Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Du holde Kunst, in wieviel grauen Stunden,
Wo mich des Lebens wilder Kreis umstrickt,
Hast du mein Herz zu warmer Lieb entzunden,
Hast mich in eine beßre Welt entrückt!

Oft hat ein Seufzer, deiner Harf' entflossen,
Ein süßer, heiliger Akkord von dir
Den Himmel beßrer Zeiten mir erschlossen,
Du holde Kunst, ich danke dir dafür!

O fairest art, how oft in hours blighted,
When I am trapped in life's wild race,
Hast thou with love on me alighted,
And flown me to a better place!

From thy sweet harp a sigh so often drifted,
A chord so holy and of bliss,
Thou show'dst me heaven's light uplifted,
O fairest art, I thank thee so for this!


publicado por Rui Crull Tabosa às 00:06
link | nunca erro e raramente me engano
14 comentários:
De Bóreas a 12 de Dezembro de 2009 às 00:25
o trabalho liberta, heil


De Rui Crull Tabosa a 12 de Dezembro de 2009 às 00:38
Continue a dedicar-se às bolotas, que é mais o seu género de música.


De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 14:49
Caro Crull.

Cá mais para norte chamamos-lhes landras, às bolotas como é claro !


De Maria da Fonte a 12 de Dezembro de 2009 às 01:57
Bóreas. Salvé!
Que é como quem diz: Heil!

Permita-me uma sugestão.

Vá com cuidado!
Não se exalte, que ainda choca com um Icegerg pingado, desses do Efeito de Estufa.

É que não tarda, cai o bloco de Gelo da Antártida, tudo por culpa do Buraco do Ozono, e ficase a saber  a verdadeira História de Hitler.
Quem foi, e quais os seus verdadeiros propósitos.

E depois, quero vêr só a cara com que ficam os devotos dos Sofás da Esquerda, que durante décadas glorificaram  Lenine, Marx e Trotsky, em oposição a Hitler, quando lhes colocarem debaixo do nariz, o parentesco familiar e ideológico de toda aquela gentalha!!! 

Maria da Fonte


De Maria da Fonte a 12 de Dezembro de 2009 às 01:59

Deve lêr-se:

....e  fica-se a saber...

Maria


De Der Untergang Des Abendlandes a 12 de Dezembro de 2009 às 02:32
Minha senhora, começo sinceramente a considerar a sua prosa de forma diferente, parabéns.


De Maria da Fonte a 13 de Dezembro de 2009 às 06:02

Caro Senhor

Fico-lhe grata.
Eu apenas ato as pontas, que outros deixam à deriva.

Maria da Fonte


De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 17:54
Sr. Bóreas, isso era a frase escrita à entrada de Butugychag, em Kolima, não... epá, desculpe lá enganei-me, era em Auschwitz, perdoe-me o engano de alguns milhares de kilómetros mas é um engano razoável, visto na essência ambos os lugares servirem um propósito comum que era... matar quem fosse diferente... epá Sr. Bóreas, é que me enganei outra vez, nos Gulags não se matava gente, reeducava-se... Esta minha cabeça !

Reeducava-se gente, a taxa de mortalidade é que era acima dos 90% !!!!

Se calhar foi algum surto de gripe A !


De Réspublica a 12 de Dezembro de 2009 às 12:31
O sr. Crull traduza isso para línguas de ius ciuile, não de ius gentium... é que não sei uma linha de alemão...


De Rui Crull Tabosa a 12 de Dezembro de 2009 às 13:22
Caro Respública,
Ao texto alemão segue-se a tradução em inglês.


De Réspublica a 12 de Dezembro de 2009 às 15:49
Muito bem, pensei que tivesse mais alguma coisa.


De Velho da floresta a 12 de Dezembro de 2009 às 14:35
Sim senhor, uma linda canção de um dos primeiros compositores românticos , superiormente interpretada pela grande soprano Schwarzkopf . Mais um belo momento de grande elevação.


De m.a.g a 12 de Dezembro de 2009 às 15:17
Schwarzkopf é a marca do meu shampoo e máscara capilar.


http://www.youtube.com/watch?v=BP35uVK-Rm4


De Nuno a 12 de Dezembro de 2009 às 17:56
And now for something completely different... !


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