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conclusão após quatro dias de viagem

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 4

 

Se um português podia viver de café americano em vez da velha bica? Podia, mas não era a mesma coisa.

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licença para disparar um lugar-comum

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 4

 

As locutoras de continuidade, no tempo em que as havia, celebrizaram a expressão “para toda a família”. Disseram-no acerca de tanto filme, concurso e sitcom com o Nicolau Breyner que o rótulo se tornou absolutamente vazio. Vagueando pelo “Oasis”, contudo, o dito recupera todo o sentido (sem Nicolau nem Fernando Mendes). Há parques de diversões para crianças, uma discoteca exclusiva para adolescentes (fabulosa ideia que propomos, desde já, estender a toda a civilização), Shreks e personagens afins da Dreamworks circulando pelo navio, uma biblioteca recatada, discotecas de adultos, bares para fumadores e não fumadores, capela, casino, bar de jazz, clube de comédia, etc, etc, etc.. Sim, Isabel Wolmar e Helena Ramos, sim, Helena Isabel e congéneres: a honra da locutora de continuidade está salva.

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aqua theatre

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 4

 

Programa da noite: “Oasis of Dreams” no Aqua Theatre, um anfiteatro ao ar livre, na popa do navio, com mergulhadores, ginastas e nadadores sincronizados. Há rótulos de champô com mais história, mas suponho que se perdoe isso a tipos que se lançam de 30 metros em queda livre para uma piscina de cinco por três num barco em andamento.

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a praia enquanto teoria económica

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 4

 

Aparentemente, metade das Caraíbas é privada: mansões de estrelas pop só acessíveis por barco, praias onde só entra quem as comprou e respectiva família, hotéis faraónicos que se estendem por meia ilha. Na esplêndida St. Thomas, no entanto, todas as praias são públicas. Excepto uma: a melhor. Megan’s Bay está no top ten das melhores praias do mundo. Há poucos anos, era livre; depois, passou a ser cobrada uma entrada de dois dólares; agora, pedem-nos quatro. Em troca, garantem que ali não entram motos de água nem música alta e proibem gritarias e histerismos afins. Não é mau negócio. Mas, se continuarem a subir o preço, vão ter de oferecer mais qualquer coisa. A Pamela Anderson como nadadora-salvadora, talvez.

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portugal, esse desconhecido

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 4

 

Hoje, numa loja perdida em St. Thomas, encontrámos a primeira pessoa que parecia saber onde fica Portugal – “You’re far away from home”, disse o rapaz de caracóis louros numa ilha de negros retintos. O habitual seria qualquer coisa como: “De Portugal? Nós somos da Costa Atlântica, Washington D.C..” Significa isto, amigos, que há esperança: a crise ainda não nos pôs nas notícias tanto quanto temíamos.

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caraíbas com gelo

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 3

 

No “Oasis of the Seas”, há uma pista de patinagem artística. Sim, algures, um génio do mal lembrou-se de torturar arquitectos e engenheiros mandando-os construir um ringue de gelo dentro dum navio. A prova foi superada e chama-se Studio B e é palco de espectáculos como “Frozen In Time”, resumo livre dos títulos essenciais de Hans Christian Andersen tão certeiro e encantador que fez este vosso humilde escriba perceber, ao fim de mais de trinta anos, que, afinal, também podia gostar de patinagem artística. Contudo, há algo de intrigante no comportamento do público neste género de espectáculo: os aplausos saem de quando em quando, após pirueta mais espalhafatosa, como quem diz: “Sim, senhor. Este foi bem feito.” Não sei que pensa o leitor, mas, por mim, alguém conseguir manter-se de pé durante mais de cinco longos segundos em cima de duas lâminas, numa pista de gelo, num navio a balançar, já é motivo para ovação de pé.

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melting pot

por Alexandre Borges, em 29.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 3

 

Esta manhã, no Park Café, fomos atendidos pela Xin-Xin, que é chinesa; ao jantar, somos servidos pelo Morgan, um jamaicano gigante que se denuncia no “Ya, man” com que responde a uma em cada duas perguntas; o Ronny, que faz o serviço de quartos, é filipino e é nossa missão conseguir fazê-lo perceber até ao fim desta viagem onde fica, afinal, Portugal e que língua se fala lá. E já conversámos com tripulantes de Goa, Turquia, Inglaterra, Brasil. Só no Opus Dining Room, o restaurante principal do navio, há empregados de 45 nacionalidades. Nas placas identificativas, ostentam orgulhosamente abaixo do nome o país onde nasceram. Curioso. Partiram de casa para percorrer o mundo e, enquanto percorrem o mundo, o que os identifica é a casa donde partiram.

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simplex

por Alexandre Borges, em 28.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 3

 

Entre outros bons hábitos dos cruzeiros, urge transplantar este para a vida de todos os dias: um cartão que é, simultaneamente, chave de casa, cartão de crédito, documento de identificação e bilhete de entrada para espectáculos. Perto disto, o cartão do cidadão é para meninos.

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cruising

por Alexandre Borges, em 28.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 3

 

Hoje, espera-nos somente o mar – a travessia do triângulo das Bermudas, para ser mais preciso, e que, daqui, parece bem menos perigoso do que avistado da literatura. É dia e meio de viagem até St. Thomas, nas Virgin Islands, e há vento forte e nuvens lá fora. Sem ressentimentos. O “Oasis” podia estar parado na doca de Alcântara que se continuaria a passar uma grande semana de férias dentro dele.

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photo finish

por Alexandre Borges, em 28.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 3

 

E ao terceiro dia, o iPhoto morreu. Que o wireless a meio das Caraíbas não fosse o Usain Bolt das ligações à net, já se esperava; que um Mac abandonasse o seu fiel proprietário a meio do oceano é que não estava nos planos. A menos que um deus da informática circule por estas paragens, este diário de bordo segue até final da viagem sem fotos ou vídeos. Publicá-los-emos no regresso a Lisboa. Até lá, voltamos à forma clássica da literatura de viagem: palavras e imaginação. Numa notícia não relacionada, estamos a lançar a petição a favor da criação rápida e em força da Assistência Mac Em Viagem.

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Parabéns Insurgentes

por Nuno Gouveia, em 28.02.12

O Insurgente fez sete anos. São sete anos de leituras diárias para mim. Que continuem iguais a si próprios e que mantenham a qualidade que sempre me habituaram. Mesmo nas (muitas) vezes em que não concordo com o que escrevem. Um abraço a todos, especialmente ao timoneiro André Azevedo Alves.

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all aboard

por Alexandre Borges, em 28.02.12

 

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 2

 

Ao final da tarde, regressamos ao “Oasis”. Para quem sempre conduziu utilitários e viveu em T2, há qualquer coisa de glorioso em sair da doca no maior navio da praça. À noite, espera-nos a recepção de boas-vindas com o comandante, um concerto pela orquestra do navio, o jantar e “Hairspray”, o musical da broadway, no imenso Opal Theatre. Temo que, no regresso a casa, pareça nada haver para fazer em Lisboa.

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suite para jacko em sol maior

por Alexandre Borges, em 28.02.12

 

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 2

 

Metade de Paradise Island é dominada por uma unidade hoteleira gigante chamada Atlantis. Aquilo que aparenta ser uma ponte de ligação entre duas das torres é, na verdade, uma suite de 25 mil dólares por noite. O hotel só a abre a partir de uma estadia mínima de quatro noites. De acordo com Theo, era aqui que Michael Jackson ficava hospedado quando vinha às Bahamas (um estranho destino de férias para quem não podia apanhar sol). E está reservada para os próximos cinco anos.

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no ferry

por Alexandre Borges, em 27.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 2

 

Apanhamos o ferry para Paradise Island, um pequeno barco de pesca onde pedem que nos apertemos nos bancos “like one big happy family” porque “it’s all about love in the Bahamas”. A viagem custa quatro dólares, mais a gorjeta que quisermos dar ao guia. O fabuloso Theo é um stand-up comedian com o número bem rodado: gere, cirurgicamente, cada silêncio, piada e história. Conta-nos quanto custa cada casa da ilha e quem mora nela: Mick Jagger, Nicolas Cage, Tom Cruise, Oprah, Tiger Woods, Clint Eastwood e até, em tempos, Charlie Chaplin. Poderemos acreditar em tudo quanto diz Theo? Provavelmente não. Mas a história vale cada cêntimo.

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exotismos

por Alexandre Borges, em 27.02.12

 

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 2

 

A primeira paragem do “Oasis” deixa-nos nas Bahamas. No porto de Nassau, um guia explica-nos que a economia local assenta em três vectores muito claros: turismo, banca e pesca. E, de repente, ali onde é sempre Verão, o mar tem cor de esmeraldas e por toda a parte se respira uma tranquilidade de domingo, não invejámos nada disso, mas esta extravagância de um cidadão comum saber exactamente de onde vem o dinheiro que sustenta o seu país.

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do calhabé ao paraíso

por Alexandre Borges, em 27.02.12

 

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 2

 

Às sete da manhã, esta era a vista dos camarotes a bombordo: literalmente, o Paraíso – Paradise Island, onde, entre muitas outras histórias, se filmou parte de “007 – Operação Relâmpago”. E a única coisa capaz de distrair um benfiquista da longínqua notícia dum empate no Calhabé.

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miami's most wanted

por Alexandre Borges, em 27.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 1

 

Às 17h locais em ponto, 20h em Lisboa, o “Oasis of the Seas” deixa Fort Lauderdale em direcção a sete dias de cruzeiro pelas Caraíbas Orientais. Na véspera, em Miami e hoje, ao longo do dia, fomos percebendo que não nos esperava um navio qualquer. No hotel ou no restaurante, se acontecia em conversa referir a razão que aqui nos trazia, o que impressionava o nosso interlocutor não era o cruzeiro nas Caraíbas, mas o nome do barco. “O Oasis?!”, diziam, invariavelmente, ao que se seguiam onomatopeias ao género de “Wowwww” e uma longa lista de adjectivos suportada por uma pequena história. “Já lá estive uma vez”, “Era para ter ido trabalhar lá”, “O meu primo já viajou nele uma vez”. E é a pura verdade, caro leitor: não estamos num barco qualquer. Enquanto aguardávamos a hora de partida, outros cruzeiros iam saindo em silêncio; quando arrancou o “Oasis”, todo o porto buzinou, acenou, disse adeus. A viagem começa aqui. Obrigado por vir comigo.

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uma questão de tamanho

por Alexandre Borges, em 27.02.12

 

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 1

 

O “Oasis” transporta 5402 passageiros e 2115 tripulantes. Eu nasci nos Açores, onde várias ilhas têm menos população do que isto, mas não pense que isso me torna mais impressionável. O porto de Fort Lauderdale é uma concentração de grandes cruzeiros, mas, vistos a partir dos últimos andares do “Oasis”, parecem pouco mais do que cacilheiros com esteróides.

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"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 1

 

Como é que isto consegue flutuar e a minha tia Jacinta não?

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.02.12

Fui para o Douro este fim-de-semana. Até Aveiro a auto-estrada mudou quatro vezes de nome. Até à Régua passei por 15 (quinze) pórticos de portagem.

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Um prólogo chamado Miami

por Alexandre Borges, em 26.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 1

 

Para chegar de Portugal a esse pequeno país em si mesmo que é o “Oasis”, é preciso passar por Miami – o que não é, exactamente, um mal necessário. Vesti o blazer directamente sobre a t-shirt em homenagem a Don Johnson, mas depressa se percebe que o estilo “Miami Vice” ficou algures onde parou a carreira do velho Don. Pelas ruas de South Beach, todos parecem em férias permanentes, de chinelos, calções e t-shirt, escondidos do mundo dos fatos e dos escritórios entre as ruelas de South Beach. A animação contínua da Ocean Drive, os pequenos hotéis escondidos entre os néons das lojas de marca, as montras cheias de manequins com bustos impossíveis, a boa vibração geral do Art Deco District – tudo constitui um doce prólogo ao caminho para Fort Lauderdale, o ponto de partida para uma viagem que, como todas as viagens, começou há muito na nossa cabeça, antes, muito antes do embarque.

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declaração de interesses

por Alexandre Borges, em 26.02.12

"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 1

 

A minha mãe, como todas as mães, gostava que o filho tivesse sido médico, advogado ou engenheiro. Qualquer coisa que garantisse a sobrevivência, segurança e estatuto da cria. Como quase todos os filhos, contrariei-a mesmo sabendo que estava certa – tornei-me escritor. Bem sei que só talvez ganhando o Nobel a pudesse sossegar quanto à bondade da opção de vida, mas, enquanto não chega o telefonema da Academia Sueca, aqui estou, a caminho das Caraíbas, a bordo do “Oasis of the Seas”, a convite da Royal Caribbean. Cabe-me escrever um diário de bordo e trazê-lo aqui, todos os dias, e talvez conseguir trazê-lo também a si, leitor, para este mar quente que vamos agora cortando a caminho de Nassau. Nada mal, mãe. Escrever já trouxe a cria até aqui.

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Bons contributos

por Nuno Gouveia, em 25.02.12

Congressos realizados duas semanas antes das directas e a atribuição aos militantes da responsabilidade de escolher os candidatos a deputados, eurodeputados e presidentes de municípios: são estas as propostas mais relevantes da JSD para a reforma dos estatutos do PSD. Duarte Marques, deputado e líder dos “jotas”, explicou à Lusa que a primeira ideia pretende também alargar a dimensão das directas, abrangendo, para além da votação do líder do partido, todos os órgãos políticos.

 

Na edição em papel do Público de hoje

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Querido líder

por João Ferreira do Amaral, em 25.02.12

Revelou toda a sua coragem e o seu espírito democrárico ao permanecer no cargo de coordenador, depois do povo ingrato ter tido a desfaçatez de mandar para o desemprego metade do grupo parlamentar do BE.

Com o seu grande talento para dar lições às massas, vem agora exortar o povo a usar da mesma "coragem" para "despedir a troika". Ou seja, prescindir do dinheiro para pagar salários dos funcionários públicos, pensões, etc. e acabar com os bancos. Enfim, ficarmos uma espécie de ... coreia do norte.

 

 

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perguntar não ofende II

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.02.12

Em vez de pedirem explicações sobre o cancelamento da visita à António Arroios, os jornalistas deviam perguntar ao Presidente se já marcou nova data.

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perguntar não ofende

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.02.12

O roteiro da juventude do Presidente inclui a escola António Arroio?

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Primárias à portuguesa

por Nuno Gouveia, em 23.02.12

Sendo defensor deste método há muitos anos para Portugal, não posso deixar de congratular Pedro Passos Coelho por esta proposta de realizar primárias para escolher os candidatos às câmaras municipais.  Eu defenderia mesmo um sistema de primárias abertas, com o intuito de alargar a participação da sociedade na escolha dos candidatos. Ou pelo menos dar direito de voto aos tais "simpatizantes", figura que será criada nesta alteração estatutária. Podendo ser o primeiro passo para alargar este processo a outras eleições (nomeadamente Primeiro-ministro e Presidente da República), resta-me esperar que esta proposta vingue no seio do PSD. Menos positiva é a proposta de introduzir quotas para mulheres nos órgãos internos. Um disparate, diria.

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sem palavras

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.02.12

 

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Parece que dar de comer é mau.

por Afonso Azevedo Neves, em 23.02.12

É isso. Dar certificados é que era bom. Viu-se.

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Subalternização o tanas!

por Afonso Azevedo Neves, em 23.02.12

Também queriamos ter mais tempo para estarmos com os nossos filhos e um com o outro. Ela queria mais tempo para ser mãe e eu pai. Não podemos, não dá e não vai dar durante muito tempo.

 

É dar o nosso melhor e esperar não lixarmos tudo.

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Acabou-se a esperança

por Afonso Azevedo Neves, em 23.02.12

Lia-se num jornal qualquer por causa da sentença de alguém que todos queriam ver preso.

Isto de juntarmos uma justiça mediática, comentadores tolinhos a alimentar disparates em programas matinais, advogados a fingir que desconhecem as regras deontológicas costuma dar disparate. Provas? Nada. Nem uma palavra. Agora que acabou o circo e vão todos para casa, quem cuida de quem fica para trás?

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É hoje

por João Vacas, em 23.02.12

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defina ironia

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.02.12

Nas páginas do Diário de Notícias o Presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas queixa-se da imagem que o país tem dos militares. O país vê as forças armadas como uma instituição desnecessária e retrograda? O Presidente refuta esses preconceitos num artigo em que "por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo acordo ortográfico".  

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AVB pode voltar para o Porto na próxima época

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.02.12

Pinto da Costa quer salvar as boas relações com o Chelsea.

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e eu estava torcer pelo Porto

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.02.12

O Porto leva 4 de uma equipa de manchester que nem sequer é o united e o Moreira de Sá escreve sobre...Benfica.

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The Iron Lady: segundas impressões

por Francisco Mendes da Silva, em 22.02.12

O envelhecimento é a forma que a vida tem para se vingar do descaramento com que existimos. É um desforço silencioso, que nos vai lentamente afastando do que fomos. The Iron Lady é também um filme sobre esse contraste. A mulher que não pode andar na rua sozinha não é a mesma que promoveu a Liberdade. A mulher resumida às paredes de sua casa não é a mesma que ajudou a derrubar o Muro de Berlim. A mulher a quem só um fantasma é leal não é a mesma que confiou a partilha do poder em quem a traiu. A mulher senil não é a mesma que fez das ideias a força da sua vida - a mulher que ia de Hayek para os conselhos de ministros e dizia: “Watch your thoughts for they become words. Watch your words for they become actions. Watch your actions for they become habits. Watch your habits, for they become your character. And watch your character, for it becomes your destiny. What we think we become”.

 

(também no Contra Mundum)

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é preciso ver as coisas como elas são

por Rodrigo Moita de Deus, em 22.02.12

A jornada de trabalho do governo teve menos adesão que as jornadas de greve dos sindicatos.

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Termas de São Bento

por Duarte Vaz-Pinto, em 21.02.12

Deve ser do carnaval.

O CA da Assembleia elaborou um documento sobre o custo da água que se bebe no hemiciclo.

O estudo é detalhado: apresenta os custos dos jarros, do pessoal para o enchimento, limpeza, colocação, arrumo dos vasilhames e afins.

Só uma das comissões mete água no valor de € 260/mês.

São 35.000 litros por ano (i.e. cada deputado mete em média 150 litros de água por ano).

Não será a troika a estragar a hidratação dos nossos eleitos.

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Foi há 40 anos...

por Nuno Gouveia, em 21.02.12

Que Richard Nixon visitou a China e mudou o mundo. O Alexandre Burmester recorda aqui essa viagem histórica.

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tudo tem explicação

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.02.12

O diário de notícias explicava ontem que o Ministério da Educação tinha feito do MS trebuchet o tipo de letra oficial para a administração. O mesmo tipo de letra que o governo usa há mais de sete meses. O mesmo tipo de letra que o 31 da Armada já usa há mais de cinco anos. 

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graçolas de oportunidade II

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.02.12

PS tem "pontos de vista bem divergentes" da troika

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sindicatos são mais passistas que o passos

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.02.12

Carnaval com menos autocarros e greve no Metro de Lisboa e na CP

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graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 21.02.12

o fim da tolerância de ponto no carnaval vai poupar milhões de euros em antigripais.

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E já lá vão 500 anos...

por Nuno Pombo, em 20.02.12

Amanhã, às 15h, no jardim de Belém (fronteiro à famosa casa dos renomados pastéis) será inaugurado, no âmbito da celebração dos 500 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e o Reino da Tailânida, o monumento Sala Thai, o que é considerado uma excepcional honra concedida ao nosso País por aquele velho amigo asiático. Sabe bem constatar que há quem continue a gostar de nós... 500 anos depois. Se puderem, não deixem de ir a este evento. 

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«É manifesto o absurdo: todos sabemos como é frequente as pessoas terem algum património cuja origem, embora lícita, se vai tornando cada vez mais difícil ou impossível de determinar pelos próprios

 

 

 

- e mais ainda pelo MP: a jóia de ouro que foi da bisavó e passa de geração em geração;

 

 

 

o faqueiro de prata incompleto oferecido pela tia que já faleceu;

 

 

as peças de cristal guardadas no armário, bem como outras prendas, às vezes em dinheiro, recebidas no casamento; 

 

 

 

 E isto já para não falar no caso da senhora que tem um colar valioso oferecido por um amante "indeterminado"»

 

 

 

 

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Coisinhas boas

por Afonso Azevedo Neves, em 20.02.12

Sad But Superstitious (Stevie Wonder vs Metallica Mashup by Wax Audio) from Wax Audio on Vimeo.

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Para Olivença rapidamente e em força!

por João Ferreira do Amaral, em 19.02.12

Ao que parece, os larápios quererem fazer uma festa para comemorar o roubo.

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estava a fazer o jantar quando pensei nisto

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.02.12

Desde 1945 que os EUA ganham muitas batalhas mas não conseguem ganhar guerras.

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e quantos meses ficaram os ministros suspensos?

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.02.12

Os serviços de imprensa do Conselho de Ministros da União Europeia decidiram esta semana aplicar regras mais restritas para a recolha de imagens nos instantes que antecedem o início das reuniões ministeriais, os chamados tour de table e suspender durante um mês o acesso à sala do repórter de imagem responsável pela recolha das imagens da polémica.

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o apoio do estado ao cinema

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.02.12

Os ursos de ouro vão custar uns milhões valentes aos contribuintes.

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O poder e a autoridade

por Nuno Pombo, em 19.02.12

Tem razão o João Ferreira do Amaral quando conclui, aqui em baixo, que Portugal não precisa de um chefe de Estado que assuma o propósito de fazer difícil a vida ao governo. E tem também razão o Pedro Adão e Silva quando lamenta a fragilidade política do presidente da república. Mas estas conclusões, ao invés de deverem inspirar o desejo de mudar quase nada, deviam guindar-nos para uma discussão mais profunda, mais substancial e, por isso, mais importante: a questão do regime. Nós podemos ir buscar às experiências estrangeiras as receitas para os nossos males. Sempre fomos mais atreitos a aceitar imposições externas do que seguir uma disciplina interna, mas não seria melhor olharmos para nós mesmos, para a nossa experiência política, para as nossas instituições históricas e procurar nelas essa inspiração? Que sentido fará eleger, por sufrágio directo e universal, o chefe de Estado, que assim carrega uma legitimidade em tudo idêntica à de outros órgãos de soberania? Não faria mais sentido que o chefe de Estado estivesse revestido de uma legitimidade diferente e historicamente qualificada? Não seria preferível termos um Chefe de Estado independente e que fosse, a cada passo, mais do que ele próprio? Que fosse ao mesmo tempo, ele e todos os que o antecederam? É que muito mais importante do que o poder - necessariamente sempre limitado- é a autoridade. E a autoridade do Rei é dos mais preciosos activos políticos.  

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Chefe de estado e governo

por João Ferreira do Amaral, em 18.02.12

Pedro Adão e Silva mostrava-se hoje na TSF muito preocupado com as consequências da fragilidade política de Cavaco. Segundo ele, numa altura em que o país dispõe de uma maioria de governo no parlamento, seria necessário um presidente forte, que assegurasse algum "contrapoder", que fosse a "válvula de escape" e se assumisse como "provedor do povo" - as palavras são dele. Deu até como exemplo da sua preocupação a escolha do próximo procurador-geral, que será nomeado por um presidente fraco e por indicação de um governo com demasiado poder na área da justiça.

Mas, pergunto eu, para que precisa Portugal de continuar a ter na chefia de estado alguém cuja missão é fazer a vida difícil ao governo? Foi assim com Eanes/Sá Carneiro, Eanes/Soares, Soares/Cavaco, Sampaio/Santana, Cavaco/Sócrates, Cavaco/Passos. E o que é que Portugal ganhou com isso? Nada. E o que é que perdem alemães, espanhóis, italianos, britânicos, etc. por não disporem dessa "salvaguarda"? Nada.

Compreende-se que, depois de 48 anos de ditadura, a sede de eleições livres e o medo dos abusos de poder tenham levado os constituintes de 1976 a optar por este sistema original. Mas a já longa experiência da eleição do chefe de estado por sufrágio directo, num sistema que é de natureza parlamentar tem sido geradora de inúmeros problemas políticos e não melhora em nada a qualidade da democracia. Se o chefe de estado não tem poderes políticos relevantes é um sacrilégio recorrer-se ao voto do povo para o escolher.

Como isto nunca funcionou nem nunca vai funcionar, não seria pior começarmos a pensar na alteração do sistema. Mas desta vez sem golpes de estado.

 

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há algo maior que os une

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.02.12

Juntou-se uma dúzia de anti-benfiquistas num blog e chamaram-lhe bitri.

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não é preto quem quer

por Rodrigo Moita de Deus, em 17.02.12

 

Houve quem não tivesse percebido o meu post. Explico que no meu estádio chamar "preto" a alguém é sinal de respeito e de devoção.

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Sobre o estado da academia em Portugal

por Nuno Gouveia, em 17.02.12

Que Krugman seja no establishment português uma figura (quase) consensual é apenas mais um indicador da pobreza intelectual do país e da falta de sentido crítico. Compreender as causas da crise também passa por aí.

 

Ler este post do André Azevedo Alves

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De todos os disparates este é o disparate maior. Os ingleses queixam-se de cânticos racistas num estádio cujo a equipa não tem um único branco.

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Não saímos daqui

por João Moreira Pinto, em 16.02.12

Parece que uma manifestação de alunos do secundário afastou o Presidente da República de uma visita a uma escola. Os alunos de artes querem uma cantina, pelo que apontaram baterias a Cavaco Silva. Se era essa a causa de tanto alarido, poderiam falar com os dois elementos do Governo presentes na dita visita. Os secretários de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, e do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, não fugiram ao contacto com os alunos e mantiveram a visita. Eles (mais que o Presidente da República) têm poderes executivos que permitem melhorar as condições da dita escola.

 

Nas imagens que as TVs mostram da tal manifestação, vêem-se os habituais cartazes das esmolas, do quero isto, quero aquilo, fascistas aqui e acolá. Claramente, a ignorância sobre a organização dos poderes públicos é inversamente proporcional à capacidade de pensar fora da cassete do garantismo estatal e à iniciativa própria. Reflexo disto é o que disse uma das indignadas de hoje à TVI: «Se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai à montanha. Por isso, não saímos daqui.»  joaompinto

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Pacheco Pereira vs Manuel Forjaz

por Manuel Castelo-Branco, em 16.02.12

Nunca alinhei com a ideia de transformar Pacheco Pereira na mascote do 31daArmada. JPP não me fascina, mas também não me cria nenhum tipo de reacção negativa. É um comentador como tantos outros, quiçá mais inteligente e culto que a média dos seus pares, mas ainda assim, alguém que tem uma opinião muito vincada e assertiva sobre muita coisa. Talvez coisas a mais. Como alguém que comenta e não executa, tem a liberdade de manipular, imaginar, criar partir de pressupostos incorrectos para chegar a conclusões erradas.

Já o Manuel Forjaz, é meu amigo há 20 anos. É um homem polémico, extrovertido, dinâmico e empreendedor. É talvez o homem mais criativo que conheci, que mais entusiasmo e motivação consegue transmitir. Geriu negócios em empresas nacionais e multinacionais, criou empresas e desenvolveu ideias. Gerou emprego, criou riqueza. Pelo meio teve desaires, insucessos mas sempre se recompôs.

No jornal Público da semana passada, JPP descobriu uma luta de classes entre “ o descomplexado competitivo” e o “preguiçoso autocentrado.”  imaginou que há uma parte do País que culpa e a outra, ou que tudo é determinado pelo acaso. JPP, mais uma vez enganou-se. Partiu de premissas erradas e chegou a conclusões utópicas.  Num debate sobre o desemprego, resolve tudo com o primado da história sobre as restantes matérias. Sintomática a ilusão!!

 

"A luta de classes" de JPP vs "Os descomplexados productivos" de Manuel Forjaz

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Conheço o Nuno Pombo há muitos anos. Admiro a sua inteligência, o seu sentido de humor e, sobretudo, o seu carácter e a fortaleza das suas convicções. Tenho a enorme alegria de ser seu amigo, de ter travado umas quantas lutas ao lado dele e a sorte de o ler com regularidade aqui no 31.
Por isso, e por muito mais, fico feliz que o Nuno tenha aceitado candidatar-se à presidência da Real Associação de Lisboa onde, se Deus quiser, irá render um amigo comum.
Se já é filiado, vá votar no dia 25 de Fevereiro e apoie o Nuno Pombo nesta nova missão. Se não é mas gostava de ser, de que é que está à espera?

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homem a homem

por Alexandre Borges, em 15.02.12

O Sporting contrata Sá Pinto para treinador.

O Porto recupera Paulinho Santos para adjunto.

Espero que o Benfica já esteja em conversações com o Mike Tyson.

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A coragem do beirão

por João Ferreira do Amaral, em 14.02.12

Alguém que, chegado agora a Portugal, tivesse assistido à entrevista de Pinto Monteiro à SIC Notícias deduziria facilmente o fracasso do seu mandato como Procurador. Gastou praticamente todo o tempo da entrevista dando justificações para os parcos resultados da sua actuação.

Sucede que é a partir dos resultados que se avalia o desempenho de um responsável.

Contrariamente ao que ele afirma, foi precisamente a falta de coragem que condicionou o beirão. É pena.

 

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Dantes era só mauzinho

por Afonso Azevedo Neves, em 14.02.12

mas agora, não sendo piegas, faz birrinhas. Já o citado é cómico.

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graçolas de oportunidade II

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.02.12

Vamos ser realistas. Quem viu o sporting jogar esta época não acredita que o FC Porto tenha tentado contratar o Domingos.

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graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.02.12

A manifestação da CGTP: Desde os tempos do Marquês de Pombal que o terreiro do paço não era medido com tantos esquadros e compassos.

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o país tem quase tantos mentirosos como benfiquistas

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ouvido no elevador de alvalade

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.02.12

- então encontraste o gajo na cama com outro? Paciência...

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a tradição já não é o que era

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.02.12

primeira conferência de imprensa do Sá Pinto e não há um olho negro que seja. não há nada.

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withney

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.02.12

O mais dolorosa da morte da artista é não nos deixarem esquecer a sua obra em vida...

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Recomendado

por Nuno Gouveia, em 13.02.12

Aqui

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graçolas fáceis II

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.02.12

os jogadores do sporting estavam sem paciência para domingos

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aprendeu a falar castelhano

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.02.12

Dizem os jornais que Yannick se adaptou bem ao balneário do Benfica.

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graçolas fáceis

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.02.12

Domingos, Paciência.

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Astigmatismo Hiperbólico

por Manuel Castelo-Branco, em 12.02.12

Dimensões Praça do Comércio pelo Google Earth: 175x 200 mts
Área Total :  34.800 m2
 
Espaço ocupado por uma pessoa 70cms x 60 cmts
Área ocupada por cada pessoa : 0,42m2
 
Lotação total da Praça do Comércio  segundo os números acima :  82.857 pessoas
 
Isto no pressuposto de que não há qualquer circulação de pessoas, espaço para o palco, e  um adicional necessário para a agitação das milhares de bandeiras e outro material de propaganda, o que deverá baixar a lotação teórica para valores aproximados de 70.000 pessoas.
 
Arménio Carlos é mentiroso e deve ter uma espécie de astigmatismo hiperbólico. Além disso tem com certeza um problema de memória, senão saberia que quando foi a missa do Papa, não estavam mais do que 70 a 80 mil pessoas naquela praça.  Isso, ou a ferramenta Google desenvolvida pelo imperialismo americano, mente descaradamente.

PS só depois de ter publicado, vi o post do Afonso. A diferença está em que as minhas medições incluem a praça central e as ruas circundantes, mas eu não comprimi os sindicalistas como sardinhas em lata, como sugere o Afonso. Isso, seria desumano e eu não o faço!!

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Só se vive uma vez. Não deixem nada por dizer

por Sofia Bragança Buchholz, em 12.02.12

Whitney Houston 1963 - 2012

 

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O milagre da multiplicacao dos sindicalistas

por Afonso Azevedo Neves, em 12.02.12

100 mil fieis no Terreiro do Paco

 

100 mil professores

 

 

CGTP - 300 mil!

 

As contas sao faceis de fazer: A praca tem cerca de 150mx150m, o que da uma area de de 22.500 m2, a qual esteve longe de estar totalmente ocupada.

 

Se considerarmos 4 pessoas por cada m2 - mais ou menos a ocupacao do metro durante a hora de ponta - percebe-se que a manif reuniu a volta de 50 a 60 mil pessoas.

 

Para a proxima nao sejam timidos e digam logo 1 milhao.

 

(ja sei que o texto nao tem acentos mas e do teclado)

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Coisas giras

por Afonso Azevedo Neves, em 11.02.12

bad info

 

 

 

nota: sem nenhuma relacao com a presente posta apenas gostaria de confirmar a furia que me acometeu ha alguns dias atras e lamentar o facto de o Rodrigo gostar de expor as minhas fraquezas.

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sinto um arrepio de cada vez que a f. me revê

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.02.12

O Afonso ligou-me furioso. Está com ciumes das revisões de texto que a Fernanda Câncio me faz.

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The Iron Lady: primeiras impressões

por Francisco Mendes da Silva, em 10.02.12

1. Na cena inicial, a MT idosa consegue uma saída furtiva de casa, para ir ao supermercado. O plano inicial é o da sua mão a escolher e pegar num pacote de leite. Talvez seja uma referência à alcunha maldosa de 1971 - Margaret Thatcher, milk snatcher: um docinho implícito para o reviralho, que não pode salivar ao longo do resto do filme (a não ser que conte com a intervenção esbaforida do Michael Foot nos Comuns).

 

2. Um biopic é um ensaio impossível. Contar a vida de uma pessoa em duas horas é uma armadilha para qualquer economia narrativa. Por isso é que os melhores são os que têm um ângulo bem definido e não se afastam muito dele. No modelo de-analepse-em-prolepse-o-protagonista-lembra-o-passado Phyllida Lloyd fez melhor do que Clint Eastwood (perdoem o sacrilégio). The Iron Lady também evita experimentalismos e academismos inconsequentes, mas é mais fluido e original do que J. Edgar.

 

3. A economia narrativa de um biopic sacrifica sempre a compreensão. quem não estiver minimamente inteirado da história dos governos de MT, termina o filme sem perceber, por exemplo, por que razão é tão relevante a inclusão de Michael Heseltine ou Geoffrey Howe. Por outro lado, na parte sobre o afundamento do Belgrano, a argumentação de defesa de MT poderia ter passado pela reconstituição de excertos destas duas entrevistas.

 

4. Meryl Streep está perfeita porque percebeu até onde poderia ir. Na definição imortal de Mitterand, MT tinha "les yeux de Caligula et la bouche de Marylin Monroe". Os "olhos de Calígula" são inalcançáveis e Streep teve o bom senso de não forçar a crueldade: não conseguiria mais do que um olhar esbugalhado e a caracterização derivaria para a caricatura.

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Um problema de género

por Manuel Castelo-Branco, em 09.02.12

"Salazar é a tua tia"

 

 

Pedro, acho que te enganaste no género, mas estiveste lá perto.

João Augusto Dias Rosas, que foi Ministro das Finanças de Salazar, é tio direito de Fernando Rosas.

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Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia: homenagem a Henrique Paiva Couceiro

 

«És monárquico? És republicano?(... )Não to pergunto.   Pergunto-te apenas se és português acima de tudo». Henrique Paiva Couceiro, , in Profissão de Fé, 1944

 

No próximo dia 11 de Fevereiro passarão 68 anos desde a morte de um homem que nunca desistiu de Portugal: Henrique Mitchell de Paiva Couceiro.

 

Numa altura de desalento e frustração nacional será bom evocar alguém que sempre colocou o serviço ao seu País antes de si próprio; o que ele acreditava ser o bem comum antes dos interesses pessoais.

 

Exaltado pelos seus correligionários, respeitado pelos seus adversários, Paiva Couceiro é um herói português. Muitos outros houveram, felizmente; mas ninguém como o grande comandante dedicou toda uma vida a apenas um objectivo: o direito de escolher. Monárquico convicto, íntimo de El-Rei D.Carlos, foi o último dos resistentes à revolução republicana e que não fora a uma ordem superior a que teve contrariado de obedecer (pois tratava-se de ir proteger a família real), o destino do 5 de Outubro poderia ter sido outro.

 

Caída a monarquia, Paiva Couceiro fez da sua vida a batalha pelo plebiscito: monarquia ou república, ele aceitaria com honra qualquer uma, desde que o povo português fosse ouvido.

 

Morreu abandonado por quase todos, amigos e inimigos, depois de dois exílios impostos por Salazar. Mas sem nunca abdicar do que acreditava. Sem nunca ter desistido de Portugal.

 

Mais de sessenta anos passados a luta ainda é a mesma. E iremos evocar o exemplo de Paiva Couceiro num almoço a ter lugar dia  11, às .13 horas na Adega do Norte(Praça do Norte, Encarnação, Olivais Norte. Telefone :218517206). Convidamos todos os que queiram estar presentes a juntarem-se a nós. Serão lido mensagens da família de Paiva Couceiro, do historiador Filipe Ribeiro de Menezes e do coronel Fernandes Henriques.

 

Afonso Lopes Vieira escreveu: « "É cedo para falar de Paiva Couceiro. Circunstâncias do tempo e da fortuna não deixariam dizer tôda a verdade acerca do heroísmo e da glória da sua vida - do seu martírio também. Por agora apenas pudemos sentir o luto espiritual em que êle nos deixou. E êsse luto provém da convicção, ao mesmo tempo heróica e angustiada, de que êle foi - o ULTIMO!".

 

Não é cedo – é agora. E enquanto o exemplo perdurar, nunca será o último. Pelo menos para aqueles que não querem desistir de Portugal.

 

 

 

Inscrições para restauraramonarquia@gmail.com. Preço único (ementa completa):13 euros. Devido à capacidade da sala o número de inscrições é limitado a 70 pessoas.

Prazo limite de inscrições: até às 13 horas do dia 10 de Fevereiro.

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argumentos para privatizar a RTP

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.02.12

A Antena1 é do Estado Português. A Antena1, assim como os canais internacionais do grupo RTP, deviam prestar serviço na promoção da língua portuguesa e na aproximação dos países lusófonos. Insultar variadissimas vezes chefes de estado de países lusófonos, não se enquadra na definição de serviço público. Não se discute a liberdade de imprensa. Discute-se a utilidade da própria Antena1. Mas isto não se pode dizer assim que as pessoas levam a mal.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.02.12

Pedro Rosa Mendes é o homem que conseguiu incomodar a elite de Angola e o seu Presidente. Nunca a Antena1 teve cronista tão influente. Tenho a certeza que estará cheio de propostas de outros canais para continuar o seu trabalho.  

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[pub] Edição Internacional

por Nuno Gouveia, em 08.02.12

Esta noite, depois das 23h20, estarei na Edição Internacional da Rádio Renascença a comentar as primárias republicanas e a campanha presidencial americana com o José Bastos e o Germano Almeida

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.02.12

A associação dos oficiais das forças armadas está a ser piegas.

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sem menção ao autor

por Rodrigo Moita de Deus, em 08.02.12

Gostei tanto tanto tanto da crónica do Alberto Gonçalves sobre a cópia privada que a vou copiar várias vezes.

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Sobre a indignação carnavalesca

por Nuno Gouveia, em 08.02.12

Fiquem lá com a tolerância de ponto (e não se esqueçam da tanguinha)

 

Henrique Raposo, no Expresso

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o que não deixou de ter graça

por Rodrigo Moita de Deus, em 07.02.12

Muita gente tratou de ser piegas com as palavras do primeiro-ministro.

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"cruz quebrada, man!"

por Filipe Nascimento, em 07.02.12

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Coisinhas boas

por Afonso Azevedo Neves, em 07.02.12

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coisas boas da crise

por Rodrigo Moita de Deus, em 07.02.12

Governo não deixa os portugueses brincarem aos brasileiros.

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Um erro que custou milhões (II)

por Nuno Gouveia, em 06.02.12

Já aqui tinha dado conta desta notícia, na altura avançada por um dos homens de confiança de Mesquita Machado. Hoje foi o próprio a anunciar que a autarquia local desistiu de continuar a construir o complexo de piscinas adjacentes ao estádio municipal. A explicação do autarca para deitar fora os oito milhões ao lixo? O custo da energia aumentou muito. Não arranjavam melhor desculpa para mais este dinheiro desperdiçado? E quem terá ganho estes milhões que não serviram para coisa alguma? Alguém será responsabilizado por isto? Gostava de ver estas e outras questões respondidas. (Sr. Procurador, está a ouvir?)

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calculem por estimativa

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.02.12

Se Santos Ferreira fez 786 milhões de prejuizo em tão pouco tempo de BCP imaginem o que não terá feito na CGD em muito mais?

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prémio: "o que tu queres sei eu"

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.02.12

Rússia: Putin considera NATO completamente desnecessária

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sobre a escolha das companhias

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.02.12

Comissão de utentes da A22 reúne-se com espanhóis contra portagens

 

Em Espanha pagamos taxas, somos multados e perseguidos nas autoestradas. E pagamos. Na hora.

Se andamos nas autoestradas espanholas temos ate de comprar um triangulo de sinalizacao extra.

Por ca, temos de pagar portagens para pagar as nossas estradas. Os espanhois querem andar mas nao querem pagar.

O bloco de esquerda quer fazer manif mas pede ajuda aos espanhois para nos invadirem com um buzinao.

De seculos a seculos, acontece. Ha um portugues que vai chamar um primo espanhol para nos dizer o que devemos fazer. E para os isentar.

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assim também eu

por Afonso Azevedo Neves, em 04.02.12

red herring in a poisoned well

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A ideia de António Costa

por João Ferreira do Amaral, em 04.02.12

O Dr. António Costa está a fazer lobby por uma empresa brasileira potencialmente interessada na privatização da TAP, argumentando a escolha com alegadas vantagens estratégicas para a cidade de Lisboa. No entender dele, o processo escolhido não deveria ser o de uma privatização normal - estudo e elaboração de um caderno de encargos, abertura de concurso público e escolha da proposta mais vantajosa - mas antes a "integração por fusão" da TAP na dita empresa. O entusiasmo pela ideia é tanto, que propõe igualmente a "integração" da ANA na empresa que gere os aeroportos brasileiros.

 

Mas como a TAP e a ANA não são mais dele do que minhas e eu não tenho de todo o preconceito do Dr. Costa, espero que o Governo proceda de acordo com o interesse público, cumprindo as boas regras de transparência que devem presidir à alienação de activos públicos desta importância e maximizando o valor da operação para o Estado.

 

Convém ter presente que estas privatizações se tornaram imprescindiveis para o Estado poder pagar aos seus funcionários e fornecedores, surgindo o organismo a que o Dr. Costa preside na primeira linha dos mais necessitados. A menos que a ideia dele inclua também a "integração" da CML na Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

 

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Ajudem o homem, por favor!

por Sofia Bragança Buchholz, em 03.02.12

http://www.kongregate.com/games/macafreamunde/miss-o-cavaco-silva

 

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Em desespero...

por Nuno Gouveia, em 02.02.12

Obama: Jesus would tax the rich

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mais ou menos quatro mil

por Rodrigo Moita de Deus, em 02.02.12

Há quase tantas notícias sobre "a lista" como nomes na própria.

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Só há dois tipos de pessoas: aquelas que tinham o nome na lista de Silva Carvalho e aquelas que não tinham.

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