De
Raul a 30 de Outubro de 2009 às 00:59
Tive sim senhora, e acreditem que nem bugs tinha.
De Mário Cruz a 30 de Outubro de 2009 às 01:51
Eu tb tive um destes... gastava imensa saliva... LOL 
Eu também tive um Lousalhães 1 e 2.
De
Ega a 30 de Outubro de 2009 às 08:55
O meu Salazalhães já era de papel.
Havia a sebenta, de papel tosco, para os rascunhos, e o caderno diário para as cópias, redacções e ditados.
Nos ditados, a partir dos cinco erros, era uma reguada por cada um
Nas cópias, quem desse erros era erradiado da escola.
Usavamos lápis para as contas e caneta de tinta permanente para a escrita.
Sabiamos imensa coisa de linhas férreas, rios principais e afluentes e África portuguesa.
Enfim, utilidades que se foram revelando pela vida fora.
MASCARENHAS GAIVÃO nunca imaginara que havia de escrever as suas hilariantes «HISTÓRIAS DE PORTUGAL EM DISPARATES».
De atilia a 30 de Outubro de 2009 às 09:05
Se tive ?!!! Olha se não tive!!!
De ASG a 30 de Outubro de 2009 às 12:45
Eu também tive. Várias, por que se partiam. Cada uma que partia, dava direito a umas palmadas no tutu...
Também não havia esferográficas, mas havia professores que, apesar de darem umas reguadas de vez em quando, se preocupavam em que aprendêssemos a ler, a escrever sem erros e a saber a tabuada.
Também tive: os ponteiros é que não eram grande coisa. De vez em quando surripiava uma pontinha de giz que era mais simpático.
Reguadas também tive direito a algumas: eram distribuídas gratuitamente e a cada um conforme as suas necessidades (apre).
O filho do prof era o que apanhava mais.
Untava as mãos com azeite de demolhar pelos de boi pois tinha fama de quebrar a régua. Não funcionou: devia ser da qualidade do azeite ou se calhar o boi era larilas.
De
Zé a 2 de Novembro de 2009 às 18:19
Eu tive, mas ficava em casa.
Era só para jogos...
Na minha opinião pessoal