Domingo, 31 de Janeiro de 2010

E porque ainda é 31 de Janeiro e porque, afinal de contas, sou um republicano em ambiente maioritariamente monárquico, deixo uma sugestão de leitura. Este belíssimo texto do Luís Pedro Mateus, que já tinha lido ontem e acho que não deve ficar apenas remetido à caixa de comentários do meu post anterior. joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 23:04
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

E esta semana o 31 da Armada passou para o terceiro lugar do Top 100 da Twingly (para blogs escritos em língua portuguesa). Os dois primeiros são brasileiros.


 Vale mesmo a pena ler hoje no "Público" ( http://jornal.publico.clix.pt/noticia/31-01-2010/uma-revolucao-democratica--ou-a-vitoria-de-extremistas-18702639.htm ) o que o jornalista Luís Miguel Queiroz escreveu a propósito do 31 de Janeiro.

 

Aqui fica a minha "carta" para ele.

 

Parabéns pela peça que escreveu hoje. A História (factual) da República começa a sobrepor-se às manipulações dos fazedores de "histórias oficiais" que infestam os livros escolares da nossa juventude.
Espero que um destes dias alguém se lembre de estudar o que foi o combate de muitos monárquicos ao longo do séc. XX: dos tempos de Paiva Couceiro à oposição ao Estado Novo - pioneiros que foram em sugerir politicamente o direito à autodeterminação dos povos dos territórios africanos (ainda em 1961!), companheiros de republicanos na candidatura de Humberto Delgado e na revolta de Beja; das listas de oposição da CEUD em 68 ao 25 de Abril, há toda uma história que ainda está por escrever, de Sophia de Mello Breyner a Gonçalo Ribeiro Telles.
Bem haja,
Receba um abraço deste seu admirador,
 


publicado por Luís Filipe Coimbra às 22:21
link | nunca erro e raramente me engano

 
Uma série sobre vampiros, completamente original e inovadora, em que a personagem principal feminina se chama Isabel. Bela, portanto.

tags:
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 21:38
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)

Afinal as cerimónias do 31 de Janeiro eram o evento de lançamento da candidatura de Manuel Alegre.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 21:06
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)

Depois do apoio explícito do Bloco de Esquerda e do seu desejo de ser o candidato oficial do PS, Manuel Alegre declarou hoje que não será "candidato em nome de nenhum partido". Em 2006, Alegre foi um candidato "renegado", assentando a sua campanha numa estratégia de revolta contra o status quo. Isso resultou precisamente porque era verdade: ao concorrer contra o seu partido e não tendo apoio de nenhum outro partido à esquerda, essa era uma estratégia que lhe assentava na perfeição. Mesmo apesar das contradições evidentes com todo o seu passado político relacionado com o PS. Mas a tentativa de repetir a mesma estratégia em 2010 está condenada ao fracasso, pelo simples facto que a realidade a desmente. Percebo o discurso distanciado dos partidos políticos, mas a pretensão de passar uma mensagem de candidatura desligada dos partidos, quando precisamente sucede o contrário no terreno, transmite uma mensagem de plástico e falseada ao eleitorado. O timming do anúncio de candidatura aconteceu precisamente para condicionar o PS e não para se distanciar dele. E o seu namoro ao Bloco de Esquerda nos últimos anos não aconteceu por acaso. A candidatura de Alegre em 2010 será sempre uma candidatura presidencial de partidos, seja de um ou de vários partidos. 


publicado por Nuno Gouveia às 20:37
link | nunca erro e raramente me engano

 

... menos traumatizante de acabarmos com a malfadada república?  


publicado por Nuno Pombo às 17:47
link

1. O discurso de José Sócrates foi uma ode ao regime. Preocupante. Uma República enaltecida apenas por o ser. Só ser. Como se a República fosse um objectivo em si mesmo, com 'povo' e 'democracia' passados para segundo plano, em detrimento duma 'fraternidade' e do 'bem comum'. Preocupo-me. José Sócrates está cada vez mais parecido com o seu amigo Chavez. E Portugal cada vez mais parecido com a América Latina

 

2. Afinando por este diapasão, os socialistas facilmente se juntarão à pandilha de Manuel Alegre. Se é que não lhe pediram já para escrever este discurso patético.

 

3. Custa-me admitir, mas Cavaco salvou o dia. Falou de ensino, de desenvolvimento, de humanismo, de liberdade. Não fossem as palavras do Presidente da República e pensava que celebrávamos uma República das bananas. joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 16:19
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)

 

 


publicado por Francisco Proença de Carvalho às 14:44
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

Depois de ter considerado o período 1928 - 1974 fora do regime republicano, outra pérola do Dr. Mário Soares: "É uma vergonha, depois do 25 de Abril - e eu sou um homem do 25 de Abril - termos as desigualdades sociais que temos e haver a pobreza que existe e o desemprego que existe. Sabemos que isso tudo é importado, porque depende de uma crise internacional que atinge todo os outros países europeus, sem exceção".


publicado por SHC às 13:56
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)

 

Um 31 de Outubro mais divertido é o que desejo a todos.

 


publicado por SHC às 13:11
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)

Polícia, militares e populações sob chuva intensa.

Altas figuras da República a salvo, em tribuna coberta.

Aposto que se estivéssemos a assistir às comemorações da restauração da Monarquia, a tribuna coberta seria ainda maior, para albergar a vasta corte.

A restante logística não seria muito diferente.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 12:07
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

Faz algum sentido alegórico que as comemorações dos cem anos de república comecem com as celebrações de um falhanço.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 11:31
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

Seria possível ler o livro de Passos Coelho sob o prisma de Medina Carreira? Pelo menos tentei. Descubra se consegui aqui.


publicado por Vasco Campilho às 10:38
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (6)

(...)o desejo de sobrevivência não é simples nem fácil; é muito mais complexo e dificil do que todos so problemas enfrentados por pessoas que o ignoram ou nunca reflectiram nele.

 

Howard Fast, Spartacus


publicado por Afonso Azevedo Neves às 10:17
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

© Foto: Sofia Bragança Buchholz

 

Caros leitores, sei que são experts nesta coisa da zoologia – o que, tenho de confessar, me tem deixado deveras impressionada – mas escusam de tentar adivinhar a raça deste. Eu poupo-vos o esforço. Trata-se, nada mais, nada menos, do que um “Destrambelhado Destruidoris de Trombil Negro”. Macho, claro.

 


tags:
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:44
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (10)
Sábado, 30 de Janeiro de 2010

Vitor Constâncio diz que «nós, no Banco de Portugal, não esperávamos (um défice 9,3% do Produto Interno Bruto)» Agora, depois de todas as previsões erradas que lançou até hoje, começo finalmente a acreditar no senhor. Aliás, sugiro que, quando chegar aos valores para 2010, diga que esse mesmo valor é o valor não esperado para o défice de 2010. Assim acerta de certeza. joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 22:05
link | nunca erro e raramente me engano

Muitos achavam impossível. Eu próprio cheguei a duvidar que pudesse acontecer. Mas contra factos não há argumentos: existem pontos de discordância entre mim e Passos Coelho. Descubra um deles aqui.


publicado por Vasco Campilho às 18:40
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (13)

«Em trabalho anterior defendi a ideia da relegação dos condenados em ilha bem perdida por esses mares, onde não possam prejudicar nem procriar. Com os jesuítas, que menos prezam os arrebatementos místicos do que as comodidades da vida, haveria uma razão maior, e é a da arredar todo o perigo de propaganda, que é talvez ainda mais grave do que qualquer dos outros malefícios que lhes podemos dever. Seria uma prática sensata e tranquilamente apontada  pelos séculos de atraso que a humanidade lhes deve.Numa ilha bem perdida, onde não mais pudessem fartar de riquezas nem mais fantasiar os espíritos ingénuos (...) de vez se teriam extinguido.»

 

Miguel Bombarda, A Sciencia e o Jesuitismo.Réplica A Um Padre Sábio.ed. Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1900

 

[A 8 de Outubro de 1910 - apenas três dias após a revolução - o governo republicano aprova o diploma que decreta a expulsão dos Jesuítas do território português. A Lei da Separação entre Igreja e Estado apenas chegaria a 20 de Abril de 1911. Miguel Bombarda, um dos mais inflamados republicanos, é também um pioneiro: com a sua solução para os Jesuítas defendida na obra citada, antecipa em 38 anos o Plano Madagáscar. Bombarda não viveria para assistir ao triunfo da República: a 3 de Outubro é assassinado por um doente mental. A dúvida sobre quem seria o louco ainda persiste]


publicado por Nuno Miguel Guedes às 16:50
link | nunca erro e raramente me engano

A 31 de Janeiro de 1797 nasce Franz Schubert, o grande compositor austríaco que ainda hoje nos encanta.

A 31 de Janeiro de 1865 o Congresso dos Estados Unidos acaba com a escravatura (104 anos depois dela ter sido abolida em Portugal no reinado de D. José I, sem esquecer, por exemplo e nesse sentido, as leis, provisões e alvarás de D. João II, 300 anos antes).

Depois, a 31 de Janeiro de 1882 nascia na Russia Anna Pavlova. Apesar da "feroz repressão czarista sobre a política, a cultura e as artes", ela conseguiu ser uma das mais famosas bailarinas que o mundo conheceu até hoje.

Por cá, em 1891, o 31 regista uma arruaça no Porto essencialmente contra quem não conseguia  defender o Império Português em África, de Angola a Moçambique (Mapa Cor-de-Rosa). Se os revoltosos da rua de Santo António, em caso de vitória, teriam ou não declarado guerra à Inglaterra, é assunto a esclarecer.

Já a 31 de Janeiro de 1929 Trosky é expulso da União Sovietica. Se esta cisão no movimento comunista terá (ou não) contribuído para a consolidação de uma esquerda alegre contemporânea, também só o futuro dirá.

A 31 de Janeiro (de 1946) a Jugoslavia adoptava a sua constituição republicana e federal, factor decisivo na onda de progresso e de liberdade dos balcãs, bem patente na Europa de finais do Sec. XX.

E em 31 de Janeiro de 1950 o Presidente Truman revelava publicamente que os EUA estavam a fabricar a bomba de hidrogénio, com o inerente aquecimento global da guerra fria e da economia europeia (CECA, 1951).

E a propósito de economia europeia conviria recordar que a alemã BMW, em 31 de Janeiro de 1994 comprou a Rover inglesa por 800 milhões. Depois de capitais japoneses e americanos está para saber quando é que o grupo se deslocará para a China a fim de melhorar a competitividade e rentabilidade do grupo.

Entretanto, hoje, 31 de Janeiro à tarde e por aqui, o vento está moderado, com possibilidade de aguaceiros fracos e ondulação baixa.

Nada que prejudique a aprovação do OGE ou a manutenção do Sporting de Braga à frente do campeonato.

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Luís Filipe Coimbra às 16:09
link | nunca erro e raramente me engano

Pois a arte da profecia não é somente fraude e apenas homens, e não animais, possuem o dom de julgar as consequências dos seus actos.

 

Howard Fast, Spartacus


publicado por Afonso Azevedo Neves às 10:09
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)

A porta aberta por Teixeira dos Santos para baixar os salários dos membros do Governo devia levar a alterações orgânicas no Governo.

António Mendonça, por exemplo, devia passar de Ministro a fiscal de obra, recebendo uma remuneração adequada à função.

Não faz sentido manter o homem como Ministro quando se sabe que só resta obra para acompanhar. Nem mais um km de estrada, não é?


publicado por Carlos Nunes Lopes às 01:23
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)
Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Os deputados da Assembleia perderam a oportunidade de virar o curso catastrófico das finanças públicas. Pior, perderam a oportunidade de mostrar que a democracia portuguesa não é mais uma jovem imatura. Nem só de maiorias absolutas vive um governo. Os acordos parlamentares deveriam servir para o partido de governo perceber e mostrar que percebeu que existe uma fatia importante do eleitorado que quer medidas diferentes das que ele defende e que é sua função da República zelar também pelos seus interesses.

Teixeira dos Santos tinha o dever de ouvir o apelo do eleitorado de direita que pediu e pede contenção na despesa pública, menos Estado na vida dos cidadãos, mais liberdade na Economia, mérito e trabalho em vez de cunhas e preguiça. CDS e PSD fizeram depender o voto favorável na mudança deste paradigma. O PS não quis mudar.

Ninguém parece querer falar nisso, mas, à esquerda, o mesmo pressuposto se aplica. Aplicar-se-ia, se houvessem soluções credíveis. Não há. Em nome da estabilidade política, a direita absteve-se de votar contra. Trouxeram algumas medidas avulsas em troca que, servem fundamentalmente o interesse de franjas do seu próprio eleitorado. Antes isso. joaompinto


publicado por João Moreira Pinto às 20:02
link | nunca erro e raramente me engano

Para todos aqueles que gostam de futebol o João Pombeiro compilou uma preciosidade sobre as grandes frases (e as mais disparatadas) do futebol português. É um trabalho meticuloso sobre 30 anos de futebol que nos diverte muito!

E para aguçar o apetite deixo-vos 3 pérolas:
«O bitaite é um sweet-nothing, algo que não é grande, mas que pode ser profundo.» Hernâni Gonçalves
«O futebol português não é uma máfia porque uma máfia exige organização, poder financeiro, poder político e social e uma superior capacidade intelectual dos seus membros.» Joaquim Meirim
«Sou sócio do Sporting da Covilhã mas toda a gente sabe que sou benfiquista. No entanto, gosto mais de futebol que do Benfica.» José Sócrates
In João Pombeiro, «30 Anos de Mau Futebol, O Que Eles Um Dia Tiveram Coragem de Dizer. E Disseram Mesmo» com ilustrações de Pedro Vieira e publicado pela Quetzal.

publicado por Raquel Vaz Pinto às 19:27
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

...estou sem saber o que fazer com tanta vaca, ovelha, galinha que me mandam dos respectivos farmvilles. Eu não tenho farmville e só tenho pena de os bichinhos não serem verdadeiros pois com batatinhas eram muito úteis.


publicado por Afonso Azevedo Neves às 18:22
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)

 .......On this account, clear differences emerge. The Pigs consist of two quite different groups, with Greece and Portugal in the weakest position because of their lack of domestic savings.

 

The gross national savings rates of these two countries – private and state combined – are at record lows: Greece a mere 7.2 per cent of gross domestic product, Portugal 10.2 per cent. By contrast, the average for the euro area is about 20 per cent. Ireland and Spain, at 17 and 19 per cent, are much closer to the euro area average than to Greece and Portugal. This implies that Spain and Ireland will be able to finance government deficits from their national savings now that housing investment has crashed and no longer absorbs such a large chunk of savings. Greece and Portugal are unique in their reliance on foreign capital to such a large extent.

Gross savings show the domestic resources (cash flows) available to finance domestic investment and consumption (wear and tear) of capital. With such low gross savings it is not surprising to find that neither Greece nor Portugal have been able to finance even a minimum level of net investment from domestic sources. Greece is unique in the eurozone in that its net national savings – after adjusting for capital consumption – have been negative for almost a decade, reaching minus 5.1 per cent of GDP in 2008 (only Portugal did worse). By contrast, the euro area average is (plus) 6 per cent of GDP. Even the Baltic states, which relied on foreign capital to finance a construction binge, are in a better position with net savings safely in positive territory.

Such low levels of domestic savings have two implications: a fiscal adjustment alone does not solve the problem, and a bail-out would be costly...........

A fiscal adjustment that is not reflected in an increase in the national savings rate would simply transfer the problem from the government to the private sector. A cut in the fiscal deficit would simply result in more private debt. Banks would see non-performing loans accumulate, and in the end they would have to be bailed out by the government. Adjustment requires belt-tightening by the entire economy. To set Greece and Portugal on a sustainable economic path requires an increase in savings; put simply, it needs a cut in consumption of about 10 per cent of GDP.

The lack of domestic savings combined with a high net external debt is also the reason why a bail-out could be rather costly. Comparing a country to a company, the gross national savings rate represents the cash flow generated by all sectors of the economy and the net savings rates shows the evolution of shareholders’ equity.

It is one thing to provide financing to a country or a company that is generating strong internal cash flows and got into trouble only because of excessive investment (the case of Ireland and Spain). It is quite different to prop up one whose equity is being eroded because internal cash flow is not even sufficient to maintain the capital stock (Greece and Portugal)............

 

From FT :

Greek burdens ensure some Pigs won’t fly

By Daniel Gros

Published: January 28 2010 20:08 | Last updated: January 28 2010 20:08

 


publicado por Manuel Castelo-Branco às 17:01
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)

 

O 31 de Janeiro, pela pena do Nuno Castelo Branco.


publicado por Nuno Pombo às 13:14
link

Logo à noite há grande jogo entre os Sportings de Braga e de Portugal. A coisa seria pacífica não fosse certa imprensa afirmar que "nove milhões de portugueses" vão estar contra os de Braga.

Como bom adepto que sou da coisa futebolítica e por me sentir incomodado em ficar ao lado de pelo menos "seis milhões" dos outros (junto imagens das figuras mais representativas deles),  importa clarificar esta problemática que me vai na "ialma".

Para já, e no momento em que pelos cafés só se discute o valor do déficit, esclareço que não me sinto minimamente responsável pelas dívidas à Camara Municipal de Lisboa: uma coisa é seis milhões deverem eventualmente 65 milhões ao município (11 euros a cada um, grosso modo); bem diferente é dizerem-me que eu e os nove milhões que apoiam esta noite o leão, devem à volta de 7 euros cada um - quase 30% de diferença em termos orçamentais.

Por outro lado, os "seis milhões" não precisam de ajudar os grandes rivais: se ficarem em segundo no campeonato já é bem bom para quem se habituou ao longo dos últimos anos a ficar em terceiro ou quarto.

Chocado com este desabafo? Tal como na política, o "futebol é mesmo assim" e "o que tem de ser tem muita força"...

 

  


publicado por Luís Filipe Coimbra às 12:50
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (11)

 

 

Um deficit e um desemprego histórico.

 

Não há duvidas que José Socrates Pinto de Sousa terá um lugar de destaque na nossa história.


publicado por Manuel Castelo-Branco às 11:22
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (5)

publicado por Afonso Azevedo Neves às 01:33
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

E o ministro disse que tinha falhado as previsões. Acrescentou que as instituições falharam as previsões. Nacionais e internacionais. Todos falharam as previsões. Todos. Menos o Medina Carreira.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 22:29
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (6)

 

Ou o meu browser está estragado ou o Abrupto não é actualizado desde o dia em que se percebeu que o PSD vai viabilizar o orçamento?


publicado por DBH às 22:17
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (6)

Ficou tudo, finalmente, explicado. E bem explicado. A responsabilidade no descontrolo das finanças públicas é das agências de rating.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 21:56
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)

Junho de 2007 - Mário Lino diz que privatização da ANA não será moeda de troca

 

Fevereiro de 2009 - Modelo de privatização da ANA será definido ainda este mês

 

Setembro de 2009 -  Legislativas: PS exclui privatização da ANA

 

Janeiro de 2010 – “Vamos avançar com a privatização da ANA que é uma medida que faz parte da construção do novo aeroporto”

Teixeira dos Santos, hoje, na Grande Entrevista

 

 

NOTA: o melhor do socialismo é esta falta de ontem. Como eu os invejo. Deve ser tão mais fácil viver sem ontem.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 21:50
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (7)

Acho que vale a pena dar um toque pós-moderno/politicamente correcto e repleto de drama existencial às sagas Vampiros do 31:


A. um vampiro que quer ser vega e entrar na onda da responsabilidade ambiental (drama desenvolvimento sustentável vs. sobrevivência da sua espécie)


B. um vampiro que é Testemunha de Jeová: mais uma prova (para a esquerda) que a religião é um empecilho à liberdade e igualdade e, como tal, este é um vampiro que tem direito a um subsídio no âmbito de um programa de libertação da alma promovido pelo estado.

 


publicado por Raquel Vaz Pinto às 18:19
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)

 

Segundo o programa oficial das comemorações do centenário da república, “O eixo programático Arte, Espectáculos e Animação de Ruaestrutura a programação cultural das comemorações do Centenário da República. Pretende‐se criar uma identidade forte das comemorações e contribuir para divulgar, junto do grande público, os propósitos do Centenário”.
 
Qual é a identidade forte dos propósitos do Centenários no espectáculo “ CouCou” da Cie Jardins Insolites
 
“Resumo: Primeira experiência teatral para bebés. Um espectáculo de movimento e cor que surpreende os mais novos. Emoções teatrais de pequena dimensão para entrar nas alas dos jardins de infância, bibliotecas e teatros.”)
 
Ou a Antígona, por exemplo?
 

Ou, depois de em 2008 ter sido referida, pelo Governo, a inauguração do Museu dos Coches (inaugurado pela Rainha Dona Amélia) como elemento das celebrações, foi no passado mês de Dezembro anunciado pela Senhora Ministra da Cultura que, passo a citar, “o objectivo é reabrir o Museu de Arte Popular até ao final de 2010, inserindo-o nas comemorações do centenário da República”. Bem sei que António ferro foi um jovem republicano, mas não deixa de ser curiosa a associação governamental que, neste programa, não aparece.

 

Um problema de identidade?


publicado por DBH às 18:18
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)

 

O que é que estamos a celebrar? Um dia ou cem anos? Duas horas, no 31 de Janeiro, ou 16 anos, até 1926?
 

Uma ideia ou um regime? E qual regime? A Primeira República, a República Nova, a Nova República Velha, o Estado Novo, a democracia?

 

(Mário Soares, membro da comissão Consultiva das comemorações, escreveu que o Estado Novo não é república e, por isso, fica fora. Mas quantos dos golpistas do 28 de Maio não eram republicanos? E não se juntaram "searistas" aos "integralistas" na condenação da situação republicana?)  

 

Outro problema destas comemorações é a falta de relevância - quase um branqueamento - dada às falhas e crimes, graves, da primeira República. Não duvido que nas imensas publicações prometidas o registo será sério mas, no "edutainment" (a sério, vem no programa oficial), para já não há menção...

 

O ataque à Igreja, aos monárquicos, aos sindicatos e, mesmo, aos próprios republicanos - com o exemplo fatal da "noite sangrenta" que levou Cunha Leal a dizer:

 

“Vitimas de tudo o que fizemos e do que não fizemos; do que dissemos e do que calámos; do que praticámos e do que consentimos; do nosso egoísmo e do nosso silencio; da ignorância profunda em que deixámos o povo; da nossa falta de ideal, de espírito democrático e visão total das realidades”

 

Comemora-se o 31 de Janeiro e a resposta popular ao ultimatum mas não se refere o colonialismo republicano, Ou o 31 de Janeiro de 1912, com a repressão sobre os grevistas republicanos em Évora...
 
 
 

Uma memória selectiva da república, a lembrança apenas das horas felizes.


publicado por DBH às 18:17
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (2)

Segundo o Jornal Sol: «O responsável da Comissão Nacional para a Racionalização dos Horários em Espanha, Ignacio Buqueras, defende que o país volte a ter um horário regido pelo meridiano de Greenwich, idêntico a Portugal, para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos»

Pois, a verdadeira razão é mais simples: assim podem vir dar um mergulho à praia antes de jantar.


publicado por Raquel Vaz Pinto às 17:54
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)

Encontrei o LPM no elevador. Ia inconsolável. Diz que durante quatro anos e meio as agências de comunicação governaram o país para agora serem substituídas pelas agências de rating.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 17:09
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (1)

- A relação mais próxima que tenho é com o meu blackberry.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:37
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (10)

Uma das notícias do dia é o alargamento do número de beneficiários do programa Porta 65. Todos os órgãos referem a intenção do Governo em alargar o número de jovens abrangidos.

Nenhum órgão de informação referiu que o Porta 65 foi o programa que substituiu o IAJ em 2007 e que mesmo com este alargamento, abrange muitos menos jovens que o anterior programa.

Menos algumas dezenas de milhares de jovens, metade do Orçamento do IAJ...

Mas já ninguém se lembra, não é?

"O Governo vai alargar o número de jovens beneficiários..." Enfim.


publicado por Carlos Nunes Lopes às 13:23
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)
Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Consta que o novo sistema de escutas, para além da opção de publicação directa no Youtube, também tem uma aplicação "share this" para o Twitter e Facebook.
publicado por Carlos Nunes Lopes às 19:33
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (8)

No princípio o governo estimou 5% de défice. 

No fim o orçamento teve 9,3%.

Tenho uma pergunta um bocado básica: onde gastaram os tais 4,3%?


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:26
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (13)

O candidato presidencial americano de 2004 e 2008 tem a sua carreia política desfeita. Depois de ter emergido como um potencial sucessor de JFK, um caso extra-matrimonial destruiu a sua credibilidade pública. Deixo aqui um texto que escrevi sobre John Edwards para o Era uma vez na América


publicado por Nuno Gouveia às 16:00
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (3)

 

(como o Francisco)


publicado por Jacinto Bettencourt às 15:47
link

 

 

 

(como o Jacinto)


publicado por Francisco Mendes da Silva às 15:43
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (10)

Top Ten Europe's clubs of the 20th Century: 

Pos   Team Country Pts.
1 Real Madrid  Spain 563,50
2 Juventus  Italy 466,00
3 Barcelona  Spain 458,00
4 Milan  Italy 399,75
5 Bayern Munich  Germany 399,00
6 Internazionale  Italy 362,00
7 Ajax  Netherlands 332,75
8 Liverpool  England 300,25
9 Benfica  Portugal 299,00
10 Anderlecht  Belgium 231,00

 

Então não é o FCP o melhor clube português e 12.º classificado no Club World Ranking da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS)?

 

Alguns títulos dos jornais, como este ou este, afirmam-no categoricamente, e acredito que a maioria dos jornalistas portugueses fazem aquilo que consideram acertado e com razoável isenção, nisso assumindo riscos e sofrendo, ocasionalmente, prejuízos enormes e irreparáveis para a sua reputação e imagem públicas.
 

Sucede, no entanto, que o Club World Ranking de clubes não corresponde a uma lista dos melhores clubes (mundiais ou europeus) e que o FCP não é pura e simplesmente o melhor clube português. Com efeito, a própria IFFHS esclarece que «because the Club World Ranking (by IFFHS) has been determined monthly only since January 1991, it cannot be used as the basis for determining the club of the century».

 

Assim, se tivermos em conta o que os clubes europeus fizeram ao longo de todo o século XX, verificamos, por um lado, que o glorioso integra a lista dos dez melhores clubes europeus de sempre, num prestigiante nono lugar, e, por outro lado, que o FCP se fica por um não menos honroso e digno 29.º lugar. Nada mau para um clube fundado no mesmo ano em que o Sporting Clube de Portugal o foi, e que até 1978 foi campeão nacional por cinco vezes apenas.

 

Diga-se, em abono da verdade, que na elaboração da lista dos melhores clubes europeus de sempre não foram considerados os resultados em competições nacionais, desde sempre, e nas competições europeus, durante o corrente século. É pena: creio que os recentes resultados do FCP, a nível nacional e europeu, lhe assegurariam um lugar próximo do SLB, e que os títulos nacionais do SLB o fariam subir não menos que dois ou três lugares entre os dez melhores clubes europeus de sempre.

 

Sempre é um bocadinho diferente do que nos tentaram vender, mas pronto. O importante é que se perceba que a História não teve início em 1991. 


publicado por Jacinto Bettencourt às 11:25
link

A Europa-America e a Bertrand já se resolveram? Quantos anos é que teremos mais que esperar pelo Giovanni Guareschi, que é como quem diz pelo D- Camilo? Eu sei que não é tão interessante como essa grande obra Sangue Oculto ou esse trabalho de enorme relevância sociológica Toda a verdade sobre o Clube Bilderberg.

 

nota: FJV garante que é para este ano. Antes de agradecer começo a exigir coisas e já: "Eles e eu, aventuras de trazer por casa" não pode ficar de fora. Não pode, depois explico.


publicado por Afonso Azevedo Neves às 10:08
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (10)

Pode não ser um grande Orçamento mas é um Orçamento grande. E não é só a Despesa e o défice que são enormes. O Relatório tem 736 páginas, mais 361 que em 2009!! É um verdadeiro discurso de Fidel ou Talk Show de Chávez em versão de papel....

 

ANL no Albergue


publicado por Afonso Azevedo Neves às 09:55
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (4)


publicado por Afonso Azevedo Neves às 09:46
link | nunca erro e raramente me engano | raramente (5)
31s | Editorial | Email
Twitter | Facebook | 31tv-1 | 31tv-2 | 31 CCTV
Sei o que assinaste em Maio passado

Shopping 31

31 no Combate de blogs / TVI24