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A ironia

por Jacinto Bettencourt, em 22.01.07
é o facto de, para cá do Marão, haver quem não sabe que a lei espanhola é idêntica à que temos hoje em Portugal,  e que, mesmo assim, invoca o exemplo do reino vizinho em defesa do «sim»...

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comentários

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De Luis Rainha a 22.01.2007 às 15:56

Isso, pura e simplesmente, não é verdade:
http://aspirinab.weblog.com.pt/2006/10/mais_uma_conversa_da_treta_a_p.html

Acho que já chega de propagação desta treta...
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De Luis Rainha a 22.01.2007 às 15:57

Isso, pura e simplesmente, não é verdade:
http://aspirinab.weblog.com.pt/2006/10/mais_uma_conversa_da_treta_a_p.html

Acho que já chega de propagação desta treta...
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De Luis Rainha a 22.01.2007 às 16:00

Isso, pura e simplesmente, não é verdade:
http://aspirinab.weblog.com.pt/2006/10/mais_uma_conversa_da_treta_a_p.html

Acho que já chega de propagação desta treta...
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De Jacinto Bettencourt a 22.01.2007 às 16:23

Exactamente Luís Rainha. A grande diferença é o termo «duradouro». Em Espanha, como são todos estúpidos, lesão para a saúde psíquica é considerado algo passageiro ou duradouro. Em Espanha, como são todos estúpidos, o conceito de perigo para a saúde público não implica nada de minimamente perene; basta que seja meramente passageiro, um perigozínho, uma dor de cabeça (mental), um aborrecimento...

Ò homem, seja honesto e não brinque com algo que manifestamente não domina. É claro que "perigo" ou "lesão" não são coisas meramente passageiras e que o termo duradouro é aqui redundante. A aplicação da lei deveria, por isso, ser idêntica em ambos os países.

Acresce que, segundo muitos partidários do Sim, certas mães ficam mesmo perturbadas de forma duradoura caso não lhes seja dado o direito de abortar. Basta ver o que se escreve por aí! Penso que o parecer desses partidários do Sim serviria perfeitamente para justificar o preenchimento da facti species legal mesmo a quem exige interpretações estritas como V.a Ex.a...

Podem esvaziar muitos argumentos do Não. Muitos estão errados, e muitos não fazem sentido. Este, peço desculpa, não passa pelo crivo da inteligência média.
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De moi a 22.01.2007 às 16:52

aconselho-lhe a leitura do "parecer" do colégio de psiquiatria da ordem dos médicos portuguesa (publicado há uns tempos no glória fácil) e verá como a palavra duradoura (e irreversível) é chamada à liça de forma sistemática
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De Jacinto Bettencourt a 22.01.2007 às 17:21

Caro moi,

não duvido do que diz. O que duvido é que em Espanha lesão ou perigo para a saúde pública seja entendido como algo de meramente passageiro, ou seja, como algo que afinal nem é lesão nem é perigo... Como é evidente, tratam-se de conceitos sérios, embora relativamente indeterminados, e suficiente próximos - com ou sem o adjectivo "duradouro" - para inviabilizar tamanha distinção.

Mais: se a questão fosse o termo "duradouro", essa podia muito bem ser a questão em referendo, certo?

Cumprimentos,

JB

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De Vítor Palmilha a 22.01.2007 às 19:05

Caro Jacinto

Eu já deixei de responder a estas frases feitas e ideias que só tenta escamotear a verdade.

Copiei as duas leis, publiquei no esquerda direita volver e mesmo assim recebi comentários de que não são iguais, com uma ao lado da outra!

Não é de quem não vê, é de quem não quer ver.

Nem perco mais tempo com pessoas deste calibre...
http://esquerdadireitavolver.blogspot.com/


Grande Abraço

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