Segunda-feira, 31 de Março de 2008

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:52
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Espécie de minhoca pode ter sido primeiro animal a fazer sexo

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 11:59
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nem tudo são más notícias:

Milhares de multas, na maioria relacionadas com a actividade das polícias de trânsito, prescrevem hoje.

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 11:47
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Orsi Fehér é húngara. Orsi Fehér não sabe falar português.Orsi Fehér apresenta o programa Fama Show na SIC. Ao contrário de outras apresentadoras Orsi Fehér tem desculpa para não saber falar português.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:38
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António Borges apontou o dedo. Manuel Pinho negou. Todos acreditamos na palavra do ministro.
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:11
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A visita de Sarkozy a Londres, na semana passada, foi a primeira de um presidente francês em 12 anos. Este facto, apenas, seria suficiente para perceber o seu significado. Desde sempre que o chamado eixo Franco-Alemão é considerado o motor da União Europeia. E desde a sua entrada que o Reino Unido é tido como um outsider da "Europa", que está dentro mas não está de corpo e alma, não quer estar e que os principais dirigentes europeus também não parecem querer que esteja. Para além da sua relação de enorme proximidade com os Estados Unidos, os continentais também não apreciam a sua preferência pelo mercado aberto, pela concorrência, pela livre iniciativa e pelo comércio. Resumidamente, o Reino Unido, mesmo governado pelo Labour, é liberal no comércio e na economia em geral, enquanto que o continente, mesmo quando tem governos ditos de direita, é proteccionista no comércio e social na legislação económica e, muito especialmente, na legislação laboral. É por isso que esta visita é tão significativa. Depois ter tentado reduzir alguma da tensão entre si e Angela Merkel, Nicolas Sarkozy foi procurar o braço de Brown. Se for eficaz - e nos discursos foi, e muito - se conseguir com este gesto aproximar a "Europa" do Reino Unido e o Reino Unido da "Europa", se conseguir que os britânicos acreditem que eles são necessários às reformas que fazem falta no continente, Sarkozy pode ter lançado as bases para um novo motor europeu, um eixo Londres-Paris-Berlim. Seria uma Europa mais Atlântica, mas responsável pela sua defesa, mais livre no comércio e liberal na economia, mais disponível para exercer uma influência real no Mediterrâneo e no conflito do Médio Oriente. Seria melhor.

Como de costume, no Meia Hora desta segunda-feira

publicado por Henrique Burnay às 09:13
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Na Foto: Karolina Kurkova; © Foto: ?
 



Repost daqui

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:52
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Sexta-feira, 28 de Março de 2008
O primeiro-ministro afirmou hoje que uma descida de impostos «é sempre desprezível para quem é rico mas não para quem é pobre» (sic), garantindo que a redução do IVA terá efeitos benéficos na economia, nos preços e nas expectativas.

É óbvio. O primeiro-ministro tem razão. A partir de Julho, uma mulher pobre que se dirija a uma loja Camper – marca muito popular entre empregadas de limpeza – para adquirir este modelo - um best-seller entre a classe profissional pelo conforto e durabilidade - já não terá que desembolsar a elevada quantia de 99 euros. Apenas 98,18 euros. Uma redução de 0,82 euros, portanto. Tendo em conta que, em média, uma mulher pobre que trabalhe nas limpezas adquire este bem de primeira necessidade cerca de 4 vezes por ano (são duráveis mas não aguentam assim tantas escadas e pavimentos abrasivos como, sei lá, uns Tod’s), estamos a falar, caros leitores, de 3,28 euros (4 x 0,82 euros) a menos no orçamento anual de uma família. As expectativas estão, por isso, ao rubro. Os efeitos benéficos na economia serão evidentes. Os preços dos bens essenciais darão um trambolhão. A malta vai fingir que a taxa de 21% abrange os bens essenciais que os pobres avidamente consomem. E eu adoro este primeiro-ministro.

twins camper
publicado por Carlos do Carmo Carapinha às 16:58
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Stojkovic: Sou o melhor guarda-redes da Europa
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:51
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Mário Soares: "descida do IVA prestigia o país e o Governo, na União Europeia e no mundo"
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:45
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publicado por Rui Castro às 09:13
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Aqui fica a 1.ª parte do polémico filme que o deputado holandês Geert Wilders publicou na net, depois das distribuidoras se terem recusado a colocá-lo nos cinemas.


publicado por Rui Castro às 09:11
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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Até que ponto aquela professora não é responsável por um caso de mobile jacking?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:20
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Nunca se falou tanto em Carolina Michaelis.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:18
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De todo este caso da escola Carolina Michaelis o mais absurdo é a professora ter tirado cinco ou seis dias para se recompor do "incidente".
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:16
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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 15:55
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© Foto: katenadine

Muito por “culpa” dos vossos conselhos, e atentando à vivacidade do olhar e à fama da esperteza da raça, decido ter uma “conversa séria”, com vista a dissuadi-lo do mal, com o mafarrico que assombra a casa da minha irmã:

 

– Cão MAU! Cão MUITO MAU! Cão MUITO, MUITO MAU!... Percebes?!


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 15:20
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O João Miranda explica-nos que o activismo tibetano é “separatista”. Separatista. Separatista de separar. Separatista de desunir o que é uno. Separatista de dividir o que é indivisível. Separatista.

Xiéxie e um abraço amigo da grande pátria reconhecida.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:10
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Aluna que agrediu docente vai ser transferida
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:49
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Esta coisa do divórcio simplex é um erro de comunicação política. Na prática esta é uma medida que nenhum homem casado pode apoiar publicamente.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:38
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A agenda dos políticos anda animada. Ainda não havíamos digerido a prebenda da redução do IVA e somos agora brindados com mais um capítulo da saga «A Revolução dos Costumes». Neste episódio, o BE, quero dizer, o PS promete acabar com o divórcio litigioso. Não me parece mal. Acabe-se com tudo quanto seja litigioso. O litígio é intrinsecamente mau. É altercação. Dissídio. Conflito. Desordem. Disputa. Confronto. Antagonismo. Bem andam os nossos políticos quando se preocupam com a paz. A paz no mundo começa em nossas casas. E a paz constrói-se com o fim da guerra. Promovendo-se o ocaso do "litigioso", franqueiam-se as portas ao florescimento radioso do "amistoso". E isso é que é bom.
Contudo, importa ir mais longe. A verdadeira fonte do litígio não é tanto o divórcio. É o que está a montante dele: o próprio casamento. A padralhada andou a convencer-nos de que o casamento era um sacramento. Foi preciso virem os libertários iluminados dizer que não. Que era um contrato. O Código Civil - mas ainda não o Canónico - estabelece o casamento como um contrato. Um contrato, ou seja, um negócio jurídico bilateral. Com dois intervenientes (e porque não 3 ou 4? Malandros! ou porque não só 1? Por que carga de água não me posso casar comigo mesmo? se até já há sociedades unipessoais???) De sexo diferente (cambada de sexistas castradores das legítimas aspirações contratuais dos cidadãos!). Como se vê, o casamento é uma instituição potenciadora de conflitos. De sacramento a contrato. Agora de contrato a coisa nenhuma. A deputada Helena Pinto, com aquele ar esclarecido que o Criador lhe estampou na cara, tem toda a razão. Era o que faltava que um dos cônjuges (tecnicamente também chamados "contraentes") pudesse impor ao outro (tecnicamente "contraparte") a manutenção do casamento (tecnicamente "contrato"), unilateralmente (vulgarmente "porque lhe dá na bolha"!). Isso de dar a uma das partes de um contrato o direito de impor o seu cumprimento à contraparte ou de extrair consequências do seu incumprimento é uma coisa do além!!! Isso mesmo, Helena. Era o que faltava! Tens toda a razão! Não te esqueças de explicar isso aos sindicatos e aos tribunais de trabalho, também. Temo que eles não percebam, coitados.
Daniel Oliveira, quando fores definitivamente absolvido avisa. Gostava de poder chamar "palhaços" a uns tantos deputados... e deputadas. (Nuno Pombo)

publicado por Rui Castro às 12:01
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Os impostos indirectos quando sobem dificilmente descem, mesmo que as taxas descam, pela simples razão de que os comerciantes, que são quem os cobra, não vão alterar os preços. O café, o metro de tecido, a mesa, o par de claças... vão continuar a custar exactamente o mesmo. É por isso que subir impostos indirectos é perigoso: são aumentos que permanecem. Claro que onde é visível, onde é exibido e quase cobrado à parte, no carro novo, na oficina, nos bilhetes, se vai reduzir o seu valor, mas onde já estava integrado no preço, vai lá ficar, como se nada tivesse acontecido. A menos, claro, que alguns comerciantes usassem esta descida como estratégia comercial. Mas não consta que isso abunde pela Pátria.
Contra a baixa dos impostos, eu? Não, não, não. Apenas a registar que a descida do IVA anunciada não vai acontecer porque os comerciantes vão engolir o IVA descido. Por isso é que nunca devia ter subido.
Já agora, e que tal descer o ISPP (produtos petrolíferos), que tem subido em termos reais por causa do aumento do preço do petróleo, fazendo com que o Estado encaixe milhares com a "crise" petrolífera?

publicado por Henrique Burnay às 08:51
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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

José Sócrates não afasta nova descida de impostos no próximo ano (26/03/08, in Público)

vs

Sócrates: quem fala em baixar impostos demonstra "leviandade e irresponsabilidade" (14/03/08, in Público)

Já houve quem, como eu, lhe tivesse chamado mentiroso, aldrabão, etc... Estou, no entanto, cada vez mais convencido de que se trata simplesmente de uma pessoa doente, muito doente.


publicado por Rui Castro às 19:01
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Jennifer Aniston


publicado por Rui Castro às 18:58
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Halle Berry


publicado por Rui Castro às 18:49
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(Scarlett Johansson)


publicado por Rui Castro às 16:07
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(Jessica Alba)


publicado por Rui Castro às 16:01
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Metade dos apoiantes de Clinton e Obama falam do facto de a sua eleição ser uma novidade na política americana. Respectivamente a primeira mulher ou o primeiro (preto/negro/afro-americano - escolha) a presidir aos Estados Unidos. Mas ninguém sublinha o facto que McCain seria o mais velho presidente à data da sua primeira eleição. Esse detalhe, num tempo em que a idade é tão maltratada também podia ser bandeira. Raios parta a direita que nunca se sabe vender em versão politicamente correcta.  


publicado por Henrique Burnay às 11:36
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Terça-feira, 25 de Março de 2008

A minha rua é a mais bonita da cidade. Atrever-me-ia a dizer do país, mas sei que é, apenas, uma afirmação subjectiva e emocional. Nela, modestas casas térreas misturam-se com antigas Villas numa dimensão humana que lhe confere harmonia.

Nesta altura do ano predominam os cheiros das rosas e das camélias, e o cantar do cuco e o chilrear dos pássaros são uma melodia constante. À noite, intensificam-se os odores, mas alteram-se os sons: o silêncio é cortado de vez em quando pelo ladrar, ao longe, de um cão, pelo movimento rápido de algum pequeno animal, pelo ciciar das árvores e dos arbustos.

Certa vez, a lua pairava alta no céu, alterei o caminho costumeiro que me leva do lugar onde estaciono o carro, a casa, seguindo pela travessa que ladeia o minúsculo quarteirão que os separa. Do lado direito, uma enorme casa – outrora palco de tertúlias literárias e serões ao piano – parece adormecida no tempo e na vida, num silêncio de cortar o coração a quem ainda, como eu, se recorda destes reconfortantes encontros. Espreito-lhe, saudosa, o frondoso jardim, miro-lhe, entristecida, as imponentes árvores seculares, adivinho-lhe, ao fundo os contornos do granito… e eis que surgido do nada, na noite escura e sombria, apenas iluminada pelo luar, qual conto de fadas, avisto um enorme coelho branco. Esfrego, incrédula, os olhos, recuo dois passos surpreendida, para logo os avançar em mais do dobro movida pela curiosidade e pelo encanto. Ele fita-me, alvo como um floco de neve, macio como um tufo de algodão, os olhos rubros como dois rubis. Estendo a mão e ele aproxima-se confiante, beija-me, ao de leve, os dedos, delicadamente, como um príncipe cortês, sedento de companhia, de uma boa conversa, quem sabe. Relembro, automaticamente, o antigo proprietário da casa, um “homem das leis”, alto e magro, de farta cabeleira branca, e quase acredito que me encontro numa história para crianças e que, por um feitiço qualquer, é perante ele que estou, agora transformado nesta espécie de roedor.

Nas noites seguintes não voltei a ver o misterioso coelho. Nem nos dias que se seguiram. E cheguei a duvidar do que os meus olhos presenciaram.

Os meses passaram e com eles as estações do ano e quase me esqueci deste surreal episódio. Mas, hoje, voltei a contrariar o costumeiro caminho que me leva a casa e a subir a travessa que ladeia a enorme casa desabitada. Não ia sozinha e relembrei a história a quem me acompanhava. Escarneceu, zombou, gargalhou, duvidou da minha sanidade mental à altura, mas estacou surpreendido, tão incrédulo como eu, quando o avistou: ao enorme coelho branco dos olhos encarnados.

Tive a certeza que não é um príncipe o coelho alvo que se atravessou no meu caminho (se o fosse, jamais teria aparecido também à outra pessoa). Contudo, estou certa de que tenho o privilégio de viver num conto de fadas e sinto-me uma verdadeira Alice na rua das maravilhas da Foz do Douro por morar onde, no meio da cidade poluída e barulhenta, cantam os cucos, florescem as camélias, e de vez em quando, aparecem até coelhos misteriosos.


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 21:22
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9. The Former U.S.A. will adopt UK prices on petrol (which you have erroneously been calling gasoline)-roughly $6/US gallon. Get used to it. 
 
10. You will learn to make real chips. Those things you call French fries are not real chips, and those things you insist on calling potato chips are properly called crisps. Real chips are thick cut, fried in animal fat, and dressed not with catsup but with vinegar. 

 
11. The cold tasteless stuff you insist on calling beer is not actually beer at all. Henceforth, only proper British Bitter will be referred to as beer, and European brews of known and accepted provenance will be referred to as Lager. 

South African beer is also acceptable as they are pound for pound the greatest sporting Nation on earth and it can only be due to the beer. They are also part of British Commonwealth - see what it did for them. 

 
12. Hollywood will be required occasionally to cast English actors as good guys. Hollywood will also be required to cast English actors to play English characters. 

 
Watching Andie McDowell attempt English dialogue in Four Weddings and a Funeral was an experience akin to having one's ears removed with a cheese grater. 

 
13. You will cease playing American football. There is only one kind of proper football - you call it soccer. Those of you brave enough will, in time, be allowed to play rugby (which has some similarities to American football, but does not involve stopping for a rest every twenty seconds, calling for a tweebie "free catch", or wearing full kevlar body armour like a bunch of nancies). Don't try Rugby - the South Africans and Kiwis will thrash you, just like they regularly thrash us. 

 
14. Further, you will stop playing baseball. It is not reasonable to host an event called the World Series for a game which is not played outside of America . Since only 2.1% of you are aware that there is a world beyond your borders, your error is understandable. 

You will learn cricket, and we will let you face the South Africans first to take the sting out of their deliveries. 

 
15. You must tell us who killed JFK. It's been driving us mad. 

 
16. An internal revenue agent (i.e. tax collector) from Her Majesty's Government will be with you shortly to ensure the acquisition of all monies due (backdated to 1776). 

 
17. Daily Tea Time begins promptly at 4 pm with proper cups, never mugs, with high quality biscuits (cookies) and cakes; and, of course, strawberries in season. 

 
God save the Queen. 

 
Only He can. 

 
John Cleese


publicado por Rui Castro às 16:30
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1. Then look up aluminium, and check the pronunciation guide. You will be amazed at just how wrongly you have been pronouncing it. 


2. The letter 'U' will be reinstated in words such as 'favour', "humour", "lanour" and 'neighbour.' Likewise, you will learn to spell 'doughnut' without skipping half the letters, and the suffix -ize will be replaced by the suffix -ise. 
 
Generally, you will be expected to raise your vocabulary to acceptable levels. (look up 'vocabulary'). 

 
3. Using the same twenty-seven words interspersed with filler noises such as 'like' and 'you know' is an unacceptable and inefficient form of communication. 

 
There is no such thing as US English. We will let Microsoft know on your behalf. The Microsoft spell- checker will be adjusted to take account of the reinstated letter 'u' and the elimination of -ize. You will relearn your original national anthem, God Save The Queen. 

 
4. July 4th will no longer be celebrated as a holiday. 

 
5. You will learn to resolve personal issues without using guns, lawyers, or therapists. The fact that you need so many lawyers and therapists shows that you're not adult enough to be independent. 

 
Guns should only be handled by adults. If you're not adult enough to sort things out without suing someone or speaking to a therapist then you're not grown up enough to handle a gun. 

 
6. Therefore, you will no longer be allowed to own or carry anything more dangerous than a vegetable peeler. A permit will be required if you wish to carry a vegetable peeler in public. 

 
7. All American cars are hereby banned. They are crap and this is for your own good. When we show you German cars, you will understand what we mean. 

 
8. All intersections will be replaced with roundabouts, and you will start driving on the left immediately. At the same time, you will go metric - without the benefit of conversion tables. 

Both roundabouts and metrication will help you understand the British sense of humour. 


publicado por Rui Castro às 16:15
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(recebido por e-mail)

To the citizens of the United States of America : 
In light of your failure to nominate competent candidates for President of the USA and thus to govern yourselves, we hereby give notice of the revocation of your independence, effective immediately. 

Her Sovereign Majesty Queen Elizabeth II will resume monarchical duties over all states, commonwealths, and territories (except Kansas , which she does not fancy). 

Your new prime minister, Gordon Brown, will appoint a governor for America without the need for further elections. 

Congress and the Senate will be disbanded. 

A questionnaire may be circulated next year to determine whether any of you noticed. 

To aid in the transition to a British Crown Dependency, the following rules are introduced with immediate effect: 

You should look up 'revocation' in the Oxford English Dictionary.


publicado por Rui Castro às 16:01
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A propósito da perigosa viagem que Hillary Clinton fez à Bósnia nos anos 90. Dedicado ao meu querido João Villalobos, fã incondicional da candidata democrata.


publicado por Rui Castro às 15:03
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Ser o país que mais pessoas executa anualmente, continuar a haver prisões políticas e ataques a advogados, o sistema judiciário não ser independente, haver trabalho forçado, não haver liberdade de expressão nem de religião, haver campos de concentração (os Laogai), haver minorias étnicas em regiões do tamanho de países em constante opressão, não haver liberdade de imprensa nem de acesso à internet, isso não comove. Mas dar porrada nos monges tibetanos, ai isso é que não. Já nem apetece ir aos Jogos Olímpicos.

 

 

Antes que entendam mal, nesta vocação para se comover com o que está na moda o que me irrita é a moda, não é a comoção.


publicado por Henrique Burnay às 11:47
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Raúl Castro aprova venda de computadores aos cubanos
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:22
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Terça-Feira. Onze da manhã. Dia de trabalho. O forum é sobre violência nas escolas. Mais de metade dos participantes são professores.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:12
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Segunda-feira, 24 de Março de 2008

O problema das finanças não é com os noivos. O problema das finanças é com as empresas que prestam serviços aos noivos. Daí que seja pertinente perguntar: para quê chatear os noivos?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:55
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China acusa: Dalai ‘aliado de terroristas’
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:52
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Se o Tratado de Lisboa sobreviver a irlandeses, polacos e outras eventualidade e entrar em vigor no próximo ano, as eleições europeias de 2009 trazem uma enorme novidade. Pela primeira vez o presidente da Comissão Europeia terá de ser do partido com mais Deputados no Parlamento Europeu (previsivelmente o Partido Popular Europeu). Esta novidade (com Barroso foi assim mas não tinha de ser) pode ser o pretexto para que as eleições europeias passem a ser sobre temas europeus e não apenas, ou sobretudo, um ajuste de contas nacional. Mas isso implicaria saber-se quem seria o candidato de cada partido (dos populares e dos socialistas europeus, que são os únicos que podem ter essa ambição). Para já fala-se da possibilidade de Barroso. Se fosse – e essa possibilidade está longe de estar certa -, em 2009, para votar em Barroso seria necessário votar contra Sócrates e o PS. O que implicará que, provavelmente, em algum momento o governo português deixará cair o “porreiro, pá” e começará a fazer umas críticas ao actual presidente da Comissão, para dar a entender que ser português é bom, mas não ser socialista é pior.
Mas, se o presidente da Comissão europeia for do PPE, de que partido será o presidente do Conselho (essa figura mistério cuja função e peso ainda estão por perceber)? Merkel, terá dito que deve aplicar-se a mesma regra e escolher alguém da cor da maioria dos governos dos 27. Alguns socialistas reclamam por equilíbrio na distribuição dos lugares. Para já sabe-se pouco, mas percebe-se que há muita agitação. Entretanto, Barroso, vai fazendo o seu caminho. E em 2009 corre o risco de ser o candidato de Menezes contra Sócrates. É a Europa. 

No Meia Hora de hoje

publicado por Henrique Burnay às 12:07
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Um toque de persa fica sempre bem num blog com pretensões universalistas. Feliz Ano Novo, portanto, com 3 dias de atraso. (Finalmente um povo que começa o ano numa altura lógica, o primeiro dia da Primavera. Já gosto mais deles e tudo)    

publicado por Henrique Burnay às 10:11
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Noivos obrigados a dar informações ao fisco
A Direcção-Geral de Impostos (DGCI) está a ameaçar os casais recém-casados com coimas, que vão até 2500 euros, se não prestarem as informações solicitadas sobre os serviços do seu casamento no prazo de 15 dias.

publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:07
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As famílias portuguesas que regressavam de férias pela auto-estrada do Alentejo podiam encontrar em Vendas Novas um carro da brigada de trânsito com os polícias brandindo shotguns. Três polícias, três shotguns. Eram sete da tarde e Vendas Novas, terra sem lei nem ordem, parecia o OK Curral.

 

Lá consegui passar sem infortúnio de maior. Menos sorte teve um pai de família, numa Sharan, que ali teve de ficar. Primeiro a prestar contas do almoço aos polícias e depois a prestar contas dos polícias aos filhos assustados.

 

Enfim. Páscoa. Morte e ressurreição de Cristo. Quo Vadis. Soldados romanos de shotguns na auto-estrada. Quase faz sentido.

 

Exibir shotguns na auto-estrada é duplamente estúpido. Ou os polícias não têm intenção de as usar e é estúpido assustar assim as pessoas. Ou têm intenção de as usar e é estúpido na mesma. Toda a gente sabe que para assegurar uma posição defensiva o melhor é um ninho de metralhadora.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:51
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Domingo, 23 de Março de 2008

 

Raparem bem como ele lambe os beiços… assustador!


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 21:55
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Segundo os jornais, o Prof Marcelo Rebelo de Sousa aconselhou a liderança do PSD a fazer um discurso de centro-esquerda. Como acredito que o Prof. defende que ao discurso deve corresponder uma prática, temos que, segundo ele, o PSD deve assumir-se como um partido de centro-esquerda.

Infelizmente, o Prof., na sua infinita inocência, pensa que nós, simples mortais, sabemos o que são políticas de centro-esquerda. Mais, deve estar convencido que Luis Filipe Menezes e a sua equipa sabem o que isso é.  

Gostava muito que o Prof. pudesse explicar o que são essas políticas para todos sabermos do que estamos a falar. Será o que o PS tem andado a fazer? Será aprofundar, ainda mais, o papel do Estado na comunidade? Ajude-nos, por favor, Professor.

Como penso saber que Marcelo Rebelo de Sousa diz sempre aquilo que pensa e assumindo que o PS é de centro-esquerda, temos que o conselho é o de colar as propostas políticas do PSD às do PS. Neste caso, a grande diferença seriam as pessoas que executariam as políticas. Ou seja, Marcelo acredita que para executar as mesmas políticas, os eleitores prefeririam votar Menezes a Sócrates.

Menezes está de parabéns, não é qualquer um que tem o apoio de tão eminente figura.

 

(também aqui)
publicado por Pedro Marques Lopes às 17:05
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Na Foto: Adriana Lima; © Foto: ?


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:50
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Sábado, 22 de Março de 2008

 

 

"Dedico estas páginas a todos aqueles que, a meu lado ou contra mim, lutaram pela DEMOCRACIA" 

 

Dedicatória do General Galvão de Melo no seu livro "Um militar na política"


publicado por Manuel Castelo-Branco às 23:28
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Jesus Christ Superstar (1973) - Superstar

 

Sobre o filme “Jesus Christ Superstarjá, aqui, falei na blogosfera. Vi-o com seis anos de idade, no cinema, num ecrã imenso. Mesmo tratando-se da vida de um personagem histórico, não entendo o que passou pela cabeça dos meus encarregados de educação para deixarem uma criança daquela idade assistir a cenas tão violentas como a das 39 chicotadas. Marcou-me para o resto da vida. Não só por esta razão, mas por várias. A saber:

• Foi o primeiro filme de “crescidos” que vi no cinema;
Porque me apaixonei perdidamente pelo actor Ted Neeley (Jesus), chegando mesmo a gastar todas as minhas parcas economias num poster ratado, comprado no mercado negro (leia-se: sem o conhecimento da minha mãe de tão estapafúrdia transacção) ao explorador do meu irmão, sete anos mais velho do que eu;
• Ainda hoje sei de cor todas as letras das músicas do filme, tendo contribuído substancialmente para a minha familiarização com a língua inglesa;
• Teve um forte contributo na minha sensibilização musical, ou não terminassem os serões de família comigo e com a minha prima P. numa imitação ainda mais melada do que a da Yvonne Elliman, da canção "I Don't Know How to Love Him";
• Contribuiu para o despertar do meu sentido de competição, visto que me roía de inveja (obrigando-me a um treino mais exaustivo) se os falsetes da minha prima fossem mais aplaudidos do que os meus;
• Ajudou no meu desenvolvimento motor, de coordenação, de sincronização e, porque não, de trabalho em equipa, ou os ditos serões não tivessem também direito a uma performance coreográfica, por parte dos membros mais novos família;
E por fim, a mais importante (mas também a mais controversa):

• Contribuiu fortemente para a minha consciencialização do Cristianismo, embora com fortes lapsos, uma vez que durante algum tempo fiquei a pensar que o Judas era preto (bolas, esta foi mesmo muito grave!);

Sendo bom ou mau, polémico ou não, não importa, porque só por isto este é um dos filmes da minha vida.

 

[Texto adaptado deste meu post]


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 19:00
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"“Mr. Richardson’s endorsement came right around the anniversary of the day when Judas sold out for 30 pieces of silver, so I think the timing is appropriate, if ironic,” Mr. Carville said, referring to Holy Week."

Por muito que tente não ser, a candidatura de Hillary Clinton passa metade do tempo a ser a candidatura da mulher do ex-presidente Clinton.

publicado por Henrique Burnay às 11:34
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Goeyvaerts Ensemble, Belgium: Samuel Barber - Agnus dei

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 18:45
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Quinta-feira, 20 de Março de 2008
Um excelente post de José, o Alfredo, que diz tudo. Substituiria apenas a palavra «tolerância» (que implica sempre paternalismo, o que tolera  suporta, por definição, algo que acha desnecessário ou inferior) por uma palavra mais de «direita» mas que é mais igualitária e me é muito querida: «respeito».
publicado por Nuno Miguel Guedes às 20:56
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