Perante isto, as grandes prioridades políticas do PS são a regionalização e o casamento gay.
Porreiro, pá.
Estamos no bom caminho.
É preciso é fingir que não se passa nada, adiar os sacrifícios e esperar que isto não rebente nas mãos da rapaziada que se governa com o País.
O último que feche a porta.
De Cosmo a 11 de Dezembro de 2009 às 21:42
Perante tudo o que descreve, a pessoa que ocupa o lugar de Presidente da República diz: "os deputados têm que ter responsabilidade, bom senso e apelar sem dramatismos exagerados".
De tenho medo de dizer quem sou a 11 de Dezembro de 2009 às 22:15
Eu cá acho que o amor não escolhe sexo...bem, no meu caso escolheu. Preferi o oposto.
Mas... depois de muito reflectir perguntei-me porque razão o PS e os restantes deputalerdas prioritizaram a questão «gay».
E não cheguei a nehuma conclusão...sou naive pois então.
Educadinha
De má língua a 11 de Dezembro de 2009 às 22:31
pode ser que os gays revitalizem o sector que trata das bodas : vestidinhos , comes e bebes , luas de mel , presentes e tal e dêm um empurrão ( ups , empurrão? )à economia
e eu se fosse advogado era 100% a favor. dada a natureza volátil das relações vai ser um mana prós que tratam de divorcios.
Sabe quanto tempo pode demorar um divórcio litigioso/sem consentimento? 1 a 2 anos a ouvir lavar de roupa suja... acredite é "negócio" que não vale apena, ainda mais quando mete gays... aquilo é que seria lindo, a declaração do género:
"Maricas- Sabe Dr. ele no início era meigo, blá, blá, blá, gostava de mim, mas depois deixou de me bater, de me atar à cama...
Advogado- Então olhe não o posse defender... saber sou contra o casamento gay.
Mar. - Há não faz mal a culpa é do Sócrates, acha que posso processar o tipo.
Adv. - Bom nesse caso já o posso representar.
Mar. - Mas já viu coitado também já se divorciou...
Adv. - Sim, mas isso não interessa, o melhor é ir ter com o Advogado do prédio ao lado...
...
(Adv. para secretária)
- D. X acrescente à placa do escritório não fazemos divórcios...
De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 14:54
Caro Rés.
Não entendo como é que um tipo inteligente como você parece ser por vezes seja tão radical e reaccionário.
Não estereotipe os Gays, deixe-os lá na vida deles que a mim não me incomodam nada.
Obrigado pelo elogio... sabe não sou reaccionário sou conservador moral.
De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 16:07
O meu amigo tem todo o direito de ser o que bem entender, certamente que não serei eu a julgá-lo; apenas não compreendo é a necessidade de esteriotipar toda uma classe apenas porque são homossessuais !
E isto não tem nada a ver com as implicações legais de criar um casamento gay ou a trabalheira que deve dar fazer o divórcio do mesmo !
De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 16:08
Leia-se homossexuais !
Não pode é também achar que os advogados só fazem divórcios ou que defendem ou não uma solução por questões monetárias...
Agora sobre os homossexuais o esteriotipo deve ser por causa do Mel Brooks o filme "Uma casa de doidas", penso que os homossexuais são todos uns maricas como a Zázá...
De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 17:46
Caro Rés, em resposta ao seu primeiro parágrafo, da mesma forma que não faço esteriótipos de homossexuas não o faço em relação a advogados, médicos, padeiros, estucadores ou trolhas, nem em relação às prostitutas os faço !!!! Não acredito em esteriótipos e valorizo muito o indivíduo, aprendi a fazê-lo ao longo da minha vida !
Quanto ao segundo parágrafo, meter os homossexuais na mesma conta dos maricas é no fundo arranjar uma saída fácil para um fenómeno que no fundo ninguém consegue compreender muito bem. Eu compreendo o tom humorístico com que debate o tema e não procuro censurá-lo por isso, aliás até lhe peço desculpa por meter um pouco de sobriedade no tema; quando falamos de homossexualidade, ou de outra condição humana, eu tento vestir a pele do visado para tentar compreender o que sente com este tipo de comentário; se eu fosse um homossexual, sóbrio, de direita, católico, honesto, trabalhador e contribuinte dedicado certamente que me ia sentir ofendido e humilhado com as suas palavras e aínda por cima por ser algo que não pedi, simplesmente porque nasceu comigo.
É por essas e por outras que não gosto de esteriótipos nem de gays, nem de comunistas, nem de políticos, nem de Portuenses, Algarvios ou Lisboetas. Cada qual é como é e prontos, como diz o povo !!!!!
Mas ao dizer que alguém nasce homossexual já está a cair num esteriotipo, muitos médicos dizem que se trata de uma opção social de cada pessoa (normalmente a malta da esquerda) para fugir à consideração da homossexualidade como doença.
De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 18:30
A única forma que eu tenho de compreender a homossexualidade é ser algo de origem genética, doença para mim e um termo forte e desajustado; com esta minha opinião, não considero que nascer homossexual seja de forma alguma estereotipar um comportamento.
Por outro lado estereotipar uma "doença" pelos seus sintomas não me parece ser uma coisa negativa ou positiva mas sim natural !
Nos meus comentários em que lhe respondo, quando o chamo à razão é pelo facto de estabelecer um estereótipo negativo em relação a um grupo de pessoas, aliás é por esse defeito que pecam os estereótipos exactamente pelo facto de na sua maioria terem conotação negativa associada.
Quanto a essa dos médicos de esquerda...
Sim na OMS foram o grupo de médicos psiquiátricos e demais de esquerda que retiraram a homossexualidade da lista de doenças genéticas e/ou patológicas, por um voto.
Além do mais as associações gays e lésbicas defende que se trata apenas de um comprotamento social e de uma escolha, não algo pré-determinado geneticamente, mas quando lhes convem sempre dizem que não escolhem serem gays e lésbicas, depende da situação.
De João P. a 12 de Dezembro de 2009 às 22:39
A OMS, não essa coisa, que passa a vida a falar em acabar com isso do paludismo em África, e nunca acabou?
E não são esses da OMS que circulam das chefias da Indústria Farmacêutica, para a OMS, e da OMS para a Indústria Farmacêutica?
E não são os da OMS, que inventaram a Gripe das Galinhas, e agora a dos Porcos?
E que até têm duas damas, que apareceram aí a dizer, na televisão, que só as mulheres dos 50 aos 62 anos, é que devem fazer mamografias, porque nas outras idades, o número da casos de cancro da mama, não compensa os dólares gastos nos exames?
Então foram esses!
Devem ser primos dos do Clima, que falsificaram durante 30 anos, os registos climatológicos.
Safa. Que gente!
De Nuno a 13 de Dezembro de 2009 às 01:29
Aprendi caro Rés pois desconhecia esse facto.
Pareceu-me uma coisa tão abstrusa que meti três pontinhos na minha frase, não me leve a mal por isso !
De
Aristes a 11 de Dezembro de 2009 às 22:31
Pois é se não for alargado o casamento a pessoas do mesmo sexo, ficam os problemas todos resolvidos.
Pelo menos deixamos de estar perante mais uma imoralidade...
De
tric a 11 de Dezembro de 2009 às 23:56
Quando Portugal está praticamente na Banca-Rota, ha melhor momento para se aprovar o casamento Gay !!?? é um ambiente perfeito...
a minha pergunta é, se os Xuxo-Passistas ( os calculistas e intrujas ) ao decidirem agendar esse assunto fracturante na nossa sociedade para agora, não estarão a ter em conta que de acordo com o lei o Presidente da Republica terá que decidir sobre esse assunto em plena discussão do importantissimo Orçamento de Estado de 2010 ? é que toda a gente sabe que se o Presidente da Republica vetar essa lei, haverá bastante ruido sobre ela, desviando mais uma vez a atenção dos portugueses do que é FUNDAMENTAL para o futuro! (os Socialistas que ha pouco pediam a intervenção do Presidente da Republica, e como não obtiveram a resposta que desejavam, será que decidiram oferecer uma "prenda" a Cavaco Silva, o RUIDO no ORÇAMENTO de Estado ou PROMULGAÇÃO do Diploma dos Casamentos Gays )?
e caso o Presidente da Republica vete o casamento Gay e provoque bastante ruido na sociedade por alturas da discussão do Orçamento de Estado, ja estou a imaginar as Ratazanas Passistas ( Pedro Marques Lopes e companhia=Direita Gay ) virem a terreno acusar, tal como a Xuxaria, o Presidente da Republica de ser um factor de instabilidade em Portugal, ou coisa parecida...it´s always the same...
o casamento Gay e a Banca-Rota, it´s the perfect moment Gay...
Não resisti a transcrever o post no meu blog, mesmo sem ter pedido prévio consentimento. Mas indiquei a origem. Espero que não levem a mal.
Pelo contrário. Disponha sempre.
De Bóreas a 12 de Dezembro de 2009 às 00:33
Numa altura que o país está na banca-rota, claro que está na altura de aprovar os casamentos-rotos.
Não percebo qual é o vosso problema. Tanta homofobia cheira mesmo a dementes mentais, frustrados e cornos.
Que mania de andar a cheirar os lençóis dos gays, isso deve ser mesmo um problema teen mal resolvido.
Virem a página, vendam o que tenham e dêem aos pobres.
Dediquem-se a ajudar o próximo em vez de se empaturrarem em avé-marias e padres-nossos por essas goelas hipócritas abaixo.
De tric a 12 de Dezembro de 2009 às 00:35
Idiotas uteis...
De Maria da Fonte a 12 de Dezembro de 2009 às 02:26
O problema Camarada Bóreas é Genético, Filosófico e Civilizacional.
Acontece, Camarada, que nem todos os que por cá vivem, pertencem ao mesmo Clan, leia-se: Família.
E que aqui, em Portugal, por enquanto, ainda existe um Clan maioritário, com pelo menos 12 000 anos de existência.
E acontece Camarada, que a Terra é nossa, a Família é nossa, a Filosofia, a Cultura e a Civilização são nossas.
E se faz muita questão, embora você não perceba nada do que diz, a Religião também é nossa!
A Mater, que como é óbvio, os Bóreas, nem sabem o que significa, também é nossa!
Portanto, Camarada, quem não está bem, MUDA-SE!
Mudem-se para a Faixa de Gaza, e institucionalizem, se conseguirem, claro, os Matrimónios entre o mesmo sexo, no meio de Judeus e Muçulmanos.
Maria da Fonte
Anormal, vais pagar caro no inferno o que dizes...
De Velho da floresta a 12 de Dezembro de 2009 às 14:58
É perfeitamente normal que nos dias de hoje, em que contra todo o bom senso, a inversão de valores ganha terreno, o casamento entre pervertidos seja motivo para discussão, quando nem motivo deveria ser sequer. Mas além desse tema moralmente fracturante da nossa sociedade (está na moda escrever e dizer isto), também neste post se fala de assuntos (desemprego e regionalização), cuja importância é fulcral e por motivos bem diferentes um do outro, não vou aborrecer ninguém com longas dissertações sobre os temas, apenas referir que o perigo no desemprego, vem de politicas mal pensadas e pior estruturadas na criação (e incentivo a criação), de novos postos de trabalho. Quanto à regionalização, é um tema perigoso para o país tanto na sua unidade e integridade politica a longo prazo, como um factor grave de sangria dos dinheiros públicos caso se concretize, pois adivinha-se uma legião de interessados nos postos que essa medida irá criar.
Já agora e em cima do acontecimento, há também um assunto que é uma prioridade do governo, a politica energética nacional e os compadrios existentes no sector desde as renováveis até às hídricas.
De O Beirão a 12 de Dezembro de 2009 às 17:38
Se 'isto' ainda não bateu no mais tenebroso
dos fundos da decadência social e moral, às mãos de Sócrates e de sua comandita de bárbaros, andará lá muito pertinho. Com o país em bancarrota, no charco económico e financeiro, uma dívida externa exponencial, as gerações vindouras irão ficar, desgraçadamente, tramadas. Só que, nessa altura, estes sujeitos que estão irresponsavelmente a dar cabo do país vão-se estar nas tintas para a merda que fizeram.
De Meira a 12 de Dezembro de 2009 às 20:32
Não vejo em que é que a implementação de duas mudanças importantes do ponto de vista social e administrativo podem impedir as reformas estruturais de que o país precisa. Desde quando é que uma coisa tem que se fazer em detrimento das outras? Não dá para fazer tudo ao mesmo tempo? Parem lá de bater no ceguinho!
De Maria da Fonte a 12 de Dezembro de 2009 às 22:51
Porque tudo o que esta Máfia está a fazer, é exactamente isso:
A IMPLEMENTAR AS MUDANÇAS QUE VÃO DESTRUIR A NOSSA SOCIEDADE, A NOSSA VIDA E O FUTURO DOS MAIS JOVENS.
Porque será que nas Sociedades Muçulmanas e Judaicas, esta hipótese nem se põe?
ESTA, CAROS, É A GRANDE QUESTÂO!
Maria da Fonte
De Nuno Oliveira a 13 de Dezembro de 2009 às 15:07
Cara Maria da Fonte,
Tenho a certeza que gostaria de viver num harém do mundo muçulmano enquanto o seu marido e "dono" fosse sair com os amigos...
O egoísmo de certas pessoas não permite aceitar as escolhas dos outros. Se a maioria é idiota todos tem de ser idiotas?
Quem é que definiu a moral da sociedade actual em que vivemos? Quem é que define o que é certo ou errado?
Não será possível vivermos todos numa sociedade livre? Uma das maiores desculpas para todas as guerras tem sido o preconceito. E o mais irónico é assistir ao facto dos maiores arautos de certos preconceitos serem eles próprios vítimas dos próprios...
Para se ter respeito dos outros pelas nossas opiniões temos de respeitar as opiniões dos outros assim como das suas crenças e opções: eu acredito que se nascesse mulher seria lésbica de certeza pois gosto muito mais de mulheres do que de homens...
A hipocrisia de alguns quando definem pela sua própria bitola aquilo que deve ser a forma dos outros viverem só traz frustração para todos. Afecta-vos o casamento dos outros? Que interessa se é gay ou não???? Como se tivessem algo a ver com a vida dos outros. O que faz com que os jovens cresçam sem rumo é o profundo egoísmo incutido pelos pais quando não respeitam os outros com as suas diferenças...
Quanto à discussão do assunto propriamente dito concordo com o Meira: não é possível fazermos tudo ao mesmo tempo? Temos tantos deputados a coçarem-se que decerto têm tempo para discutir tudo. É pena é isto ser usado, como diz o Rui, para efeitos de jogo político e não para rectificar um algo que na minha opinião está errado.
No limite, "o que é a Verdade", perguntou Pilatos aO Cristo...
De Velho da floresta a 13 de Dezembro de 2009 às 21:19
O senhor diz entre outras pérolas de pensamento, "Quem é que definiu a moral da sociedade actual em que vivemos? Quem é que define o que é certo ou errado?". Muito bem, se ninguém definir nada, como é que funciona a sociedade, pois sem regras nada funciona. Ou propõe um principio libertário de auto gestão? Olhe que o exemplo dado pelas forças anarquistas na guerra de Espanha no que respeita a modelo de funcionamento foi puro suicídio.
De Nuno Oliveira a 14 de Dezembro de 2009 às 00:49
Se parasse para pensar um pouco perceberia que a minha pergunta é genuína. Quem é que as definiu? Posso responder-lhe também para poupá-lo às suas próprias pérolas: como deve ter percebido, ao longo dos séculos quem definiu as regras do jogo e com um consentimento forçado foi a igreja cristã. Como é perfeitamente visível, a igreja encontra-se ainda no sec XIX e, por conseguinte, inapta para definir o que quer que seja. Se quiser persistir no preconceito imposto por séculos de medo do inferno, faça favor. Pode por outro lado romper com essas ideias preconcebidas e pensar por si no que é verdadeiramente um país livre. Onde exista livre escolha. Onde ninguém deve interferir num acto que é pessoal e não afecta a vida de mais ninguém. Se os homossexuais querem casar, o que é que os outros todos têm com isso?? No que é que os afecta? Será porque são frustrados e precisam de impedir a felicidade dos outros? E não venham com as balelas da igreja e da prole blah blah blah . Usem argumentos reais: no que é que afecta os outros o casamento gay? E se não afecta porquê impedir ? E afirmo com todas as letras que não sou homossexual nem tenho familiares que sejam. Mas também afirmo que me faz confusão como é que há pessoas que pensam que têm o direito de decidir como é que os outros podem ou não podem viver as suas vidas.
De Velho da floresta a 14 de Dezembro de 2009 às 09:50
Que tal o principio democrático, de que a maioria tem razão? Faça-se um referendo.
De Nuno Oliveira a 14 de Dezembro de 2009 às 12:07
Assim como tinham razão quando diziam que a escravatura era correcta ou que as mulheres não podiam votar? Quer que continue? Há muitas questões que não podemos deixar para a maioria inculta. Mais uma vez reforço que a decisão tem de pesar apenas uma coisa: afecta a vida dos outros? Se não, porquê impedir? O mundo está cheio de pessoas com razão... mas de pessoas com a Razão...
De Velho da floresta a 14 de Dezembro de 2009 às 15:21
Eu não sou democrata, pelo que concordo consigo quando diz "há muitas questões que não podemos deixar para a maioria inculta" tem toda a razão são imensas, portanto se o senhor também não é democrata, bom pois muito bem, a sua opinião é diferente da minha e no terreno se veria qual das duas, teria o peso para ir politicamente avante. Agora se o senhor for democrata, não pode deixar de aceitar a decisão de um referendo sobre o assunto se este se realizar.
De Nuno Oliveira a 14 de Dezembro de 2009 às 18:08
Sou mais um liberal do que um democrata. A democracia acaba por ser um mal menor. Assim come defende que não deveríamos andar em autogestão , pergunto-lhe porquê? Talvez porque a maioria não tem suficiente cultura de respeito pelos outros para o efeito? Então essa é a justificação ideal para deixarmos que decidam o que as minorias podem ou não fazer? Referende-se algo que afecte a vida dos outros... não o que pertence à intimidade de qualquer um. Faço-lhe apenas uma pergunta: afecta-lhe a vida o facto de alguém que não conhece, se case? Se sim em que aspectos para que eu possa compreender a questão e para que possa mudar de ideia. A minha atitude é únicamente a de achar que não tenho de impor a minha opinião sobre outra pessoa só porque acho certo ou errado. E até acrescento mais uma coisa: ainda não percebi porque é que as pessoas querem tanto casar! Mas respeito a vontade de quem queira.
Atiro-lhe mais uma acha para a fogueira: acha que devemos ser monogâmicos? Ou será que se alguém quiser pode ter mais que um parceiro? Com o consentimento de todos como é óbvio.
De má língua a 13 de Dezembro de 2009 às 00:33
na minha opinião pessoal a única coisa a fazer era os hetero criarem um tipo de união exclusivo , bué diferente daquele que eles querem usurpar , tipo sem direito a divórcio , vidrado na familia e criação da prole , aquilo que existia há 50 anos atrás. querem ? não...então deixem lá que os tipos possam usufruir de um divórcio à maneira , de uma repartição de bens e filhos e caniches minimamente protegida legalmente, a única coisa de relevo no casamento actual.
Na minha opinião pessoal