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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.06.11
Hora de almoço. Fui aos correios. Os correios fecham a hora de almoço. O serviço publico exige que os outros deixem o seu sevico para serem servidos.

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Ó Miguel, não te metas nisso rapaz

por Afonso Azevedo Neves, em 29.06.11

...garanto que não acabou o curso num domingo e/ou por fax.

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"Uma evolução espectacular"

por Nuno Gouveia, em 29.06.11

Como diria Almeida Santos, estava tudo a correr tão bem no governo Sócrates: Défice público de 7,7 por cento no primeiro trimestre.

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A novidade na oposição do Bloco de Esquerda

por Nuno Gouveia, em 28.06.11

Fernando Rosas classificou alguns dos novos governantes como "rapazolas". E assim o Bloco de Esquerda vai caminhando para a sua extinção. 

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F?!=)!"/&#"%g idiots

por Afonso Azevedo Neves, em 28.06.11

Ler aqui esta pequena história que se passou na nossa terra (minha e do João Afonso)

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Esta também é altura de renovar

por Nuno Gouveia, em 27.06.11

O PSD está no poder e nos próximos anos haverá o risco de o mesmo se confundir com o governo. Na verdade isso tem sido assim com todos os governos, uns mais do que outros. Neste último governo socialista, simplesmente não havia a mínima distinção entre o PS e o governo, funcionando ambos como uma entidade unificada. E como se faz para manter o vigor do partido numa altura destas? Para mim parece evidente que é preciso inovar e fazer o que só é normal fazer quando se vai para oposição. O PSD pode fazer aquilo que nunca fez no passado em Portugal: renovar as lideranças regionais e dar espaço a novos protagonistas para desempenharem a sua parte. E isto pode ser feito em separado com o trabalho do governo, mantendo uma saudável liberdade entre as duas estruturas. 


Por exemplo, no Porto irá haver eleições em breve para a distrital. Acreditando que Marco António Costa, o novo secretário de Estado da Segurança Social, não se recandidata, esta é uma boa altura para renovar o topo da hierarquia e escolher para a liderança alguém de uma nova geração, mas que ao mesmo tempo já tenha experiência partidária. Estou a lembrar-me de, por exemplo, alguém como Ricardo Almeida, que já colabora na actual direcção distrital. Penso no Ricardo Almeida porque sei que tem feito um excelente trabalho por onde tem passado e representa uma nova geração de militantes que pode ajudar nesta nova fase da vida do PSD. É importante lançar novas personalidades, novas caras não conhecidas do grande público, mas que sejam capazes de contribuir para uma regeneração interna. E penso que o Porto, depois dos excelentes resultados nas últimas eleições legislativas, também aqui poderia dar o exemplo ao resto do país. 

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outros bombardeamentos da NATO

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.06.11

TPI emite mandado de detenção contra Kadhafi

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big brother. mesmo.

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.06.11

Administrador da TVI vai ser secretário de Estado

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dá para ver, pelo que escreve,

por Jacinto Bettencourt, em 27.06.11

que a menina Ana Cássio, suspendendo momentaneamente as suas monótonas divagações sobre as pessoalíssimas crises que a afectam, anda agora muito zangada com o mundo dos colégios e da "segregação social". Os preconceitos infantis que aqui dispara sobre os outros e os pais dos outros, sugerem que o problema que deu origem a ao texto se encontra dentro da cabeça da menina Ana Cássio (reformulo: na percepção mental que a menina Ana Cássio tem do seu papel e da sua rede social), e não tanto no tema da sua leviana reflexão. Seja como for, é agradável saber que por obra e graça da mui oportuna segregação social, a menina Ana Cássio não faz a mínima ideia do que pensam os pais dos "outros", não tem qualquer contributo a dar sobre o tema que a motivou a escrever e permanece mesmo assim imensamente revoltada com qualquer coisa. Ainda bem que assim é e que não somos todos iguais.

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Caminha estava uma maravilha

por Afonso Azevedo Neves, em 27.06.11

 

Aqui e ali umas críticas sobre a atitude do Primeiro-Ministro acerca dos Governadores Civis, uns apelos a uma dignidade que esse cargo foi perdendo`muito graças aos termos e processos que levaram à nomeação de pessoal político e "loosers" de eleições locais para esses mesmos Governos Civis. Tudo isso é passado, agora parece que o cargo tinha uma função para além da que lhe foi dada no passado recente, uma função e até dignidade.

 

Whatever...

 

Entretanto há boas notícias em S. Bento, na PCM e alguns ministérios que vou tomando conhecimento. Gente competente e capaz. Isso é bom.

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Deslumbrados de ontem

por Afonso Azevedo Neves, em 27.06.11

Passos Coelho resolveu dar o exemplo num país que detesta exemplos, detesta que lhe recorde que anda a viver acima das suas possibilidades há muito tempo e com os resultados que se conhecem. Basta ler as reacções dos socranetes que ainda sobrevivem, as alusões a Massamá, as graçolas típicas dos deslumbrados que nos governaram durante 6 anos. Não mudaram nada.

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Estes são os nossos inimigos

por Nuno Gouveia, em 26.06.11

An eight-year-old girl has been killed after insurgents used her in a bomb attack on police in southern Afghanistan, the government has said. Na BBC

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Ainda o legado de Sócrates

por Nuno Gouveia, em 25.06.11

ENTRE BEJA E LONDRES Dois meses depois da inauguração, o aeroporto de Beja recebe um voo regular semanal, de Londres. No último domingo, o avião com capacidade para 49 lugares, trouxe sete passageiros. Ao final da manhã já não havia vestígios dos turistas e os serviços de apoio estavam fechados. O promotor das viagens considera “pobre” o primeiro mês de voos. Uma opinião contrária à do diretor do aeroporto, que faz uma avaliação muito positiva da nova pista de aterragem alentejana.

 

Retirado da capa do Expresso desta semana.

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Assim espero

por João Moreira Pinto, em 24.06.11

Pedro Passos Coelho passa a viajar em classe económica dentro da Europa. Chegará ao mesmo tempo que chegaria se viajasse em executiva, mas poupa dinheiro aos contribuintes. À esquerda, grita-se demagogia. À direita, pouca dignidade para o cargo.
Eu aplaudo o exemplo. Exemplo para a esquerda que sempre usou a demagogia para gastar mais dinheiro. Exemplo para a direita (ou parte dela), que tende a dar demasiada importância a pormenores bacocos. Os homens não se medem pelos fatos Armani que vestem, pelos concertos no S. Luís a que chegam atrasados, pelas férias de luxo que passam no Quénia.
No essencial, PPC passou a mensagem: o tempo é de poupança e o exemplo virá de cima. joaompinto

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La révolution arrive?

por DBH, em 24.06.11

 

(Marianne et Hugo)

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Luísa Mesquita

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.06.11

Alegre abriu o discurso. Nobre continuou. Os eleitos acham-se donos dos votos. E quanto mais independentes mais donos se acham. Não é verdade. Os votos não têm dono. Os votos apoiam num determinado momento uma determinada proposta. Rui Tavares não tinha o direito de fazer o que fez. Sem discutir intenções, que não conheço, Rui Tavares está a trair a confiança de todos os que votaram na proposta apresentada pelo bloco de esquerda nas últimas europeias. Se eu fosse eleitor do BE ficava pior que estragado. Rui Tavares tinha que se demitir. Ponto.    

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cidadania

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.06.11

neste país as crianças têm primeiro o número de contribuinte e só uns anos depois o cartão de cidadão

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Cimeira europeia: quantos levarão escudos nos bolsos?

por Luís Filipe Coimbra, em 23.06.11

Foi o Presidente Van Rompuy que fez os convites protocolares para o jantar desta noite, preparatório do Conselho Europeu.

Não é difícil adivinhar que da ementa faz parte, como entrada, um consomé económico-financeiro preparado pelo federalismo europeu, seguindo-se umas costeletas em brasa (magras, por causa do colesterol) vindas dos PIG's, acompanhadas por batatinhas alemãs, lavadas na Áustria, alouradas  em França e enviadas pela Holanda para Bruxelas.

Durante o jantar, bem regado eventualmente por um excelente Cabernet-Sauvignon do Chile, as conversas informais versarão as mais "diversas questões diversas", - desde comer jaquinzinhos que estão proibidos "europeisticamente" em Portugal mas autorizados em Espanha, até ao "que fazer depois de 2013 se o Euro se continuar a afundar, mesmo que os PIG's cumpram todas as dietas que assumiram?".

No final do repasto desta noite, os ricos comensais europeus, acompanhados pelos homens de fraque do BCE e FMI, confirmarão que emprestam dinheiro para que os comensais pobres possam pagar a factura deste repasto e dos banquetes europeus dos últimos vinte anos.

 

Eu não sei se Pedro Passos Coelho teve tempo para escutar ontem na SIC-Notícias as reflexões (há muito pensadas e escritas) de João Ferreira do Amaral sobre as consequências de uma eventual saída de Portugal do Euro a médio prazo.

Sei também, porque o conheço bem, que Pedro Passos Coelho vai conseguir cumprir o acordo com a "troika". Trata-se de uma questão de Honra e Dignidade nacionais. 

 

Mas na  "digestão" desta cimeira, não tenho a menor dúvida de que a nossa eventual saída do Euro a médio prazo, é um debate que só agora pode ter o seu início, não só técnico, mas político.  

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Está calor? Procure-se o elemento nórdico

por Ana Margarida Craveiro, em 22.06.11

 

Leitura recomendada, em tempos de calor tropical.

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Todos os caminhos vão dar a Roma

por Manuel Castelo-Branco, em 22.06.11

Há uma diferença clara entre Miguel Portas e Rui Tavares. O primeiro sai da comissão política, questionado o posicionamento e estratégia adoptadas pela liderança da qual fez parte. Propõe uma renovação, onde o próprio não se inclui. O segundo, amua com tricas caseiras mesquinhas e desliga-se do Bloco. Apropria-se dos votos que pertencem exclusivamente ao partido que o elegeu e procura um colo mais quente em outras paragens. Duas abordagens ,  duas formas distintas de actuar. Dois estilos: um coerente e outro oportunista.

 

Daqui a de dois / três anos, na altura das eleições europeias iremos assistir a uma trânsfuga de Rui Tavares para o PS (quem sabe se acompanhado com o seu ex colega de blog), com a promessa de um futuro lugar na AR. É de facto uma forma possível de entrar no arco governativo!! Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé.

 

Há de facto muitos caminhos para chegar a Roma, mas nem todos são bons ou recomendáveis.

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Mesmo que não seja popular no PS

por Nuno Gouveia, em 22.06.11

O candidato à liderança dos socialistas quer que o PS seja o primeiro partido em Portugal a escolher os candidatos a primeiro-ministro, deputados e autarcas em eleições primárias abertas à sociedade. No DN

 

Uma proposta interessante lançada por Francisco Assis para o debate público. Não sei se alguma vez entraremos nesta lógica de escolha dos nossos representantes políticos, mas não deixa de ser relevante que seja um político a colocá-la pela primeira vez na praça pública em Portugal. Tendo com o exemplo os Estados Unidos, a introdução de um sistema de primárias efectivas no inicio da década de 70 retirou poder aos partidos e às máquinas partidárias - hoje na prática, os partidos nos Estados Unidos são apenas organizações burocráticas sem peso na escolha dos candidatos - e entregou esse poder de escolha aos eleitores, reforçando a importância do "candidato". Em todas as eleições que temos por lá (e são milhares todos os anos), são os cidadãos que escolhem directamente o candidato de cada partido e não os "party bosses", como ficaram popularmente conhecidos no século XIX e XX. Apesar de um sistema deste género poder gerar outros problemas, com as devidas adaptações, poderia ser uma lufada de ar fresco para o nosso sistema político. Claro que não teria grande lógica os candidatos a deputados serem escolhidos nesse sistema, pois são listas que vão a votos, mas na escolha de cada partido para Primeiro-ministro ou Presidentes de Câmara, poderia fazer algum sentido.

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In america

por Afonso Azevedo Neves, em 22.06.11

A ler o Diário Americano

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Obrigado por tudo.

por Francisco Mendes da Silva, em 22.06.11

 

Depois de ter feito o que mais ninguém fez, tem todo o direito de fazer o que qualquer um faria. O resto é conversa de Superior Sul.

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Olha que bom

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

Teixeira dos Santos sai "tranquilo" e com "algum alívio"...

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Há quem faça jus ao nome!!!

por Manuel Castelo-Branco, em 21.06.11

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Questões de imagem

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

os deputados do BE já cabem todos no mesmo plano e ainda sobra espaço para um outro do PCP.

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As esquerdas e o deserto - 3

por João Vacas, em 21.06.11

Há uns dias, em resposta a um comentário de Rui Tavares a um post meu, fiz estas perguntas:

 

Pode um partido apoiado pela esquerda de pendor mais libertário ser dirigido de modo consequente por quem tem tentado fazer dele um PCP b)?

Os eleitos e eleitores do Bloco revêem-se em quem apresenta tiques de «masoquismo-leninismo» (palavras de Rui Tavares no Público de ontem)?

Pode a «esquerda grande» recusar-se a debater com as instituições que concederam ajuda externa ao país?

Pode a «esquerda moderna» fazer parte do mesmo grupo do PCP no Parlamento Europeu sem sentir incómodo por pertencer a uma família política que integra os mais impenitentes herdeiros do estalinismo?

Não haveria outros grupos mais condizentes com a visão que o BE dá, tem ou deveria ter de si próprio?

 

Aqui está uma possível resposta: Rui Tavares rompeu hoje com o Bloco de Esquerda e passou para o grupo dos Verdes no Parlamento Europeu.

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Somos um país de mentalistas

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

gosto muito da série mas o desgraçado do Patrick Jane tem muito que aprender com os mentalistas do regime.

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Acabado o episódio Nobre, respiro de alívio

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

... as análises filisóficó-psicológicas vão para gaveta com o nome de Assunção Esteves em cima da mesa.

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Falta de visão

por Nuno Pombo, em 21.06.11

Pela primeira vez "desde o 25 de Abril", como recordou uma jornalista da TSF, um candidato a Presidente da AR é chumbado duas vezes. Se tivessem insistido meia dúzia de vezes este record absoluto ficaria muito mais difícil de bater. Enfim.  

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Estou a ver a ideia...

por Nuno Pombo, em 21.06.11

Miguel Macedo, comovido com o chumbo reiterado do seu candidato a Presidente da AR, reconhece ter o Dr. Nobre prestado um grande serviço, o primeiro, à Democracia. O primeiro. Boa malha. Imaginem o que poderíamos todos dizer se ele nem sequer se tivesse candidatado a deputado.

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Descobri no outro dia que a Cândida Santos Silva deixou o jornalismo para se dedicar a uma actividade bastante mais divertida: juntar o que Portugal tem de melhor.

 

As bolachas e as compotas da Casa de Juste, as bolachas de Sintra chamadas Casa Fina, pórtegidas por um elegante frasco hermético de vidro, o chocolate artesanal de Lisboa Denegro, os rebuçados da Régua e de Portalegre, as pêras bebâdas, as ameixas de Elvas, a Ginja de Óbidos, os moscateis de Setúbal, o vinho do Porto, o mel da Serra da Estrela, o azeite português, os espumantes nacionais, conversas variadas, como as Tricanas ou o
chá Gorreana dos Açores.

 

Acrescentou os vinhos. Os melhores vinhos. A preços "não especulativos" – como gosta de dizer. E pronto. Temos loja. E a Cândida tem outra vida. Fica no atrium Saldanha. Para conhecer.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.06.11

Os críticos têm razão. Passos Coelho devia ter deixado o lugar de presidente da AR para um dos barões do PSD. Mas não. Pela primeira vez o presidente de um grande partido, do partido mais votado, decide dar o lugar a um independente. E o que fazem os partidos? Chumbam o nome. Alguém estranha?

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Descubra as diferenças

por Nuno Gouveia, em 20.06.11

Semanalmente a Rádio Europa Lisboa deu voz à direita portuguesa. Ou, pelo menos, a parte dela. Mas como tudo que é bom acaba, foi emitido na semana passada a última edição do programa. Parabéns ao André Abrantes Amaral e à Antonieta Lopes da Costa por terem mantido este pedaço de liberdade na antena durante estes anos. E também ao Paulo Pinto Mascarenhas, que moderou o programa inicialmente. 

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graçolas históricas

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.06.11

Fernando Nobre: Entre a primeira e a segunda volta alguém usou a caneta do Manuel Monteiro

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Sendo assim

por Francisco Mendes da Silva, em 20.06.11

De quanto é a cláusula de rescisão do Domingos?

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André Villas-Boas vai treinar o Chelsea

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o fim do sonho imperialista

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.06.11

Extremadura - Os comunistas da IU decidiram apoiar o PP e o PSOE perdeu o governo da Junta. Aquele simpático socialista de Olivenza, e neto de portugueses, ficou sem o lugar. Volta a ser um espanhol a presidir à Extremadura.  

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notícias realmente importantes

por Raquel Vaz Pinto, em 20.06.11

Morreu Clarence «Big Man» Clemons.

O Jungleland do Born to Run está em repeat.

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Os monárquicos e a Quarta República

por Luís Filipe Coimbra, em 19.06.11

   

 

 "Será que chegamos a todos os portugueses através da realização de um "Jantar dos Conjurados", no Convento do Beato, onde as pessoas vão de fato e gravata e pagam 30€ por pessoa e 15€ se forem mais jovens? Acham que a maioria do povo português se identifica com isto? Não estaremos a comunicar apenas para um elite e afastar o comum português? Da mesma forma, poderia dar o exemplo das touradas reais, como a realizada anualmente em Évora e das noites de fados promovidas para várias estruturas da Causa Real, para além dos concursos de hipismo realizados na Comporta e afins", interroga-se João Gomes de Almeida no http://estadosentido.blogs.sapo.pt/ ("Estado sentido - sentido de Estado").

 

Levantar agora questões como estas, num momento em que temos um novo Governo (com alguns monárquicos nele incluídos) é uma reflexão prematura. Mas já agora, aqui fica um curtíssimo e apriorístico apontamento sobre o tema.

1) Como monárquico, reconheço-me nos serões vividos antes do 25 de Abril num casebre ao pé do rio no Barreiro com o velho anarquista Emídio Santana. Ou durante a legalização do PPM, quando chegavam pela calada da noite à sede do "Partido do rei e dos sovietes" (segundo o neologismo de Rolão Preto) muitos trostskistas desiludidos.

2) As jantaradas e touradas a que o João Gomes de Almeida refere, são-me indiferentes. Mas já sinto algumas náuseas quando uns tais "Cavalgueiros de São Miguel da Ala" acusam judicialmente Dom Duarte de usar as suas ("deles")  "prerrogativas", sem sequer repararem que com essa atitude estão a promover o actual sistema judicial equídeo, para gáudeo da velhinha "formiga branca".

3) Nesta República (ou na próxima 4ª), o único ponto de encontro de todos os monárquicos portugueses só pode acontecer no dia da apresentação de um candidato presidencial próprio, com ou sem próxima revisão constitucional. 

Até lá, as nossas diferenças políticas continuarão a ser tão díspares como aquelas que existem hoje entre os republicaníssimos herdeiros do Salazarismo, do Cunhalismo ou do Alegrismo.

Só então, na preparação dessa candidatura, a "Causa" passará mesmo a ser Real. 

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Orgulho e preconceito

por Francisco Mendes da Silva, em 19.06.11

Se quisermos perceber bem a dimensão do salto geracional que o novo governo representa, há um ângulo a partir do qual o devemos apreciar: este é o primeiro governo de sempre com ministros nascidos depois do 25 de Abril (a Assunção Cristas e o Luis Pedro Mota Soares). É claro que uma nova geração não significa necessariamente uma nova mentalidade, e que para esse efeito é relativamente indiferente que um ministro tenha nascido em 1975, 1974 ou em 1973 (ou em 1970 ou em 1968). Mas é um facto impressivo que, 37 anos depois do 25 de Abril, haja um governo com uma média de idades de 47 anos. Significa isso que, com grande probabilidade, muitos dos seus membros não cresceram politicamente com os preconceitos das guerras ideológicas que fundaram o regime e possuem grelhas de interpretação do mundo completamente distintas das que têm vigorado. Em princípio, é uma boa notícia. Quando se diz que quem nos trouxe à crise não há-de tirar-nos dela, não podemos falar só dos últimos seis anos: por muito trágicos que tenham sido, a verdade é que os anos Sócrates mais não foram, em bom rigor, do que uma insistência irresponsável nas políticas do costume.

 

Só daqui a algum tempo compreenderemos se o impulso geracional do governo foi apenas um epifenómeno etário ou algo mais do que isso. Para já, manifestam-se os preconceitos sociológicos. Portugal, como país tipicamente patriarcal, suspeita da juventude e da política democrática - prefere o governo dos velhos à liderança reformista dos jovens, e os "independentes" (os senhores doutores) aos que têm afiliação a essa actividade suja e indigna que é a política. E era isso que toda a gente esperava: um governo de sábios anciãos, de sobas, de druidas, de estrelas livres do vírus da politiquice - uma selecção nacional dos bons e famosos, que por serem bons e famosos seguramente iriam mostrar à Nação um caminho de felicidade nunca antes sondado.

 

Não venceu esse canto de sereia (porventura, é certo, por causa de algumas recusas) - e ainda bem. Sim, alguns dos nomes de que se falaram nos últimos dias teriam a minha adesão entusiástica e orgulhosa. Mas não um governo feito de uma manta de retalhos galáctica. Este vai necessariamente ser um governo de combate: de trabalho incessante e copioso, de ruptura com o status quo ideológico, de confronto com os interesses fácticos, de um desgaste inaudito. Vai ser um governo para gente nova, com disponibilidade física e psicológica para trabalhar noite e dia, e com mais a ganhar do que a perder por fazer parte do executivo. Será demasiado importante para ser constituído por pessoas que achem uma despromoção o exercício de funções governativas, porque essas, normalmente, desistem à primeira contrariedade.

 

Com a pressão social e mediática que vai existir - e com uma oposição com tudo para ser absolutamente irresponsável -, terá também de ser um governo com uma coesão à prova de bala e com uma habilidade política experimentada. Em Portugal, suspeita-se muito dos políticos no governo (um paradoxo que é umas das mais admiráveis especificidades da portugalidade - onde é que já se viu um político a fazer política?). Aceita-se com um módico de boa-vontade a existência de um Parlamento, de partidos e de alguns debatezinhos para manter a gente que a eles se dedica entretida com um expediente quotidiano. No entanto, quando é para governar, a coisa pia mais fino: é preciso que os cristos desçam à Terra. Pois eu cá penso exactamente o contrário. Para mim - e sem prejuízo de poder gostar mais de uns do que outros -, o mais natural é que os ministros saiam do Parlamento - se calhar por ter o meu modelo na Grã-Bretanha (onde os membros do executivo são todos obrigatoriamente membros do Parlamento, no qual passam anos a estudar, a discutir e a propor as medidas que depois levarão para o governo, e a especializarem-se na actividade de persuasão e de gestão de consensos que é o núcleo da actividade política).     

 

Este governo tem tudo para ser olhado com desdém - como um conjunto de miúdos inexperientes e de aparelhistas implacáveis. Mas este é o tempo de sermos preconceituosos com os nossos preconceitos.

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quando quem toureia devia pedir desculpas a quem é toureado

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.06.11

Quinta-feira fui ao campo pequeno para uma novilhada. A coisa foi fraquíssima. Mais do que novos talentos tivemos toureio de novas oportunidades. E como se não bastasse tinhamos os manifestantes do costume à frente da praça. Eram doze. Os polícias quase cinquenta. Para disfarçar o número faziam barulho. Muito. Com apitos e buzinas. O que maçou quem jantava ali nas esplanadas antes da corrida. A ideia de fazer uma largada no meio da manifestação foi coisa que nos passou pela variadíssimas vezes pela cabeça. Mas ao fim da noite ficou a ideia de que o pior castigo teria sido obrigá-los a assistirem ao espectáculo.

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Diplomacia

por Lucius, em 17.06.11

Chegam a Washington bons ventos e bons casamentos.

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Uma coisa é certa

por João Vacas, em 17.06.11

Agora a música é outra.

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Dentro do novo espírito do 31

por Nuno Gouveia, em 17.06.11

Deixo aqui esta dos Foster the People, que vão estar em Paredes de Coura no dia 20 de Agosto. 

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Este é um blogue sobre música

por Afonso Azevedo Neves, em 17.06.11

O primeiro single dos Sétima Legião, editado pela Fundação Atlântica de Pedro Ayres Magalhães, Miguel Esteves Cardoso e Ricardo Camacho, foi o início quase despercebido da banda em 1983.

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Nobre presidente

por Nuno Pombo, em 17.06.11

Admito que a insistência do PSD em levar a votos Fernando Nobre para a presidência da Assembleia da República seja sinal de que, no segredo do escrutínio, a coisa esteja mais ou menos assegurada. Se assim não for, é muito pouco entendível essa teimosia. Como pouco ou nada compreensíveis são as palavras de António Costa a este propósito. Escudando-se no que chama de praxe parlamentar, entende que os deputados deveriam sufragar o nome que fosse escolhido pelo partido ganhador das eleições. Isto, manifestamente, não percebo. Nem percebo que se dê ao que ele chama praxe tamanho alcance. Se a apreciação individual das características pessoais e políticas dos candidatos é indiferente, mais vale mudar a lei e acabar com esta farsa electiva. Na verdade, muito mais esdrúxulo do que as minorias vetarem um qualquer candidato que lhes seja apresentado é a maioria não ser capaz de parir um nome que mereça consenso. Se há ocasiões em que o nome proposto merece ser vetado é esta. Não é a dignidade da pessoa do candidato que recomenda o chumbo da sua eleição. É a natureza da respectiva função que o impõe.   

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primeiras impressões de s.bento

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

- o candeeiro faz interferência no telemóvel

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Nota da redacção: última hora

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

informamos os estimados leitores que a partir das 17:45 o 31 da Armada passará a ser um blog sobre música.

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