Terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Compreendo a opinião do Henrique Burnay sobre o referendo ao casamento homossexual, mas não estou de acordo: não me parece que se tornasse num referendo sobre a homossexualidade. A questão é apenas o casamento. O que acho estranho é que se diabolize um instituto como o referendo, como faz o Vasco Campilho, tornando-o menos representativo da opinião dos portugueses que o parlamento numa decisão que é de consciência, tal e qual como foi a do referendo ao aborto, também praticado por uma minoria de portugueses. Aliás, se assim pensa, o Vasco deve ser contra qualquer tipo de referendo. Já agora, não faço parte de nenhuma barricada, até porque provavelmente o meu voto num referendo sobre o assunto seria a abstenção. Como já escrevi, prefiro a união civil britânica, que não inclui a adopção - como o casamento civil prevê. E a dupla adopção -pai-pai, mãe-mãe - vai ser a próxima causa fracturante, depois de ser aprovado à socapa - e o mais rapidamente possível sem dar muito nas vistas - o casamento entre homossexuais.
Corrijo: chama-me a atenção o João Galamba que na Grã-Bretanha é permitida a adopção a unidos homossexuais. O que não acontece em Espanha. Na Grã-Bretanha, para evitar polémicas, chamam-lhe união civil e não casamento.
De Acácio, conselheiro a 10 de Novembro de 2009 às 15:16
Questão "de consciência"? Nada disso!
Tenha dó; alguma vez se referenda uma questão "de consciência" (por definição, "irrelevante fora do indivíduo")? Só mesmo neste território a que alguns, benévolos ou desatentos, insistem em chamar "país".
Abaixo as banalidades; haja rigor!
Tens razão, foi erro meu, vou corrigir, não lhe chamam é casamento, mas união civil.
De tenho medo de dizer quem sou a 11 de Novembro de 2009 às 04:13
Se a quéstão é o IRSi, é o dinhêro, deixem os homens casarem-si, bolas! Ágora se á quéstão é o "amorrrr" deixem os homens unirem-si bolas, mas que coisa Henriqui!
"Ai António traga-me o chá que está-me mesmo mesmo a apetecer Ferrer Rocher, ah e já agora despeça o Personal Trainer e que é muito incivilizado e traga-me outro mais simpático."
De Miguel Soares a 11 de Novembro de 2009 às 11:09
Na Espanha a adopção também é permitida. É capaz de o surpreender, mas há mais países que permitem a adopção de crianças por casais homossexuais, do que países onde os mesmos possam casar. E se falarmos de estados dos EUA, a diferença é ainda maior.
Antes de falar de cor, dê um salto à wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/LGBT_adoption (http://en.wikipedia.org/wiki/LGBT_adoption)
De tenho medo de dizer quem sou a 11 de Novembro de 2009 às 20:09
Por acaso até sabia que em Espanha também se podia adoptar mas confesso que foi uma surpresa saber que há mais países onde se possa adoptar do que casar. Até porque tenho a ideia de que há muitas pessoas a favor do casamento mas contra a a adopção (como é o meu caso).
De Miguel Soares a 17 de Novembro de 2009 às 12:38
Não confunda Portugal com o mundo. Em boa parte dele impera uma visão mais pragmática e realista da vida, que sabe bem que permitir que casais de lésbicas ou gays adoptem não é fazer um favor a estes, mas ao estado e à sociedade. O mesmo não se passa em relação ao casamento, em que os ganhos para o estado e sociedade são muito menores.
De tenho medo de dizer quem sou a 12 de Novembro de 2009 às 01:46
a forma que a paneleiragem tem de propagar a espécie é através da adopção, o resto é conversa.
De Miguel Soares a 18 de Novembro de 2009 às 11:25
A espécie anda a propagar-se demais, não é na propagação que se faz um favor seja a quem for. Criar as crianças desprezadas pelos pais biológicos, isso sim é um enorme favor. Seja feito por gays ou por heteros.
De tenho medo de dizer quem sou a 15 de Novembro de 2009 às 22:14
Cuidado! Cuidado! Muito Cuidado!
Se o bruxo que tramou o Ronaldo, é contratado pelos paneleiros de serviço, ainda vos transforma a todos em paneleiros e depois quero ver se querem ou não unir os trapinhos e as bolas...
Deixai os tipos casarem, unirem-se e viverem a vida deles. Agora adoptar? Ou perfilhar? Eh pá!!! não há barba que me esgote a vontade de a coçar....vamos criar uma nova geração de traumatizados, porque não querem ser vistos como filhos de homossexuais?
Convenhamos que a questãopassa por uma lavagem aos costumes e principios considerados correctos...´
Mas cuidado ocm o bruxo do Ronaldo ....
Na minha opinião pessoal