Manuel Pinho, ontem à noite no Convento do Beato, em Lisboa, durante a entrega dos prémios da revista Exame.
O Ministro que tutela a ASAE não foi incomodado durante o banquete.
Já outros, não têm a mesma sorte.
Tinha tanto talento e beleza como James Dean mas Paul Newman teve o azar de morrer velho.
Sobre este poste, diz-me o João Vukcevic Quadros:
Rodrigo Pinhão de Deus (desculpa!)
Vestiu, porque aposto comigo que vestia. Mas, na semana seguinte, vestiu a dos enfadonhos 6-3. É lampião, infelizmente. O problema, não é ele pertencer ao Benfica: o problema é haver tantos a quererem, o que agora, lhe pertence. Quem levantou essa suspeita (pela primeira vez - atenção aos direitos de autor) foi a Leonor Pinhão; a quem não passava pela cabeça ir com o marido para o tal canal, obviamente. Confesso-te, que este assunto faz-me confusão e mete bastante nojo. Mas também, a mim, basta-me ver o emblema com a águia
João Quadros - ex-qualquer coisa residente do programa Biqueirada (foi de lá que isso veio)
Nota do autor: Vejo que o Jorge já tinha feito a mesma nota que, evidentemente, também agradeço. Fica esclarecido. Desculpem (Jorge, João e leitores) mas é que ainda não estou habituado a esta coisa de benfiquistas no benfica.
Sobre a actual crise internacional ouvi o comentário de Carlos Carvalhas: "volta Marx estás perdoado".
Da última vez que o Benfica jogou com o Nápoles gastei 23 euros a subscrever a Sport TV. Depois do investimento tenho a obrigação moral de rentabilizar cada tostão. Isto significa horas e horas, noites e noites, a papar tudo o que é campeonatos de bilhar em alta definição. Percebam, por isso, o meu cepticismo em relação ao Canal Benfica. Quatro milhões e meio de euros gastos numa "iniciativa pioneira" do clube. Da última vez que ouvi isso foi quando resolveram abrir e consagrar uma capela na Luz. Se a qualidade de imagem for a mesma daquelas imagens em que o Rodriguez dá o pontapé ao Nuno Gomes parece-me que nem fico mal servido. Salvo opinião do maradona em contrário.
Imaginemos três mundos:
Um onde o plano Paulsen é apresentado, votado e aprovado.
Outro onde o plano Paulson é apresentado, votado e rejeitado.
E um terceiro onde o plano Paulson não chega sequer a ser apresentado porque a política, seja em que circunstância for, está impedida de tocar nos mercados.
Haja ou não intervenção, nos dois primeiros, a última palavra cabe ao poder político. No terceiro, os mercados agem marginalmente, com a certeza de que nenhum poder externo, seja de que natureza for, pode condicionar a sua acção.
A discussão entre o primeiro e o segundo mundo pode ser muito interessante, mas, em termos filosóficos, a grande linha divisória fica entre o terceiro e os dois primeiros.
Vejo na SIC que a Câmara dos Representantes chumbou o plano de emergência financeira proposto por Bush. No melhor dos cenários levará alguns dias até negociarem outra solução. No pior dos cenários ficamos sem plano,sem dinheiro e sem confiança mas cheios de pureza ideológica.

Foi hoje a apresentação da Plataforma do Centenário da República. Bom sítio para fazer história. Longe da evangelização. Ide passear.
"(...) Não lhes passou pela cabeça que a Igreja não existe para se "adaptar" ao "modismo" do momento. Desde a sua existência - praticamente desde que Jesus confiou a Pedro a tarefa de a erguer a partir de uma rocha - que a Igreja alberga "pecadores". Toda a vida da Igreja, aliás, se justifica porque há "pecadores", nem mais nem menos "justos" do que os que se imaginam "imaculados". Estes same sexers é que possuem um duplo problema. Por um lado, convivem mal com a sua fé. E, por outro, sentem-se desconfortáveis na sua sexualidade. A Igreja pode ajudá-los quanto ao primeiro aspecto mas não interfere - ao contrário do que eles se queixam - no segundo. O que eles não podem exigir é que, como repetidamente tem dito Ratzinger, a Igreja faça proselitismo. Os partidos e as "organizações da sociedade civil" podem fazê-lo à vontade. A Igreja não." (João Gonçalves)
gosto particularmente da expressão "questão de consciência". é uma expressão porreira porque há temas que mexem com a nossa consciência e outros que não. porque há temas que os deputados podem votar "em consciência" e outros em que os deputados podem votar "sem consciência". a política é uma coisa gira.
Um casamento é como uma casa de férias.
Na tsf ouvi uma notícia sobre a segurança (ou falta dela) no Porto Jóia.
Fiquei a saber que existia uma coisa chamada Porto Jóia onde milhares de joalheiros expunham milhares de euros em jóias. Fiquei a saber que tinham segurança dentro do recinto. Fiquei a saber que não tinham segurança fora do recinto especialmente no parque de estacionamento. Fiquei a saber que os joalheiros transportavam milhares de euros em jóias nas suas malas. Infelizmente não consegui ir ao porto nessa semana.
Apesar da tshirt brincando com os 7-1, acredito que o novo director do Canal Benfica seja um pouco mais benfiquista que Domingos Soares de Oliveira.
Na imagem, o próprio Ricardo Palacín demonstrando o seu benfiquismo.
Ainda no telejornal outra reportagem. Desta feita os 115 anos do FC Porto. A jornalista perguntava acertadamente aos adeptos “ser portista é ser antibenfiquista?”. Alguns, envergonhados, diziam que não. Outros, mais sinceros, confessavam que sim. 115 anos e o Porto continua com um problema de personalidade e de afirmação. Afinal, é nas grandes vitórias do Porto que mais ouvimos o nome do Benfica.

Vi a reportagem da SIC sobre a viagem da claque do Sporting para o estádio da Luz. Três milhares de jovens civilizados enquadrados por centenas de polícias especializados naquela missão. Centenas de polícias pagos pelos contribuintes. E quando não há centenas de polícias à volta há desacatos, vandalismo e violência. Não seria muito mais barato acabar com as claques?
O SEF/Porto deteve cinco estrangeiros suspeitos dos crimes de usurpação de identidade e de uso de documento alheio, por se encontrarem a fazer exames de língua portuguesa em lugar de outros, revelou fonte escolar.
Cinco homens, dois paquistaneses, um marroquino, um são-tomense e um guineense, foram detidos nas escolas Almeida Garrett de Gaia e Carolina Michaelis do Porto quando tentavam fazer o exame de língua portuguesa, em vez de outros imigrantes (do Gana, do Paquistão, da Índia e de Marrocos) - e com identidade falsa. (...) As autoridades suspeitam de que o actual sistema de exames tem proporcionado um grande número de fraudes a nível nacional, com imigrantes com alguns anos de permanência em Portugal, a substituírem outros que pouco ou nada falam e escrevem português." Lusa
A nova Lei da Nacionalidade exige que um imigrante que solicite a nacionalidade portuguesa, tenha, entre outros requisitos, um conhecimento mínimo da língua falada e escrita, o que implica a realização dos respectivos exames.
Espero que a diligente Directora Regional de Educação do Norte não passe mais esta informação à Ministra da Educação. Com a vontade que a Ministra tem de alcançar a marca de 100% de sucesso escolar, este método pode mesmo vir a fazer "escola".
Título alternativo: Grandes apostas na formação como meio de combate às desigualdades (no Séc. XX).
Sócrates afirmou ontem que "este Governo foi o primeiro a apostar na educação e formação como forma de ultrapassar as desigualdades existentes em Portugal".

Paul Newman (1925-2008)
*tradução brasileira do título do filme "The Helen Morgan Story"- 1957
O único boicote eficaz à venda dos combustíveis seria um apelo à utilização de transportes públicos. Tudo o resto implica atestar os depósitos. Hoje ou amanhã.
O boicote é um enorme sucesso que tem deixado as gasolineiras muito preocupadas. Ontem houve um pico de vendas, amanhã haverá outro.
José Sócrates só não respondeu a um aluno com mobilidade reduzida que perguntou ao primeiro-ministro quando é que aquela escola terá um elevador para poder aceder ao primeiro andar. (tsf)
... e o Pedro Marques Lopes ainda não criticou a Manuela Ferreira Leite (hoje).
... o que eu gostava que a Estrela Serrano, da ERC, me mandasse um mail e que pedisse para que, em nome da "liberdade de expressão", eu o publicasse no "corpo" do meu blogue! Gostava tanto, tanto, tanto. Eu até acho que o Gabriel Silva podia fazer um workshop desta merda: "Dez conselhos para que uma gaja qualquer da ERC invoque estupidamente a liberdade de expressão para impingir textos merdosos em blogues alheios". Doutora Estrela Serrano...quer fazer um homem feliz, quer poder sentir as suas mãos a passar nas minhas pernas? Mande-me uma cartinha para "o corpo" do meu blogue.... nem precisa de ser em nome da "liberdade de expressão", pode ser em nome doutra merda qualquer, em nome do Quim ou assim. (maradona)
Marques Mendes apareceu e deu uma data de entrevistas. Não disse se voltava para a política ou se não voltava. Não disse o que queria fazer e o que não queria fazer. Não disse se gostava ou se não gostava. Não disse que sim nem que não. A vida de Marques Mendes está na mesma.
• Simão, 7 anos (3º ano do Ensino Básico)
• Eu
Pergunto ao meu sobrinho Simão se já fez o trabalho de casa de Estudo do Meio sobre o Aparelho Respiratório que lhe faltava fazer. Ele, já completamente a leste, de olhos colados à televisão, responde-me, distraído, que sim.
Pego no caderno para confirmar e vejo escrito:
"O Aparelho Respiratório é composto por Fossas Nasais, Faringe, Laringe, Traqueia, Brócolos e Pulmões."

Bill Clinton says he understands Palin's appeal
"I come from Arkansas, I get why she's hot out there," Clinton said.
Pois.

O que mais me preocupa neste cenário "Apocalipstick"(piadainha, e título dos post, também daqui), não é o conservadorismo-tiro-nos-alces-creacioni
Como se a eleição presidencial fosse um reality show. Agora, como numa produção da Endemol, a candidata recebe conselhos. Em vez de um Esquadrão-G a dar bitaites de moda, temos um pimp-my-foreign-relations em directo, um overhaulin' diplomático e este fenómeno cultural está a receber conselhos em speed date para o prémio final.
Isto é igualmente problemático com Obama, não por ele ser comum - é, aliás, demasiado perfeito, inteligente e bem falante -, mas pela sua história e o seu sucesso poder - all being equal, o que é uma mentira esquerdista - acontecer a qualquer família - bom, qualquer família em que a filha, estudante, engravide de um pastor queniano - e em qualquer cidade americana. E com um programa político baseado, apenas, na palavra mudança. Ou seja, a concretização política do programa wildest dreams da Oprah.
No fundo, dia 4 de Novembro, não temos tanto uma eleição presidencial como, em vez disso, uma gala dos Emmys.
A liberdade de voto concedida com base no argumento de que a matéria em discussão é uma "questão de consciência" levante problemas curiosos. No nosso sistema eleitoral, em que se vota numa lista e não numa cabeça (ou numa consciência), é difícil para o eleitor decidir como votar tendo em conta as ditas questões de consciência (também conhecidas por causas fracturantes). Poderá, quanto muito, fazer uma média ponderada da soma das consciências de cada lista para decidir sobre qual a que mais se aproxima daquilo que dita a sua (do eleitor) consciência. Mas mesmo isso é complicado, já que, em regra, nem a cara de 90% dos membros da lista se conhece, quanto mais o que vai na sua cabeça.
Assim, ou a questão do casamento de homossexuais é "uma questão de consciência", e então - estou com o João Miranda - deve ser a consciência do eleitor a prevalecer (e a forma apropriada é o referendo); ou, tratando-se de uma questão política – como eu julgo que se trata – pouco interessa o que o deputado X ou Y pensam lá em casa, mas sim o compromisso político que foi assumido com os eleitores. Se bem me lembro, ninguém mandatou os deputados do PSD para aprovarem qualquer solução de casamento homossexual. Antes pelo contrário, durante a campanha para as eleições que elegeram estes deputados, a posição expressa pelo PSD foi a de que votaria contra uma alteração do casamento que fosse nesse sentido.
Conviria não transformar a putativa "questão de consciência" num pretexto para enganar o eleitor.
Imagem retirada daqui
Tenho a sensação de que, nos dias que correm, acordamos com o noticiário, tendo uma única dúvida: quantos postos de gasolina assaltados, quantas dependências bancárias pilhadas, quantos carros roubados aos condutores (carjacking) ou quantos casos de corrupção insinuados ou divulgados?…
Bem vistas as coisas, a experiência funcionou: reproduziu, mais coisa, menos coisa, o que se passou com o Universo.
Depois da excursão de ontem, a Ministra da Educação está de regresso ao gabinete.
Já terá "provado" as potencialidades do "Magalhães sem filtro"?
Opera-se com recurso a um pequeno empilhador. Certos indivíduos tentam mesmo transportá-lo à mão. A ausência de um conjunto de rodinhas parece ser o único problema na hora de o levar.
Há alguns meses atrás, o BCE revelou que Portugal era o país europeu com mais ATM's por milhão de habitantes, com 1508 caixas multibanco por cada milhão de habitantes.
Com a vaga de assaltos dos últimos tempos, que de tão costumeira passou a ser ignorada, Portugal corre sérios riscos de perder a sua posição cimeira neste indicador.
"A banca de investimento tal como a conhecemos não vai existir nunca mais" - Zeinal Bava. CEO da Portugal Telecom
Ontem à noite houve confrontos entre o gang de Alhos Vedros e o gang da Baixa da Banheira.
Daqui a uns meses os alunos vão dominar todos os segredos da informática. Agora o governo já só precisa de ensinar os professores.

OBAMA I appreciate your sense of humor, sir, but I really could use your advice.
BARTLET Well, it seems to me your problem is a lot like the problem I had twice.
OBAMA Which was?
BARTLET A huge number of Americans thought I thought I was superior to them.
OBAMA And?
BARTLET I was.
OBAMA I mean, how did you overcome that?
BARTLET I won’t lie to you, being fictional was a big advantage.
(...)
BARTLET Yes, and you’re losing a ton of white women.
OBAMA Yes, sir.
BARTLET I mean tons.
OBAMA I understand.
BARTLET I didn’t even think there were that many white women.
OBAMA I see the numbers, sir. What do they want from me?
BARTLET I’ve been married to a white woman for 40 years and I still don’t know what she wants from me.
OBAMA How did you do it?
BARTLET Well, I say I’m sorry a lot.
(...)
OBAMA You’re not cheering me up.
BARTLET Is that what you came here for?
OBAMA No, but it wouldn’t kill you.
BARTLET Have you tried doing a two-hour special or a really good Christmas show?
OBAMA Sir —
BARTLET Hang on. Home run. Right here. Is there any chance you could get Michelle pregnant before the fall sweeps?
(...)
O resto aqui.
João da Mata, coordenador do Plano Tecnológico da Educação, justificou o facto de o Magalhães ser distribuído com controlo parental desactivado:
"(...) Assim os pais podem testar todas as potencialidades do equipamento".
O coordenador do PTE referia-se obviamente ao software de controlo parental.