
Estejam atentos ao que vai nascer...
joaompinto
Merecem a abstenção que têm
Ana Margarida Craveiro
Primeiro facto: os eurodeputados tendem a alinhar-se mais por famílias políticas do que a navegar por linhas nacionais. No parlamento europeu, há política à moda antiga. Segundo facto: a abstenção nas eleições europeias seria menor se houvesse uma politização das eleições, com estratégias europeias a ir a votos. Sucede que o eleitorado não conhece essa politização, logo, não vota. Conhecer as várias Europas propostas é meio caminho para tornar a Europa uma disciplina de política interna - como ela é - e não uma matéria de relações internacionais – como ela já não é. Mas em Portugal nada mudou. De forma medíocre, esta campanha não passou as nossas fronteiras. A abstenção assim o atestará, de novo.
A pequena Europa do passado tinha vencedores consensuais. Hoje, a competição pelo poder é feita a 27, com maiorias de esquerda ou direita. Ou seja, existe uma verdadeira democracia na Europa. A nossa campanha desrespeitou essa democracia europeia com a politiquice portuguesa do costume.

Estejam atentos ao que vai nascer...
joaompinto
Este governo tem uma relação difícil com a justiça, é sabido. E, só assim, se pode justificar a forma obsessiva como insiste na eleição de Jorge Miranda para o cargo de provedor da mesma.
O Eurojust e a provedoria são apenas exemplos. Os múltiplos organismos por onde se estendem os tentáculos do Estado procuram mais controlar a justiça do que acelerá-la, mais condicioná-la do que libertá-la, mais domesticá-la do que administrá-la, mais burocratizá-la do que 'simplexá-la'.
Deixai-a, por favor! joaompinto
Nos Jogos Olímpicos de 1980, em plena Guerra Fria, Moscovo lançava uma mascote que pretendia mascarar com um olhar terno a ortodoxia do regime comunista. Misha era um urso de peluche com ar feliz e bonacheirão, amigo dos 5 aneis continentais, meigo com as crianças, determinado num Mundo melhor. Com esta mascote, a Mãe Rússia contornava o traço dos desenhos animados do regime para colocá-los a par das modas Ocidentais. Misha foi um sucesso comercial, um paradoxo da penúria em que se transformava a sociedade soviética da altura. Existe aqui todo um simbolismo. joaompinto
As últimas semanas têm sido de intensa actividade científica, o que me tem impedido de 'blogar' com a frequência que desejaria. Impediu-me também de assistir à eleição do Michael Seufert para líder da Juventude Popular. Infelizmente.
O Michael (Micha para os amigos) tem várias ideias com as quais discordo, mas é exactamente nessa discórdia que reside a nossa amizade. Porque é interessante falar com o Micha. Sabe ouvir e ripostar, duvidar e perguntar, aceitar e discordar, compreender e preocupar-se. Sabe respeitar. O Micha é meu amigo, dos únicos que fiz na politica. E dizer isto será suficiente.
Se o Micha está de parabéns, está com certeza também a Juventude Popular, pois acaba de acrescentar valor à política portuguesa. Agora, estejamos atentos ao que vai dizer e fazer. Muitas coisas vão mudar. Sigamos o Micha! joaompinto
A responsabilidade dos abstencionistas pelo resultado final é muito maior do que a de quem vai votar. É segurar a caçadeira, encolher os ombros e deixar outro disparar. Ao menos desviem o tiro.
José Lello sai em defesa de Vital Moreira e ataca Maria de Belém
"Não me choca o termo 'roubalheira' que foi usado por Vital Moreira para caracterizar o caso BPN. O que me choca é a displicência da deputada Maria de Belém, tentando minorar o impacto das palavras proferidas pelo nosso cabeça de lista nas eleições europeias", declarou à agência Lusa José Lello, membro do Secretariado Nacional do PS.
Parece-me que este é o verdadeiro Partido Socialista, na tradição do "malhador" Augusto Santos Silva. Esperar dignidade das palavras da cúpula socialista seria excessivo, e o deputado Jose Lello tem uma longa tradição de dizer barbaridades. Manuel Alegre que o diga.
Publicado também no Papa Myzena
Deputada do PS Maria de Belém "não se revê" nas declarações de Vital Moreira sobre BPN
Maria de Belém, que preside à comissão parlamentar de inquérito ao BPN, referiu que o PSD tem tido "uma participação activa" e "contribuído para os consensos". Adiantou ainda que não se revê nesse tipo de declarações.
Era bom que mais membros do Partido Socialista repudiassem as declarações de Vital Moreira. A começar pelo Secretário-geral, que representa a voz oficial do partido. Caso isso não aconteça, o PS ficará conotado decisivamente com as tristes palavras de Vital Moreira.
Publicado também no Papa Myzena
Parece que acabou a "guerra contra o terrorismo". Só falta agora avisar o terrorismo que parece pouco entusiasmado com questões de semântica.
A União Europeia finalmente percebeu que demasiadas regras e excesso de ecologia podem fazer mal ao emprego.
Para ver aqui, no meu blog Bruxelas.
PS. A morte do liberalismo o quê? Daqui para a frente é que vai ser ouvir falar de flexisegurança, mercados abertos e livre-comércio.
Nada como uma crise para colocar as prioridades no sítio.
Esta frase de Almeida Santos faz cada vez mais sentido. Como é possível um Professor Doutor de Coimbra, com responsabilidades políticas, associar o PSD à "roubalheira" do BPN? Em primeiro lugar, porque nenhum dos actuais responsáveis do PSD tem alguma coisa a ver com o caso BPN (o mesmo não pode dizer do seu partido em relação a outro caso famoso). Além de ser totalmente desonesto associar um partido aos delitos que eventualmente terão sido cometidos por alguns dos seus militantes. Mas também onde andará o conceito de presunção de inocência na mente do “Professor Doutor de Coimbra”? Imagine-se que Paulo Rangel associava a "corrupção" ao PS devido ao caso Freeport. Que diriam os responsáveis do PS? E que diria Vital Moreira? Os double standards do candidato Vital são conhecidos há muito tempo.
O vídeo que associa Paulo Rangel a imagens chocantes de animais maltratados é dos actos políticos mais vis que me foi dado testemunhar em Portugal. Nada disso, porém, impediu Duarte Cordeiro, líder da Juventude Socialista, de apadrinhar a sua divulgação no twitter.
É verdade que o líder da JS não tentou esconder a mão depois de atirar a pedra, como aqui se fez. Mas, mais ou menos cobarde, mais ou menos frontal, esta estratégia é sempre boçal.

Inclui o ensaio "The Lesbianism of Philip Larkin". Sim, porque um tipo pode lamentar o Modernismo, mas há sempre modernices que se aceitam. O Pound e o Eliot é que perderam demasiado tempo noutros labirintos e noutras experiências estéticas.
Imagino as reuniões políticas da Esquerda. Surge um problema, os estrategas dão as mãos e formam um círculo para pensarem em soluções. O brainstorming é intenso, a electricidade vai cedendo o espaço energético ao brilhantismo intelectual, até que da boca de um dos talentos em presença sai em forma verbal a pepita de ouro que todos buscavam: "um imposto!" Os génios descansam e as lâmpadas voltam a reluzir. Até os progressistas apreciam o conforto de terrenos conhecidos.
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social considera que o jornal das sextas da TVI não cumpre regras como a “honestidade, isenção, imparcialidade, pluralismo, objectividade e rigor”. Resta dizer que eles próprios também não cumprem esses requisitos… Isenção e imparcialidade são adjectivos que em nada caracterizam esta ERC. Por outro lado, será que eles já analisaram outros conteúdos informativos, onde algumas destas regras que evocam não são cumpridas? Exemplos não faltam… A agenda da ERC é nebulosa, e não se percebe o objectivo dos seus timings. Parecem sempre ir de encontro aos interesses de alguns.
Eu tenho um sonho.
Sonho com o dia em que a justiça portuguesa não seja motivo de chacota fora de portas.
Sonho com o dia em que os portugueses não tenham razões para acreditar que os políticos são todos igualmente desmerecedores de confiança.
Sonho com o dia em que todos os titulares de cargos públicos sob suspeita coloquem os interesses de Portugal acima dos interesses próprios e protejam a dignidade das instituições que representam, mesmo que isso signifique demitirem-se dos cargos que legitimamente ocupam.
Eu sei que esse dia está longe. Mas acredito que hoje ficou um pouco - só um pouco - mais perto.
Dias Loureiro demitiu-se. A suspeição é incompatível com o exercício de cargos de Estado. Infelizmente nem todos os políticos têm essa visão!
Que personagem do Freeport és tu?
[via ABC do PPM]
O João Gonçalves agora em livro também.
Elisa Ferreira considera que não há condições (via TAF) para lançar o imposto europeu proposto ontem por Vital Moreira. Numa rara intervenção sobre a campanha para o Parlamento Europeu, a também candidata à Câmara Municipal do Porto afirmou que "não é favorável à implementação de mais um imposto". Apesar de tudo, é importante saber que nem todos os candidatos socialistas pretendem apoiar a criação de mais impostos para os portugueses.
Também publicado no Papa Myzena
Dias Loureiro há muito que não tem condições para estar no Conselho de Estado. A sua condição de suspeito não é compatível com o exercício do cargo nesse órgão. Alguém que possui responsabilidades políticas deve estar acima de qualquer suspeita. O que já não é caso de Dias Loureiro.
Recordo que Dias Loureiro não é arguido de processo nenhum, e mantém-se a presunção de inocência, tal como noutros casos de políticos cuja actuação é alvo de suspeição. Pena é que algumas virgens ofendidas que clamam pela demissão de Dias Loureiro não tenham mesma posição noutros casos. Mas há quem nisto olhe mais pela cor partidária do que pelos princípios.
Ao mesmo tempo que Kim Jong Il está momentaneamente retirado da vida pública, devido a um ataque cardíaco, os norte-coreanos, como que a dar um sinal de vida, optaram por berrar tão alto quanto possível. As ambições nucleares da Coreia do Norte passam menos pelo desejo de obter a arma devastadora, e mais pela sobrevivência do regime, que um dia Bernardino Soares questionou se não seria uma democracia. Sem o ombro chinês, há muito que o “Querido Líder” tinha caído da cadeira. Mas o regime de terror, que enfrenta dificuldades internas há muitos anos, pretende fortalecer-se com este teste nuclear. “Queremos mais” poderia bem ser o slogan utilizado pelos dirigentes da Coreia do Norte ao lançarem-se nesta “aventura”. Obama, que não parecia estar muito interessado no problema coreano, terá agora que dedicar algum tempo a esta embrulhada. E claro, já deve ter percebido que a sua retórica de um mundo sem armas nucleares ficará suspensa durante algum tempo.
Obama herdou uma situação de esforços multilaterais relativamente à Coreia do Norte, mas a sua agenda de conversações directas com os inimigos dos Estados Unidos terá alertado o regime coreano. O objectivo dos coreanos poderá passar por negociações directas com os Estados Unidos, tentando obter mais concessões dos americanos, que de outra forma seriam mais difíceis de alcançar. A verdade é que a estratégia seguida até ao momento, com seis pratos na mesa, incluindo a China, não alcançou os objectivos definidos: manter a Península Coreana sem armas nucleares. E os Estados Unidos têm aqui uma oportunidade, se apostarem nas conversações directas: criar as condições necessárias para a reunificação das duas Coreias. Será uma jogada de longo prazo, que teria também por passar por uma mudança de regime na Coreia do Norte.
As sanções não têm resultado, pois a China, apesar da retórica, continua a sustentar o regime coreano. Se o multilateralismo, tão apregoado por muitos, fosse eficaz neste caso, e todos remassem para o mesmo lado, as sanções poderiam chegar para obrigar a Coreia do Norte a desistir das ambições nucleares. Mas responder a estes testes apenas com mais sanções será sempre inútil. É preciso fazer mais.
Portugal está virado do avesso.
Finalmente concordo com uma ideia de Vital Moreira. O candidato do PS defendeu hoje que está em curso uma “revolução” no ensino e na formação em Portugal. Mas, e como disse hoje Paulo Rangel numa conferência na Universidade do Minho, o período revolucionário que estamos a viver assemelha-se mais ao período de terror que algumas revoluções provocam. Vital Moreira, candidato a Robespierre da modernidade, acredita que a política educativa deste governo, concedendo totalmente na exigência, no rigor e verdadeira qualificação, provocou uma mudança de paradigma da qualidade da educação em Portugal. Nada mais longe da realidade. Estou certo que muitos professores, alunos e pais concordariam com Paulo Rangel, que em matéria educativa este governo apenas fomentou o clima de guerrilha, sem resolver os problemas do sector.
Rangel perde voo e só inicia campanha à tarde
Só em Portugal é que McCain tem melhor media social que Obama.
Consta que os consultores americanos propuseram ao PS um hino de campanha chamado “The little warrior”.
A equipa de marketing de Vital Moreira já conseguiu explicar aos consultores americanos que Portugal é um Estado da União Europeia.
Na campanha de “media sociais” importada dos EUA, descobriu-se agora que substituir “Obama” por “Vital Moreira” não produz os efeitos desejados.
Parece que a campanha de Vital Moreira está a ter dificuldades em traduzir para português os “social media” contratados nos EUA.
Na campanha eleitoral, o PS “encomendou” a plataforma dos media sociais a uma agência norte-americana que terá tido Obama como cliente. O PSD optou por mobilizar os activistas e simpatizantes a partir das ferramentas sociais que estes já animavam e de outras que criaram especialmente.
... as palavras de Mário Crespo.
O desordenado
António Marinho Pinto está para o PS de Sócrates como o estão Vitalino Canas, Augusto Santos Silva ou Pedro Silva Pereira. É um indefectível.
Tal como Sócrates, Marinho Pinto vê em tudo o que o prejudica uma urdidura de travestis do trabalho informativo. Tal como Sócrates, o Bastonário dos Advogados vê insultos nos factos com que é confrontado. E reage em disparatado ultraje e descontrolo, indigno de quem tem funções públicas. Marinho Pinto na TVI foi tão sectário como Vitalino Canas ou Santos Silva e conseguiu o prodígio de ser mais grosseiro numa entrevista do que Sócrates foi na RTP e Pedro Silva Pereira na SIC.
É obra.
Marinho Pinto não tem atenuantes. Não trabalhou no Ministério do Ambiente de Sócrates e, que se saiba, não faz parte do seu núcleo duro. É pois de supor que não esteja vinculado ao voto de obediência cega que tem levado os mais próximos de Sócrates à defesa do indefensável, à justificação do injustificável e a encontrar razão no irracional. Não tendo atenuantes, Marinho Pinto tem agravantes. O Estado de direito delegou na Ordem dos Advogados importantes competências reguladoras de um exercício fundamental para a sociedade. O Bastonário tem que as exercer garantindo uma série de valores que lhe foram confiados pelos seus pares.
O comportamento público do Bastonário sugere que ele está a cumprir uma bizarra agenda pessoal com um registo de regularidade na defesa apaixonada de José Sócrates e do PS.
Mário Crespo in JN
Um detergente para começar bem o dia.

Diz o Paulo Querido - e quem sou eu para duvidar? - que "o PSD está a ter melhor blogosfera". Eu também acho que sim. Uma blogosfera caracterizada por pertencer à geração Maizena, que Sofia Galvão definiu como
Do lado socialista, não há geração Maizena. Não se encontra essa "nova geração desde sempre longe do poder", nas palavras do André Abrantes Amaral. Encontra-se, quanto muito, uma geração boyseana, agarrada às benesses de que tem desfrutado nos últimos 15 anos, e pronta a disparar sobre tudo o que ameace o seu aprazível estilo de vida. O resultado, pelo menos na blogosfera, começa a ser patético. Que falta lhes faz uma geração Maizena.
Enquanto ao Afonso só lhe ocorria isto, eu olhava para a televisão e só me lembrava disto:
Ordenalfabetix Marinho Pinto

Há algum tempo que isto é assim. Dias Ferreira avança, outra vez. Dias Ferreira não avança, outra vez. Avança outra vez. Não avança outra vez. Avança outra vez. Não avança outra vez. Moral da coisa: Dias Ferreira está para o Sporting como José Pedro Aguiar Branco está para o PSD.
Pode parecer ironia mas não. Raras vezes se viu tanta sinceridade em directo.
a-)VAIS TER RELAÇÕES SEXUAIS?.... O GOVERNO DÁ UM PRESERVATIVO.
b-)JÁ TIVESTE?........O GOVERNO DÁ A PÍLULA DO DIA SEGUINTE.
c-)ENGRAVIDASTE?... O GOVERNO DÁ O ABORTO.
d-)TIVESTE FILHO?...... O GOVERNO DÁ O ABONO DE FAMÍLIA
e-)ESTÁS DESEMPREGADO?.... O GOVERNO DÁ O SUBSÍDIO DE DESEMPREGO.
f-)ÉS VICIADO E NÃO GOSTAS DE TRABALHAR?... O GOVERNO DÁ O RENDIMENTO MÍNIMO GARANTIDO
g-)CABULASTE E NÃO FIZESTES O 2º OU O 3º CICLO?..... O GOVERNO DÁ-TO EM 3 MESES NAS NOVAS OPORTUNIDADES.

O nosso Carlos Nunes Lopes casou-se este sábado. Ainda pensámos numa emissão especial, desde Castro Daire, mas estávamos focados nos acepipes. Estávamos tão focados que quase ninguém deu conta que os noivos nunca mais apareciam no copo de água. Tinham furado o pneu do lustroso Cadillac. E assim foi, mais ou menos, durante uma hora. O Carlos Lopes e a mulher.Com ela vestida de noiva e de colete reflector no meio da A24 a ver os carros a passarem.
Em jeito de balanço da temporada futebolística, podemos dizer que uma das piores contratações do Benfica foi a de Maria José Morgado.
Vital partilha com José Sócrates a mesma visão sobre quem se opõe, usa os mesmos argumentos ad hominem e o mesmo primarismo. Com sucesso, a julgar pelo entusiasmo com que alguma blogosfera repete a mesma táctica com gosto e afinco. Enquanto isso, as oposições, o PSD, a Manuela e os myzeneiros esfregam as mãos com o desemprego, enquanto saem do Eleven, cada no seu Aston (o meu é um Jag xk 140, porque tenho muito e posso mais) a fumar charutos.
Afonso Azevedo Neves, comendo PapaMyzena. Ide lá ler o resto, que está imperdível.

De facto, hoje é completamente diferente.
A pena que eu tive de não "ir ao Parlamento Europeu a expensas de deputados (mais do que um) no fim do mandato" com o "numeroso grupo de autores de blogues" (por exemplo, este e este) convidado pelo Grupo Parlamentar do PSD. Desde logo, perdi três dias muito bem preenchidos, como se pode ver pelos relatos circunstanciados do Leonel Vicente (links aqui). Mas sobretudo, perdi uma excelente oportunidade de "contribuir e muito para reforçar um falso debate, viciado à partida por ter um só lado". E como eu gosto de contribuir para tudo o que pareça viciado e falso aos puros olhos de Pacheco Pereira, senhores!
E não, não estou a gozar.