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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.06.11
Hora de almoço. Fui aos correios. Os correios fecham a hora de almoço. O serviço publico exige que os outros deixem o seu sevico para serem servidos.

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Ó Miguel, não te metas nisso rapaz

por Afonso Azevedo Neves, em 29.06.11

...garanto que não acabou o curso num domingo e/ou por fax.

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"Uma evolução espectacular"

por Nuno Gouveia, em 29.06.11

Como diria Almeida Santos, estava tudo a correr tão bem no governo Sócrates: Défice público de 7,7 por cento no primeiro trimestre.

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A novidade na oposição do Bloco de Esquerda

por Nuno Gouveia, em 28.06.11

Fernando Rosas classificou alguns dos novos governantes como "rapazolas". E assim o Bloco de Esquerda vai caminhando para a sua extinção. 

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F?!=)!"/&#"%g idiots

por Afonso Azevedo Neves, em 28.06.11

Ler aqui esta pequena história que se passou na nossa terra (minha e do João Afonso)

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Esta também é altura de renovar

por Nuno Gouveia, em 27.06.11

O PSD está no poder e nos próximos anos haverá o risco de o mesmo se confundir com o governo. Na verdade isso tem sido assim com todos os governos, uns mais do que outros. Neste último governo socialista, simplesmente não havia a mínima distinção entre o PS e o governo, funcionando ambos como uma entidade unificada. E como se faz para manter o vigor do partido numa altura destas? Para mim parece evidente que é preciso inovar e fazer o que só é normal fazer quando se vai para oposição. O PSD pode fazer aquilo que nunca fez no passado em Portugal: renovar as lideranças regionais e dar espaço a novos protagonistas para desempenharem a sua parte. E isto pode ser feito em separado com o trabalho do governo, mantendo uma saudável liberdade entre as duas estruturas. 


Por exemplo, no Porto irá haver eleições em breve para a distrital. Acreditando que Marco António Costa, o novo secretário de Estado da Segurança Social, não se recandidata, esta é uma boa altura para renovar o topo da hierarquia e escolher para a liderança alguém de uma nova geração, mas que ao mesmo tempo já tenha experiência partidária. Estou a lembrar-me de, por exemplo, alguém como Ricardo Almeida, que já colabora na actual direcção distrital. Penso no Ricardo Almeida porque sei que tem feito um excelente trabalho por onde tem passado e representa uma nova geração de militantes que pode ajudar nesta nova fase da vida do PSD. É importante lançar novas personalidades, novas caras não conhecidas do grande público, mas que sejam capazes de contribuir para uma regeneração interna. E penso que o Porto, depois dos excelentes resultados nas últimas eleições legislativas, também aqui poderia dar o exemplo ao resto do país. 

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outros bombardeamentos da NATO

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.06.11

TPI emite mandado de detenção contra Kadhafi

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big brother. mesmo.

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.06.11

Administrador da TVI vai ser secretário de Estado

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dá para ver, pelo que escreve,

por Jacinto Bettencourt, em 27.06.11

que a menina Ana Cássio, suspendendo momentaneamente as suas monótonas divagações sobre as pessoalíssimas crises que a afectam, anda agora muito zangada com o mundo dos colégios e da "segregação social". Os preconceitos infantis que aqui dispara sobre os outros e os pais dos outros, sugerem que o problema que deu origem a ao texto se encontra dentro da cabeça da menina Ana Cássio (reformulo: na percepção mental que a menina Ana Cássio tem do seu papel e da sua rede social), e não tanto no tema da sua leviana reflexão. Seja como for, é agradável saber que por obra e graça da mui oportuna segregação social, a menina Ana Cássio não faz a mínima ideia do que pensam os pais dos "outros", não tem qualquer contributo a dar sobre o tema que a motivou a escrever e permanece mesmo assim imensamente revoltada com qualquer coisa. Ainda bem que assim é e que não somos todos iguais.

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Caminha estava uma maravilha

por Afonso Azevedo Neves, em 27.06.11

 

Aqui e ali umas críticas sobre a atitude do Primeiro-Ministro acerca dos Governadores Civis, uns apelos a uma dignidade que esse cargo foi perdendo`muito graças aos termos e processos que levaram à nomeação de pessoal político e "loosers" de eleições locais para esses mesmos Governos Civis. Tudo isso é passado, agora parece que o cargo tinha uma função para além da que lhe foi dada no passado recente, uma função e até dignidade.

 

Whatever...

 

Entretanto há boas notícias em S. Bento, na PCM e alguns ministérios que vou tomando conhecimento. Gente competente e capaz. Isso é bom.

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Deslumbrados de ontem

por Afonso Azevedo Neves, em 27.06.11

Passos Coelho resolveu dar o exemplo num país que detesta exemplos, detesta que lhe recorde que anda a viver acima das suas possibilidades há muito tempo e com os resultados que se conhecem. Basta ler as reacções dos socranetes que ainda sobrevivem, as alusões a Massamá, as graçolas típicas dos deslumbrados que nos governaram durante 6 anos. Não mudaram nada.

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Estes são os nossos inimigos

por Nuno Gouveia, em 26.06.11

An eight-year-old girl has been killed after insurgents used her in a bomb attack on police in southern Afghanistan, the government has said. Na BBC

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Ainda o legado de Sócrates

por Nuno Gouveia, em 25.06.11

ENTRE BEJA E LONDRES Dois meses depois da inauguração, o aeroporto de Beja recebe um voo regular semanal, de Londres. No último domingo, o avião com capacidade para 49 lugares, trouxe sete passageiros. Ao final da manhã já não havia vestígios dos turistas e os serviços de apoio estavam fechados. O promotor das viagens considera “pobre” o primeiro mês de voos. Uma opinião contrária à do diretor do aeroporto, que faz uma avaliação muito positiva da nova pista de aterragem alentejana.

 

Retirado da capa do Expresso desta semana.

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Assim espero

por João Moreira Pinto, em 24.06.11

Pedro Passos Coelho passa a viajar em classe económica dentro da Europa. Chegará ao mesmo tempo que chegaria se viajasse em executiva, mas poupa dinheiro aos contribuintes. À esquerda, grita-se demagogia. À direita, pouca dignidade para o cargo.
Eu aplaudo o exemplo. Exemplo para a esquerda que sempre usou a demagogia para gastar mais dinheiro. Exemplo para a direita (ou parte dela), que tende a dar demasiada importância a pormenores bacocos. Os homens não se medem pelos fatos Armani que vestem, pelos concertos no S. Luís a que chegam atrasados, pelas férias de luxo que passam no Quénia.
No essencial, PPC passou a mensagem: o tempo é de poupança e o exemplo virá de cima. joaompinto

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La révolution arrive?

por DBH, em 24.06.11

 

(Marianne et Hugo)

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Luísa Mesquita

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.06.11

Alegre abriu o discurso. Nobre continuou. Os eleitos acham-se donos dos votos. E quanto mais independentes mais donos se acham. Não é verdade. Os votos não têm dono. Os votos apoiam num determinado momento uma determinada proposta. Rui Tavares não tinha o direito de fazer o que fez. Sem discutir intenções, que não conheço, Rui Tavares está a trair a confiança de todos os que votaram na proposta apresentada pelo bloco de esquerda nas últimas europeias. Se eu fosse eleitor do BE ficava pior que estragado. Rui Tavares tinha que se demitir. Ponto.    

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cidadania

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.06.11

neste país as crianças têm primeiro o número de contribuinte e só uns anos depois o cartão de cidadão

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Cimeira europeia: quantos levarão escudos nos bolsos?

por Luís Filipe Coimbra, em 23.06.11

Foi o Presidente Van Rompuy que fez os convites protocolares para o jantar desta noite, preparatório do Conselho Europeu.

Não é difícil adivinhar que da ementa faz parte, como entrada, um consomé económico-financeiro preparado pelo federalismo europeu, seguindo-se umas costeletas em brasa (magras, por causa do colesterol) vindas dos PIG's, acompanhadas por batatinhas alemãs, lavadas na Áustria, alouradas  em França e enviadas pela Holanda para Bruxelas.

Durante o jantar, bem regado eventualmente por um excelente Cabernet-Sauvignon do Chile, as conversas informais versarão as mais "diversas questões diversas", - desde comer jaquinzinhos que estão proibidos "europeisticamente" em Portugal mas autorizados em Espanha, até ao "que fazer depois de 2013 se o Euro se continuar a afundar, mesmo que os PIG's cumpram todas as dietas que assumiram?".

No final do repasto desta noite, os ricos comensais europeus, acompanhados pelos homens de fraque do BCE e FMI, confirmarão que emprestam dinheiro para que os comensais pobres possam pagar a factura deste repasto e dos banquetes europeus dos últimos vinte anos.

 

Eu não sei se Pedro Passos Coelho teve tempo para escutar ontem na SIC-Notícias as reflexões (há muito pensadas e escritas) de João Ferreira do Amaral sobre as consequências de uma eventual saída de Portugal do Euro a médio prazo.

Sei também, porque o conheço bem, que Pedro Passos Coelho vai conseguir cumprir o acordo com a "troika". Trata-se de uma questão de Honra e Dignidade nacionais. 

 

Mas na  "digestão" desta cimeira, não tenho a menor dúvida de que a nossa eventual saída do Euro a médio prazo, é um debate que só agora pode ter o seu início, não só técnico, mas político.  

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Está calor? Procure-se o elemento nórdico

por Ana Margarida Craveiro, em 22.06.11

 

Leitura recomendada, em tempos de calor tropical.

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Todos os caminhos vão dar a Roma

por Manuel Castelo-Branco, em 22.06.11

Há uma diferença clara entre Miguel Portas e Rui Tavares. O primeiro sai da comissão política, questionado o posicionamento e estratégia adoptadas pela liderança da qual fez parte. Propõe uma renovação, onde o próprio não se inclui. O segundo, amua com tricas caseiras mesquinhas e desliga-se do Bloco. Apropria-se dos votos que pertencem exclusivamente ao partido que o elegeu e procura um colo mais quente em outras paragens. Duas abordagens ,  duas formas distintas de actuar. Dois estilos: um coerente e outro oportunista.

 

Daqui a de dois / três anos, na altura das eleições europeias iremos assistir a uma trânsfuga de Rui Tavares para o PS (quem sabe se acompanhado com o seu ex colega de blog), com a promessa de um futuro lugar na AR. É de facto uma forma possível de entrar no arco governativo!! Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé.

 

Há de facto muitos caminhos para chegar a Roma, mas nem todos são bons ou recomendáveis.

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Mesmo que não seja popular no PS

por Nuno Gouveia, em 22.06.11

O candidato à liderança dos socialistas quer que o PS seja o primeiro partido em Portugal a escolher os candidatos a primeiro-ministro, deputados e autarcas em eleições primárias abertas à sociedade. No DN

 

Uma proposta interessante lançada por Francisco Assis para o debate público. Não sei se alguma vez entraremos nesta lógica de escolha dos nossos representantes políticos, mas não deixa de ser relevante que seja um político a colocá-la pela primeira vez na praça pública em Portugal. Tendo com o exemplo os Estados Unidos, a introdução de um sistema de primárias efectivas no inicio da década de 70 retirou poder aos partidos e às máquinas partidárias - hoje na prática, os partidos nos Estados Unidos são apenas organizações burocráticas sem peso na escolha dos candidatos - e entregou esse poder de escolha aos eleitores, reforçando a importância do "candidato". Em todas as eleições que temos por lá (e são milhares todos os anos), são os cidadãos que escolhem directamente o candidato de cada partido e não os "party bosses", como ficaram popularmente conhecidos no século XIX e XX. Apesar de um sistema deste género poder gerar outros problemas, com as devidas adaptações, poderia ser uma lufada de ar fresco para o nosso sistema político. Claro que não teria grande lógica os candidatos a deputados serem escolhidos nesse sistema, pois são listas que vão a votos, mas na escolha de cada partido para Primeiro-ministro ou Presidentes de Câmara, poderia fazer algum sentido.

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In america

por Afonso Azevedo Neves, em 22.06.11

A ler o Diário Americano

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Obrigado por tudo.

por Francisco Mendes da Silva, em 22.06.11

 

Depois de ter feito o que mais ninguém fez, tem todo o direito de fazer o que qualquer um faria. O resto é conversa de Superior Sul.

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Olha que bom

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

Teixeira dos Santos sai "tranquilo" e com "algum alívio"...

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Há quem faça jus ao nome!!!

por Manuel Castelo-Branco, em 21.06.11

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Questões de imagem

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

os deputados do BE já cabem todos no mesmo plano e ainda sobra espaço para um outro do PCP.

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As esquerdas e o deserto - 3

por João Vacas, em 21.06.11

Há uns dias, em resposta a um comentário de Rui Tavares a um post meu, fiz estas perguntas:

 

Pode um partido apoiado pela esquerda de pendor mais libertário ser dirigido de modo consequente por quem tem tentado fazer dele um PCP b)?

Os eleitos e eleitores do Bloco revêem-se em quem apresenta tiques de «masoquismo-leninismo» (palavras de Rui Tavares no Público de ontem)?

Pode a «esquerda grande» recusar-se a debater com as instituições que concederam ajuda externa ao país?

Pode a «esquerda moderna» fazer parte do mesmo grupo do PCP no Parlamento Europeu sem sentir incómodo por pertencer a uma família política que integra os mais impenitentes herdeiros do estalinismo?

Não haveria outros grupos mais condizentes com a visão que o BE dá, tem ou deveria ter de si próprio?

 

Aqui está uma possível resposta: Rui Tavares rompeu hoje com o Bloco de Esquerda e passou para o grupo dos Verdes no Parlamento Europeu.

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Somos um país de mentalistas

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

gosto muito da série mas o desgraçado do Patrick Jane tem muito que aprender com os mentalistas do regime.

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Acabado o episódio Nobre, respiro de alívio

por Afonso Azevedo Neves, em 21.06.11

... as análises filisóficó-psicológicas vão para gaveta com o nome de Assunção Esteves em cima da mesa.

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Falta de visão

por Nuno Pombo, em 21.06.11

Pela primeira vez "desde o 25 de Abril", como recordou uma jornalista da TSF, um candidato a Presidente da AR é chumbado duas vezes. Se tivessem insistido meia dúzia de vezes este record absoluto ficaria muito mais difícil de bater. Enfim.  

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Estou a ver a ideia...

por Nuno Pombo, em 21.06.11

Miguel Macedo, comovido com o chumbo reiterado do seu candidato a Presidente da AR, reconhece ter o Dr. Nobre prestado um grande serviço, o primeiro, à Democracia. O primeiro. Boa malha. Imaginem o que poderíamos todos dizer se ele nem sequer se tivesse candidatado a deputado.

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Descobri no outro dia que a Cândida Santos Silva deixou o jornalismo para se dedicar a uma actividade bastante mais divertida: juntar o que Portugal tem de melhor.

 

As bolachas e as compotas da Casa de Juste, as bolachas de Sintra chamadas Casa Fina, pórtegidas por um elegante frasco hermético de vidro, o chocolate artesanal de Lisboa Denegro, os rebuçados da Régua e de Portalegre, as pêras bebâdas, as ameixas de Elvas, a Ginja de Óbidos, os moscateis de Setúbal, o vinho do Porto, o mel da Serra da Estrela, o azeite português, os espumantes nacionais, conversas variadas, como as Tricanas ou o
chá Gorreana dos Açores.

 

Acrescentou os vinhos. Os melhores vinhos. A preços "não especulativos" – como gosta de dizer. E pronto. Temos loja. E a Cândida tem outra vida. Fica no atrium Saldanha. Para conhecer.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.06.11

Os críticos têm razão. Passos Coelho devia ter deixado o lugar de presidente da AR para um dos barões do PSD. Mas não. Pela primeira vez o presidente de um grande partido, do partido mais votado, decide dar o lugar a um independente. E o que fazem os partidos? Chumbam o nome. Alguém estranha?

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Descubra as diferenças

por Nuno Gouveia, em 20.06.11

Semanalmente a Rádio Europa Lisboa deu voz à direita portuguesa. Ou, pelo menos, a parte dela. Mas como tudo que é bom acaba, foi emitido na semana passada a última edição do programa. Parabéns ao André Abrantes Amaral e à Antonieta Lopes da Costa por terem mantido este pedaço de liberdade na antena durante estes anos. E também ao Paulo Pinto Mascarenhas, que moderou o programa inicialmente. 

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graçolas históricas

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.06.11

Fernando Nobre: Entre a primeira e a segunda volta alguém usou a caneta do Manuel Monteiro

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Sendo assim

por Francisco Mendes da Silva, em 20.06.11

De quanto é a cláusula de rescisão do Domingos?

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André Villas-Boas vai treinar o Chelsea

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o fim do sonho imperialista

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.06.11

Extremadura - Os comunistas da IU decidiram apoiar o PP e o PSOE perdeu o governo da Junta. Aquele simpático socialista de Olivenza, e neto de portugueses, ficou sem o lugar. Volta a ser um espanhol a presidir à Extremadura.  

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notícias realmente importantes

por Raquel Vaz Pinto, em 20.06.11

Morreu Clarence «Big Man» Clemons.

O Jungleland do Born to Run está em repeat.

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Os monárquicos e a Quarta República

por Luís Filipe Coimbra, em 19.06.11

   

 

 "Será que chegamos a todos os portugueses através da realização de um "Jantar dos Conjurados", no Convento do Beato, onde as pessoas vão de fato e gravata e pagam 30€ por pessoa e 15€ se forem mais jovens? Acham que a maioria do povo português se identifica com isto? Não estaremos a comunicar apenas para um elite e afastar o comum português? Da mesma forma, poderia dar o exemplo das touradas reais, como a realizada anualmente em Évora e das noites de fados promovidas para várias estruturas da Causa Real, para além dos concursos de hipismo realizados na Comporta e afins", interroga-se João Gomes de Almeida no http://estadosentido.blogs.sapo.pt/ ("Estado sentido - sentido de Estado").

 

Levantar agora questões como estas, num momento em que temos um novo Governo (com alguns monárquicos nele incluídos) é uma reflexão prematura. Mas já agora, aqui fica um curtíssimo e apriorístico apontamento sobre o tema.

1) Como monárquico, reconheço-me nos serões vividos antes do 25 de Abril num casebre ao pé do rio no Barreiro com o velho anarquista Emídio Santana. Ou durante a legalização do PPM, quando chegavam pela calada da noite à sede do "Partido do rei e dos sovietes" (segundo o neologismo de Rolão Preto) muitos trostskistas desiludidos.

2) As jantaradas e touradas a que o João Gomes de Almeida refere, são-me indiferentes. Mas já sinto algumas náuseas quando uns tais "Cavalgueiros de São Miguel da Ala" acusam judicialmente Dom Duarte de usar as suas ("deles")  "prerrogativas", sem sequer repararem que com essa atitude estão a promover o actual sistema judicial equídeo, para gáudeo da velhinha "formiga branca".

3) Nesta República (ou na próxima 4ª), o único ponto de encontro de todos os monárquicos portugueses só pode acontecer no dia da apresentação de um candidato presidencial próprio, com ou sem próxima revisão constitucional. 

Até lá, as nossas diferenças políticas continuarão a ser tão díspares como aquelas que existem hoje entre os republicaníssimos herdeiros do Salazarismo, do Cunhalismo ou do Alegrismo.

Só então, na preparação dessa candidatura, a "Causa" passará mesmo a ser Real. 

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Orgulho e preconceito

por Francisco Mendes da Silva, em 19.06.11

Se quisermos perceber bem a dimensão do salto geracional que o novo governo representa, há um ângulo a partir do qual o devemos apreciar: este é o primeiro governo de sempre com ministros nascidos depois do 25 de Abril (a Assunção Cristas e o Luis Pedro Mota Soares). É claro que uma nova geração não significa necessariamente uma nova mentalidade, e que para esse efeito é relativamente indiferente que um ministro tenha nascido em 1975, 1974 ou em 1973 (ou em 1970 ou em 1968). Mas é um facto impressivo que, 37 anos depois do 25 de Abril, haja um governo com uma média de idades de 47 anos. Significa isso que, com grande probabilidade, muitos dos seus membros não cresceram politicamente com os preconceitos das guerras ideológicas que fundaram o regime e possuem grelhas de interpretação do mundo completamente distintas das que têm vigorado. Em princípio, é uma boa notícia. Quando se diz que quem nos trouxe à crise não há-de tirar-nos dela, não podemos falar só dos últimos seis anos: por muito trágicos que tenham sido, a verdade é que os anos Sócrates mais não foram, em bom rigor, do que uma insistência irresponsável nas políticas do costume.

 

Só daqui a algum tempo compreenderemos se o impulso geracional do governo foi apenas um epifenómeno etário ou algo mais do que isso. Para já, manifestam-se os preconceitos sociológicos. Portugal, como país tipicamente patriarcal, suspeita da juventude e da política democrática - prefere o governo dos velhos à liderança reformista dos jovens, e os "independentes" (os senhores doutores) aos que têm afiliação a essa actividade suja e indigna que é a política. E era isso que toda a gente esperava: um governo de sábios anciãos, de sobas, de druidas, de estrelas livres do vírus da politiquice - uma selecção nacional dos bons e famosos, que por serem bons e famosos seguramente iriam mostrar à Nação um caminho de felicidade nunca antes sondado.

 

Não venceu esse canto de sereia (porventura, é certo, por causa de algumas recusas) - e ainda bem. Sim, alguns dos nomes de que se falaram nos últimos dias teriam a minha adesão entusiástica e orgulhosa. Mas não um governo feito de uma manta de retalhos galáctica. Este vai necessariamente ser um governo de combate: de trabalho incessante e copioso, de ruptura com o status quo ideológico, de confronto com os interesses fácticos, de um desgaste inaudito. Vai ser um governo para gente nova, com disponibilidade física e psicológica para trabalhar noite e dia, e com mais a ganhar do que a perder por fazer parte do executivo. Será demasiado importante para ser constituído por pessoas que achem uma despromoção o exercício de funções governativas, porque essas, normalmente, desistem à primeira contrariedade.

 

Com a pressão social e mediática que vai existir - e com uma oposição com tudo para ser absolutamente irresponsável -, terá também de ser um governo com uma coesão à prova de bala e com uma habilidade política experimentada. Em Portugal, suspeita-se muito dos políticos no governo (um paradoxo que é umas das mais admiráveis especificidades da portugalidade - onde é que já se viu um político a fazer política?). Aceita-se com um módico de boa-vontade a existência de um Parlamento, de partidos e de alguns debatezinhos para manter a gente que a eles se dedica entretida com um expediente quotidiano. No entanto, quando é para governar, a coisa pia mais fino: é preciso que os cristos desçam à Terra. Pois eu cá penso exactamente o contrário. Para mim - e sem prejuízo de poder gostar mais de uns do que outros -, o mais natural é que os ministros saiam do Parlamento - se calhar por ter o meu modelo na Grã-Bretanha (onde os membros do executivo são todos obrigatoriamente membros do Parlamento, no qual passam anos a estudar, a discutir e a propor as medidas que depois levarão para o governo, e a especializarem-se na actividade de persuasão e de gestão de consensos que é o núcleo da actividade política).     

 

Este governo tem tudo para ser olhado com desdém - como um conjunto de miúdos inexperientes e de aparelhistas implacáveis. Mas este é o tempo de sermos preconceituosos com os nossos preconceitos.

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quando quem toureia devia pedir desculpas a quem é toureado

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.06.11

Quinta-feira fui ao campo pequeno para uma novilhada. A coisa foi fraquíssima. Mais do que novos talentos tivemos toureio de novas oportunidades. E como se não bastasse tinhamos os manifestantes do costume à frente da praça. Eram doze. Os polícias quase cinquenta. Para disfarçar o número faziam barulho. Muito. Com apitos e buzinas. O que maçou quem jantava ali nas esplanadas antes da corrida. A ideia de fazer uma largada no meio da manifestação foi coisa que nos passou pela variadíssimas vezes pela cabeça. Mas ao fim da noite ficou a ideia de que o pior castigo teria sido obrigá-los a assistirem ao espectáculo.

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Diplomacia

por Lucius, em 17.06.11

Chegam a Washington bons ventos e bons casamentos.

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Uma coisa é certa

por João Vacas, em 17.06.11

Agora a música é outra.

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Dentro do novo espírito do 31

por Nuno Gouveia, em 17.06.11

Deixo aqui esta dos Foster the People, que vão estar em Paredes de Coura no dia 20 de Agosto. 

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Este é um blogue sobre música

por Afonso Azevedo Neves, em 17.06.11

O primeiro single dos Sétima Legião, editado pela Fundação Atlântica de Pedro Ayres Magalhães, Miguel Esteves Cardoso e Ricardo Camacho, foi o início quase despercebido da banda em 1983.

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Nobre presidente

por Nuno Pombo, em 17.06.11

Admito que a insistência do PSD em levar a votos Fernando Nobre para a presidência da Assembleia da República seja sinal de que, no segredo do escrutínio, a coisa esteja mais ou menos assegurada. Se assim não for, é muito pouco entendível essa teimosia. Como pouco ou nada compreensíveis são as palavras de António Costa a este propósito. Escudando-se no que chama de praxe parlamentar, entende que os deputados deveriam sufragar o nome que fosse escolhido pelo partido ganhador das eleições. Isto, manifestamente, não percebo. Nem percebo que se dê ao que ele chama praxe tamanho alcance. Se a apreciação individual das características pessoais e políticas dos candidatos é indiferente, mais vale mudar a lei e acabar com esta farsa electiva. Na verdade, muito mais esdrúxulo do que as minorias vetarem um qualquer candidato que lhes seja apresentado é a maioria não ser capaz de parir um nome que mereça consenso. Se há ocasiões em que o nome proposto merece ser vetado é esta. Não é a dignidade da pessoa do candidato que recomenda o chumbo da sua eleição. É a natureza da respectiva função que o impõe.   

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primeiras impressões de s.bento

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

- o candeeiro faz interferência no telemóvel

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Nota da redacção: última hora

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

informamos os estimados leitores que a partir das 17:45 o 31 da Armada passará a ser um blog sobre música.

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interesseiro nacional

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

sou mais útil ao meu país na presidência da caixa geral de depósitos

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novo governo deve ser conhecido hoje

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

como é que se apaga o arquivo de um blog?

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podem ligar-me à vontade

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

são quatro da tarde. já não vale a pena ficar a olhar para o telefone

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graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

dizem-me que o nome do ministro das finanças está por um pintelho

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estranho II

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

O 31 está muito calmo hoje

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estranho I

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.06.11

o 31 ter tido o header do Câmara Corporativa

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Indignidade

por Tiago Geraldo, em 17.06.11

A recusa de um cargo político é habitualmente justificada com a renitência do convidado em abandonar ― mesmo se apenas temporariamente ― a sua profissão e em abdicar de parte significativa do seu (elevado) rendimento.

 

Sabemos todos que os políticos são mal pagos e que isso, a prazo, deverá ser corrigido.

 

Mesmo assim, no contexto actual, a recusa de um convite para integrar o Governo com base neste tipo de razões é muito simplesmente uma indignidade que devia envergonhar quem o faz.

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Os protestos anti-democráticos

por Nuno Gouveia, em 17.06.11

Indignado com os "indignados", por Pedro Picoito

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19h12: O Preço Certo ("...é um dos mais famosos concursos da Europa...").

21h00: Estado de Graça ("analisa e comenta, com humor e sátira, os principais temas da atualidade")

22h00: Quem quer ser Milionário? ("Um emocionante jogo de cadeiras, de tática e também de alguma sorte no qual apenas um concorrente poderá sair vencedor...").

23h03: Nico à noite ("pretende informar, saindo da norma, alegrar com o tom certo, entreter, dando sempre primazia à gargalhada").

00h06: A Invasão ("Um filme de ação que promete uma viagem a um mundo onde só sobrevive quem permanece acordado...").

02h00: O mentalista, Epºs 4 e 5 ("O charme de Patrick Jane e a sua habilidade em resolver casos difíceis... numa série policial...").
03h27: Televendas ("Um mundo de produtos, à distância de um telefone").

06h13: Euronews (saiba quase tudo sobre ontem, digo eu).

07h00: Vá dormir. Mas antes, verifique se já pagou à EDP a conta do serviço público rádio-televisivo deste mês. Olhe que se lhe cortarem a electricidade, deixa de poder ver as próximas sessões de serviço público...

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A Carta

por Afonso Azevedo Neves, em 17.06.11

Maravilha.

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too good to be true?

por DBH, em 16.06.11

É a melhor fotografia dos motins que aconteceram em Vancouver quando, por um jogo de hockey perdido, a cidade cidade foi varrida por distúrbios, carros incendiados, polícia de choque.

 

Pode ser uma entrada directa para a galeria das "iconic photos", da captura do "momento", e deu origem aos títulos "make love not war"ou"love in the time of rioting", na Esquire.

 

 

Agora, graças a uma outra fotografia publicada no twitter, desconfia-se que "o momento" poderá ter sido encenado. De qualquer forma, como foto ou como embuste, vai para a história do fotojornalismo.

 

 

 

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Será a Padeira a fermentar debaixo da terra???

por Sofia Bragança Buchholz, em 16.06.11

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Ouvido no elevador

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.06.11
Tantos dias depois das eliecoes e o câmara corporativa ainda não mudou o header para 31 da armada

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As esquerdas e o deserto - 2

por João Vacas, em 16.06.11

Quando me disseram que Rui Tavares tinha feito referência ao meu último post na sua coluna no Público [adenda: e no seu blog] pensei que este a aproveitaria para dar algum conteúdo operativo à (auto)avaliação das esquerdas que anteriormente ali fizera e que me pareceu pobre e caricatural. Tendo-a lido, não só mantenho a minha opinião como não escondo a decepção. Rui Tavares gastou dois parágrafos para corrigir um erro meu - "oitocentistas", pois claro. Mea culpa, mea culpa. – mas não dispensou uma linha para explicar de que modo se constrói a «unidade» entre aqueles que têm «visões do mundo» diferentes e que «visões do mundo» são compatibilizáveis nessa sonhada «aliança» das esquerdas. Compreendo que o não tenha feito.

É mais simples desfiar um rosário de frases feitas sobre aquilo que as esquerdas crêem ser a sua definição e o seu destino – metáforas simplificadoras, diz Rui Tavares – ou apontar para as suas origens comuns do que distingui-las, escolher de entre elas e reconhecer que nem todas são aceitáveis.

O embaraço das esquerdas é precisamente o da escolha. A escolha entre a adesão genuína (ainda que crítica) à democracia de modelo ocidental e a paleta de marxismos mais ou menos totalitários com que algumas não só adornam o discurso como compõem a sua «visão do mundo». A escolha entre o respeito pelas instituições democráticas legitimamente eleitas ou o fascínio rancoroso pelos movimentos anti-sistema, o apoio às suas acções destrutivas e a esperança mal velada na chegada do momento da revolução. A escolha entre a resolução pacífica dos conflitos sociais e o recurso à violência como legítima "arma do povo". Entre tantas outras.

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O preço certo em euros (II)

por Charles Nunes Lopes, em 16.06.11

Creio que a nova oposição dispensa bem este tipo de fretes.

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o preço certo em euros

por Charles Nunes Lopes, em 16.06.11

João Carlos Silva, na qualidade de ex-presidente da RTP, revelou estar contra a privatização de parte da RTP e diz "que a televisão pública não é um serviço supérfluo, pelo que cortar no canal seria o mesmo que "cortar na Educação".

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Coincidências ?

por Nuno Miguel Guedes, em 16.06.11

O primeiro efeito de se ter um velho amigo no novo governo é o aumento exponencial de pedidos de amizade no Facebook.

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Respect.

por Charles Nunes Lopes, em 16.06.11

O Francisco Mendes da Silva é que tinha razão.

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Nunca pensei dizer isto

por Nuno Gouveia, em 16.06.11

Mas Marinho Pinto tem razão. Os burlões que foram apanhados a copiar no CEJ deviam ser expulsos. Não percebo como pode haver outra solução para este caso.  

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ouvido no elevador

por Rodrigo Moita de Deus, em 16.06.11

- quanto tempo é que o 31 da Armada vai ficar câmara corporativa;

- mínimo de quatro anos. depois logo se vê

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Eu, que nasci depois do 25 de Abril, não quero saber para que foi que o fizeram. Nem a minha gratidão, por um dia de generosidade, se tem de estender para o dia seguinte.

 

Ao contrário de alguns amigos, eu defendo que devemos mesmo celebrar o 25 de Abril - mesmo apesar de Março, mesmo graças a Novembro. Com música se houver quem cante, com cravos se houver lapelas. Mas só lhes dou um dia, por ano - a eles, aos donos do dia.

 

O resto do ano celebramos nós. Nós que votamos, nós que elegemos, nós que escolhemos. 

 

Porque a Libertade porque lutaram ou é nossa ou não é. Porque, ou a Democracia é para respeitar todos os dias ou então não subsiste.

 

Claro que um capitão de Abril tem a liberdade da sua opinião. Mas, quando na sequência de uma eleição livre, vem dizer que um cidadão não pode ser ministro, o que quer isto dizer?

 

Quando um capitão de Abril, e presidente da Associação 25 de Abril, escreve no seu espaço associativo que "Paulo Portas não deveria ser ministro da República", para que foi que tivemos eleições? Ou temos uma constituição? Ou leis?... ou democracia?

 

Quando alguém, pelos seus feitos passados, se arroga a escrever que "estamos convictos que a maioria das portuguesas e dos portugueses comungam dos nossos ideais, estão connosco", está convicto porquê? quando a maioria dos votos livres das portuguesas e dos portugueses deu a "maioria" parlamentar a este governo, que não querem deixar que exista? E este plural, o "estamos", majestático-revolucionário porquê, por quem?

 

Quando isto acontece, como acontece com esta associação e com Vasco Lourenço, este "capitão" mostra-se apenas como um golpista, a quem não agrada a liberdade com que a democracia escolhe.

 

Vasco Lourenço viveu esse "dia inicial inteiro e limpo", como escreveu Sophia. Vasco Lourenço não suporta, no entanto, a última estrofe do poema: que "livres habitamos a substância do tempo". O dia inicial foi limpo, mas Vasco Lourenço sujou-se.

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A fazer fé nas notícias que têm circulado por aí, depois de um lamentável cavalgar da onda do partido que está à esquerda do PSD, designadamente na questão da privatização da RTP e de parte da CGD, o CDS começa a justificar o voto de confiança que lhe foi dado nas últimas eleições (desde logo, em Lisboa): se tudo correr como esperado, Fernando Nobre sofrerá a merecidíssima humilhação de não ser eleito Presidente da AR.

 

Depois disso, resta-nos aguardar que cumpra o que prometeu e que saia imediatamente do Parlamento - mas não sem antes repetir o generoso e perene esbracejo de despedida da noite das presidenciais. 

 

Desta vez, espera-se que o adeus seja definitivo.

  

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Bons sinais

por Nuno Gouveia, em 15.06.11

Pedro Passos Coelho confirmou hoje ao Financial Times que a privatização parcial da RTP vai mesmo avançar, ficando o serviço público apenas com um canal. Na mesma entrevista, anunciou ainda que será vendido 49 por cento do capital das Águas de Portugal e que o ministro das Finanças será um independente. 

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Passos Coelho foi indigitado à uma da tarde II

por Rodrigo Moita de Deus, em 15.06.11

Não me liguem. Preciso do telefone desocupado.

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Passos Coelho foi indigitado à uma da tarde I

por Rodrigo Moita de Deus, em 15.06.11

A PJ já sabe quem são os ministros

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Proposta de revisão eleitoral a caminho da 4ª República

por Luís Filipe Coimbra, em 15.06.11

 Contagem dos votos dos emigrantes, hoje: qualquer eventual impugnação seguirá para a assembleia de apuramento geral. Se a decisão desta assembleia for desfarovável a um reclamante, este terá 24 horas a seguir à afixação do edital para reclamar junto do Tribunal Constitucional. Está na Lei e é um direito inquestionável.

Mas, politicamente falando, a situação "eleitoral" é neste momento e factualmente a seguinte:

a) a maioria parlamentar (PSD+CDS) se já nem dos deputados eleitos pelo PSD-Madeira precisa, muito menos necessitará dos que vierem a ser eleitos pelos círculos da emigração; b) o actual Tribunal Constitucional é por natureza (inerente à própria génese da "ética republicana"), maioritária - e efémeramente, óbvio! - constituído por "simpatizantes" do PS; c) José Sócrates não precisa da reunião de Bruxelas a 23 de Junho para se despedir dos até agora seus congéneres europeus. Em nome da dignidade de um Primeiro Ministro Português (bom ou mau, não interessa agora),  certamente que ele não desejará despedir-se dos seus congéneres numa situação politica e humanamente aberrante.

 

Como resolver estas normas e embróglios "aprazados" por esta 3ª República?

 

Tenho para mim que a próxima e inevitável 4ª República deveria seguir, entre outros, os seguintes caminhos:

1) Extinguir os circulos eleitorais da emigração: cada cidadão emigrante teria direito a votar (em todas as eleições) mas na terra onde nasceu em Portugal;

2) A Assembleia da República deixaria de poder nomear "juristas" para o Tribunal Constitucional;

3) Reduzir pelo menos em 1/3 o número de Assessores "institucionais" (Presidência da República, Governo, Autarquias) de forma a aproximarmo-nos da ética, princípios e modernidade democrática das actuais Monarquias Constitucionais Europeias.

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ah e tal, o cruzamento...*

por DBH, em 15.06.11

 

Ontem, disse Lello que "Ainda estamos a decidir se na contagem dos votos apresentamos a impugnação" do círculo eleitoral do Brasil.

 

Hoje,  o "deputado socialista Paulo Pisco garantiu hoje à Lusa que o PS vai recorrer para o Tribunal Constitucional (TC) com o pedido de impugnação dos votos do Rio de Janeiro por alegada fraude eleitoral".

 

Depois, Francisco Assis afirma - em audiência com o PR - que "Pela nossa parte não haverá atrasos à formação de um novo Governo no País. Vamos apresentar um protesto junto da mesa da assembleia eleitoral, mas já anunciámos a intenção de não avançar com nenhum recurso para o Tribunal Constitucional".

 

Logo a seguir, "Lello diz que Francisco Assis vai corrigir o que disse", e que "Houve uma deficiência no cruzamento de informações".

 

 

*post que serve só para explicar os anteriores

 

 

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Ouvido nas escadas

por DBH, em 15.06.11

"Há duas teorias: uma é que sem o Sócrates o PS não se organiza; outra é que mesmo sem o Sócrates o PS continua a dizer uma coisa a Belém e a desdizer-se logo depois".

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O actual líder do PS?

por Nuno Gouveia, em 15.06.11

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a pergunta do dia

por Charles Nunes Lopes, em 15.06.11

- Quem é Paulo Pisco?

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O líder parlamentar cessante do PS, Francisco Assis, garantiu à saída do Palácio de Belém que não quer atrasar a tomada de posse do novo Governo e garantiu que não haverá recurso ao Tribunal Constitucional (TC) na questão dos votos dos emigrantes do Rio de Janeiro, no Brasil.

O deputado José Lello usou o Facebook para o contrarir e afirmar que "haverá impugnação".

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Ouvido a meio de uma reunião

por Afonso Azevedo Neves, em 15.06.11

- Dá-me licença que atenda esta chamada? Pode ser importante. 

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Para quando o "rating" financeiro dos Direiros Humanos?

por Luís Filipe Coimbra, em 14.06.11

 

Sob pressão pública nos EUA para corte nas despesas militares, o Secretário da Defesa Robert Gates (de saída vindo das administrações Bush e Obama) levantou em Bruxelas (10 de Junho) dúvidas sobre a própria existência da NATO.

Resumindo o seu discurso "informal", Gates chamou a atenção, a título de exemplo, para o facto das tropas alemãs estarem no Afeganistão sem licença para matar taliban durante eventuais agressões e que a Holanda, por razões políticas internas, iria retirar unilateralmente as suas tropas no terreno, independentemente de colocar ou não vidas de soldados NATO-ONU-Afeganistão em risco.

E sobre a actual intervenção na Libia, Robert Gates não podia ter sido mais claro: enquanto todos os aliados (NATO) foram favoráveis a uma intervenção militar na Libia, menos de metade teve até agora qualquer participação e só um terço estaria disponível para intervir directamente. "As capacidades militares (europeias) simplesmente não existem", desabafaria Robert Gates.

 

Em nome da defesa dos direitos humanos e da liberdade dos Povos, a quem devemos pedir responsabilidades por este economicismo filho predilecto do neoliberalismo?

À (absurda) "defesa europeia", aos governos nacionais sujeitos à ditadura do Euro, ou às empresas de rating - sem história, sem (bom) passado, nem  futuro - que pretendem definir a nossa condição de portugueses e de europeus?

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Arquivo morto...

por Charles Nunes Lopes, em 14.06.11

Câmaras de frio para armazenar plasma custaram milhões, mas hoje não passam de arrecadações.

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Desculpa, Afonso

por Charles Nunes Lopes, em 14.06.11

Compreendo as tuas preocupações, mesmo as estéticas, em torno da parceria público-privada que dará ao interior do país um areal para banhistas.

Entendo - e aprecio - também a fina ironia a que recorrer para pôr o dedo no esquecimento do património arquitectónico e paisagístico, velho de séculos, do concelho de Mangualde no momento em que se tenta promover aquela terra pelo improvável areal.

Os capitais do investidor privado dizem respeito apenas ao próprio, desde que respeite a lei. O dinheiro que cada um despende a banhar-se num tanque de salga com 1,20m de profundidade, é matéria para a qual também não somos chamados.

A grande e pública questão é que a dita parceria público-privada, com investimento e recursos da autarquia envolvidos nas obras, não tem sequer um orçamento ou previsão que seja conhecido e credível. Tudo o que subsiste no meio da propaganda, são uns euros "atirados ao ar" numa resposta de algibeira à imprensa.

Iniciar uma parceria público-privada sem um orçamento ou uma "folha de obra" é reprovável, mas pior é terminá-la e inaugurá-la sem revelar a contribuição que coube a cada munícipe para a festa que amanhã arranca.

Tudo isto é bem mais sombrio do que o dito areal será na época baixa, o período em que a Câmara Municipal, de acordo com o contrato de parceria, fica a explorar, manter e conservar o espaço até ao regresso do privado, no Verão seguinte.

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A praia de Mangualde abre amanhã

por Afonso Azevedo Neves, em 14.06.11

 

Consta que o Presidente da Câmara de Mangualde gosta de praias e tanto gosta que resolveu dotar Mangualde de uma. Ora uma praia em Mangualde é, só pode ser, um elemento essencial para o desenvolvimento turístico de uma região que nada tem para mostrar. Mangualde é tristemente amaldiçoada por uma paisagem montanhosa, ribeiros, arvoredo vário e restantes mas previsíveis elementos naturais, como passarada típica da terra e bicharada a condizer. Mangualde soma a este triste quadro uns horrendos solares do sec. XVII e Sec. XVIII bem como demais arquitectura típica destas terras mas, felizmente, já despontam alguns exemplos da moderna arquitectura dos espíritos mais abertos e inspirados no jogo Tetris.

 

Quanto ao resto e o resto é que importa, nem uma gaivota, nem uma palmeira, nem uma barraca de bolas de berlim, nem uma língua da sogra que traga para Mangualde os sadios ventos da civilização que tornou Bora-Bora e Albufeira destinos tão desejados no mundo inteiro e também em Mangualde. Impunha-se uma praia como as que existem nas cidades do Japão só que sem japoneses mas com efeitos especiais.

 

O sortudo que visitar a Praia de Mangualde terá no entanto que manter os olhos colados no firmamento pintado no paredão à frente da piscina, sem olhar muito para cima ou para os lados não se dê o caso de ser surpreendido pela ramagem e, com alguma prática, poderá imaginar que aquele bocadinho de Fonte da Telha está em permanente maré baixa ou que o vasto areal não parece o terreno abandonado do Tio Zeca e tudo isto por 5 Euros ao dia. É de graça.

 

Há quem pense, maldosamente, que Presidente da Câmara gosta tanto de praias que resolveu criar uma ameaça de praia em Mangualde, uma mistura entre piscina e baldio, para mostrar definitivamente que Mangualde está irremediavelmente amaldiçoada por não ter calhado à beira-mar, somando a isto a tortura de um concerto de Toni Carreira por mais 10 euros para sublinhar a tragédia.

 

Já eu recuso-me a acreditar.

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O que é um "anti-Sócrates"?

por Charles Nunes Lopes, em 14.06.11

Seria um erro o PS querer agora inventar um anti-Sócrates

António Costa

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A esquerda e o bloqueio.

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.06.11
Um dos grandes desafios deste próximo governo será travar os ímpetos de esquerda do CDS permitindo o avanço das reformas que o pais tanto precisa.

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A tríade PS-Brasil-Eleições.

por Charles Nunes Lopes, em 14.06.11

Os socialistas José Lello e António Braga são acusados de negociarem cargos em troca de financiamento partidário com o empresário português Licínio Bastos que chegou a ser detido no Brasil. O antigo cabeça-de-lista do PS pelo círculo Fora da Europa, Aníbal Araújo, fez estas acusações numa entrevista à TSF. (24 Set 09).

A cada eleição que passa a tríade associa-se numa mistura explosiva. Desta vez o PS entregou uma queixa na CNE que pode vir a atrasar a tomada de posse do novo Governo.

Tudo isto deve saldar-se em mais quatro dias de PS à frente do país e um conselho europeu especial-despedidas.

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O Governo auto-suspenso

por Charles Nunes Lopes, em 14.06.11
Suspenso o apoio à contratação de jovens licenciados

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a contagem dos votos será particularmente rápida

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.06.11

Coreia do Norte: Eleições regionais agendadas para 24 de julho

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fim da campanha de donativos

por 31, em 13.06.11

Encerramos hoje a campanha de recolha de donativos. Foi uma experiência extraordinária. Ao dinheiro que recolhemos com os 31s juntaram-se 2500 euros de donativos mais ou menos anónimos mais ou menos grandes. Como não podia deixar de ser a operação deu prejuízo. Mesmo reduzindo os custos. Mas os donativos permitiram levar a operação até ao fim. E ainda dizem que as pessoas não participam. A todos o nosso muito muito obrigado.  

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"Independentes" que elevam o nível da política

por Francisco Mendes da Silva, em 13.06.11

Do lado do CDS, Ribeiro e Castro veio esta semana defender o nome de Mota Amaral para o cargo [Presidente da AR], em vez de Nobre. Confrontado com esta posição, Carlos Abreu Amorim lembra que "Ribeiro e Castro trabalhou com Vale e Azevedo sem problema nenhum".

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Ainda a propósito do Dia de Portugal e das Comunidades

por Luís Filipe Coimbra, em 13.06.11

 

Enquanto ministro nos tempos da Aliança Democrática, Gonçalo Ribeiro Telles conseguiu fazer aprovar as leis de base das reservas agrícola e ecológica nacionais perante o olhar desconfiado de uma classe política já então concentrada em levantar voo a caminho do "fantástico progresso europeu" e do mirífico "desafio da competitividade global".

De então para cá celebrámos trinta 10 de Junho. E há trinta anos que eu o revejo nesta imagem, como que a desabafar: "eles estão a fazer tudo ao contrário... por aldrabice ou pura ignorância, estão a levar-nos para um grande desastre!".

Arrependido de lhe ter chamado "fidalgote", Mário Soares reconheceria publicamente que "o mal do GRT foi ter sempre razão antes de tempo".  E em 1994 agraciou-o com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo.

Agora vai nascer um novo Governo. Para lá dos acordos com a "troika", o PSD e o CDS herdam um País com um défice alimentar de milhares de milhões e um "desordenamento do território" à medida da "bolha imobiliária" onde os bancos portugueses andam a respirar os ares da Irlanda.

E vêm tailandeses cultivar a terra porque com esta "modernidade cultural europeia", os nossos desempregados "já não estão nessa".

Eu não sei quem é que no próximo governo vai ter responsabilidades políticas sobre a agricultura, o ambiente e o ordenamento do território.

Mas antes de tomarem posse, não tenham vergonha, porque só vos ficará bem: batam à porta do Gonçalo e ele dar-vos-á os conselhos mínimos para que finalmente a palavra "reformas" passe a ser sinónimo de esperança.  

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Parabéns ao João

por Afonso Azevedo Neves, em 12.06.11

nunca se fica indiferente.

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Dia de "tiras"

por Sofia Bragança Buchholz, em 12.06.11

Simão, o Sexista

 

Passamos em frente ao Tribunal da Relação do Porto. Imponente, a enorme estátua em bronze que se ergue defronte do Palácio da Justiça, chama a atenção do Simão.

Curioso, ele pergunta:
 
– O que é aquilo?
– Aquilo é a estátua da Justiça. É uma obra magnífica feita por um escultor chamado Leopoldo de Almeida – explico, enquanto nos aproximamos para a observar melhor. – Vês a balança que tem na mão? Significa que a justiça deve pesar bem as provas apresentadas de forma a tomar correctamente as suas decisões. Do outro lado, tem uma espada, vês? Esta representa a sua capacidade de exercer o poder de decisão.
Ele fica a admirá-la, por um momento, em silêncio. Depois, arrogante, exclama, recomeçando a andar:
– É a Justiça, a República, a Liberdade… Tudo mulheres! Depois como é que querem que estas coisas funcionem bem?!

 

 

© Sofia Bragança Buchholz (Simão no Facebook)

 

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A privatização da RTP

por Nuno Gouveia, em 11.06.11

No programa do PSD constava a privatização parcial da RTP, da RDP e da Lusa. Para uma comunicação social mais livre, mais isenta e mais independente, mas acima de tudo, para a libertação de um dos pesos do orçamento de estado mais inúteis, espero que isso conste no futuro programa de governo. Percebo que o CDS não defenda a privatização. Mas a haver cedências (e obviamente haverá nos dois lados), que o CDS deixe cair esta questão e que permita que o futuro governo avance para o fim desta RTP (como o Miguel Noronha aqui relata). Haverá certamente outros pontos de discórdia em que o CDS terá razão para ser inflexível. Não neste "problema" de 300 milhões anuais. 

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Isto está equilibrado

por Nuno Gouveia, em 11.06.11

José Lello, Renato Sampaio e Ricardo Rodrigues apoiam Francisco Assis. António José Seguro tem ao seu lado "nomes fortes" como João Soares, Mesquita Machado e Pita "africanista" Ameixa, e ainda o presidente da distrital de Coimbra, o tal que foi acusado de vencer as eleições através de processos muito pouco claros. Será que Armando Vara ainda faz uma "perninha" para desempatar isto? 

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Perspectiva nada agradável

por Nuno Gouveia, em 10.06.11

Após um ano Paris, José Sócrates regressa a Portugal a falar francês técnico. 

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E paris é uma cidade barata

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.06.11

Como é que sócrates vai ganhar a vida?

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