De K2ou3 a 24 de Novembro de 2009 às 02:16
Não resisto,
Felizmente ainda tenho bons amigos, ( neste caso amiga"MMT"), que me enviam "perolas", e como não sou ganancioso, vou dedicar ao nosso Primeiro e respectiva JUNTA DE GOVERNAÇÃO,
http://www.youtube.com/watch?v=heOWEDnXris&feature=PlayList&p=8930218BFD34759E&index=47&playnext=10&playnext_from=PL (http://www.youtube.com/watch?v=heOWEDnXris&feature=PlayList&p=8930218BFD34759E&index=47&playnext=10&playnext_from=PL)
De Luis P P M Rovisco Telles Varela a 24 de Novembro de 2009 às 02:55
Parabens,força e determinação!!!
De Maria da Fonte a 24 de Novembro de 2009 às 04:59
"Nunca me vou esquecer do dia em que descobriram qual era o meu verdadeiro problema. Foi o meu segundo nascimento".
"Todo este tempo tentava gritar, mas não havia nada para as pessoas escutarem."
Seria bom que os donos da Ciência e da Verdade, escutassem as palavres de Houben, o homem a quem foi diagnosticado "Coma", durante 23 anos, e percebessem que afinal, não são donos de coisa alguma.
Durante 23 anos Houben, tentou gritar que estava vivo.
A CIÊNCIA, É QUE NÃO DISPUNHA DE MEIOS PARA O OUVIR!
E se lhe tivessem desligado, "piedosamente" todos os suportes de vida, enquanto Houben, lhes gritava que estava vivo?
E se Houben, fosse cada um de nós?
Maria da Fonte
De Andre V a 24 de Novembro de 2009 às 05:36
Maria da Fonte,
E se o nosso Rom gritasse diariamente "desliguem a máquina, deixem-me morrer"? 23 anos é muito tempo de espera para um desejo não cumprido, mesmo que de morte.
De Maria da Fonte a 25 de Novembro de 2009 às 05:22
Caro André V
Acontece que a Vida pode-se sempre alterar.
Já a Morte é definitiva.
E quanto ao nosso Rom ele nunca quiz morrer. É ele, e não eu, quem o diz.
Intimamente o nosso desejo é de Vida, não é de Morte.
A cultura necrófaga, contra-natura é habilmente introduzida e defendida, sob a capa da piedade, por quem nunca sentiu compaixão.
São outros, os interesses que estão em causa!
Veja em que Culturas existe a Eutanásia. E pense.
Que o Pensamento, também é uma forma de Vida.
Maria da Fonte
E se a Ciência estivesse num patamar mais diferenciado há 23 anos, e tivesse diagnosticado e tratado devidamente esta, e outras situações análogas, provávelmente a resposta ao tratamento seria muito melhor e com muito menores limitações.
De Maria a 24 de Novembro de 2009 às 09:45
Um testemunho :
Doente, cardíaco. Alternativa: o transplante. Foi efectuado, com sucesso. Dois dias depois o organismo etra em rejeição e falência total. Primeiro as arritmias, depois a falência dos rins e do sistema respiratório. O doente entra em coma e é ligado a vária máquinas de sistema de suporte de vida: pulmonar, cardíaco, renal.
Os médicos desenganam a família: é preciso tomar a decisão de desligar as máquinas.
Por acaso,um dos filhos encontra-se no estrangeiro. Uma viagem longa que os irmãos aguardam para se tomar uma decisão em conjunto e presencial.
Ao irmão viajante, espera-o a despedida.
Mas o destino não quis assim.
No decorrer da longa viagem, o doente de repente abre os olhos e começa a respirar por si. Pouco a pouco as máquinas vão sendo retiradas.O organismo aparentemente condenado retoma as suas funções.
Viveu mais vinte anos depois disso. vinte anos de uma vida plena. Conheceu os netos e foi à praia. Viajou e esteve com os amigos.
Salvou-o facto de os filhos, unidos,esperarem pelo irmão, para depois terem que decidir aquilo que não tiveram que decidir. Deus decidiu!
Maria
De Carlos Anselmo a 24 de Novembro de 2009 às 11:33
"Há mais coisas entre o céu e a terra, do que aquilo que os homens podem imaginar"
William Shakespeare
De olé a 24 de Novembro de 2009 às 15:32
eu tinha era agradecido que se abstivessem de me querer "curar" sabendo que ia ficar paralisado. e estando em coma ou coisa muito muito parecido , que me deixassem morrer em paz. morrer não há-de ser assim tão mau como passar o resto da vida dependente da boa vontade dos outros (isto se não formos milionários , claro , que aí sempre podemos ter criados ).
De Maria da Fonte a 25 de Novembro de 2009 às 05:59
Caro Olé
A questão da boa vontade só se coloca quando não existe afecto.
Quando o afecto é recíproco, a presença é imperscindível.
E a ausência devastadora.
Maria da Fonte
Na minha opinião pessoal