O caso das alegadas pressões de Lopes da Mota, presidente do Eurojust, aos magistrados que investigam o caso Freeport, data de Abril passado, ou seja, tem já sete meses e ultrapassou três eleições.
Parece que deve estar à espera do arquivamento mais do que previsível do caso Freeport, a fim de - que pena! - perder o objecto por inutilidade superveniente da investigação...