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É pena

por Henrique Burnay, em 08.02.07
Se o Ricardo Araújo Pereira fosse um tipo decente, já que veio à blogosfera comentar o assunto, tinha aproveitado para dizer aos comentadores (não preciso de dar exemplos, pois não?) - e não ao Paulo (é esse o ponto) – que a rábula do provedor nada tinha que ver com o Paulo Mascarenhas. Em vez disso, fez músculo e um texto parvo.
E se fosse corajoso  - coisa que ninguém pode exigir a ninguém – tinha dito quem eram os pequenos poderes que os tentaram intimidar. Em vez disso, insinuou. E terá enviado um sms.
Quem acha que um bom humorista tem que ser um tipo decente ou corajoso é capaz de ter ficado desiludido. Acontece muito a quem tem ilusões sobre a natureza humana ou se fascina com a fama. É pena.

Sobre o assunto principal já disse o que tinha a dizer.

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comentários

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De Anónimo a 08.02.2007 às 10:57

Penso, esta coisa dos blogs alterou em muito a forma de estar. Se é fácil, escrever, é também bastante fácil, responder. Mais, as relações estreitam-se, perfeitos desconhecidos passam a virtuais amigos, os códigos alteram-se, o PPM tem dirito ao que quiser, o grande mestre Ricardo também. O limite é o respeito que cada um tem por si mesmo e no que quer ver, seu, exposto. Assim, o PPM desde sempre me pareceu uma criança a quem lhe tiram o chupa-chupa, faz perfeitas birras desnecessárias, para a idade que tem e para o estatuto que pretende defender. Só lhe ficam mal. Ao Ricardo, grande novidade, tudo se lhe perdoa, tem um talento desmesurado, e, uma inteligência anormal. MLouro

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