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Estava-se mesmo a ver...

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.01.07

Qualquer semelhança entre isto:

"A deputada do BE Helena Pinto dirigiu hoje uma carta aberta ao director da Rádio Renascença e colaborador do «Blogue do Não» à despenalização do aborto, Sarsfield Cabral, afirmando «estranhar» ligações daquele site a conteúdos fascistas."

 

e isto:

 

"O blogue Pela Vida está linkado por todos os blogues do Não (incluindo este e em quase todos com bastante destaque. Lê-se e nada de especial. Muita vida. Depois, vai-se ver quem é aquela gente que transborda de amor ao próximo: este, este, este, este, este, este, este, este, este, este, este ou este." (Daniel Oliveira)

 

é pura coincidência.

 

Talvez agora perceba, caro Tiago, o que estava realmente escrito no meu poste das bandeirinhas. O problema nunca foi a lógica de bando ou sequer esta ou aquela posição no referendo (mau sinal seria estarmos todos, finalmente, de acordo). O problema são os (verdadeiros) feiticeiros que sabem sair legitimados deste género de comícios. Tão legitimados que podem fazer destas coisas impunemente. Vem nos livros. Um abraço,

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comentários

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De Orlando a 26.01.2007 às 01:58

Esse Daniel Oliveira é simplesmente um gajo nojento.
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De Anónimo a 26.01.2007 às 02:09

http://bloguedonao.blogspot.com/2007/01/e-eu-ainda-sou-do-tempo.html
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De Anónimo 10:11 a 26.01.2007 às 10:12

Bom, com mais esta do Bloco, fica a palavra do dia:

Pulhismo

s. m.,
acto ou dito próprio de pulha;

acção vil, miserável;

pelintrice.
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De Orlando a 26.01.2007 às 10:15

Estranho ver pessoas que admiro a escreverem ao lado do Daniel Oliveiro no sim ao referendo. Será que agora percebem o perigo de escreverem ao lado de um não democrata?
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De caramelo a 26.01.2007 às 10:41

Tiago, querido Tiago, o nojento, o asqueroso, o miserável, é o Daniel Oliveira, tu és um excelente rapaz! Temo por ti, Tiago, cuidado com as más companhias!...um grande, grande abraço, do teu Rodrigo, minhaaaau
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De AntónioCostaAmaral (AA) a 26.01.2007 às 10:45

Que cretinice insuportável da senhora deputada...
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De Tiago Mendes a 26.01.2007 às 12:38

http://criticanarede.com/subject.htm

Ataques pessoais (argumentum ad hominem)

"Ataca-se pessoa que apresentou um argumento e não o argumento que apresentou. A falácia ad hominem assume muitas formas. Ataca, por exemplo, o carácter, a nacionalidade, a raça ou a religião da pessoa. Em outros casos, a falácia sugere que a pessoa, por ter algo tem algo a ganhar com o argumento, é movida pelo interesse. A pessoa pode ainda ser atacada por associação ou pelas suas companhias."

Copio novamente a parte relevante: "A pessoa pode ainda ser atacada por associação ou pelas suas companhias". Claro que o que o Rodrigo transcreve é um ataque ad hominem, falacioso e mesmo inaceitável. Contudo, o Rodrigo, como outros seus colegas de blogue, têm, pelo menos na margem, uma legitimidade no mínimo um pouco ferida, dado que fazem o mesmo relativamene ao Bloco de Esquerda. Mas já sei que são todos uns amigalhaços e que gostam de arremessar pedras para o que entenderem ser o "inimigo" em cada momento.

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De Rodrigo Moita de Deus a 26.01.2007 às 13:09

Tiago,

outra vez? à conta de tanta teorização perdeu o norte à conversa.

O problema não são "as companhias" mas a forma como as companhias usam pessoas de quem gosto. Muito mais simples do que parece.
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De Tiago Mendes a 26.01.2007 às 14:36

"O problema não são "as companhias" mas a forma como as companhias usam pessoas de quem gosto."

A mim é que me parece simples que, tendo essa escolha sido livre, o Rodrigo reitera o seu paternalismo e condescendência. Se vive bem com isso, tudo bem.

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