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Para isto ficar mais equilibrado

por Paulo Pinto Mascarenhas, em 09.02.07
"Não, não vou por aí! Só vou por onde me levam meus próprios passos... Se vim ao mundo, foi só para desflorar florestas virgens e desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada. Ide! Tendes estradas, tendes jardins, tendes canteiros, tendes pátrias tendes tetos, e tendes regras, e tratados, e filósofos e sábios. Eu tenho a minha Loucura! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, e sinto espuma, e sangue e cânticos nos meus lábios... Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Que ninguém me diga: ‘vem por aqui’! Não sei por onde vou, não sei para onde vou, sei que não vou por aí!”



Declaração de voto de outro apoiante de última hora

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comentários

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De joao pedro a 10.02.2007 às 10:38

um poema que eu adoro e com o qual eu me idenifico, e que TU PPM consegues ter a veleidade de o colar a esse assunto. Definitivamente, comeco seriamente a embirrar contigo,....Bolas!

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De joao pedro a 10.02.2007 às 10:38

um poema que eu adoro e com o qual eu me idenifico, e que TU PPM consegues ter a veleidade de o colar a esse assunto. Definitivamente, comeco seriamente a embirrar contigo,....Bolas!

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De m. beatriz a 11.02.2007 às 11:49

isto é vergonhoso, utilizarem um poema que não se relaciona em nada com a temática em causa. Assinalando os "não" de forma tão infantil!
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De maria teresa nunes a 11.02.2007 às 18:35

sim senhor, bela resposta ali ao senhor de baixo. NÃO vamos por aí. aplausos pelas irritações juvenis que provoca.

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