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Vídeo Louçã

por Paulo Pinto Mascarenhas, em 30.01.07
TV Bloco

Diverti-me imenso com o genial vídeo dos Gato Fedorento a propósito do Assim Não do Prof. Marcelo. Espero aliás poder ver já na próxima semana o mesmo tipo de sátira ao vídeo - ou vídeos - do Dr. Francisco Louçã. Não só pela graça que terá certamente mas também como uma demonstração do pluralismo democrático dos melhores humoristas portugueses. O material é bom e demonstraria a todos que os Gato Fedorento não transportam militâncias para o programa de televisão na RTP. Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque.

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comentários

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De Henrique Burnay a 30.01.2007 às 23:00

Claro que não há nenhum dever de isenção no humor, seria um contra-senso. Há é um dever de não usar um espaço de humor para promoção de uma causa política. Ou o risco de, fazendo-o, excluir. É, ao mesmo tempo, uma questão de bom senso ou de exclusão de possibilidades.
Pior, de resto, é o "Aborto quem és tu?", no contra-informação. Humo rnão é campanha política. ah, os americanos e tal... pois, é outra televisão. E é privada. Detalhe, terrível detalhe.
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De Nuno Ramos de Almeida a 31.01.2007 às 01:28

Caro HB,
Registo um leve laivo censório. Vamos por partes, eu sou sportinguista devia pedir que RAP depois de ter destruído com tranquilidade Paulo Bento, desse cabo do espertíssimo Fernando Santos?
Deve RAP e confrades distribuir o humor percentualmente de acordo com a representação parlamentar ou deve fazer humor e ponto.
O meu camarada PPM já tentou uma vez nacionalizar RAP afirmando que ele era de todo o país de não tinha o direito de ir a um almoço de apoio ao Bloco. Eu apenas peço a um humorista, a um escritor , a um realizador que as suas obras sejam inteligentes. Leio Vargas Llosa e Celine com prazer, e não me passa pela cabeça subscrever as suas opiniões políticas.
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De O Catraio a 15.02.2007 às 11:18

Acho bárbaro que um humorista não possa usar o que lhe vai na cabeça por ter de se auto-censurar com imparcialidades. O Santana Lopes demonstrou ser capaz de pedir isso aos humoristas após o João Baião ter gozado com ele mas o Santana era ligeiramente idiota.

O problema de certas pessoas é perceber que os humoristas, tal como o Prof. Marcelo, não devem a imparcialidade a ninguém. Assim entraríamos num mundo onde todos pensamos o mesmo. Eu não me senti afectado pelas preferências políticas do RAP nem considerei o que ele fez como campanha política. Eu tenho espírito crítico e nunca faria o que o RAP faz. Da mesma forma que o Prof. Marcelo pode pensar o que quiser sobre os gelados de baunilha que eu não gosto deles. Ninguém é imparcial. Nem mesmo os jornalistas.

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