saudações especiais do Pedro Marques Lopes para o André Azevedo Alves.
Mais de metade dos portugueses apoiam o país mesmo quando este toma decisões erradas, o que os torna, por exemplo, mais nacionalistas que os norte-americanos, indica um Estudo sobre Identidade Nacional que será divulgado quarta-feira em Lisboa.
Hmm, será que isso faz deles mais nacionalistas do que os americanos, ou simplesmente mais estúpidos? E, claro, digo deles porque eu estou sempre com a minoria (entre o táxi e os 16 % no tempo do Pires) que perde eleições, referendos e outras consultas populares.
Rui Mendes só suspenderá protesto se Governo recuar
Líder da Concelhia do CDS-PP em greve de fome
pelas urgências de Arcos de Valdevez 
27.02.2007 - 19h47 Lusa
ADOLFO MESQUITA NUNES, ALAÍDE COSTA, ALEXANDRE BORGES, ALEXANDRE SOARES SILVA, ANDRÉ ABRANTES AMARAL, ANDRÉ AZEVEDO ALVES, BERNARDO PIRES DE LIMA, BRUNO ALVES, BRUNO VIEIRA AMARAL, CARLA HILÁRIO QUEVEDO, CARLOS QUEVEDO, CONSTANTINO XAVIER, DAVID LOURENÇO MESTRE, FÁTIMA VIEIRA, FRANCISCO MENDES DA SILVA, GONÇALO REIS, HENRIQUE BURNAY, HENRIQUE RAPOSO, JOÃO LUIZ NEVES, JOÃO MIRANDA, JOÃO MARQUES DE ALMEIDA, JORGE MADEIRA, JOSÉ NUNES,
LAURA ABREU CRAVO, LUCIANO AMARAL,
LUCY PEPPER, LUÍS CARMELO, MANUEL FALCÃO, MIRIAM ASSOR, NUNO GAROUPA, PAULO CASACA, PAULO PINTO MASCARENHAS, PAULO TUNHAS, PEDRO MARQUES LOPES, RITA BARATA SILVÉRIO, RICARDO GROSS, RODRIGO MOITA DE DEUS,
RUI RAMOS, SÉRGIO H. COIMBRA, TIAGO CAVACO,
TIAGO GERALDO, VASCO RATO E VÍTOR CUNHA
PS: JOÃO PEREIRA COUTINHO fez gazeta e foi a Espanha em digressão. Volta no próximo.

"Alberto Costa quer cobrança de dívidas fora dos tribunais"
Hermínio Brioso disse à Lusa que desde 1997, altura em que ingressou na instituição, que se sabe que a Universidade não está bem, mas considera que situações como esta levam ao «descrédito total» da instituição.
Hermínio Brioso, presidente da associação de estudantes da Universidade Independente. Ele conhece melhor que ninguém os problemas da Universidade. É aluno há quase uma década.
O episódio das urgências é bem mais importante do que possa parecer. Até hoje, e com excepção significativa do caso das maternidades, ainda assim com outra dimensão, Sócrates tratou de transformar os seus confrontos em guerras entre o bem e o mal, o certo e o errado. De um lado, sempre um governo reformista, incapaz de se retrair perante os interesses instalados. Do outro, os ditos interesses instalados, os malandros. As sagas têm sido quase sempre iguais. Sócrates e os professores preguiçosos, Sócrates e os médicos gananciosos, Sócrates e os juízes calões, Sócrates e os funcionários públicos que ganham muito e não fazem nenhum. A estratégia foi quase sempre esta. Até agora. Desta vez do outro lado não estavam maus, ricos, famosos ou poderosos. Estavam uns desgraçados que o azar fez nascer e viver nos confins (ou nem tanto, o Montijo não é exactamente no fim do mundo).
E foi essa a novidade que obrigou Sócrates - ou Correia de Campos por ele - a ceder. Considerando que o Governo pensou antes de agir (uma presunção elidível), o caso das urgências revela que quando o adversário não é diabolizável, Sócrates cede.
Irremediavelmente, este foi o primeiro de muitos confrontos assim.
(Cláudio Ramos em momento intimista roçando o poético. "o entusiasmo da novela da noite" é de antologia)
(Cláudio Ramos)
Primeiro episódio
Eram 17:00 do dia 20 de Janeiro. No número 11 da Avenida António Augusto de Aguiar, Pedro Cruz subiu no elevador para ver as obras embargadas no apartamento. Levou duas pauladas e quinou. Paulo Cruz era um benfiquista ferrenho e excelente pianista. Reunia com os amigos às quartas-feiras para jantares e provas de vinho.
A mulher, Maria das Dores, não viu nada. Grande como um tonel, Maria das Dores preferiu subir setenta e nove degraus porque “sofre de claustrofobia”. Comoção geral. Pobre viúva. “Nem Pasolini se lembraria de fazer um filme destes”, declara com erudição o amigo da família José Castelo-Branco (o próprio).
Segundo episódio
O filho de Maria das Dores, David Mota (com dois “t”s), vem dos estados unidos consolar a mãe e chorar a morte do padrasto. De David dizem ser “um jovem brilhante, inteligente e que percebe imenso de moda”. Amigo do cabeleireiro Duarte Menezes, o jovem passeava-lhe muitas vezes o cão. Nem por isso teve vida fácil “O pai ajudou-o sempre mas queria distância por causa dos seus maneirismos e, o padrasto, não concordava com o seu estilo de vida tendo sempre ficado muito distante dele”, contou um amigo. Talvez por isso David Mota (com dois “t”s) instalou-se em Nova Iorque para trabalhar como produtor de moda na revista ‘Vogue’, com dinheiro que lhe foi dado pelo pai. Sim, o pai. David confidenciava aos amigos, "o seu progenitor não era um milionário, mas era um homem abastado que não lhe deixava faltar nada".
Terceiro episódio
Alguns dias depois do homicídio, a polícia descobre nas mãos do motorista a arma do crime ainda suja com o sangue do patrão. No extracto da conta de telemóvel de Maria das Dores, a chamada fatal para o serviçal poucos segundos antes do crime. Poucas dúvidas restavam: Maria das Dores era a mandante do crime. Em causa, o anunciado divórcio do marido que a deixaria sem cheta.
Quarto episódio
E pronto. David Mota (com dois “t”s), tem de regressar para os Estados Unidos. Não sem antes se queixar, em entrevista, de ter sido abandonado pelos amigos. Pedro Caldeira, o “leal companheiro” responde-lhe, também em entrevista: “não me interessa ter o David como amigo”. David era um homem cada vez mais sozinho. E sua mãe também. Até o cabeleireiro, Duarte Menezes, disse à imprensa que estava numa “pausa” na amizade. Pausa na amizade. A verdade é que a relação entre ele e a família Cruz/Mota (com dois “t”s) nunca mais foi a mesma desde que o pequeno David lhe trocou os passeios do cão por Nova Iorque.
Mais fiel foi José Castelo-Branco. Mesmo sabendo das acusações que faziam à amiga Maria das Dores, tratou de visitá-la na prisão de Tires. Fora do horário de visita e numa sala especial. Cortesia do director.
Quinto episódio
Fraco consolo. Poucos dias depois, nova punhalada nas costas de David Mota (com dois “t”s). Desta feita o próprio pai, senhor Mota (só com um “t”) que, em entrevista, nega ser “abastado”. Afirma ser um “simples professor” pouco incomodado com os “maneirismos” do filho mas chateado por este lhe ter palmado 150 mil euros para financiar a ida para Nova Iorque.
(queria agradecer ao
Correio da Manhã sem o qual nada disto teria sido possível)

"A presidente da Câmara de Felgueiras, Fátima Felgueiras, considerou hoje em Tribunal que é «normal» que os partidos tenham contas paralelas (também conhecidas por sacos azuis) para as campanhas eleitorais, mas negou ter praticado quaisquer ilegalidades." (in DD)
Eu não gosto de Zeca Afonso. Serei fascista? Eu gosto de Dexy's Midnight Runners, Manic Street Preachers, Woody Guthrie, Billy Bragg e Housemartins. Serei comunista? Daniel, ajuda-me.
...e toca é a dar os parabéns ao Insurgente pelos dois anos. Sou insuspeito, porque nem sequer os conheço, mas considero o blog realmente muitíssimo bom.
E agora, o meu insulto à arte preferido.
Viva Verdi,
Viva Vittorio Emmanuele, Re d’Italia:
Ah torna Israello,
torna alle gioie del patrio suol!
Sorga al tuo Nume tempio novello...
Ei solo è grande, è forte Ei sol!
L'empio tiranno Ei fe' demente,
del re pentito diè pace al sen...
d'Abigaille turbò la mente,
sì che l'iniqua bebbe il veleno!
Ei solo è grande, è forte Ei sol!...
Figlia, adoriamlo prostrati al suol.
Giuseppe Verdi, Nabucco
Em toda parte baqueia
A muralha imperialista
Na ponta duma espingarda
Os povos da Indochina
Varrem da terra sangrenta
Os fantoches de Kissinger
Zeca Afonso, os Fantoches de Kissinger
Ter, como alguns ou quasi todos os srs. deputados, uma opinião na camara e uma opinião differente nos corredores de S. Bento, ter ainda além d'isto uma opinião para o Chiado e outra para a cova em que se reune o partido,—isto não é digno nem honesto.
Eça de Queiroz, As Farpas
"As construções do Estado multiplicam-se a olhos vistos, porém as paredes estão nuas como os seus muros, como um livro aberto sem nenhuma história para o povo ler e fixar."
José de Almada Negreiros
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Alfredo Keil, A Portuguesa
Grécia, Roma, Cristandade,
Europa -- os quatro se vão
Para onde vai toda idade.
Quem vem viver a verdade
Que morreu D. Sebastião?
Fernando Pessoa, Mensagem
Sou pueril, libertino e duro de ouvido. Sou rude, rufia e forcado de modos. Não percebo nada de cultura. Não percebo nada de arte. Só um espírito árido, como o meu, se lembraria de alguma vez atribuir significado político à manifestação artística. Haja quem saiba corrigir!


Maori nationalists called on the government to limit the number of immigrants from Britain.

Gore's home uses more energy than 20 times the national average.
O meu momento preferido da discussão sobre Zeca Afonso é quando se conclui que se a Direita não aprecia é porque é culturalmente grunha e politicamente incapaz de distinguir a arte da política. E quando o põe a tocar, é porque se quer apropriar vergonhosamente do texto político e de intervenção. Que se lixem todos, ouço quem quiser e não faço tenções de prestar contas nem pedir desculpas. Pagos os direitos de autor, não aceito a propriedade ideológica da arte.
Espaços onde se pode respirar?

Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007
"Não que dê pra culpar muito. Devem entender tanto do que seja direita quanto eu entendo de Hare Krishnas; e se um amigo meu virasse Hare Krishna eu até perdoaria, mas também não ia querer andar com os amigos Hare Krishnas dele."
A.S.S., Esq.
Não vi muitos dos filmes de ontem, mas vi Babel e gostei. Gostei muito. Não é sobre a globalização, nem sobre as dificuldades de comunicação – para mim não é, quero eu dizer. Ou talvez seja e talvez seja aí que não resultou tão bem (daí o merecido entusiasmo com que a cena da rapariga muda na discoteca é referida). O que faz de Babel um filme magnífico é o recordar da nossa incapacidade para dominar as tragédias que provocamos sem querer. Somos culpados do mal que não queremos. Babel não é sobre o mal, é sobre os nossos erros e a impossibilidade frequente de evitar as suas consequências. Ninguém ali queria aqueles resultados, mas ninguém ali é inocente. O mal nem sempre é um acto de vontade. É isso que causa angústia.

Jantar
revista Atlântico/
31 da Armada. Algures em Janeiro. O fotógrafo, tipicamente bairro-altense, é Alexandre M. Carvalho.

Fotografia de Paulo Portas tirada na próxima quarta-feira.