Tirando o Europeu de futebol, tudo hoje me faz lembrar os loucos dias do fim de Junho de 2004. Agora como então, especula-se sobre se o Primeiro-ministro receberá algum convite irrecusável de uma prestigiada instituição estrangeira. Agora como então, o Presidente da República terá um papel essencial a desempenhar na resolução da crise governativa que esse cenário, a produzir-se, provocaria. Agora como então, a única opção que se perfila dentro do partido do Governo é o seu n° 2, que por acaso também é presidente da Câmara de Lisboa. Lembram-se como acabou da outra vez? Aposto que desta vez não vai acabar melhor.