Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

 

e porque até os anjos (que são os nossos leitores) precisam de uma pequena ajuda, nós aqui, no 31, damos-vos asas!


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 18:42
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O maradona ficou chocado com o meu poste. É normal. Normalíssimo. Acontece isso cada vez que pensamos na educação na perspectiva do aluno. Em vez de invejarmos o privilégio de alguns professores que podem escolher os seus alunos, devíamos consagrar o direito dos alunos de escolherem os seus professores. Afinal, na cadeia de valor do ensino, quem é mais importante?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:20
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Um cliente vai ao banco levantar um cheque. O caixa olha para o cheque, olha para o computador e comenta:

- desculpe. Mas não tem provisão.

Pergunta o cliente:

- não tem provisão? O cheque ou o banco?

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:15
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O governo regional dos Açores abriu um concurso para “prestação de serviços de lobbying a favor da Região Autónoma dos Açores, junto das instituições da união Europeia”. Ao lançar este concurso, o governo dos Açores será a primeira instituição pública portuguesa a fazer lobby em Bruxelas, e uma das pouquíssimas presenças portuguesas em aqui, incluindo empresas privadas. Pelas ruas do chamado Bairro Europeu, há centenas de empresas de lobby e escritórios de representação que vêm aqui fazer valer os seus interesses e os dos seus clientes. É isso o lobby e aqui não só é aceite como é desejado. Tomam-se demasiadas decisões, sobre demasiados dossiers, com demasiadas implicações, para alguém pensar que ouvir os diferentes interesses é um erro. Muito pelo contrário. De resto, a decisão dos Açores repete, de forma ainda incipiente, aquilo que todas as regiões espanholas, entre outras, já fazem há anos e anos. Pelo contrário, são pouquíssimas, para ser generoso, as empresas portugueses que aprenderam com espanhóis, irlandeses, suecos ou lituanos e se fazem representar aqui. Antes de Barroso havia quem pensasse que éramos demasiado pequenos e não valia a pena tentar influenciar. Depois de Barroso há quem pense que basta conhecer vagamente o presidente da Comissão para ter acesso directo aos corredores do poder. Oscilamos entre a falta de ambição e a mania das grandezas. Entretanto, os Açores, sensatos, resolveram fazer como os melhores e defender os seus interesses.           

No Meia Hora de hoje

 


publicado por Henrique Burnay às 08:57
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Diz Sócrates, na cimeira, no seu "momento de promoção" ao Magalhães: «Não há um computador mais ibero-americano do que este, desde logo porque se chama Magalhães».


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:26
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Sócrates compara o Magalhães ao Tintim.


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 00:54
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Na cimeira Ibero-Americana a decorrer em El Salvador, Sócrates ofereceu computadores Magalhães aos Chefes de Estado e de Governo dos 22 países participantes. Enalteceu-os e informou que todos os seus assessores usam, diariamente no seu trabalho, um. Não precisam de mais nada”. Garantiu.

Ora, parece-me que com esta explicação fica tudo muito mais claro em relação às contas e acções deste governo.


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 00:52
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Tentanto explicar as diferenças no ranking das melhores escolas é argumento de alguns comentadores que os colégios particulares têm o luxo de escolher os seus alunos. No ensino público os professores têm que trabalhar com o que se arranja. Com o mesmo arrojo recordo que os alunos do ensino público também não podem escolher os seus professores. Também têm de trabalhar com o que se arranja.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:45
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O fascínio de uma certa direita portuguesa (em particular, a "financeira") por Obama faz-me lembrar aquela ONG do filme “Tropa de Elite”, onde trabalhavam meninos bem-nascidos que odiavam a polícia e queriam salvar os marginais das favelas. No fim, acabaram degolados pelos favelados (e os poucos que se safaram foram salvos pela polícia).


Diz Loureiro dos Santos que o "descontentamento de militares pode levar a movimentações irreflectidas". Que é como quem diz: há uns tenentes que querem vir passear de tanque para o terreiro do paço. Se o destino da terceira república é coisa menor confesso que estou preocupado com a estética da coisa. Sem Paulo de Carvalho nem Zeca Afonso qual é o sinal? Uma daquelas músicas do João Pedro Pais?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:40
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Não faço juízos sobre Miguel Sousa Tavares. Mas tenho dúvidas que os estivadores lhe batessem. E sou capaz de jurar que se isso tivesse acontecido o projecto de terminal tinha acabado poucos minutos depois.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:50
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where is the new Obama administration likely to take us? Seven things seem certain:

 

1. The U.S. military will withdraw from Iraq quickly and substantially, regardless of conditions on the ground or the obvious consequence of emboldening terrorists there and around the globe.

 

2. Protectionism will become our national trade policy; free trade agreements with other nations will be reduced and limited.

 

3. Income taxes will rise on middle- and upper-income people and businesses, and individuals will pay much higher Social Security taxes, all to carry out the new president's goals of "spreading the wealth around."

 

4. Federal government spending will substantially increase. The new Obama proposals come to more than $300 billion annually, for education, health care, energy, environmental and many other programs, in addition to whatever is needed to meet our economic challenges. Mr. Obama proposes more than a 10% annual spending growth increase, considerably higher than under the first President Bush (6.7%), Bill Clinton (3.3%) or George W. Bush (6.4%).

 

5. Federal regulation of the economy will expand, on everything from financial management companies to electricity generation and personal energy use.

 

6. The power of labor unions will substantially increase, beginning with repeal of secret ballot voting to decide on union representation.

 

7. Free speech will be curtailed through the reimposition of the Fairness Doctrine to limit the conservative talk radio that so irritates the liberal establishment


publicado por E às 13:46
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"(...) The goal of Sen. Obama and the modern, "progressive" Democratic Party is to move the U.S. in the direction of Western Europe, the so-called German model and its "social market economy." Under this notion, business is highly regulated, as it would be in the next Congress under Democratic House committee chairmen Markey, Frank and Waxman. Business is allowed to create "wealth" so long as its utility is not primarily to create new jobs or economic growth but to support a deep welfare system. (...)"

 

 

Ou a europeização da América.


publicado por E às 13:40
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Em 2006, as escolas públicas e privadas apresentavam um indice de 17,5 por cento de resultados positivos nos exames nacionais de Matemática do 12º ano. Em 2007, esses valores atingiram os 65 por cento. Em 2008, o Ministério da Educação anuncia ufano que se chegou aos 96 por cento de resultados acima dos 9,5. É a prova provada de que há melhorias no sistema educativo.

 

Ou então há eleições para o ano, não sei.


publicado por Nuno Miguel Guedes às 12:19
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Diz que Miguel Sousa Tavares foi hoje a um debate sobre o novo terminal do porto de Lisboa. Antes do debate acabar irritou-se e resolveu abandonar a sala. Lá fora esperavam-no os estivadores para lhe pedir explicações. Sousa Tavares - o homem que prometia bengaladas a torto e a direito – fugiu outra vez lá para dentro. Diz que só saiu com escolta policial.  


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 22:24
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O micro crédito não é assim tão original. Mohammad Yunus é uma espécie de Cofidis não cotada em bolsa.   


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 21:09
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Sócrates distribui Magalhães na Cimeira Ibero-Americana


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:01
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Sindicatos e movimentos de professores encontram-se amanhã para tentar marcar manifestação única

No ranking das vinte piores escolas só uma é privada. No ranking das vinte melhores só uma é pública. É claro que isto não quer dizer absolutamente nada sobre o trabalho dos professores do ensino público. Absolutamente nada. Eu é que embirro com os professores. Mas os Professores estão atentos. Olhem para eles a abordar a questão da qualidade de ensino.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:16
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Excerto do exame de matemática do 9º ano:

 

Um magalhães mais um magalhães é igual a quantos magalhães?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:12
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Na economia real os bancos precisam do apoio do Estado. Na economia virtual tiveram um lucro total de 600 milhões de euros.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:10
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«My dislike of Pound and Picasso, both of whom pre-date me by a considerable margin, can´t be explained in this way. The same can be said of Henry Moore and James Joyce (a textbook case of declension from talent to absurdity). No, I dislike such things not because they are new, but because they are irresponsible exploitations of technique in contradiction of human life as we know it. This is my essential criticism of modernism, whether perpetrated by Parker, Pound or Picasso*: it helps us neither to enjoy nor endure. It will divert us as long as we are prepared to be mystified or outraged, but maintains its hold only by being more mystifying and more outrageous: ita has no lasting power. Hence the compulsion on every modernist to wade deeper and deeper into violence and obscenity; hence the succession of Parker by Rollins and Coltrane, and of Rollins and Coltrane by Coleman, Ayler and Shepp. In a way, it's a relief: if jazz records are to be one long screech, if painting is to be a blank canvas, if a play is to be two hours of sexual intercourse performed coram populo, then let's get it over, the sooner the better, in the hope that human values will then be free to reassert themselves.

 

* The reader will have guessed by now that I am using these pleasently alliterative names to represent not only their rightful owners but every practioner who might be said to have succeded them.»

 

(da Introdução)


publicado por Francisco Mendes da Silva às 15:08
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- alguém tem papel de rascunho?

- podes usar as minhas acções.

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:06
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- Estou indeciso entre ir beber um café e comprar uma acção do BCP


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:06
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Tiago,

 

Seria uma tragédia que te deixássemos sozinho na tua luta contra a ortodoxia musical e os seus mitos consagrados. Claro que os Radiohead são chatos. Dois álbuns apenas (OK Computer e, principalmente, The Bends) e já estão justamente no Panteão. Mas os Radiohead desta década são - cuidado com a erudição - uma merda. Um onanismo mais apreciado por quem toca do que por quem ouve ou assiste, o que é algo que pensávamos historicamente destinado ao jazz moderno. 


publicado por Francisco Mendes da Silva às 11:47
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

é a quarta vez que a DECO liga para minha casa para tentar vender a revista proteste. é a quarta vez que lhes dizemos que não estamos interessados. eles insistem. nós também. bem vistas as coisas a proposta da DECO é profundamente siciliana. ou os consumidores pagam ou não os conseguimos proteger.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:02
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"A crise do ultraliberalismo é o triunfo do Estado regulador e do Estado social, sob pressão neoliberal há várias décadas"

 

Vital Moreira.


publicado por Francisco Mendes da Silva às 10:47
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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Paris

 

Tenho sempre tendência para gostar dos filmes que a critica nacional da especialidade não gosta. Paris, o último filme de Cédric Klapisch (realizador de “A Residência Espanhola” e “As Bonecas Russas”), é mais um desses casos.

Ele relembra-nos como as coisas simples podem ser belas; como as coisas comuns têm encanto; como é preciosa a vida – facto que tantas vezes, com as preocupações e aborrecimentos do dia-a-dia, nos esquecemos.
Pierre é um jovem bailarino que sabe que está doente. Precisa de um transplante cardíaco que lhe dará 60% de hipóteses de sobreviver. 40% de probabilidades de morrer fazem-no ver a vida de outra maneira, olhar – literalmente – a vida à sua volta com outros olhos. Literalmente, porque é do seu apartamento, num último andar de um prédio de Paris, que ele observa a existência dos outros, que o realizador nos vai dando a conhecer num cruzar de acasos: do pragmático professor universitário em crise existencial que se apaixona pela aluna que mora de fronte de Pierre; do ex-companheiro da fruteira do bairro com quem a irmã de Pierre se vem a envolver; do refugiado cujo irmão é utente dos serviços desta, a narrativa vai-se desenrolando numa teia repleta de sentido de humor, com o lindíssimo pano de fundo que é a Cidade da Luz.

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 21:10
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Diz o Correio da Manhã que o preço da farinha está a cair mas o preço do pão continua a subir. Leio um pouco mais e descubro que a culpa é dos combustíveis. Que é como quem diz que o preço do papo seco está indexado ao preço do barril de brent.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:03
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O Benfica ganhou ontem e passou o Porto na classificação. Hoje de manhã tirei a barba. Depois da barbinha à Al Gore tentarei para o ano um bigodinho à Sidónio.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:35
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Californianos decidem sobre proibição do casamento entre homossexuais


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:32
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Se tivesses comprado, há um ano, 1.000 Euros em acções da Nortel Networks, um dos gigantes da área de Telecomunicações, hoje terias 59 Euros.

Se tivesses comprado, há um ano, 1.000 Euros em acções da LucentTechnologies, outro gigante da área de telecomunicações, hoje terias
79 Euros.

Agora, se tivesses comprado, há um ano, 1.000 Euros da Super Bock (em CERVEJA, não em acções), tivesses bebido tudo e vendido as garrafas vazias, hoje terias 80 Euros.

Conclusão:

No cenário económico actual, perdes menos dinheiro se ficares sentado a beber SUPER BOCK o dia inteiro!

 


Domingo, 26 de Outubro de 2008

"Cavaco Silva, em 1991, mais do que pedir, exigiu uma maioria absoluta para governar, porque entendia…

(Interrompendo) Eu nunca exigirei nada a ninguém! Mas deixe-me dizer-lhe o seguinte: eu estou é absolutamente concentrado na governação. É isso que os portugueses esperam de mim.

Isso sabemos, mas estamos a discutir política agora…

Pois, pois, mas não ponham o carro à frente dos bois. Isso virá daqui a uns meses. Aliás, seria irresponsável da minha parte se estivesse a pensar nisso, ainda por cima num momento destes.

Deixe-me, então, fazer a pergunta de forma diferente: se os portugueses lhe pedirem que governe, não com maioria absoluta, mas com uma vitória relativa, o senhor não os abandonará?"

 

Entrevista do DN/TSF a José Sócrates

 


publicado por Henrique Burnay às 23:22
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quem roubou o computador a Miguel Sousa Tavares? 

a) Fanã

b) Vasco Pulido de Valente

c) Margarida Rebelo Pinto

d) O Magalhães

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:41
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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 16:23
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O que eu mais gostei na entrevista de José Sócrates foi o casaco. Gravata sem casaco, género sou uma pessoa muito ocupada, muito trabalhador. Estilo que contagiou os entrevistadores. E lá estavam os três. De gravata sem casaco.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 12:55
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Vila de Rei homenageou o seu mais ilustre filho: José Cardoso Pires. A nova biblioteca passa a ter o seu nome para que gerações vindouras não o esqueçam. Coisa curiosa esta porque em vida José Cardoso Pires também homenageou várias vezes Vila de Rei. Alias poucos disseram tanto e tão mal sobre Vila de Rei que José Cardoso Pires. E ainda assim homenagearam-no. Felizes e contentes.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 12:18
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O duro das lamentações


publicado por 31 às 03:50
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E, ontem, a esta hora, dava o Delfim na televisão. Um dos melhores filmes do cinema português nos últimos anos. Seguramente a melhor voz (Rui Morrison) e a cena mais sensual alguma vez captada em pelicula.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 00:34
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Sábado, 25 de Outubro de 2008

Pois que não havendo obra, feito ou marca para mostrar depois de quatro anos disto em vez de dizer bem do governo o melhor é dizer mal da alternativa.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:16
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Algo me diz que em eleições o primeiro vai ter mais vergonha de falar do Magalhães que da promessa dos 150 mil novos empregos. Que é como quem diz que o número do Magalhães vai sair mais caro ao governo que o falhanço na política económica. Triste prenuncio o meu que, sobretudo, não abona o país.  

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:15
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Chegado a casa fiquei a ver a TVI. Reparei no promo do novo disco do angélico. Vi uma vez. Vi uma segunda vez. Foi só à terceira que percebi. 30 segundos de promoção a um novo disco e nem por uma vez se ouve o Angélico a cantar.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 23:13
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Ouvi hoje um anúncio do ministério da economia na TSF. Gabava-se a organização de ter apoiado financeiramente mais de 1000 pequenas e médias empresas. Dizia o anúncio “e queremos apoiar muitas mais”.

 

Pois é exactamente aqui que eu não sou socialista. Não sou socialista nem tão pouco consigo compreender que um ministério da economia se gabe do número de empresas que precisam da sua ajuda. Em bom rigor nem é caso único. Já que é igualmente frequente que o ministério da solidariedade se gabe do número de concidadãos que precisam do seu dinheiro para comer. E os socialistas são mesmo assim. Explicando com felicidade que, sem eles, ninguém comia.

 

O ministério da economia não serve para dar dinheiro às empresas. Serve para impedir que as empresas precisem de dinheiro do Estado. Tal como o ministério da solidariedade deve ter como missão ficar sem trabalho.

 

Mas socialistas são socialistas. É normal num socialista o tom de bazófia do ministério que diz: “olhem como tantas e tantas empresas precisam de nós para sobreviver”.

 

Culpa nossa. Do português médio. Que, grande e crescido, não larga as saias da ama, perguntando, de quando em vez, se ainda há leite na teta da república. E a ama, cada vez mais gorda de tudo e de atenções, vai escolhendo que filhos dos outros são mais aptos para sobreviver.  


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:06
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Admirável a intervenção de Freitas do Amaral sobre o caso Camarate. Camarate é tema que não dá votos, nem popularidade. Cinquenta por cento dos portugueses acham que não se devia falar mais sobre o assunto. Os outros cinquenta nem sabem o que foi Camarate. Nem por isso Camarate deixa de ser a nódoa maior do nosso regime democrático. Dizer que foi um acidente é, por si só, um crime.  


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:05
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Reza a lenda que, no tempo da outra senhora, um barco que zarpou de Lisboa para Luanda carregado de fósforos. Chegado o barco e vendida a carga constataram que nem um funcionava. Quando confrontado respondeu o fabricante: desculpem, mas não os experimentei a todos.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:02
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Bankster - Meio banqueiro meio gangster


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:00
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Os nossos Eduardo Nogueira Pinto, João Vacas e Rui Castro juntaram-se a outros conservadores e abriram um estaminé tradicional aqui ao lado. É ir muitas vezes e voltar.


publicado por 31 às 04:19
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O sistema financeiro adapta-se aos novos tempos


publicado por 31 às 04:05
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

Ontem à noite fiquei uma hora parado na segunda circular. Fiquei a ouvir o jogo do Sporting. Ao intervalo passei pelo acidente que congestionava a avenida Carmona até ao aeroporto. Foi então que ouvi o locutor: informação de trânsito de última hora. Acidente na segunda circular. Uma hora depois.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 23:16
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sobre esta coisa da crise financeira mundial há uma coisa que ainda interessa à blogosfera saber: o joão Miranda e o Rodrigo Adão da Fonseca já abriram conta na Caixa Geral?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 20:09
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o que é não é de boa educação, de bom tom nem decerto de boa fé, é uma pessoa, digamos, um bloguer andar a escrever durante dias sobre aquilo que considera ‘um caso’, expondo a sua visão dos maus e dos bons, dos motivos e dos objectivos, empregando nisso toda a sua esforçada imaginação e deliberação conspirativa, para depois, assumindo o ‘chapéu’ de jornalista, fazer perguntas a uma das ‘partes’, mais precisamente a parte a que imputou todos os males do mundo, como se não se tivesse alistado explicitamente num dos lados do que representa como uma guerra e lhe interessasse para alguma coisa saber de respostas que não tenha já dado.

 

Fernanda Câncio no Jugular. Os links são meus que isto da memória é muito mais giro do que eu pensava.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:10
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