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25 de Abril: Paz à sua alma

por Rui Crull Tabosa, em 03.09.09

 

Mário Soares considerou hoje que o cancelamento do Jornal de Sexta da TVI é uma questão "do foro exclusivamente de uma empresa" e não de "liberdade de imprensa."

O democrata, o heroi de 1975, o homem que enfrentou a unicidade sindical atestou hoje o óbito da liberdade de imprensa.

Podia-se discordar de Mário Soares, mas respeitava-se a sua luta pelas liberdades políticas.

Até hoje.

Até vermos o Pai da Democracia lavar as mãos do pluralismo político em Portugal.

35 anos depois do 25 de Abril.

Estou muito triste.

A Liberdade está de luto.

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comentários

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De André a 03.09.2009 às 23:34

A correr para o largo do rato, acabar com esta praga...
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De Frente Socialista a 04.09.2009 às 00:11

Só digníssimos filhos da puta que se acham de Direita é que dão loas a esse larápio de meia tigela do bochechas. Enfim, a Direita foi proibida em Portugal a partir de Marcelo Caetano, para que esses mentecaptos armados em intelectualoides registarem.
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De António Oliveira Salazar a 04.09.2009 às 11:28

...

http://www.youtube.com/watch?v=Rd7d3WQa9PU&feature=related (http://www.youtube.com/watch?v=Rd7d3WQa9PU&feature=related)
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De maria a 03.09.2009 às 23:36

É como na multiópticas: desconto igual à idade.
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De Anónimo a 03.09.2009 às 23:43

O jornalista Manuel Maria Múrias foi preso, por delito de opinião, por causa do Mário Soares. Portanto, esse senhor só está a reincidir nos ataques à liberdade.
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De Frente Socialista a 04.09.2009 às 00:12


...nem mais.
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De jorge a 04.09.2009 às 00:18

A liberdade está de luto porque o Mário Soares disse uma baboseira !!!
Estou tão triste.....
Que idiotice !!!
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De Rui Crull Tabosa a 04.09.2009 às 01:35

Para si, o encerramento de um jornal televisivo de cuja linha editorial o Governo discorda é uma ideotice.
Mário Soares, outrora tão fértil a denúnciar atentados à liberdade de imprensa, agora diz uma baboseira...
Estamos conversados.
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De ZE a 04.09.2009 às 00:13

O sangue partidário vem sempre ao de cima! Nem que pelo meio atropele a liberdade!
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De Ómega a 04.09.2009 às 00:29

Qual liberdade? Não vi nenhuma!

Ómega
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De António Oliveira Salazar a 04.09.2009 às 11:36

...

http://www.youtube.com/watch?v=8jYlx4Y8SjM&feature=related (http://www.youtube.com/watch?v=8jYlx4Y8SjM&feature=related)
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De Henry a 04.09.2009 às 00:30

O nosso amigo Mário sempre teve uma visão particular da república. Queria que fosse república para os outros mas monárquica para ele e a família.

O facto do filho ter ido tão longe na política apesar de ser uma besta completa serve de prova.

Mesmo a sua candidatura contra o Cavaco demonstrou, mais uma vez, esta visão do regime político português...

Mario? Democrata sim, mas sem fundamentalismos...
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De Anónimo a 04.09.2009 às 00:33

A aparente demência do sr. Rui Crull Tabrosa deveria preocupar, ou embaraçar, os seus colegas de blogue.
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De Frente Socialista a 04.09.2009 às 00:52


...é a esquerdalha que anda bem infiltrada na pseudo-direita.
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De Rui Crull Tabosa a 04.09.2009 às 01:37

A evidente cobardia de de quem não se atereve a revelar a identidade diz muito sobre o caráter de quem assim insulta os outros.
Mas percebo o desespero dessas hordas...
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De Frente Socialista a 04.09.2009 às 08:59

Caro Tabosa,

Horda é ao grupo político a que pertence.
Para reflexão, antes de dizer mais disparates a enunciar o maior criminoso da Nação Portuguesa - Mário Só ares, um simples filho da puta como todos os outros que o idolatram e tecem loas:

«Devo à Providência a graça de ser pobre; sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna, nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, sustentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia, não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente.
Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não pelas ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre.
Jamais empregarei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam, esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha a culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano.
Penso ter ganho, graças a um trabalho sério, os meus graus académicos e o direito a desempenhar as minhas funções universitárias. Obrigado a perder o contacto com as ciências que cultivava, mas não com os métodos de trabalho, posso dizer que as reencontrei sob o ângulo da sua aplicação prática; e folheando menos os livros, esforcei-me em anos de estudo, de meditação, de acção intensa, por compreender melhor os homens e a vida. Pude esclarecer-me.
Não tenho ambições, não desejo subir mais alto e entendo que no momento oportuno deve outrem vir ocupar o meu lugar, para oferecer ao serviço da Nação maior capacidade de trabalho, rasgar novos horizontes e experimentar novas ideias ou métodos. Não posso envaidecer-me, pois que não realizei tudo o que desejava; mas realizei o suficiente para não poder dizer que falhei na minha missão. Não sinto por isso a amargura dos que merecida ou imerecidamente não viram coroados os seus esforços e maldizem dos homens e da sorte. Nem sequer me lembro de Ter recebido ofensas que em desagravo me induzam a ser menos justo ou imparcial. Pelo contrário, neste país, onde tão ligeiramente se apreciam e depreciam os homens públicos, gozo do raro privilégio do respeito geral. Pude servir. »
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De Rui Costa a 04.09.2009 às 02:21

Caro Rui,

Peço-lhe apenas uns segundos do seu tempo. Pare. E agora imagine: <a href="http://costarochosa.blogspot.com/2009/09/jornal-nacional-mais-sensacionalismo.html"e se por acaso o Sócrates nada teve haver com o assunto?</a> Eu sei, sou doido, que maluqueira!

Meu caro, é tão fácil vir agora falar de liberdade de imprensa, quando você mesmo ataca alguém sem provas, sem factos. Quando você corre o risco de estar a crucificar alguém inocente, sem sequer pensar nisso. Este respeito que devemos a cada individuo é tão fundamental em democracia como a liberdade de imprensa.

Mais ainda: a liberdade de imprensa deve andar de mão dada com o código deontológico dos jornalistas. É importante que os jornalistas se mantenham isentos e afastados do sensacionalismo. A liberdade de imprensa é crucial para que não corramos o risco de uma ditadura manipular a opinião popular. A isenção jornalística é crucial para que um potencial ditador derrube quem democraticamente está no poder.

É um pau de dois bicos. Pena que só olhe para um deles.
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De ó és tão linda! a 04.09.2009 às 03:28

O livro do Rui Mateus tambem deixou de ser reeditado por causa de uma empresa...criada pelo bando de Macau.Todos nos lembramos disso.Mas ninguem fala.Por que diabo o Dias Loureiro e o Oliveira e Costa estão a contas com a justiça e o vigarista-mór do bochechas continua sem que ninguem o incomode,acobertado pelo Poder que tudo lhe paga e por esta comunicação social covarde e cúmplice?
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De pedro a 04.09.2009 às 15:17

e a revista "grande Reportagem" q desapareceu das bancas depois dum artigo exactamente sobre esses assuntos do Mário de Soares e o respectivo bando de macau!?

e o jornalista q o escreveu ser despedido poucas semanas antes!?

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De JJ Pereira a 04.09.2009 às 10:35

 Ingenuidade ou humor negro?
 Não se esqueça que está a escrever sobre um "mafioso" em estado puro.
 "Soft", porque as circunstâncias a isso o obrigaram,mas sempre mafioso...



 

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