O Rio de Janeiro venceu a organização dos jogos olímpicos de 2016. São milhares de turistas com carteiras recheadas. O feito está a ser especialmente festejado nas favelas.
De K2ou3 a 2 de Outubro de 2009 às 18:20
Não me espanta nada.
Em >Portugal, os maiores "trabalham" com milhares de milhões.
mas ainda bem, se calhar vão emigrar para o Brasil, porque isto por cá, a crise não perdoa.
De Marquesa de Carabás a 2 de Outubro de 2009 às 18:47
Viva!
Os brasileiros andam há que anos a praticar. Desta é que vão ser campeões: do tiro ao alvo!
Marquesa de Carabás
De K2ou3 a 2 de Outubro de 2009 às 18:57
Minha cara Marquesa, (tenha cuidado com os Diamantes, que a vida tá ruim),
É um prazer revê-la.
Mas não se esqueça, que foram os Portugueses a colonizar o Brasil. Por lá, há sangue português, ...de Pirata...,
A conferência de imprensa foi do outro mundo! Espero tê-la brevemente no meu blog.
Ecotretas
De Vasco Rosa a 2 de Outubro de 2009 às 19:45
Caro Rodrigo, escrevo-lhe precisamente do Rio de Janeiro, que não é apenas um amontoado de fav
elas. Como português, fico feliz por um país tão dinâmico, alegre e campeão (em muitos desportos, ao contrário de Portugal), tenha tido capacidade de apresentar uma candidatura que venceu outras, cujo lobby não terá sido pequeno. Se lesse os jornais daqui, o Rodrigo saberia que algumas favelas estão a ser controladas e que em 7 anos muito pode ser feito para resolver um problema que é basicamente social e de educação, e depois será de polícia e militar. A legalização das drogas teria aqui um papel essencial na desmontagem dessas máfias suburbanas.
O Rio é uma cidade maravilhosa, não estamos a falar de Luanda, ok?
Muito obrigado pela sua atenção.
VR
De Gândavo a 2 de Outubro de 2009 às 21:51
Claro, a legalização das drogas. As máfias suburbanas cariocas são no fundo apenas libertárias e defendem o consumo de susbtâncias que libertem a mente só por motivos filosóficos.
Os rapazes, no fundo, são intelectuais. Assim que a poeirada for legalizada o Zé Pequeno volta a fazer artesanato com côcos.
De Vasco Rosa a 2 de Outubro de 2009 às 23:12
Não, Rodrigo, não são nem libertários nem intelectuais: melhor seria dizer que são desesperados e não têm nada a perder.
Não julge que os defendo, bem longe disso, mas ao contrário do Rodrigo não me divirto a fazer chacota de muitos milhões de pessoas, nem confundo pobreza com crime, antes avalio tudo isso ou boa parte disso como herança da escravidão, descontrolo demográfico e de vastas migrações centrífugas no país.
Tudo coisas que certamente não lhe interessam.
De Gândavo a 2 de Outubro de 2009 às 23:44
O problema não é confundir pobreza com crime, mas sim crime com pobreza. Existem milhares de brasileiros pobres, desesperados, que não têm nada a perder, "herdeiros da escravidão" (!), produtos de "descontrolo dempgráfico"(!!) e de "vastas migrações centrífugas" (!!!) que não traficam drogas nem integram máfias suburbanas. Os que o fazem, escolhem fazê-lo e infelizmente não são combatidos como deveriam.
E o meu nome não é Rodrigo
De vasco Rosa a 3 de Outubro de 2009 às 00:01
Gândavo — sim, sei quem foi Pedro de Magalhães de Gândavo... Duvido que estejamos a falar da mesma pessoa, certo? seja como for, reagi ao post do Rodrigo, sobre um assunto extremamente complexo que não pode ser tratado com a ligeireza habitual. Os seus pontos de exclamação também me causaram perplexidade, todos esses factores estão defintivamente estabelecidos como partes do problema brasileiro, portanto qual a sua surpresa?
De Não interessa a 3 de Outubro de 2009 às 15:33
Parabéns pelo comentário. Já não via um chico-esperto tão bem posto no lugar há algum tempo. Tem que dar o desconto a algumas pessoas destes espaços, esta arrogância é feitio mesmo.
De
Ega a 3 de Outubro de 2009 às 01:02
Meu caro: a sua criminologia nem nos EUa fazia escola.
Tente a poesia, mas fale de ciprestes e noites de luar
Com as corujas a piar...
De Marquesa de Carabás a 2 de Outubro de 2009 às 22:04
O Rio é de facto uma cidade maravilhosa e igualmente perigosa como o é S. Paulo. São os próprios brasileiros que o afirmam.
Pode ser que esta seja uma grande oportunidade para mudar um pouco isso e a imagem que o Rio de Janeiro adquiriu, pelos maus motivos, no mundo.
O que se passa por exemplo em S. Paulo com o comando da capital é um fenómeno de absoluta guerrilha urbana.
Cumprimentos,
Marquesa de Carabás
De Gândavo a 2 de Outubro de 2009 às 23:47
Guerrilha urbana? Aínda por cima "absoluta"?? Preciso comprar mais uma AK47 e montar um lança-rockets na pick-up!
De Marquesa de Carabás a 3 de Outubro de 2009 às 04:21
Pois fala certamente do que não sabe.
Em S. Paulo o dito comando manda por exemplo a população ficar em casa.Avisa, simplemente.
Assalta prédios inteiros de rajada.
Vive-se entre gradeamentos e carros blindados.O tiroteio na rua é diário.Isto só para dar alguns exemplos.
Experimente passear por S. Paulo num carrinho alugado (eles sabem as matrículas) e com o vidro aberto para arejar.E não se esqueça de parar nos semáforos a seguir ao jantar...
Depois conte como foi a experiência.
Cumprimentos,
Marquesa de Carabás
De
Isa a 3 de Outubro de 2009 às 14:25
hein? como? oi? Marquesa, não diga disparates...
De Gândavo a 3 de Outubro de 2009 às 19:38
Só para que conste: moro em S. Paulo há 7 anos.
De Gândavo a 3 de Outubro de 2009 às 20:09
A que horas será hoje o tiroteio?
De
Ega a 5 de Outubro de 2009 às 21:24
O problema está aí - pode ser a qualquer hora.
alô, Alô... Oi!
Ainda está vivo, cara?
De Miguel Meira a 2 de Outubro de 2009 às 21:11
Menos racismo não te ficava nada mal...
De Artur de Oliveira a 3 de Outubro de 2009 às 02:25
Racismo, não... Realismo...
De
Isa a 4 de Outubro de 2009 às 02:42
Já lá esteve?
De Artur de Oliveira a 4 de Outubro de 2009 às 03:07
Não, mas tenho lá uma prima cuja mãe, que não é minha tia sanguínea foi sequestrada duas vezes por ser engenheira química... Ah, pois é...
De
isa a 4 de Outubro de 2009 às 13:29
tem uma tia q foi sequestrada e isso da-lhe o direito de afirmar todo um conjunto de disparates e de teorias, vá lá, viva lá e dps fale.
De Artur de Oliveira a 5 de Outubro de 2009 às 00:28
pois, disparates diz a senhora porque se viveu lá só se vivia fechada dentro de casa e não via tv nem ia á internet...
De
Isa a 5 de Outubro de 2009 às 02:13
vivi e vou voltar a viver, vc que nunca viveu deveria ficar calado e reduzir-se a sua insignificancia. quem vive dos livros e de histórias que lhe contam é vc.
Que mau gosto, caro Rodrigo... esta segregação mesquinha é de muito mau gosto. Este post diz muito sobre o seu autor.
De Gândavo a 2 de Outubro de 2009 às 21:43
Como? Carteiras recheadas?? Onde?
De k2ou32 a 2 de Outubro de 2009 às 23:19
Minha cara Narquesa,
(tenha atenção aos Diamantes!!!)
Não se esqueça, ao que parece, os primeiros, a lá chegar foram Portugueses, .....Piratas......
De Maria da Fonte a 3 de Outubro de 2009 às 00:55
Está enganado K, os primeiros que lá chegaram eram Portugueses, os piratas foram depois, com os Cabrais e os Gamas!
Maria da Fonte
De
Ega a 3 de Outubro de 2009 às 02:14
Maria da Fonte: leia o Brasil de Stefan Zweig. É extraordináriamte interessante. o que eles eram, continuam a ser Lendo, compreeende isso mesmo.
De K R a 3 de Outubro de 2009 às 00:22
ladrão há em toda parte do mundo.
De K2ou3 a 3 de Outubro de 2009 às 00:43
Meu caro K R,
Não me queira roubar o"PSEUDONIMO".
De facto,ladrãs, há en todo o lado,até vizinhos meus.
Mas onde há sangue Portugês,, é sempre pior.l
Isto smpre foi um pais de piratas. (esteja bem guardada a alma de quem me disse iso.)
De
Ega a 3 de Outubro de 2009 às 00:59
Caro K.
Desculpa lá a correcção: não há ladrãs: há ladronas. O mais é Brasil.
De K2ou3 a 3 de Outubro de 2009 às 01:34
Meu caro Ega,
Agente aqui pelos Açores, trta é mesmo por ladrãns.
E por ai, tambem , ao que parece, não faltam.
De
Ega a 3 de Outubro de 2009 às 01:06
K: agora a sério - cá em PORTUGAL, são simplesmente ladras (sem til).
De K2ou3 a 3 de Outubro de 2009 às 01:37
Meu caro Ega, agente não se vai chatear por causa dessa gente.
Eles são é LADRÃNS
De
Ega a 3 de Outubro de 2009 às 02:17
Caro K: «agente» não, que eu não trabalho para ninguém. «A gente» - nós.
Cumprimentos
Caro Rodrigo:
Quem diz a verdade, não merece castigo... Parece xenófobo, mas infelizmente é real!!! O crime compensará no Brasil em 2016... Para muitos já compensa nos dias de hoje e não só no Brasil, basta ver algumas administrações de bancos privados ou repartições públicas por aqui e por ali, também se "roubam carteiras", mas de forma mais elegante!
Caros Ega e Marquesa de Carabás:
É sempre um prazer ler as vossas opiniões... Mas cuidado, em Portugal o crime já compensa há muito tempo... Não é só previsão para 2016!
De
Ega a 3 de Outubro de 2009 às 02:19
Caro Tiago: tem imensa razão. Mas eu só falo por mim. Não me pesa a consciência, que deve ser parecida com a sua.
De K2ou3 a 3 de Outubro de 2009 às 02:19
Mas, meu caro Tiago,
Já tens conhecimento de planos, a quinze anos de antecedencia?. Esta genter nmão brinca.
Eles que vão para lá, que isto aqui, já tá tudo teso. (de pastel, claro)
Caro K2ou3:
Não sei do que se refere quando diz "15 anos de antecedência?", não pode falar do presente porque daqui a 15 anos, seria 2024 e não 2016 (o que me remeteria para falhas graves no campo da matemática...)!
Posso então concluir que fala do passado, e então, imediatamente me recordo de como o seu nick era popular e conhecido na altura como "o símbolo químico da navalha", uma piada de outros tempos, de uma geração que agora anda na casa dos 30, e não "gramou" com o 25 de Abril, mas gramou com corrupção, trafulhice, compadrio, desemprego e precariedade, apesar de ser a mais qualificada de sempre!
Por isso, acredite quando lhe digo, que nunca houve na história de Portugal tanto dinheiro como nos dias de hoje, tão vulgar que não passa de papel imprimido a cores...
Aqui, no Brasil ou em qualquer parte do mundo civilizado é igual, todos se matam pelo papel colorido...
Essa, é a tragédia da Humanidade!
De K2ou3 a 3 de Outubro de 2009 às 03:02
Meu caro Tiago,
Pode parecer que me enganei em contas, mas não. Muito Tuga para lá vai, até chupar todo o tutano, que isto por aqui, já pouco há.
Mas acertou numa coisa, estou com 43 de idade, e alguns 65 de vida vivida.
Assisti a toda essa bandalheira a que te referiste, mas tenho a impressão que não a sentiste na pele.
Quanto ao " papel colorido", e eu trabalho com isso, tens toda a razão. Só que ele se some, não sei como. Mas ainda heide descobrir.
Saudações, ....olha...anarquicas.
Caro K2ou3
O papel colorido some-se como diz, e bem, porque o seu fluxo maioritário é practicamente unidireccional, chega em pequenas porções a todos e rapidamente se esfuma na direcção ascendente, para aqueles que o distribuíram, os bancos...
Os circuitos do dinheiro situam-se apenas nas altas esferas e a crise económica, não é mais do que um feedback negativo de sucessivas retiradas de poder de compra ao cidadão comum, da mesma forma que os efeitos dessa mesma crise em nós são indirectos...
A prestação da casa desce, mas o desemprego aumenta...
De Marquesa de Carabás a 3 de Outubro de 2009 às 04:27
Caro Tiago Mouta,
A realidade em Portugal e no Brasil, são completamente diferentes. Falo especialmente de S. Paulo que até considero uma cidade mais violenta do que o Rio. E falo com conhecimento de causa.
Claro que nem todas são assim. Especialmente no sul, é melhor. Curitiba ,Porto Alegre, Goianias, são cidades relativamente pacificas.
Cumprimentos,
Marqusa de Carabás
Cara Marquesa
Todas as realidades são diferentes, não precisamos ir até ao Brasil... Podemos comparar Bragança, com Lisboa e já temos assunto para horas de conversa...
Sem dúvida que existe boa gente no Brasil e lugares pacíficos...
Mas a verdade é que quase todos os lugares do Mundo as pessoas são movidas pela "necessidade" de acesso a papel colorido...
Não falamos de comida, saúde, educação, ciência, apenas dinheiro!
Assim os serviços, nunca são administrados pelo melhor ao cliente, mas apenas por uma margem de lucro, um subsidio, ou uma qualquer comissão... Mesmo quando isso implique prestar um mau serviço, ou "roubar as carteiras" aos consumidores de uma forma elegante por detrás da fachada de uma empresa...
De Gândavo a 3 de Outubro de 2009 às 20:23
Assassinatos, latrocínios e lesões seguidas de morte em mortos/100.000 habitantes
São Paulo 13,2
Alagoas 66,2
Espírito Santo 56,6
Pernambuco 51,6
Rio de Janeiro 45,1
Nos últimos 9 anos, o número de homicídio em São Paulo caiu 66%
De Gândavo a 3 de Outubro de 2009 às 20:28
Goiânia 27,63
Curitiba 28,46
Porto Alegre 28,67
Na minha opinião pessoal