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ao que parece

por Jacinto Bettencourt, em 22.01.07

um ser humano tem, necessariamente, que ter consciência dos seus actos.

Ser autónomo, independente. Legislar para si próprio ou, voluntariamente, submeter-se a uma qualquer moralidade heterónoma.

Um existente que se compreende a si próprio como um projecto inacabado, e que conscientemente se confronta no quotidiano com a sua singular condição: alguém que não sabe, que ainda não é, e que por isso tem que decidir e chegar a ser.

Algo que todos os dias valoriza. Que quer ser mais vida e que quer ser mais que a vida.

Posto isto, concluo que uma pessoa em coma (*) é, necessariamente, ... um feto.

(*) Antes que Vasco M. Barreto me venha atezanar a paciência, esclareço que esta pessoa está, por exemplo, no grau 4 da escala de Glasgow.

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comentários

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De Joana Ferreira Mendonça a 22.01.2007 às 20:48

Não, querido. O Vasco M. Barreto só se incomoda contigo e com a tua insuportável prepotência (e notória falta de qualidade a escrever) para corrigir esse teu português sofrível.

Partenogénese, não te esqueças.
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De JMB a 22.01.2007 às 21:02

Partenogénese, não me esqueço. Afinal, partogénese, é "português sofrível".

Muito obrigado. Quem disse que pessoas idiotas não davam boas sugestões?

Espero que idiota esteja bem escrito:-)
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De anonimo a 22.01.2007 às 21:16

oi joana
sabes que a tua amiga Fernanda Palma escreve partogénese também?
confere em http://www.fd.unl.pt/docentes_docs/ma/tpb_MA_2623.htm
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De JMB a 23.01.2007 às 11:50

Esclarecimento: idiota é a autora deste comentário anónimo, e não o autor inicial da correcção, o qual tenho na melhor conta.

Paulo, penso que o comentário não vem do Vasco Barreto, mas de um(a) atrasado(a) mental sem coragem, ou tempo, para nos exibir o seu português exemplar. Um abraço amigo.
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De Paulo Pinto Mascarenhas a 23.01.2007 às 00:31

Mais um que adopta o género feminino para se expressar por aqui, Jacinto. Já tínhamos a Diana e agora temos provavelmente o Vasco M. Barreto travestido de Joana. Freud talvez explicasse.

abraço
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De Paula a 23.01.2007 às 13:51

" ao que parece
um ser humano tem, necessariamente, que ter consciência dos seus actos."
"Ao que parece"? Isso é segundo a sua definição, segundo o bom senso, ouviu dizer no metro a caminho para o trabalho ou leu num jornal na área dos classificados?

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