Terça-feira, 31 de Março de 2009
Como ex-colega de Governo de Sócrates ou na qualidade de Presidente do Eurojust?
publicado por Carlos Nunes Lopes às 21:50
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joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 18:40
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Ai de quem se deixar pressionar por alguém. Ai de quem disser a alguém que está a ser pressionado. Ai de quem se deixar pressionar por aqueles que dizem que vós estais a ser pressionados.

Aqueles que se deixarem pressionar por quem publica notícias a dizer que estão a ser pressionados podem ser alvo de processo disciplinar.

Aquele que disser que está a ser pressionado, idem.

Este comunicado não pretende pressionar ninguém.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 18:27
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Provedor está de baixa médica. Bons exemplos dados ao portugueses. A seguir à baixa segue-se o despedimento alegando justa causa.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:20
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Tantas vezes maltratado pela sorte e pelos próprios jogadores, pela táctica e pelos adversários, Queirós refugiou-se na superstição. A católica Senhora do Caravaggio foi substituída pelo paganismo das crendices queirosianas. Neste momento, estamos a 2 golos e uma gillette de um seleccionador escanhoado. Este acontecimento vem provar algo que defendo há muitos anos: o grande obreiro da geração de ouro foi esse herói esquecido no lavatório das epopeias de Riad e de Lisboa - o bigode à mandarim do professor Queirós.


publicado por Bruno Vieira Amaral às 16:41
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O poder político deve-se manter afastado dos magistrados. Ontem, na RTPN, Francisco Assis do PS, e António Filipe, do PCP, recusaram-se a comentar as palavras do presidente do SMMP, João Palma, que denunciou publicamente as pressões que os magistrados têm vindo a receber por parte do poder político. E referiram que as investigações devem prosseguir até ao fim, independentemente dos nomes envolvidos. Esta é a postura que TODOS os políticos deviam adoptar.

 

Mas não Santos Silva. Hoje veio a público considerar que as declarações de João Palma são “gravíssimas”e que devem ser esclarecidas. Mas isto vindo de quem tem pressionado, de forma inaceitável e publicamente, os magistrados que estão a investigar este processo, pouca validade tem. Santos Silva tem sido um dos ideólogos da teoria da cabala, que é em si uma pressão à própria investigação. Dizer que esta investigação apenas existe por força das intervenções de forças ocultas, que manipularam os factos de forma a conduzir a investigação num determinado sentido, não será uma pressão sobre quem investiga? Não conhecemos ainda os factos que levaram João Palma a pedir uma audiência ao Presidente da República. Mas que as pressões existiram, isso é um facto. Ou já ninguém se lembra do Primeiro-ministro defender que este processo apenas aparecia por ser ano de eleições. Se isto não era uma pressão…


publicado por Nuno Gouveia às 16:19
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Recebido agora mesmo, por e-mail (sublinhado meu):

«Venho por este meio comunicar-lhe que a DGCI procedeu ao alargamento do período de isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) de que beneficia, relativamente ao prédio(surbano afecto à sua habitação própria e permanente. Esse período de isenção que era até agora de três anos foi alargado para quatro anos.

O alargamento do período de isenção de que agora passa a beneficiar é o resultado da entrada em vigor da Lei n.º 64/2008, de 5 de Dezembro, que aprovou um conjunto de medidas fiscais de combate à crise económica e financeira que actualmente o país atravessa e só beneficia os contribuintes que não possuem dívidas fiscais ao Estado.

Para qualquer esclarecimento adicional, pode consultar na Internet, no site www.portaldasfinancas.gov.pt , a sua situação tributária, informação mais detalhada da sua isenção do IMI e onde pode também obter, de forma inteiramente gratuita as cadernetas prediais do(s) seu(s) prédio(s). Pode também dirigir-se a um Serviço de Finanças, onde teremos muito gosto em lhe proporcionar todos os esclarecimentos necessários.»joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 15:58
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As jornadas parlamentares do Partido Socialista decorrem com um fundo encarnado tipo PCP. Sócrates, nas acções do PS, tem aparecido com um fundo azul tipo Cameron. Ontem, a acção do governo português nas escolas, decorreu com um fundo azul tipo Cameron.  


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:24
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PS desafia pressiona Sindicato do Ministério Público a esclarecer quem exerce pressões


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:16
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A ser verdade a manchete do Público, a cooperação estratégica do Presidente da República é só com o Primeiro-Ministro. Não é com o Procurador-Geral da República.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:12
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Em vez de indexarmos o ordenado dos magistrados do ministério público ao número de entrevistas que dão por mês, deviamos indexar ao número de condenações que conseguem em tribunal.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:00
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Algures na internet circula uma petição para que o Estado responsabilize os pais pelos resultados escolares dos filhos. O autor da petição é, claro, um professor. Percebo a tentação de nos metermos na vida uns dos outros. Adoramos. Somos velhas alcoviteiras. Só a ideia de processos públicos contra os pais de criancinhas que chumbam dá-me uma descarga de prazer voyarista que ainda me corre pelo corpinho. 

No entanto, e sem querer estragar o dia a ninguém, permitam-me que lembre o óbvio: um pai que não se sinta responsabilizado pelo simples facto de ser pai também não se deixa impressionar com o Estado.  


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 12:57
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Mas desta vez não havia "hospedeiras".


publicado por Carlos Nunes Lopes às 12:31
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Ontem José Sócrates fez uma sessão pública com todos os presidentes de câmara para anunciar a recuperação das escolas do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico que estavam em avançado estado de degradação.

São escolas que o Governo quis passar para as autarquias. A Associação Nacional dos Municípios Portugueses distanciou-se do processo por entender que não estava salvaguardada a correspondente dotação financeira. No entanto, algumas autarquias protocolaram a transferência das escolas do Governo para os municípios, mas exigiram que o Governo suportasse os custos da sua recuperação.

O programa ontem anunciado mais não é do que um desenvolvimento desses protocolos.

O que eu não compreendo é o que faz Sócrates outra vez na TV a anunciar, em Mafra, o que ontem havia anunciado em Cascais.

Espera-se agora que José Sócrates repita o anúncio nos 41 municípios abrangidos


publicado por Carlos Nunes Lopes às 12:31
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Este fim-de-semana ofereceram-me "o midjor di tarraxinha". Joyce, To Mc, Zito e tudo o mais que um homem pode desejar. Até um DVD com aulas de dança. Esta sexta lá estarei no Lontra a tarraxar pela vida. Entretanto, no video, dois profissionais da coisa que quase me fazem perder a palidez.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:37
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Eles não querem que levemos a sério os jornalistas. Segundo o Partido Socialista, são os culpados das acusações que recaem sobre José Sócrates. A tese da cabala e das forças ocultas, que tanto tem sido explorada pelos dirigentes do PS, sugere que há uma conspiração para “tramar” Sócrates. Mas ontem soube-se que o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, pediu uma audiência ao Presidente da República para debater as pressões que os responsáveis judiciais têm sofrido sobre o caso Freeport.

 

Um arquivamento deste processo, como tem sido ventilado pela imprensa, seria a machadada final na (pouca ou nenhuma) credibilidade da justiça portuguesa. E esta, que parou a investigação durante mais de quatro anos, sairá sempre manchada deste processo. A dúvida é se terá capacidade para ilibar, ou não, os suspeitos, ou acontecerá o mesmo de sempre nestes processos mediáticos: mesmo depois de terminarem, as dúvidas permanecem.


Entretanto, o Correio da Manhã informa que os magistrados querem ouvir José Sócrates sobre alguns factos vindos a público nos últimos dias. Será que se a imprensa não tivesse noticiado este caso, alguma vez teríamos ouvido falar no Freeport? Será que sem o escrutínio dos meios de comunicação social, este caso já não teria morrido há muito?

 


publicado por Nuno Gouveia às 09:35
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A justiça medieval fazia-se nas praças, cortando-se a cabeça aos presumíveis culpados.

A justiça actual faz-se nas televisões, rádios e jornais deste país, “cortando-se a cabeça da dignidade” às pessoas que os Srs. jornalistas decidem julgar, ou melhor, queimar perante a opinião pública. Iniciado o espectáculo desta nova e implacável forma de fazer justiça, colocada a lenha no fogareiro, abrem-se as cortinas para todos assistirmos com enorme entusiasmo à decapitação pública dos jornalístico-acusados.
A partir daí, fulano é pedófilo porque tem cara de pedófilo…
Sicrano é corrupto porque tem cara de corrupto…
Este é rico porque é ladrão…
Aquele é homicida porque alguém disse que acha que sim…
E damos vivas à chamada convicção sem prova!
Municiados pelas fontes que desde sempre têm feito tábua rasa do famoso segredo de justiça (que, recorde-se, praticamente só existe para vedar aos suspeitos o acesso aos seus processos e para os titulares da investigação encetarem a sua estratégia de comunicação), os Srs. Jornalistas transformaram-se nos titulares da moral humana. Cabe-lhes decidir, a seu belo prazer e critério, quem são os homens bons e os homens maus deste mundo. Extravasam amplamente o dever de informar, entrando, com alegria, no direito a especular… Direito que até me pode caber a mim, mas, salvo melhor opinião, não deve caber aos Srs. Jornalistas.
Assim, hoje somos, provavelmente, um dos países com mais condenados nestes novos tribunais de praça e com menos condenados nos Tribunais constitucionalmente previstos como órgãos de soberania deste suposto Estado de Direito Democrático.
Mas não tem problema… Uma vez guilhotinado na praça pública, pouco importa se o Sr. Juiz (que terá estudado vários anos para o ser), num processo com advogados, procuradores e regras, absolveu o sujeito mediaticamente chacinado.
No fundo, na visão actual das coisas, à cautela, mais vale enforcar publicamente uma pessoa. Depois logo se vê… Até porque ele deve ser corrupto… Não se vê logo pelo cabelo puxado para trás com gel?

publicado por Francisco Proença de Carvalho às 00:05
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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Ou Charles Smith disse a verdade e José Sócrates é de facto corrupto. Ou Charles Smith mentiu e usou o nome de Sócrates para encobrir um desfalque. Uma coisa é certa: o vídeo transmitido pela TVI demonstra que há no caso Freeport matéria para investigação criminal. Muito me espantaria, portanto, que o processo fosse arquivado neste preciso momento.


publicado por Vasco Campilho às 23:10
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Apesar da crise José Sócrates continua a apresentar simples sessões de assinatura de protocolos com faustas produções para o "boneco" e nem na qualidade das "hospedeiras" se nota um sinal da crise.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 19:50
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O século XX teve duas histórias para os europeus. Na primeira metade fizeram da guerra a sua política. Na segunda, ocuparam-se politicamente a fazer a paz. O velho continente passou de um extremo ao outro num curto espaço de tempo, reconstruiu cidades e famílias (se é que foi alguma vez possível fazê-lo), sossegou fronteiras e exércitos, reergueu economias e criou umas quantas outras. Pôs velhos inimigos à mesa e desenhou progressivamente os mecanismos económicos, financeiros e políticos necessários. Pedir mais era impossível. Andar mais depressa também.
 
Esta semana ficará marcada por um acto simbólico entre os grandes obreiros europeus da guerra e paz do século passado, França e Alemanha. No Sábado, dia 4, os líderes da NATO viajarão em conjunto pelo Reno, passarão a fronteira franco-alemã e chegarão a Estrasburgo onde Sarkozy cumprirá o papel de anfitrião no segundo dia da Cimeira. Exactamente 60 anos após a sua fundação, seis décadas depois da carnificina europeia, os velhos e novos aliados atravessarão a fronteira sem batalhões, violações de civis ou projectos de pureza social. Se a NATO serviu para algo foi, em primeiro lugar, não para normalizar as relações mas para quebrar com a tradição do conflito. Ao contrário do que seria suposto, a Aliança não disparou um tiro durante toda a Guerra Fria. Ao contrário do que muitos desejaram, não se evaporou com a queda do Muro. E, ao invés da polémica, soube com altos e baixos acomodar a zona europeia em erupção na última década e meia, os Balcãs.
 
A NATO pode e deve suscitar discussões sobre o seu papel no futuro, teatros onde pode operar ou que alargamentos deve privilegiar. Mas não nos deve inibir de reconhecer que foi fundamental para a segunda fase da história do século XX europeu, para a confiança entre estados e para os sucessivos alargamentos da UE. Um vazio criado por si seria pior do que qualquer outra solução. Só quem esteve alheado da história europeia do último século pode desejar o vazio e o caos ao conhecido e ao sucesso. Porque é de sucesso que falamos quando se avalia a Aliança Atlântica.

publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:10
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O Partido Socialista escolheu para coordenador das eleições de 2009 o Ministro da Segurança Social.

O PS, sobretudo em tempos de crise, sabe que os apoios da Segurança Social são essenciais para a subsistência de centenas de milhares de famílias em Portugal.

A Segurança Social tem também uma das maiores redes de centros de atendimento à população do país (a nível regional, distrital e local). Não sei o que farão as centenas de boys e girls socialistas aí colocados. Mas hoje já sabem que o seu chefe é o coordenador da campanha. E saberão também que há coisas que chefe não precisa dizer.

A apoiar a árdua tarefa de Vieira da Silva (coordenar três eleições), está também Ana Paula Vitorino.

As campanhas do PS sem alguém das Obras Públicas não teriam a mesma cor.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 17:41
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Domingos Névoa preside à "Braval" com Pedro Machado a director-geral

 

O empresário bracarense, condenado por corrupção activa na tentativa de suborno de um vereador lisboeta, vai presidir à Braval, empresa intermunicipal da região de Braga. Serei só eu que acho isto muito estranho? Será que ninguém fica incomodado que um empresário condenado em tribunal por corrupção vá presidir a um organismo público? Definitivamente já se perdeu a vergonha neste país...


publicado por Nuno Gouveia às 17:11
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Director do departamento de fiscalização do Banco de Portugal


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:08
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publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:59
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Consultor de marketing de Manuela Ferreira Leite


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:30
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Portageiro na futura auto-estrada Sines-Beja


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:06
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A Igreja prega a fidelidade; defende-a e fomenta-a a todo o custo. Espera-se que quem opte pela exclusividade das relações sexuais dentro do casamento, não deslize. Se deslizar, à luz da Igreja, pecou. E, se pecou, ao menos que use o preservativo. Dêem a voltas que quiserem ao texto, esta tem sido a posição da Igreja na matéria. Para a Igreja e para a maioria da população, o flagelo da SIDA combate-se todos os dias através duma sexualidade fiel, exclusiva, no seio do matrimónio. Para 'os outros', os 'modernos', assume-se a infidelidade como inevitável e centra-se a luta contra o VIH numa sexualidade fora das relações estáveis, repleta de preservativos.

Quando o Papa diz que o o preservativo tem sido prejudicial no combate à SIDA em África, refere-se ao facto de se priveligiar esta segunda atitude em detrimento da primeira. É que enquanto a fidelidade é gratuíta e está sempre à mão, os preservativos custam dinheiro e nem sempre aparecem no bolso. Isto em África é especialmente importante. Não esperem ver preservativos à venda ou até gratuítos, onde não há produtos tão básicos à sobrevivência como água potável, arroz ou fruta. Salvo as devidas diferenças, combater a SIDA com a distribuição de preservativos é o mesmo que combater a as doenças provocadas pelas águas contaminadas com a distribuição de água engarrafada. É certamente mais inteligente ensinar a cuidar e a tratar a água disponível. No dia em que falharem os garrafões, será com a água, ainda que choca, que África terá que se desenvencilhar.

Não haja dúvidas que os preservativos são importantes, mas não são (nem é desejável que sejam) a primeira linha no combate ao vírus da SIDA.joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 08:00
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Na ausência de cura para a infecção VIH, o combate a este vírus tem sido através da prevenção do seu contágio. Uma vez que a sua principal fonte são os contactos sexuais, as políticas de saúde, principalmente as conduzidas pelos países 'modernos', quer em terreno próprio quer em solo alheio, tem-se centrado fundamentalmente no uso do preservativo.

Tantas vezes nos atiram com o preservativo à cara que nos esquecemos que existem outras formas de prevenir as infecções sexualmente transmissíveis. À cabeça, temos a abstinência. Simples; sem sexo, não há transmissão. Existe uma forma mais suave para o comum dos mortais: sexo sim, mas só dentro do casamento (ou equiparáveis). Se eu, previamente saudável, me caso com alguém também saudável, não tenho que me preocupar com doenças sexualmente transmissíveis.

Por mais 'modernos' que pretendamos ser, a fidelidade é das características mais apreciadas e defendidas no seio de uma relação amorosa. Ninguém (ou quase ninguém) é 'corno' por gosto. A mulher ou homem que se casa, namora ou 'viva com' não pretende ser traído pelo conjugue. Esta é a primeira linha no combate à SIDA e, apesar de apenas a Igreja Católica ser atacada por defendê-la, esta forma de nos prevenirmos de uma eventual infecção pelo VIH é a mais usada por todos nós.joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 07:03
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Domingo, 29 de Março de 2009

Rui Santos explica agora que a equipa portuguesa não tinha tanta experiência como a Suécia. Até porque os nossos meninos jogam todos em clubes pequeninos. E metade do nosso plantel nunca ganhou uma liga dos campeões. Sim Rui Santos. A Suécia tem muito mais experiência. 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 23:08
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Vamos passar os próximos meses nisto. Teria sido mais fácil perder com a Suécia. Não se perdia mais tempo. A coisa resolvia-se. 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 23:06
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as cornucopias da gravata encarnada de Rui Santos não me deixam ver televisão


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 23:04
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por outro lado, a verdade é que a selecção portuguesa não perde há muito tempo.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 23:03
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Henrique Raposo e Rui Ramos no seu Clube das Repúblicas Mortas


publicado por 31 às 16:07
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publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:10
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Continuando a conversa de ontem...

 

Durante o dia de ontem, já era certo que também a TVI será alvo de um processo judicial por violação do segredo de justiça e difamação.

 

Ontem, foi a vez de Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do Freeport, emitir um comunicado onde desmentia que "alguma vez se tenha referido a José Sócrates de forma injuriosa", mas assumiu que se tinha reunido naquela data com João Cabral e Alan Perkins para discutir assuntos relativamente ao Freeport.

 

Perante estes factos, Manuela Ferreira Leite, líder do PSD, fez saber ontem que, "a sucessão de factos torna premente, para bem do sistema judicial, que este assunto seja esclarecido rapidamente".

 

Ontem, em Gondomar, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Santos Silva, reafirmou que "não há nenhum membro deste Governo que esteja indiciado ou sequer sob investigação". E explicou que o PS se opôs a que o enriquecimento ilícito seja considerado crime, por defender que "não se deve inverter o ónus da prova".

 

João Palma, eleito ontem presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, assumiu que, neste caso concreto, "existem pressões".

 

DN

 

 

Notas: Pelos vistos, Sócrates não se fica pelos autores do dvd, vai para os autores de peças sobre o assunto, tanto mais que se prepara para processar outros meios de comunicação social. (Público, Sol, SIC, etc...incoming!)

 

O tal Smith parece dar a ideia que nunca disse o que ouvimos, se calhar "corrupto" tem um sentido diferente em inglês.

 

Ferreira Leite diz o que todos pensamos e isso já não é nada mau.

 

Santos Silva estava em Gondomar e isso pode servir de desculpa para dizer o que lhe apetecer mesmo qe não faça sentido nenhum. O caso não é apenas de polícia é também político.

 

João Palma, foi eleito ontem pelo que se espera que na segunda-feira trate de esclarecer-nos sobre as tais "pressões".

 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 10:02
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publicado por Afonso Azevedo Neves às 00:38
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Sábado, 28 de Março de 2009

Se Portugal perder o lugar de Carlos Queiroz será insustentável.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:28
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Tirado daqui.


publicado por Nuno Gouveia às 12:25
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A TVI apresentou ontem à noite a primeira parte de um filme muito pouco recomendável, estamos agora no intervalo do mesmo, daqueles à antiga que os cinemas tinham. Eram muito salutares esses intervalos porque serviam, entre outras coisas, para perceber se o filme valeria se visto até ao fim, fazer apostas como a coisa acabava, fumar um cigarrito. O certo é que a 2ª parte é que era, é que tinha todo o picante da história.

 

A TVI apresentou ontem à noite  primeira parte de um filme que até agora não vale nada, mas Sócrates quer processar os autores* no intervalo. Não sei se não seria boa ideia esperar pela segunda parte da produção. Nunca se sabe se o filme não acaba por merecer um Oscar.

 

* Nota: de facto quando escrevi o post a informação que tinha era a da intenção de José Sócrates processar a TVI, lendo o comunicado do PM, fica-se a saber que a intenção é de processar os autores. Está feita a correcção e o  post até fica melhor assim.

 

 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 09:56
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Tão bem explicadinho: aqui.

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:41
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...foi vaiado no CCB por uma plateia furiosa pelo atraso de meia-hora que a sua chegada tardia provocou. A sorte dele foi que ali ninguém tinha visto o Jornal Nacional da TVI.


publicado por Vasco Campilho às 00:46
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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

 

"Idleness does not consist in doing nothing, but in doing a great deal not recognized in the dogmatic formularies of the ruling class."
 

Robert Louis Stevenson


publicado por Francisco Mendes da Silva às 19:00
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Rodrigo,

Sócrates está a resolver o problema Ana Gomes da mesma forma como resolveu o problema Carrilho.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:50
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publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:19
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O "nosso" Rui Castro abriu um estaminé na Revista Sábado onde goza de grande companhia. Mesmo na porta ao lado o "nosso" Luís Rainha. Quem diria. Os dois tão juntinhos. A coisa promete e está de parabéns a Sábado pela ideia. 


publicado por 31 às 16:11
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... segundo Lula.

 


publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:17
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O PS pode ser acusado de incoerência em muitas áreas. Mas não na escolha dos seus candidatos autárquicos: Elisa Ferreira, candidata à CM do Porto, e também candidata ao Parlamento Europeu; Ana Gomes, anunciada para Sintra, mas já disse que não sairá do Parlamento Europeu se não vencer as eleições de Outubro.

 

Estas candidatas são perspicazes: primeiro vão assegurar o lugar em Bruxelas nas eleições de Junho. E depois tentarão arranjar outro cargo político. Parece-me que os habitantes do Porto e Sintra mereciam mais respeito por parte do Partido Socialista. E já agora, o Parlamento Europeu, que também está a ser desrespeitado pelo PS, ao apresentar candidatos que o encaram como uma segunda escolha.

 


publicado por Nuno Gouveia às 14:04
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No "Ocasião": 220 Euros.

Fnac: 285 Euros

Worten: 349 Euros

Rádio Popular: 282 Euros

 

Entretanto, o Ministério da Educação diz desconhecer que os Magalhães estejam a ser negociados no mercado negro.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 12:10
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DESCUBRA AS DIFERENÇAS

 

O DEBATE POLÍTICO AVESSO AO POLITICAMENTE CORRECTO

(com um pé – e às vezes até dois – na blogosfera)

 

SEXTA-FEIRA, 27 de MARÇO - 18H05

 

 

 

Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com o advogado Francisco Proença de Carvalho, do blogue “31 da Armada”; e Henrique Raposo, investigador universitário, blogger do “Clube das Repúblicas Mortas”.

 

Juntos, analisam alguns dos principais temas da actualidade:

 

- Papa em Luanda – Bento XVI esteve em Angola, um país rico com gente pobre,  onde a corrupção grassa e a liberdade tarda a chegar. O que têm os angolanos a ganhar com a visita do chefe máximo da Igreja? 


- Desemprego em alta – 150 mil novos postos de trabalho depois, o governo vê-se perante quase meio milhão de desempregados. Com fábricas a fechar e multinacionais a ir embora, como é que vamos lidar com este drama social?

 

- Provedor farto – Mais de nove meses depois do fim do seu mandato, Nascimento Rodrigues fartou-se, qualificando como inadmissível a não indicação de um substituto. Afundados em lutas mesquinhas, os partidos não se entendem. A Política acabou?


- G20 em Londres – Aproxima-se reunião dos G-20 em Londres, a primeira com a presença de Obama. Perante a crise há quem fale na remodelação do sistema financeiro mundial e quem questione a legitimidade deste grupo - que não engloba as organizações regionais de África, América Latina e da Ásia. Estamos perante o fim da hegemonia ocidental?

 

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

PODCAST: http://descubraasdiferencas.podomatic.com

descubraasdiferencas@radioeuropa.fm


publicado por Francisco Proença de Carvalho às 10:35
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Carlos Carvalhas - saudade - conta a história de Manuel Pinho, o ministro estafeta da EDP. Não consta que tenha sido desmentido.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:21
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