Terça-feira, 30 de Junho de 2009

No diário de notícias de hoje, José Saramago faz o balanço de dois anos de Fundação com o seu nome. Tudo o que a fundação fez. Tudo o que a fundação quer fazer. O artigo tem pouco mais de 1500 caracteres.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 22:50
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Politólogo e apoiante do PSD diz que o Partido Socialista está muito longe de reunir as condições para governar sem maioria absoluta


PS: a governabilidade já não mora aqui


 

Com uma única palavra, José Sócrates definiu a sua estratégia eleitoral logo ao conceder a derrota do PS na noite das europeias. Ao referir-se às legislativas como o momento adequado, não para os portugueses avaliarem a governação, mas para se pronunciarem sobre a governabilidade do País, o Primeiro-Ministro deixou claro que não aposta no balanço do Governo para assegurar a reeleição. Pelo contrário, a  estratégia que esquissou nesse discurso consiste em levar os eleitores a votar PS como forma de esconjurar a instabilidade governativa, mesmo quando descontentes com a actual maioria.

 

Reconheça-se que o panorama político herdado das europeias é um verdadeiro quebra-cabeças. Projectando o resultado das europeias nas legislativas, o PSD ficaria aquém de formar uma maioria parlamentar com o CDS. Mas à esquerda, o PS teria de se juntar ao Bloco de Esquerda e à CDU para chegar a uma maioria. Com o Bloco Central fora de causa, há razões bastantes para temer pela governabilidade do País. Não deixa, no entanto, de ser irónica a ênfase que o PS coloca nesta questão: é que neste contexto, o principal obstáculo à governabilidade do País é justamente o próprio Partido Socialista.

 

Ao entrar para uma reuniáo da direcção do PS, José Sócrates pediu uma “maioria parlamentar que dê condições para governar”. Ouvido o partido, esclareceu que “a maioria parlamentar é uma maioria absoluta (…) que permita governar sozinho”. Esta insistência na governação solitária revela um Partido Socialista em estado de negação: se há coisa que ficou clara com os resultados das europeias é que a maioria absoluta já não está ao alcance do PS. A questão que se colocará na eventualidade de o PS ganhar as eleições não é se pode governar sozinho. É se tem condições para governar de todo.

 

Ora o PS está muito longe de reunir as condições para governar sem maioria absoluta. Desde logo porque não há outro partido disponível para apoiar um governo encabeçado por um José Sócrates em declínio. Se dúvidas houvesse, a moção de censura do CDS tê-las-ia dissipado por completo. O insólito cenário da saída de Sócrates após uma vitória nas legislativas também não facilitaria coligações: um entendimento à direita seria vivido como uma traição pela ala mais à esquerda; mas um entendimento com o Bloco de Esquerda ou a CDU constituiria uma ruptura com a orientação que o PS assumiu desde 1975. Também um governo minoritário constituído pelo mesmo partido que sistematicamente dispensou as oposições enquanto maioria – e liderado pelos mesmos dirigentes que afrontaram claramente o Presidente da República em vários dossiers – dificilmente teria condições para navegar nas águas tormentosas de uma crise cujo fim não se vislumbra.

 

Com José Sócrates, o PS evoluiu de partido-âncora da esquerda para partido-charneira entre uma esquerda radical em forte crescimento e um centro-direita de regresso ao seu nível eleitoral habitual. Essa mutação tornou possível o PS dominador de 2005, mas originou um desenraizamento eleitoral que se está a reflectir, já em 2009, numa considerável quebra do apoio popular aos socialistas. A posição de charneira teve também o efeito de transportar para dentro do partido as grandes clivagens do sistema político português, elevando em muito os riscos de cisão. O centro do sistema partidário português encontra-se portanto ocupado por um partido eleitoralmente enfraquecido, politicamente dividido e organicamente instável. Se porventura ele vier a ser de novo o partido mais votado, iniciar-se-á o ciclo político mais turbulento que Portugal conheceu desde a década de 70. Definitivamente, a governabilidade já não é atributo que o PS possa reivindicar para si.

 

in Expresso, 27 de Junho de 2009.

 


publicado por Vasco Campilho às 20:00
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Já alguém conseguiu criticar o Manifesto pela Despesa Pública sem ser insultado por um dos subscritores?

João Miranda


publicado por Afonso Azevedo Neves às 19:08
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"Em primeiro lugar, segundo este especialista, numa campanha política 'a táctica pode mudar mas os princípios nunca'. Ou seja, mudanças radicais de discurso e de imagem soam a 'falso' e a 'falta de transparência'.

Ben Self, fundador da Blue State Digital, na conferência do PS no Pavilhão de Portugal - via LUSA.

 

O PS anda a pagar caro as sessões de psicoterapia a José Sócrates.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 17:42
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Vi agora mesmo o Michael Jackson a carregar o seu carrinho electrico num dos novos postos de abastecimento anunciados ontem pelo Ministro Pinho.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:49
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Estava a beber o café e a olhar para os jornais que dominam o estabelecimento do Sr. Manuel, onde domina o Benfica e logo onde dominam os vários craques que se anunciam como tal e irão – finalmente – devolver a glória ao clube. Há aqui uma coisa curiosa, uma confusão entre saudade e nostalgia. No Benfica domina a segunda, que é similar à ilusão, anseia-se por aquilo que nunca teve lugar. A saudade enquanto memória do que já passou foi sendo moldada ao longo de anos para se tornar em desejo. O pior para o Benfica é que teima em desejar voltar a ser algo que nunca foi e viver na ilusão que isso é saudade.

Não sou do Benfica mas reconheço, neste ponto, que ele é o mais português dos clubes.

 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 12:58
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Esta manchete do DN é um  case study sobre a forma de comunicar do PS


A “proibição” das execuções fiscais e despejos dos trabalhadores com salários em atraso existe em Portugal desde 1986 (lei 17/86)  e está hoje contemplado no Regulamento do Código de Trabalho (Lei 35/2004). Em manchete do DN, uma noticia que tem 23 anos. Portanto nada de novo, excepto a propensão para a propaganda da filial PS/DN.


Depois de termos obras inauguradas três vezes, agora temos noticias sobre legislação com 23 anos de idade.!!!

 


publicado por Manuel Castelo-Branco às 12:07
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A sondagem de hoje do Diário de Notícias informa-nos sobre os 54% das intenções de voto em Rui Rui e os 23% em Elisa Ferreira. Quanto a isso, nada que espante.

Foi a análise à sondagem e depois à ficha técnica que me colocaram perante uma perplexidade: enquanto no texto, a autoria da sondagem é atribuída à Universidade Católica, na ficha técnica a autoria é atribuída à Eurosondagem.

A partir desse momento, deixei de saber o que está ou não correcto na sondagem: as datas de realização do estudo, as margens de erro ou as amostras.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 11:46
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- A minha personagem Disney preferida sempre foi o Pinóquio.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 10:37
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A caixa de comentários do post O limoeiro da Gebalis segue animada em torno do caso dos militantes socialistas que aparentemente têm estado a ser admitidos na tal empresa municipal que António Costa queria extinguir.

Começamos em 6 militantes admitidos, segundo notícia do Sol. Na animada caixa de comentários há já quem fale em 40(!) militantes socialistas contratados recentemente para a Gebalis.

Um curioso comentário diz-nos que na Gebalis, até os motoristas são do Limoeiro, a secção-sensação do PS de Lisboa.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 10:09
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

 Enquanto esta globalização não se desembrulha e a crise monetária internacional à séria só virá até nós lá pró Outono, nada melhor do que começar por falar de um assunto que preocupa mais de duas dezenas de pedintes desta aldeia global – todos aqueles que têm a infelicidade de morar, como eu, na Travessa do Monte do Carmo, junto ao jardim do Príncipe Real em Lisboa.

A dita Travessa foi recentemente objecto de obras da EMEL. Foram assim todos os passeios “empalitados”, mesmo os do lado direito onde até se pode estacionar – talvez, quem sabe, para que a indústria de reparação de portas de automóvel possa também tentar recuperar da crise.

Mas… será que a Travessa do Monte do Carmo foi toda “empalitada”? Não! Entre a Rua do Monte Olivete e a Eng. Miguel Pais, o passeio da direita da nossa Travessa está pomposamente reservado para “Ministérios” (diz a tabuleta). E no passeio do lado esquerdo vale tudo em matéria de estacionamento automóvel, – desde que no tablier do carro esteja uma folha A4 com o símbolo da “Segurança Social” (existe uma repartição da dita na rua Miguel Pais, mas cá na Travessa ainda não percebemos muito bem para que serve).

Queixas à PSP e Polícia Municipal de que está um carro a impedir que eu entre em casa? Vitória dos lucros da PT! Por favor importam-se de rebocar um carro abandonado? Nem pensar, os nossos parques estão todos cheios! Há anos que desistimos.

Mas invariavelmente, se calhar por sinais misteriosos, aparecem todos os dias e em cima da hora como que em serviço combinado da CP (até mesmo antes das nove da manhã!) a PSP do Largo do Rato, ou a Polícia Municipal, ou a EMEL para multar toda a gente, pagamento por Multibanco em carrinha e tudo. Excepto claro, em relação ao estacionamento “reservado” à dita bandalheira que se passa “nos passeios da Segurança Social”.

“Senhor Guarda, porque razão estou a ser multado por ter distraidamente deixado ficar um quarto de pneu em cima do passeio e não multa aqueles carros todos que estão ali com duas rodas em cima do passeio encostados aos prédios?” – “Isso não sei, fale com os meus Chefes que eles é que sabem!” – responde o zeloso agente da Lei com um sorriso.

Quem serão então os “Chefes” que permitem o estacionamento de carros particulares onde só deviam estacionar viaturas do Estado, ou no lado oposto, mesmo em frente, à balda, em cima do passeio?

Será mais um caso de solidariedade “sucialista”, ou muito simplesmente um “Chefe” que tem um familiar ou namorada que precisa de estacionar o pópó à porta do emprego?

 

Luís Coimbra

 

 


Portal para a transparência das obras públicas adjudicado sem concurso

 

Arrisco-me a dizer que surpresa seria ter existido transparência! Desta forma, este tipo de notícias tenderá a deixar de ter interesse jornalístico enquanto José Sócrates estiver à frente do governo.

 


publicado por Nuno Gouveia às 18:29
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Queridíssimo João, lamento, mas este não é, definitivamente, o seu lado feminino. É o seu lado loiro! ;-)

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:38
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Ex-chefe de gabinete de Sócrates acumula Presidência do Turismo de Portugal com 7000 euros na TAP.

A comissão especializada de sustentabilidade e governo societário vale 3.000 euros por mês. Reuniu 10 vezes num ano.

Ainda bem que a crise está a chegar ao fim, segundo nos diz Teixeira dos Santos.

 


publicado por Carlos Nunes Lopes às 17:36
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Estive a ver, com muita atenção, o novo programa de Pacheco Pereira na SIC-N. Em primeiro lugar é preciso que se diga que Pacheco Pereira é, há muito tempo, um household name mas mais que isso é alguém que considero um bom comunicador, culto e bem preparado. É fácil ouvi-lo.

O programa está aqui. Pessoalmente e apenas quanto à forma não gosto dos “separadores” estridentes mas é uma coisa cá minha e é curto, demasiado curto.

Há quem esteja muito chocado com esta oportunidade mediática de Pacheco Pereira, eu não. Entre ele e as variadas formas com que a esquerda usufrui nos media para passar a sua mensagem há ainda um desequilíbrio muito grande na balança em claro favor da esquerda.

Por outro lado, como de resto faço todos os dias e com outros blogues, li mais um dos seus posts no Abrupto. Mais uma vez Pacheco Pereira resolve mostrar aquilo que ele acha que melhor ilustra a diferença entre a imagem e as ideias, mais precisamente entre o político com ideias que não é necessariamente alguém com imagem e o político com imagem mas que ele diz não ter ideias. Para tal vai buscar alguns exemplos a começar com Winston Churchill.

Ora acontece que Winston Churchill não foi um político qualquer em nenhum sentido da palavra, nem no conteúdo nem na imagem e tenho sérias dúvidas que Churchill não obtivesse igual sucesso nos dias mediatizados de hoje até porque era alguém que cultivou, metódica e quase cientificamente, um sentido muito forte da importância da imagem.

Desde muito novo fez tudo o que pode ao seu alcance para estar nas “luzes da ribalta” e fê-lo consciente da importância que essas “luzes” tinham. Os meios eram diferentes dos de hoje e obrigavam a algum trabalho, mas não faltaram favores – pedidos por ele ou pela sua mãe – a vários jornais para publicação de artigos, trabalhos jornalísticos, autobiografias, etc… Ou seja, Winston Churchill, sendo um homem com conteúdo, corajoso até fisicamente, era também alguém com uma grande consciência da sua imagem e da importância da imagem na política, foi talvez um dos primeiros políticos com uma agenda mediática estudada e preparada ao longo de anos.

Apresentá-lo como uma espécie de exemplo de má imagem vs bom conteúdo é um erro que só se justifica por preconceito de Pacheco Pereira mais do que por ignorância, justificação que eu não lhe concedo. Não faltam estudos, livros, papers vários que se dedicaram à análise deste cuidado que Churchill punha em tudo quanto era público sobre ele, sobre a sua imagem e reputação. Mesmo que assim não fosse bastaria ler as suas várias biografias políticas e de vida para o perceber.

Foram muitas as qualidades, mas este cuidado na imagem também, que lhe garantiram uma sobrevivência política para alem do que seria de esperar até ao momento em que assumiu os destinos de uma nação em guerra, depois foram qualidades de liderança muito próprias e que pouco tem que ver com a sua idade mas onde nem aí esse aspecto mediático esteve ausente, recorde-se o seu gesto mais famoso e que por si só valeu um discurso inteiro, quando na hora mais difícil e sem encontrar palavras para dar coragem aos seus concidadãos ergueu a mão e fez o sinal do V de vitória.

Posto isto, estou em crer que Churchill seria hoje em dia um político com igual sucesso e capacidade de intervenção.

Para terminar, Pacheco Pereira, junta no mesmo saco os seus ódios de estimação para fazer o contraponto a Churchill: Sócrates, o novo porta-voz do PS – tal como foi apresentado pelo Expresso – e um antigo ódio, desde os tempos da Distrital de Lisboa, Passos Coelho. Ora acontece que eu não dando o benefício da ignorância a Pacheco Pereira sobre a figura de Winston Churchill muito menos a dou sobre Passos Coelho. Em qualquer dos casos (deixo de fora Sócrates, Tiago Silveira e o Expresso) Pacheco Pereira joga deliberadamente na ignorância de quem o lê, torcendo a realidade para melhor se adaptar aos argumentos com visa convencer e influenciar. Sim, porque Pacheco Pereira não está fora neste jogo, nem quer estar, pelo que não se deve espantar se outros o tratarem nos mesmos termos e com a mesma parcialidade que ele o faz.

Sobre o tema da renovação da bancada parlamentar do PSD já escrevi, sem fingir ingenuidades e muito menos recordar exemplos de virtudes que não são únicas ou sequer originais.

 

 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 16:27
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Aos políticos pede-se, antes de mais, que saibam colocar os interesses do País acima dos seus egoísmos pessoais ou de partido.

Aos partidos exige-se que pensem mais em Portugal e menos nas suas conveniências eleitorais.
Este sábado, porém, foi dado aos Portugueses ver um Presidente da República refém da vontade de cinco partidos que, por razões de mero calculismo político-eleitoral, recusaram a possibilidade – que o mais elementar bom senso impunha – de as próximas eleições legislativas e autárquicas se realizarem na mesma data.
Assim, os eleitores vão ser obrigados, no curto espaço de 15 dias, a votar duas vezes. Três vezes em quatro meses, se contarmos com as europeias…
Na 1.ª página, o Público de ontem, certeiro, sintetizava deste modo a vitória da facção sobre o todo: “Cavaco cede aos partidos na data das eleições”.
A esses partidos não interessa que a sua obstinação promova e legitime o aumento da abstenção, a qual é, cada vez mais, um consciente acto de protesto dos cidadãos.
A esses partidos é irrelevante que o custo dos dois próximos actos eleitorais seja bem superior ao que seria se as datas das próximas eleições coincidissem.
Esses partidos acham normal que o País viva durante um mês inteiro em permanente campanha eleitoral.
Para esses partidos, o Povo é estúpido e não sabe distinguir as eleições para a Assembleia da República das eleições para as autarquias locais.
Isto não é a festa da Democracia. É puro circo. Aliás, sem pão.
Bem tentou o Chefe do Estado apelar ao bom senso dos partidos esquerdistas e do seu circunstancial aliado centrista. Lembrou-lhes o provável sentimento dos Portugueses, falou-lhes dos custos inerentes à realização de dois actos eleitorais em tão curto espaço de tempo.
Tristemente, de nada serviu porque a partidocracia capturou, não só o sistema político como o próprio Regime e as instituições do Estado, impotentes para refrear o egoísmo partidário e o seu estreito calculismo eleitoral.
Resta-nos esperar que, depois do passado dia 7 de Junho, os eleitores saibam de novo, a 27 de Setembro e 11 de Outubro, escolher avisadamente quem querem a governar: se aqueles que acham normal que 9.669.650 eleitores tenham de votar, não uma mas duas vezes em apenas 15 dias, se aqueles que confiam na maturidade democrática do nosso Povo, conhecem a gravidade da situação que o País vive e estão prontos para drenar o pântano em que Portugal novamente se atolou.
É também isso que tem de ser dito aos Portugueses.

publicado por Rui Crull Tabosa às 12:37
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Pela escolha dos oradores da conferência do PS sobre a participação dos cidadãos, percebe-se que a blogosfera ficou excluída.

Sócrates não teve humildade democrática para convidar a blogosfera?

Não estamos a insinuar que deveria ter convidado o António Balbino Caldeira.

Mas, nem um interveniente da blogosfera? Nem sequer da dupla Câmara Corporativa /País Relativo?


publicado por Carlos Nunes Lopes às 11:52
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Vamos finalmente ter uma rede nacional de abastecimento de carrinhos electricos. São 320 "areas de serviço", em mais de 20 concelhos um pouco por todo o país. Uma rede que criará perto de 22000 postos de trabalho. A cerimónia de apresentação é hoje à tarde, no Pavilhão de Portugal. Estamos todos de parabéns. Especialmente o governo. Pela sua visão. Pouco importa que ainda não haja carrinhos electricos (estão previstos lá para 2011. previstos). O que importa é que não há muitos países a investir tanto em coisas que ainda não existem.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:44
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A actividade política de Luís Coimbra não é neófita: esteve na oposição democrática pré-25 de Abril. Com Gonçalo Ribeiro Telles e Henrique Barrilaro Ruas fundou o Partido Popular Monárquico. Exerceu funções no governo AD de 1979, em que o PPM era um dos parceiros equitativos. Foi deputado pelo PS e mais tarde pelo MPT, que também ajudou a fundar.
Desligou-se do PPM e do MPT, onde já não revia as linhas de orientação que estiveram na fundação destes partidos. Foi co-fundador da Associação Alfacinha, com Gonçalo Ribeiro Telles, e que procurava pensar a cidade em termos de ordenamento e política ecológica - talvez antes do tempo, tal como o PPM teve estas preocupações desde a sua fundação. Foi vereador na câmara municipal de Lisboa e deputado à assembleia municipal.
Participou no programa Noite da Má-lingua, na SIC, com Miguel Esteves Cardoso e Alberto Pimenta e Manuel Serrão.
Actualmente é membro do Conselho Superior da Causa Real. É engenheiro aeronáutico e desempenha funções na ANA. Escreve bem e tem coisas para dizer.
Era bastante visto no Procópio, onde durante algum tempo teve segundo escritório.
É um orgulho tê-lo entre os 31's, onde assinará uma rubrica com o nome de «Os dias do 31».


Domingo, 28 de Junho de 2009

 

Esta notícia é conhecida há 48 horas e o Primeiro-ministro ainda não a contestou. Eu percebo que os portugueses já estão habituados às mentiras de José Sócrates, mas não seria importante o Partido Socialista desmentir esta notícia? Ou será que o estado caótico em que o Largo do Rato se encontra já nem isso permite?

A verdade é que restam poucas dúvidas que Sócrates mentiu descaradamente aos portugueses na semana passada, quando garantiu que nada sabia do negócio da PT.


publicado por Nuno Gouveia às 23:35
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Uma notícia publicada recentemente no SOL leva-me a trazer à bloga um conjunto de perplexidades:

A Gebalis, empresa municipal que trata dos bairros sociais aparenta estar a ser tomada por determinada secção da Federação do PS de Lisboa.

A secção em causa é influente na orgânica do partido socialista: é de lá o quase anónimo presidente da Federação do PS/Lisboa.

As ramificações da quase-famosa secção do "limoeiro" não deixam de surpreender: Miguel Coelho, Presidente da Federação é, como disse, do Limoeiro. Sérgio Cintra, administrador da Gebalis é o líder lá do limoeiro. A senhora deste último, de nome Hermínia Cintra foi recrutada para a Gebalis e agora pára pelo gabinete do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Marcos Perestrello.

Até o actual presidente da Gebalis, Natal Marques, é ligado à secção do Limoeiro.
É sabido que para além destes militantes, têm sido colocados na Gebalis muitos outros militantes provenientes daquela secção.

Consta que a proximidade ao Limoeiro terá ajudado à integração da senhora América Coelho na empresa municipal que trata dos bairros da capital. Luís Coelho, o marido, é secretário da concelhia de Lisboa e é muito próximo de Miguel Coelho. Importa referir que Luís Coelho é também um militante da confiança de António Costa e está envolvido na campanha de António Costa à CML.

 O título da notícia do SOL fala num número de militantes contratados não inferior a seis. Porém, no desenvolvimento do texto apenas são referidos dois ou três militantes.

Quem são os outros e por quem vão parar à Gebalis?

Todas as informações recentemente tornadas públicas levam a pensar que esta empresa municipal, financiada com o dinheiro dos contribuintes, pode estar a ser utilizada como instrumento de controlo do aparelho partidário do PS/Lisboa.

Para já, fica também por esclarecer qual o papel que o próprio António Costa desempenha neste processo, já que continua a permitir contratações e compra de viaturas numa empresa que deveria estar a ser extinta ou pelo menos profundamente reestruturada - isto de acordo com promessas feitas pelo próprio.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 22:10
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Na TVI uma notícia fala sobre a feira Medieval de Sintra. Diz que tem soldados romanos, lutas de gladiadores e bárbaros. Feira Medieval, portanto. 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 20:54
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asfaltar ou não asfaltar?

 

O Ministério da Agricultura tem andado muito activo ao nível local.

Aí, a política e o apoio aos camaradas socialistas, faz-se ao nível das Juntas de Freguesia.

A época é de defeso e em muitos municípios o mercado de verão está ao rubro: neste curioso período assiste-se à transferência de candidatos e presidentes de juntas de freguesia entre os diferentes partidos.

Os Programas Agris ou o PRODER de Carlos Guerra têm sido uma excelente ajuda aos socialistas. Os amigos são para as ocasiões, não é?

 

Quem desejar mergulhar nessas realidade locais, tem aqui uma prancha.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 16:11
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Há duas horas atrás, em entrevista à SIC, o primeiro-ministro, comentando a decisão do Presidente da República sobre a data das eleições (e à não simultaneidade de autárquicas e legislativas), reafirmou a sua concordância com a mesma e aproveitou para lançar mais uma daquelas elegantes farpas políticas, bem ao jeito do tipo de gente que actualmente domina o aparelho do Partido Socialista: “era o Salazar que falava em custos e em poupar quando se tratava de apostar na Democracia” (parafraseio).

 

Esta tentativa, recorrente, do PS e do governo, de tentar colar a imagem e o ideário de Manuela Ferreira Leite ao avarento e retrógrado homem de Santa Comba Dão não é apenas tola: é simbólica. A grande diferença entre o PS e o PSD, e entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, é cada vez mais clara. O actual primeiro-ministro continua a desvalorizar e a menosprezar o actual cenário macroeconómico e financeiro do país. Manuela Ferreira Leite já percebeu que Portugal está num estado de pré-falência incompatível com mega investimentos estatais e que é na economia real (a das pequenas e médias empresas) que deve ser administrada a injecção de adrenalina (porque só aqui se poderão colher frutos a longo prazo).

 

José Sócrates continua a dar sinais de que, no que toca ao Estado, o dinheiro pode esticar-se infinitamente porque, para ele, o Estado é magnânimo, omnipotente e, no limite, sacrossanto. Esta mentalidade, que o aproxima infinitamente mais de Salazar do que Manuela Ferreira Leite, é típica de quem nunca teve um contacto mínimo com a economia e o país real. O que não deixa de ser previsível. Não nos esqueçamos que Sócrates é um produto genuíno do carreirismo político à portuguesa: provinciano, de origens humildes, iniciou a sua ligação aos partidos na JSD da Covilhã; em 1981 filiou-se no PS; foi deputado, pela primeira vez, em 1987; integrou o Secretariado do Partido Socialista em 1991; integrou o governo de António Guterres em 1995, passando de Secretário de Estado Adjunto do Ministro do Ambiente a Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território (já no segundo governo de Guterres), tendo, pelo meio, sido Ministro-Adjunto do Primeiro-Ministro. No meio de tão frenética actividade política, teve tempo para obter um diploma de bacharelato em engenharia civil no ISEC, inscreveu-se em Direito mas abandonou o curso e, finalmente, obteve a licenciatura em engenharia civil aos 40 anos. Toda a carreira política e «profissional» de Sócrates foi feita ora nos partidos políticos, ora no Estado, mais concretamente no seu braço executivo e em cargos não propriamente técnicos (ou seja, de nomeação política). Por entre tachos, conhecimentos, amiguismos, cartões partidários e, obviamente, alguma inteligência e uma boa dose de «ferocidade», José Sócrates venceu na vida e chegou onde chegou.

 

Mesmo admitindo que o principal interesse do PSD em juntar os dois actos eleitorais seria o da (pouco) provável contaminação do voto de protesto entre legislativas e autárquicas, chamar à colação o suposto pseudo-argumento do PSD relativo aos «custos» por parte do primeiro-ministro (e pondo de parte a farpa patetinha do salazarismo), confirma a diferença de cosmovisões entre Sócrates e Ferreira Leite: de um lado, um homem para quem o dinheiro e os meios foram surgindo, e cuja proveniência e sustentabilidade nunca lhe terão suscitado grande interesse ou estudo (no caso concreto, afinal de contas que peso teriam mais um euro aqui e um cêntimo acolá?); do outro, uma académica brilhante, professora universitária, estudiosa de Economia e Finanças Públicas (com artigos e ensaios publicados), que desempenhou inúmeros cargos de natureza técnica na administração pública. É natural que Manuela Ferreira Leite compreenda onde Portugal está metido e o que significa gerir meios escassos e contas publicas com implicações concretas na vida das pessoas. Oxalá a sua visão «avarenta» ganhe um lugar. É altura de Portugal perceber que o fatinho Boss e o Magalhães debaixo do braço não se compadecem com sapatos sem sola, meias rotas e saloiice exuberante.

(publicado também aqui)


publicado por Carlos do Carmo Carapinha às 15:01
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publicado por Francisco Proença de Carvalho às 14:23
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Para quando uma versão hardcore do facebook? Tipo assbook?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:32
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Sábado, 27 de Junho de 2009

Ao entrar para uma reuniáo da direcção do PS, José Sócrates pediu uma “maioria parlamentar que dê condições para governar”. Ouvido o partido, esclareceu que “a maioria parlamentar é uma maioria absoluta (…) que permita governar sozinho”. Esta insistência na governação solitária revela um Partido Socialista em estado de negação: se há coisa que ficou clara com os resultados das europeias é que a maioria absoluta já não está ao alcance do PS. A questão que se colocará na eventualidade de o PS ganhar as eleições não é se pode governar sozinho. É se tem condições para governar de todo.

 

in PS: a governabilidade já não mora aqui. Leia o resto no Expresso.


publicado por Vasco Campilho às 19:51
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No 31 da Armada nunca tivemos o hábito de responder aos nossos leitores nas caixas de comentários. Nunca tivemos o hábito de alimentar debates, discussões ou polémicas lá em baixo. É raro que isso aconteça. Talvez por isso as nossas caixas de comentários são uma espécie de “caves” escuras e húmidas. Mas, sobretudo, pouco frequentadas.

Isto ao contrário da maior parte dos blogs onde, às vezes, as discussões com os autores são quase tão interessantes como os textos em si. O 5 dias, o psicolaranja ou, especialmente, o Blasfémias são disso bom exemplo.

Aqui não. Não houve uma “decisão editorial” nesse sentido. Simplesmente aconteceu. Por isso é ainda mais estranho que, de há umas semanas para cá, as caixas de comentários aos textos mais polémicos estejam cheias de “notas de encomenda”. Protestos, insultos e refutações em género agitprop. Não é a primeira vez que tal acontece. Nem a segunda. Nem será, certamente, a última. Mas nestas últimas semanas está pior. E temo que piore ainda mais com a proximidade das eleições.

Não sei que assessor de obama recomendou a estratégia. Mas à rapaziada que, todos os dias, aparece aqui para trabalhar recomendo que façam melhor o trabalho de casa. São sempre bem-vindos mas dava jeito fazer o trabalho de casa antes. Fazer comentários negativos no 31 da Armada com o objectivo de influenciar o 31 da Armada e os seus leitores é tão pouco eficaz como pouco inteligente. É atirar gasolina para tentar apagar a fogueira.

Um abraço amigo,

Deste vosso

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:28
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Aqui vai uma confissão: Acho que até agora assistimos a uma conversa mole de variados argumentos a favor e contra a simultaneidade das eleições mas onde pontuaram os nobres valores da nação e da poupança. Não falei muito no assunto para não suscitar escândalo em algumas almas sensíveis que por aí se arrastam à esquerda e também no PSD. 

O único argumento inteligente contra a simultaneidade foi escrito pelo FNV cujas posições no que diz respeito ao PSD não são geralmente as minhas e eu insuspeito de as partilhar, os restantes argumentos eram fraquinhos e os meus eram tudo menos isentos. A isenção não é um requisito com que me preocupe nestes assuntos. (a Diana Mantra vai dar piruetas com esta) 

A solução que mais me interessava era a realização de autárquicas antes das legislativas, onde as previsíveis vitórias no Porto e Lisboa poderiam catapultar o PSD para uma vitória umas semanas depois. A simultaneidade não teria nunca os mesmos efeitos sobre o eleitorado que, para informação de alguns menos atentos, tem perfeita noção do que quer - veja-se como muitas vezes vota num partido para a presidência da uma Câmara e num outro partido para a Assembleia Municipal e nem falemos das Juntas onde o dono do restaurante local ganha seja porque partido se candidatar - mas esperava que um resultado global vitorioso para o PSD nas autárquicas ajudasse a uma vitória nas legislativas que este país precisa como do pão para a boca. As eleições no mesmo dia não teriam esse efeito, na minha opinião.

Não que repugnasse a simultaneidade mas era claramente menos favorável ao PSD, partido em que milito e onde já fiz várias campanhas (com especial destaque para as últimas autárquicas onde estive especialmente empenhado) do que a hipótese que já referi anteriormente.

Tivesse Cavaco Silva marcado antecipadamente a data das legislativas para 11 de Outubro seria este um dos cenários mais prováveis. Assim não quis Cavaco.

Ora, a que menos interessava, do meu ponto de vista, era a que acabou por se tornar realidade.

As legislativas não estão ganhas e eu não menosprezo Sócrates. Não gosto do tempo que irá passar até 27 de Setembro. É tempo demais. Tempo demais para o eleitorado se esquecer como Sócrates é. E o que ele é realmente nunca foi tão evidente como nestes últimos dias.

O tempo pode não ser favorável ao PSD, as sondagens são hoje mais positivas e isso é bom*, mas em Setembro quantos se vão lembrar da entrevista que Manuela Ferreira Leite deu à SIC? Quantos se vão lembrar como foi confrangedor para qualquer socialista com dois dedos de testa comparar a ridícula prestação de Sócrates na SIC com a de MFL? E não MFL não esteve igual a si própria, esteve muito acima do que fez nos últimos dias caros pachequinhos de cordel e ainda bem.

A ver vamos, mas isto era a pior das soluções na minha opinião. E sim as minhas razões são justificadas pela porca estratégia política partidária mas, já agora, permintam-me que compense com a que considero fundamental para o país: Que o PS seja rapidamente removido dos destinos do país.

 
 

* Espero que não haja muito tolinho a achar que os erros das sondagens nas europeias se repetirão nas legislativas porque não vai ser esse o caso. 

 

Nota: Tivesse eu escrito isto há uns dias e lá teria as Dianas Mantras do PSD, iguaizinhas nas fantasias totalitárias de sopeira, muito enervaditas o que hoje em dia já me cansa.

 
 
 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 15:35
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Até me admira que não tenha passado pela cabeça dos socialistas que um dia podem perder as eleições e haver um governo com este poder todo [com a RTP, RTP2, RTPN, TVI, TVI 24]”. [Henrique Monteiro, na SIC Notícias]

 

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 14:56
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A PT diz que não avança. Mas garante que continua a precisar de uma televisão.Com a TVI de fora, ficamos todos à espera que, nos próximos dias, apresentem uma OPA sobre a Impresa.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:21
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O governo mandou parar e a PT para. E depois explicam que o governo não manda na PT.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:17
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e a imagem de um Governo desnorteado.

Via Açores, SA


publicado por Carlos Nunes Lopes às 11:34
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Segundo esta notícia do Expresso.


publicado por Nuno Gouveia às 02:00
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

(clique na imagem para ler a notícia do SOL)

 

António Costa apresentou-se a eleições com um conjunto de propostas que à semelhança das do querido líder, também não eram para cumprir.

Lembro-me que o actual edil de Lisboa chegou a admitir a hipótese de extinguir a Gebalis para responder às polémicas que então envolviam a empresa municipal que gere os bairros municipais da capital.

Hoje, a Gebalis faz inveja a qualquer centro de emprego: não só não foi extinta, como está a conseguir admitir uma série de militantes do Partido Socialista.

Os critérios de recrutamento é que têm sido questionados. Parece mesmo que no caso específico de uma secção influente do PS/Lisboa, a Gebalis limita-se a seguir a ordem do caderno de militantes: de A a Z.

Um caso a merecer acompanhamento.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 23:00
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O Expresso de amanhã notícia que o governo sabia há seis meses da possível compra da Media Capital por parte da PT. Ainda alguém duvida que Sócrates mentiu aos portugueses?


publicado por Nuno Gouveia às 21:50
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Que tipo de bimbo és tu?”. Outro grande quiz do Facebook!

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:06
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Escrevemos o que escrevemos, fazemos videos, fotomontagens e escrevemos dezenas de postes. Somos duríssimos com o governo. Duríssimos. Somos injustos, crueis e intelectualmente desonestos. E não é só à sexta. É todos os dias. Várias vezes por dia. E ninguém nos pega? Não há por aí uma PT que nos queira silenciar?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 16:52
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"Já não é a primeira vez que tem problemas com Sócrates...

É verdade. Numa manifestação da CGTP, estávamos a passar na Rua Bramcamp, onde mora o primeiro-ministro, e eu disse uns impropérios ao megafone. Um dia depois do programa, o gabinete do Sócrates ligou à SIC Radical para impedir a transmissão das repetições. Foi um incidente e o episódio acabou por ser retirado do ar.
"

 

Jel, no i.


publicado por Francisco Mendes da Silva às 16:50
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A notícia da morte de Michael Jackson teve o condão de me lembrar que Michael Jackson ainda estava vivo.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:20
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Indecente. Inacreditável. Intolerável intervenção governamental num negócio entre privados!


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 13:13
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No passado dia 13 de Junho, Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República, à pergunta do Expresso sobreQuem decide a permanência [de Lopes da Mota] é o Governo?, respondeu que “Quem há-de decidir é o Governo que é quem o nomeia.

Esta posição do Procurador-Geral, embora óbvia para quem tenha senso e conheça o processo de designação dos representantes nacionais no Eurojust, contraria frontalmente todas as declarações que, sobre o mesmo assunto, foram sendo proferidas pelos hierarcas da ainda maioria socialista.
Senão vejamos:
Em 12 de Maio de 2009, Alberto Costa, Ministro da Justiça, declarava que “É sob a iniciativa do procurador-geral da República” que o Governo intervém na nomeação do membro nacional do Eurojust.
No dia seguinte, a 13 de Maio, seria o próprio Primeiro Ministro a dizer, no Parlamento, que “a iniciativa da nomeação do membro nacional do Eurojust é do Procuradoria-Geral da República”, sendo ainda mais explícito numa resposta a Paulo Rangel: “Disse o Sr. Deputado que é ao Governo que compete agora decidir se o Procurador Lopes da Mota pode ou não pode intervir. Desculpe, Sr. Deputado (…) essa matéria é da competência do Sr. Procurador-Geral da República.
Para não variar, no dia seguinte, a 14 de Maio, Alberto Martins, líder parlamentar do PS sustentava, com invejável impassibilidade, que “Defender neste momento a demissão do dr. Lopes da Mota é desautorizar o PGR e, se isso fosse por proposta do Governo, o que não é, seria o Governo a sobrepor-se ao processo de natureza judicial que está em curso”.
Volvidos quatro dias, a 18 de Maio, para confundir ainda mais os Portugueses, Luís Amado, Ministro dos Negócios Estrangeiros sustentou que Lopes da Mota “tem toda a legitimidade de continuar a desempenhar essas funções”[no Eurojust], além de que “Cabe à organização, ela própria, verificar em cada circunstância e em cada momento se estão ou não reunidos os requisitos para que um determinado titular se mantenha em funções”.
A ver se eu percebo:
Para o Procurador-Geral a responsabilidade é do Governo
Para o Primeiro-Ministro, o Ministro da Justiça e o líder parlamentar do PS, a responsabilidade é do Procurador-Geral.
Para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a responsabilidade é do Eurojust.
Para os Portugueses é apenas (mais) um caso de falta de vergonha e de falta de Verdade…

publicado por Rui Crull Tabosa às 13:13
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Quem ontem defendia a negociata da PT/TVI vai hoje defender o veto à negociata?


publicado por Afonso Azevedo Neves às 12:29
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Bruto. Equitativo. Com rasgo e conteúdo. Do melhor humor que por aqui foi feito.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:41
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Não é mediático, é certo, mas a agricultura volta outra vez a ter um impacto real na vida das sociedades. Muitas vez negligenciado pelas urbanidade do litoral, o desenvolvimento rural, principalmente no interior do País é peça basilar na sustentabilidade de uma nação e no combate às desigualdades sociais.

Da 'Europa' para Portugal poderiam ter vindo 1,268 milhões de euros, nos últimos dois anos, destinados ao desenvolvimento rural. Veio uma terça parte disso. O Governo e o seu Ministro Jaime Silva foram negligentes. Desperdiçaram 840 milhões de euros, em plena crise económica, quando todos os 'tostões' contam. Justificam-se. À frente do PRODER (programa para o desenvolvimento rural) está Carlos Guerra, ex-presidente do Instituo de Conservação da Natureza e arguido no caso Freeport.

Enquanto o dinheiro não chega, há um Primeiro-Ministro que força uma demissão, uma carta que chega mas ainda não foi escrita e um Ministro da Agricultura desautorizado em pleno hemiciclo .É a pandilha em português. joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 10:37
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Ainda estou a pensar nas declarações do Reverendo Al Sharpton. Michael Jackson era um símbolo da comunidade negra? Porquê? Porque era um exemplo de que qualquer negro que ganhasse dinheiro suficiente também podia ser branco?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:27
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publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:53
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O Movimento Socrates2009 dá sinal de vida. E os celebres assessores de Obama também. No próximo dia 30, organizam a Conferência “Democracia Interactiva: Promover a Participação dos Cidadãos”.Bom tema. Importante tema. Saiba como promover a participação dos cidadãos. Vá a Sócrates 2009. Preencha um pequeno“formulário” que inclui, entre outros campos, profissão, empresa e telemóvel. Acrescente também o telefone fixo que é para as sondagens. Depois disso explique, em 1500 caracteres, as razões pelas quais gostaria de estar presente. 1500 caracteres. Mais do que isso é chato. Menos do que isso parece desinteressado.

A sua candidatura será depois analisada no secretariado nacional do Partido Socialista. Se a sua profissão ou a empresa tiverem interesse, se as razões que invocar forem do interesse do partido, pode ser (e repito, pode ser) que o convidem a participar para saber tudo sobre a participação dos cidadãos.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:23
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Elvis [Presley] continua a ser um morto altamente rentável. Não sabemos se Michael Jackson também o vai ser.” [Nuno Galopim na SIC- notícias]
 

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:48
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"Falcão apontado como possível reforço do Benfica." [em rodapé na SIC-notícias]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:34
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