Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

 Se o Secretário-Geral do PS está a enviar uma carta aos pais das crianças de Castelo de Vide, quem deu as moradas ao PS?

Foi o Ministério da Educação?

O Governo?

Que outra base de dados agrupa os nomes dos pais das crianças da turma de Castelo de Vide?

Se tivesse sido o Primeiro-ministro a pedir as moradas, em até percebia... Agora o Secretário-Geral do PS? Quem deu as moradas? Vá, digam lá.

 


publicado por Carlos Nunes Lopes às 22:09
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Acertei no Euromilhões. Três números e uma estrela! Uma combinação difícil, incomum, rara. Imagino o que se terá passado com os astros no preciso momento em que rabisquei os algarismos e em que estes foram extraídos da tômbola, para isso acontecer: Marte terá alinhado com Vénus; Saturno com Júpiter; Mercúrio com Urano e o Sol, esse, terá entrado na décima casa. Toda uma complicação, toda uma conjugação de improváveis para um mísero prémio de vinte e quatro euros e quarenta e um cêntimos!
 

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 20:01
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PCP «aproxima-se» da Igreja. Mais vale tarde que nunca. joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 19:44
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O PS diz que afinal a culpa é da produtora.

Não é de Sócrates que promove a "geração magalhães", nem do Ministério da Educação que telefonou para a escola, nem dos dirigentes desse organismo do Ministério da Educação (DREAL) que acompanharam as filmagens.

*ver anúncios JN

 


publicado por Carlos Nunes Lopes às 14:52
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O vídeo-31 que percorreu rádios e televisões. Ah... e o BE quase projectou o nosso template em conferência de imprensa. Antes disso, Pedro Duarte tinha já dirigido um conjunto de perguntas ao Governo sobre o assunto.

A polémica só pode continuar. Nestas coisas não chega o "damage control" das cartinhas aos pais.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 14:18
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Há ainda outros factos importantes. Barroso impediu que a presidência britânica cortasse nos fundos da coesão, aquando das negociações para as perspectivas financeiras em 2005. A posição de Barroso valeu a Portugal 700 milhões de euros. Se eles são aplicados pelo actual governo português é outra questão.
Por fim, Barroso foi importante na concretização de cimeiras durante a presidência portuguesa extremamente relevantes para a política externa e para a diplomacia económica portuguesas: as cimeiras com África e Brasil.
O argumento da nacionalidade não é para mim o mais relevante. Mas não deve ser considerado menor no âmbito da política europeia e nos equilíbrios de forças entre estados que a sua história política e institucional sempre revelaram.

Também aqui.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:52
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Finalmente, o argumento “nacionalista” muito em voga no debate português. Como referi no primeiro post, prefiro avaliar Barroso pelo que fez do que pela nacionalidade que tem. Disse e reafirmo. No entanto, não é despiciendo o facto de ele ser um “Presidente da Comissão Europeia Português”. Por uma questão de prestígio internacional, desde logo. Por uma questão de influência política, em seguida. Tendo em conta as pressões que resultam da crise e as transformações que estão a ocorrer na economia europeia e mundial, o futuro da política de coesão está em discussão. Por um lado, os países que mais contribuem para o orçamento comunitário pretendem retirar fundos das políticas de coesão, o que seria prejudicial para Estados como Portugal. Ter um presidente da Comissão com sensibilidade para este dossier é importante para a coesão e, por via disso, para Portugal. Há um facto relevante na política europeia que muitas vezes não é dito: em questões de coesão económica e social entre estados membros as origens nacionais são por vezes mais importantes do que divisões esquerda-direita.

Também aqui.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:51
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O argumento muito badalado de que Barroso está "ao serviço dos grandes" já foi demonstrado de forma muito resumida no post anterior. Mas há um facto que demonstra a incorrecção desta premissa: o apoio reiterado de pequenos e médios Estados à sua recondução. Se ele estivesse a mando de um directório, teriam estes apoios lugar? Julgo que não. Estamos a falar dos países bálticos, da República Checa, Hungria, Eslováquia, Bulgária, Chipre, Malta, Grécia, Irlanda, Dinamarca, Suécia ou Finlândia. Para mais tarde recordar.
Este consenso à volta de Barroso é ainda o reconhecimento das suas capacidades para gerar consensos e compromissos europeus, extremamente difíceis como todos sabemos. Ao contrário de Santer e Prodi, Barroso é respeitado por pequenos, médios e grandes da União. Para um presidente da Comissão Europeia não me ocorre outro tipo de perfil de momento.

 

Também aqui.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:47
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A avaliação do desempenho de Barroso pode ser aferida em diversas áreas.
Primeiro, na aprovação do orçamento comunitário em 2005, mantendo as políticas de coesão como a prioridade da União, apesar da relutância inicial da presidência britânica. A Comissão foi essencial para que tal sucedesse. Segundo, a Comissão desempenhou um papel central após a rejeição do Tratado Constitucional, ajudando a manter a unidade europeia, evitando divisões entre um núcleo de Estados grandes e os restantes. Foi crucial neste dossier e ajudou a criar condições políticas que permitiram negociar o acordo para o Tratado de Lisboa. Terceiro, esta Comissão foi determinante na colocação das questões da energia e da luta contra as alterações climáticas no topo da agenda europeia. Durante o processo, enfrentou a resistência de alguns países grandes, como a Alemanha e a Itália. Quarto, a Comissão Barroso foi central na aprovação do pacote de 5 biliões, maioritariamente dirigidos às estruturas de energia, contra a posição alemã. Para quem acusa a Comissão de andar a reboque dos grandes, estes dois últimos exemplos provam que assim não tem sucedido. Quinto, foi a Comissão que apresentou um plano de recuperação económico em resposta à crise. Podemos dizer que é pouco, que não chega. Podemos até compará-lo com o plano da Administração Obama. Não podemos é dizer que a Comissão Barroso não quis nem tentou liderar uma resposta europeia. Sexto, a Comissão Barroso mostrou-se firme perante as regras do mercado único, fundamental para os pequenos e médios Estados, muitas vezes em dissonância aberta com França. Sem essas regras o domínio económico dos grandes seria reforçado. Sétimo, a Comissão Barroso foi fundamental no plano multilateral (Cimeira UE-África, Cimeira do G20) e no plano bilateral (UE-China, UE-Rússia, UE-Brasil). Foi ainda importante o papel de Barroso na aproximação entre europeus e EUA, patente nos últimos anos.
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publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:45
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Há duas formas de olhar para a recondução de Barroso na Comissão Europeia. Uma, pelo lado português. Outra, pelo seu trabalho. Sem desvalorizar a primeira no debate – sobretudo no nacional -, eu prefiro a segunda via. E há pontos onde Barroso se mostrou verdadeiramente capaz de liderar a Comissão. Se a avaliação destes pontos for positiva, como julgo ser o caso, os Estados, no Conselho Europeu da Primavera e por maioria qualificada, devem apontá-lo como sucessor de si mesmo. A legitimidade da sua recondução virá então com a nova formação do Parlamento Europeu. E aqui, também há dados concretos: a sua família política, o PPE (onde estão PSD e CDS) apoia-o; os Liberais, também; a nova formação política liderada pelos conservadores britânicos também o confirmarão no cargo; e o próprio Martin Schulz, líder alemão do PSE (onde está o PS) afirmou anteontem ao Financial Times alemão que apoiará Barroso. Ao nível do Conselho, Barroso tem apoios de peso já conhecidos: Alemanha, França, Grã-Bretanha, Polónia, Espanha, Itália.

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publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:42
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Uma agência de comunicação tratou da encenação, arranjou uma sala de aula, uns miúdos catitas, uns gadjets e enfiou lá o PM mais os jornalistas. Dessa vez um miúdo lá se distraiu e deitou tudo a perder, afinal não era uma sala de aula, não era uma escola, não eram alunos. Era tudo para o boneco. Dessa vez o PM não sabia, não tinha que saber, para Ministra era um pormenor irrelevante.

 

Irrelevante ou não,desta vez e por causa das tosses, uma escola foi contactada, os pais também, pelo Ministério da Educação. Ora, a tutela pede, a escola obedece. As imagens vão parar a um tempo de antena do partido do governo.

O que faz o PM? Diz que a culpa é de outros, é da empresa, é de qualquer um mas não dele, aliás o próprio veste o fato de Secretário-geral do PS e pede desculpas das asneiras dos "outros"

 

Ora, Ana Travassos, presidente do Conselho Executivo do agrupamento de escolas de Castelo de Vide veio dizer na altura que o pedido “Não foi feito pelo Partido Socialista não. Nós tivemos um contacto da tutela, dos representantes do Ministério da Educação aqui no Distrito de Portalegre e na região de Évora, que é onde está a Direcção Regional, com a intenção de consultar crianças e pais”.

 

Isto é que se precisa de apurar, que o Secretário-Geral José Sócrates peça desculpas enquanto Vitalino Canas diz que a culpa é da empresa tal e tal, quero lá saber. O que é preciso que se esclareça é o papel do Governo nesta história, é que me parece que quem tem de pedir desculpas é Primeiro-Ministro José Sócrates.


publicado por Afonso Azevedo Neves às 11:25
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Dezenas de meninas com aqueles fatos apertados, cabelos molhados, de prancha debaixo do braço, no Estoril, durante todo o fim-de-semana. Sorry camaradas. Estive indeciso entre a Ilda Figueiredo e as billabong girls. Mas não me parece que consigo ir à Avenida da Liberdade cantar Abril no primeiro de Maio. Vocês sabem que sempre gostei de surf. Sempre adorei surf. Sempre vivi para o mar, as ondas e aquelas coisas todas, pá.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:28
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“Médicos estão a prescrever o fármaco” é o ante-título de um artigo do Público de hoje, 30 de Abril de 2009, sobre a gripe mexicana e os antivirais adequados para a combater. Será que também estão a prescrever a doença, uma vez que não há casos conhecidos em Portugal?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:09
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O pedido de desculpas de José Sócrates pelo verdadeiro abuso de menores que foi cometido na escola de Castelo de Vide é um passo no bom sentido. Mas não chega, e se for um acto isolado tresanda a damage control, ao melhor estilo "ah e tal prometo que vou deixar de fumar". Lembram-se?

 

Exige-se pelo menos que o Ministério da Educação faça um inquérito interno para aferir se sim ou não algum responsável seu interveio na feitura deste tempo de antena. Exige-se também que o Partido Socialista apure se sim ou não algum elemento sob a sua responsabilidade invocou a autoridade do Ministério da Educação para conseguir obter imagens para este tempo de antena. Se as responsabilidades não forem apuradas e não houver medidas tomadas para que abusos como estes não se voltem a repetir, as desculpas de José Sócrates não valerão o papel em que forem impressas.


publicado por Vasco Campilho às 09:24
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A Índia é a maior democracia do mundo, com 714 milhões de eleitores. Neste momento estão a decorrer as eleições legislativas até 13 de Maio. Para quem conhece pouco do gigante asiático, como eu, aconselho a visita diária ao blogue de cobertura das eleições indianas, de Francisca Gorjão Henriques e Constantino Xavier.

 


publicado por Nuno Gouveia às 09:05
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009


 

 

Os Pandogs.


 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 23:13
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A cobertura mediática de Obama tem sido provavelmente a mais «macia» na era moderna da comunicação americana. Tudo em Obama é alvo de notícia, inclusive as mais fúteis, como o seu cão ou o guarda-roupa da sua esposa. O que em George W. Bush era motivo de piadas e intermináveis páginas de críticas, em Obama é apenas um parêntesis no meio das notícias positivas que tem recebido dos media. A Obama não são atribuídas gaffes e os seus percalços são considerados perfeitamente normais. Em 2008 Barack Obama foi elevado ao altar do mundo, e 2009 tem servido para entronizá-lo como símbolo deste novo culto: a Obamania. Apesar dos riscos inerentes a uma veneração excessiva, não deixa de ser positivo verificar que a América está de novo na moda.

O meu artigo completo no site da TVI24


publicado por Nuno Gouveia às 22:51
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Segundo o estudo "Consumo Cruzado de Meios”, da Havas Digital, publicado este mês, cerca de 70 por cento dos portugueses acedem diariamente à Internet. Estes números são muito positivos, e justificam a aposta na Internet que todos os partidos políticos têm vindo a realizar. Uma das vantagens das Novas Tecnologias é precisamente criar condições para a aproximação dos cidadãos aos políticos. Mas o PSD não se limitou à Internet e  está também a utilizar um velho meio de comunicação para o fazer. Se já várias vezes critiquei a estratégia da comunicação política desta liderança, desta vez não posso deixar de aplaudir Manuela Ferreira Leite. 

 

Existe ainda uma grande percentagem de portugueses que não usam a internet, e é para esses que esta campanha é dirigida. Fiquei pasmado com algumas críticas que foram feitas, não ao cartaz em si (as pessoas podem ou não gostar do cartaz), mas sim ao objectivo preciso desta campanha, que é precisamente receber o feedback e a opinião dos eleitores que não são utilizadores da Internet. As pessoas elogiam o esforço dos políticos para comunicarem directamente com os cidadãos, e depois quando um partido cria um canal para os infoexcluídos poderem também eles enviarem inputs e opiniões, já não consideram isso importante. Há pessoas cuja visão não consegue ultrapassar o próprio umbigo. Enfim...


publicado por Nuno Gouveia às 22:24
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Alguém me disse que eu hoje estou vestido à "gestor da Lehman Brothers".


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:55
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Como se não tivesse mais nada que fazer, estou viciada nos questionários do Facebook.

Ontem fiz o quiz "What were you in a previuos life?" e deu-me como resultado que fui Presidente. Acho bem, condiz comigo. Só não percebo, então, por que fui eu reencarnar nesta vidinha de caca.
 

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 18:51
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Afinal de contas, foi oferecido pelo senador Edward Kennedy.

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:17
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Eu sei que percebo pouco disso. Mas talvez me possam ajudar. Ao certo, o que há para discutir nos primeiros 100 dias de Obama?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:56
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- já ligaste à tua líder hoje?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:05
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Miguel Morgado e José Gomes André vão estar em directo no Portal IOL às 14h30, para debater os primeiros 100 dias do mandato de Barack Obama. A não perder!


publicado por Nuno Gouveia às 13:51
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quem souber a data da adesão de Portugal à CEE, sem ir ao Google, que atire a primeira pedra.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 12:27
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A edição de hoje do DN dá-nos conta que o PS anda a retirar cartazes que andou a afixar por causa de um erro na data de assinatura do tratado de adesão de Portugal à CEE.

Eles, Europeus, eles, o "Partido da Europa", afixaram um cartaz com um Soares perdido numa nublosa de azuis e vermelhos, talvez na tentativa de imitar Obama e as próprias cores das suas bandeiras.

Algo vai mal nas campanhas do PS: gralhas nas datas fundamentais do nosso caminho europeu, crianças envolvidas em tempos de antena do PS a pedido do Governo...

Aproveito para deixar uma ferramenta muito útil aos candidatos socialistas ao Parlamento Europeu: é por aqui!


publicado por Carlos Nunes Lopes às 11:38
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Dez à defesa, um à baliza. As camisolas amarelas canário e o medo de jogar com a melhor equipa do mundo. Sim. O Chelsea, ontem, fez-me lembrar o Paços de Ferreira a jogar na Luz.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:39
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Ontem, Vital Moreira. Hoje, Rui Tavares. Afinal, em tempos longínquos, o PSD já foi um grande partido. Vital Moreira diz que este PSD está descaracterizado, abandonou a "pulsão reformista" e a "dimensão social" que, presume-se, seriam glórias laranjas. Vital lamenta também que o PSD já não seja "o partido da modernização das infra-estruturas". Rui Tavares afirma que Manuela Ferreira Leite acabou com "o partido do risco, da internacionalização e da concorrência". Notável. A exaltação dos méritos passados dos adversários com intenção de aumentar o contraste com as misérias actuais não é uma inovação retórica desta dupla de euro-candidatos. Mas apetece perguntar por onde é que andavam estes retro-adeptos quando o PSD era o partido fantástico que descrevem.


publicado por Bruno Vieira Amaral às 09:44
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Ofereceram-me, hoje, um genuíno US Army Zippo com um cravo e a expressão “25 de Abril sempre”


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 08:17
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Parlamento e governos europeus não conseguiram chegar a acordo sobre a revisão da directiva sobre o tempo de trabalho semanal.

As negociações decorriam há cinco anos e previam o aumento das derrogações à semana de 48 horas.

Representantes do Parlamento Europeu, dos Estados-membros e da Comissão Europeia falharam uma tentativa derradeira de compromisso na noite de segunda para terça-feira, com a presidência checa da União Europeia a lamentar a "inflexibilidade" dos eurodeputados.

 

 

Nesse debate que entusiasmadamente acompanham, estas coisas vagamente relevantes discutem-se?


publicado por Henrique Burnay às 23:19
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Repeti o teste “Que tipo de beto és tu?”. Queria saber que tipos de betos existem mais para além do “beto clássico” e do “beto do campo”.

 

Quando cheguei à parte de saber os resultados, saiu-me isto como resposta:
Ainda há algumas imperfeições que o Facebook e os criadores de Que tipo de beto és tu? estão a tentar corrigir. Agradecemos a tua paciência enquanto tentamos resolvê-las. (…)
 
Eu sabia! Ou é aquela parte do “tu” ou aquela de todos os betos terem de ser do Sporting!
 

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 19:44
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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:54
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Freeport: empresa da mãe de Sócrates investigada

Não deixa de ser estranho que o Diário de Notícias, liderado pelo único jornalista que recolheu elogios públicos do Primeiro ministro, tenha publicado esta notícia, apesar de não estar desenvolvida (pelo menos na versão online). De qualquer forma, saúda-se a sua publicação. Os arautos do "bom jornalismo*" é que não devem ter gostado nada. 

 

* definição para jornalismo lambe-botas e conivente com o poder político.


publicado por Nuno Gouveia às 17:48
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Fontes, geralmente bem informadas, dizem-me que houve uma cisão no movimento Ruptura. Recordo que o movimento Ruptura está agregado ao movimento FER e que o movimento ruptura/FER está agregado ao Bloco de Esquerda que também agrega a UDP, PSR e movimento política XXI. Não como será agora com os camaradas que fizeram a ruptura com a ruptura. Nem sei como vão chamar o novo movimento. Mas tenho algumas sugestões de nomes:  "a ruptura da ruptura", "ruptura renovada", "a outra ruptura" ou, simplesmente, "nova ruptura" 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:58
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Suspeito que estou a chocar uma gripe mamífera.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:42
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O Partido Socialista tem três novos cartazes para as europeias. Soares e a adesão à CEE. Guterres e a adesão à moeda única. Sócrates e o tratado de Lisboa. Este último cartaz é exemplar. Por todas as razões o tratado de Lisboa é um símbolo do estilo de governação de José Sócrates: teve pompa e circunstância, horas de televisão, custou milhões e, um ano depois, ainda não aconteceu. Nem sabemos se algum dia vai acontecer.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 12:08
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Não quero ser desagradável, mas acho que foi mau de mais. "Se perder, perdi". "Se ganhar, ganhei". Um Vítor Urbano nos gloriosos tempos do Paços de Ferreira não diria melhor antes de uma ida a Vidal Pinheiro. O "não tenho que prestar contas ao partido". A piscadela ao Bloco Central de facto, como que a fazer a vontade ao Dr. Cavaco. Os huh.... o olhar para baixo... a falta de garra. Eu diria mesmo, de vontade. A tirada final sobre os desencontros no "supermercado do bairro". Este filme não é para a Dra. Manuela. Tirem-na deste filme.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:55
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O Facebook está mais politizado que uma sessão de dinamização do MFA.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:11
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Disse-o aqui. Fui ao Congresso do PSD em Guimarães repeti-lo. E agora que o tema volta à baila, não vejo razão para mudar uma vírgula ao que na altura escrevi:

 

Sejamos claros: o PSD só deve entrar numa coligação para a liderar. Não consigo imaginar nenhum estado de necessidade patriótica que me levasse a concordar com um Bloco Central em que o PSD não fosse o partido liderante. E mesmo que o PSD não logre a maioria absoluta em 2009, haverá muitas possibilidades a explorar antes de sequer pensar em acordos com o PS.

Agora, se o PSD não for o partido mais votado, só há uma linha de conduta correcta à luz da estratégia a longo prazo que o partido deve ter: ficar na oposição.


publicado por Vasco Campilho às 10:41
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A crónica de hoje de Miguel Esteves Cardoso no Público deveria ser ensinada nas escolas. Concisa, hilariante, certeira. É certo que o assunto ajuda: Vital Moreira. Mas poucos se lembrariam de fazer analogias entre opções capilares e políticas do candidato europeu do PS. Como o link é só para assinantes, eis um naco:


«(...) Olha-se para aquele resplandecente capacete de oiro branco e cisma-se:"Eis o Ruben Barrichello da Anadia".

(...) Longo, espesso, repetitivo, vaidoso, impenetrável e sempe a pender para o mesmo lado, o penteado de Vital Moreira é bem o oposto dos seus textos e discursos. Aí residirá a contradição que torna ambos tão irresistíveis.»

 

A crónica chama-se Vital Sasson.


publicado por Nuno Miguel Guedes às 10:35
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A cão azul lançou uma nova tshirt com o headline: "eu ainda não fui processado pelo sócrates". A ideia tem graça mas em verdade é um produto com cada vez menos mercado. 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:30
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Os pais das criancinhas capturadas pelo Governo para um tempo de antena do PS estiveram ontem reunidos com o Conselho Executivo da Escola de Castelo de Vide.

Pelos vistos, a participação do Governo não se ficou por um simples telefonema para a escola. Parece que pelo menos um elemento da Direcção Regional de Educação do Alentejo terá acompanhado as filmagens no local.

Vale a pena conhecer o contexto local da coisa, também para compreender a multiplicação de Socratezinhos que por aí anda a ocorrer.

Posts do 31 sobre o assunto: (1) (2

 


publicado por Carlos Nunes Lopes às 02:46
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Estes tipos do Facebook têm piada, lembram-se de cada coisa! Agora inventaram o quiz "Que tipo de beto és tu?" (para ser correcto, deveria ser "é você", mas, enfim, não se lhes pode pedir muito).

Vá, façam-no aqui. Estão mortinhos por isso, nós sabemos.

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:44
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O Partido Socialista decidiu esconder Vital Moreira da sua campanha, e espalhar uma segunda vaga de cartazes em que se intitula o partido da Europa. Em reacção a este gesto

Sobram os que se estão marimbando para a Europa. Esses, naturalmente, abster-se-ão.


publicado por Vasco Campilho às 00:00
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Na entrevista:

Mário Crespo - E se perder as próximas eleições europeias?

Manuela Ferreira Leite - Se perder? Se perder, perdi.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 22:59
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A líder do PSD admitiu, em entrevista a Mário Crespo (com transmissão na SIC hoje às 21h00), um governo de bloco central após as próximas eleições legislativas.

 

Expresso

 

Nota: Afinal não foi nada disso, dizem uns, mas foi parecido dirão outros. Olhem, eu francamente achei que não disse nem deixou de dizer, só para não dizer o que não podia deixar de dizer.

 

 

Só para não dizerem que sou mau para MFL, digo já isto: a melhor parte da entrevista foi quando esclareceu que o Governo devia evitar decidir grandes projectos, como o TGV ou o novo aeroporto de Lisboa em cima das eleições.

Só para não dizerem que deixei de ser um perigoso situacionista, passoscoelhista e na generalidade mauzinho, MFL meteu os pés pelas mãos com a história dos grandes investidores.

 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 19:46
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Mas só agora li esta crónica de Miguel Esteves Cardoso. Parabéns! É também o título do texto.

«Ganha-se muito em ver o 25 de Abril como um bebé que entretanto cresceu. Quando nasceu, foi uma festa. Foram despachados para a Madeira os tios chatos que achavam a gravidez uma pouca-vergonha. É que o pai de Abril era magala e não estava casado com a mãe. Mas acabou por correr tudo bem.

Abril teve uma infância turbulenta. O mal - ou a sorte - dele foi ter uma família numerosa. O pai era incógnito mas não faltavam senhores que o queriam adoptar - ou só dar o nome. Isto deu nalguma algazarra porque a mãe, a Liberdade, sendo uma jóia de pessoa, era uma Maria-vai-com-as-outras; ia sempre atrás do último pretendente que lhe batia à porta. Chegou a haver pancadaria da grossa quando o Abrilinho tinha 1 ano e picos, no Verão de 1975, pouco antes de aprender a andar sozinho.

Abril tem 13 anos quando entra na puberdade. Faz-se adolescente em 1986, ano em que faz a primeira viagem à Europa, pela mão do bonacheirão do Tio Mário. E aqui interrompo a história para tomar consciência de quanto ela está contaminada pelo contador. Para muitos, por exemplo, o Abrilito adoeceu em 1975 e foi internado em 1986. O que interessa não é a diferença profunda entre todas as histórias. É a variedade e a coexistência delas.

Seja como for, 35 é uma idade chata. A crise de meia-idade aproxima-se a galope. Abril já não pode fazer a vida que fazia, comendo e bebendo e acamando tanto quanto lhe apetece. Mas ainda é uma bela idade. E jovem de mais para perder tempo com memórias e saudades.»

(in Público, 25/04/2009) joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 19:00
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«Genéricos gratuitos para um milhão de pensionistas. (...) A medida foi aprovada em Conselho de Ministros e vai obrigar a acrescentar ao Orçamento do Serviço Nacional de Saúde mais 35 milhões de euros, para juntar aos 8,8 milhões previstos.»

A medida, não é uma má medida. É populista, sim senhor, e vai transformar velhinhas em autênticas farmácias, operando num mercado paralelo e com medicação a preço de saldo. Mas, desejando votos de boa saudinha aos mais desfavorecidos, o Governo dá um sinal que, em tempos de crise, não lhes faltarão os bem essenciais. É importante e não tenho dúvidas que terá retorno.

Compreendo que, num ano de eleições, é difícil controlar esta fúria distributiva do Governo, mas convém parar e fazer contas. 35+8,8 milhões igual a 43,8 milhões. A dividir por 1 milhão de pensionistas igual a 43,8. 43,8 euros em medicamentos genéricos por cada pensionista num ano? Sr. PM, isso nem num mês. joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 18:00
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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:45
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Hoje de manhã um especialista explicava que o único medicamento que combate a gripe suína é o mesmo da gripe das aves. Não estou surpreendido.

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:43
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