De
Clara a 8 de Janeiro de 2010 às 14:13
isso foi com a simplificação do divórcio. e com o "divórcio na hora".
De Homofóbico a 8 de Janeiro de 2010 às 14:39
Foi sim senhor, tem razão Clara. Mas hoje foi a pedrada final. Acabou o casamento civil. As religiões que separem o seu casamento religioso do civil o mais rápido possível; senão ainda lhes entra algum constitucionalista literal progressista pela porta dentro a obrigá-las a casar pessoas do mesmo sexo entre si. Resta agora proteger o casamento religioso, vamos precisar dele mais tarde, claro e definido, para haver uma referência do que é um casamento, quando se perceber que ele é mesmo necessário enquanto instituição do estado.
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De Alfonso X a 8 de Janeiro de 2010 às 14:53
Como se diz na genuína Tasca Portuguesa... "Deixa lá isso... o cú é deles"
Pois... agora ficamos é sem tema para discussão...
De V.Melo a 8 de Janeiro de 2010 às 15:07
Entristece-me que Paulo Portas, tão grande admirador de Churchill, não se tenha lembrado hoje da frase assassina óbvia:
- Os senhores deram à sodomia um mau nome!
De Não Interessa a 8 de Janeiro de 2010 às 15:35
O Paulo Portas hoje esteve amochadinho, amochadinho.. Nem piou. Não se pode chamuscar a imagem junto do voto urbano. As pessoas podiam perceber que o CDS-PP é mesmo aquilo que o João Almeida, Ribeiro e Castro e Telmo Correia mostraram, e isso não convém nada..
De Homofóbico a 8 de Janeiro de 2010 às 15:38
Epá, deem-lhe o nome que quiserem, não lhe chamem é casamento, fosga-se....
De Pantera cor de rosa a 8 de Janeiro de 2010 às 17:13
No que ao Paulinho das feiras (para os amigos Catherine Deneuve) diz respeito, sodomia é algo que espera sempre.
De ó és tão linda! a 8 de Janeiro de 2010 às 15:36
Bom,agora o Pinóquio já pode casar.
De dói-dói a 8 de Janeiro de 2010 às 15:46
Temos de perguntar a este Kamarada !
http://www.youtube.com/watch?v=Dle3eGuw5tY
De Homofóbico a 8 de Janeiro de 2010 às 17:38
Isto ainda não acabou. Cavaco Silva é uma político sério, há juízes do constitucional que comem leis mal enjorcadas como esta ao pequeno-almoço, se em três semanas se reuniram 90.000 assinaturas, não será díficil voltar a fazê-lo enquanto tudo isto está a marinar, e quem vai resolver isto de vez será um referendo, quando a lei for devolvida à assembleia e já lá morar outra petição. Se pensarem em deitar para o lixo mais 90.000 assinaturas, ao mesmo tempo que ficar demonstrado que a ideia proposta se trata de uma confusão jurídica, que não esclarece o que se pretende fazer do casamento; já é assunto para o senhor Júlio de Matos..
Na minha opinião pessoal