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Amor

por Henrique Burnay, em 18.01.10

Os meus primeiros 15 minutos de qualquer ida ao IKEA são uma conversão ao romantismo. Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor (pode-se amar o amor). Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante, quando se escolhe um sofá de dois lugares? O amor é ao Sábado, no IKEA.

Certo, ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente, em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso, mas antes, antes acreditei na felicidade.  

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comentários

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De Ega a 19.01.2010 às 18:26


8. Dito isto, pouco mais restará. As suas frequentes alusões às «dores de cotovelo»,a sua preocupação em defenir quem goza quem, a necessidade que sente de realçar os seus dotes de jurista - atiram-na forçosamente para um foro muito específico consabidamente não da competência dos advogados ou dos magistrados.

9. Interessante seria que acalmasse, enfim. Que se moderasse. Que deixasse o blog viver em paz, participando nele (a alusão parece-me propositada porque a sua mania da perseguição logo a faria dizer que a queria expulsar...)

10. Em suma, e respondendo ainda a uma alusão sua, faço minhas as palavras da tal Mª Rita Salazar, num post atrás, dirigidas a si. Desconheço em absoluto essa senhora, que não tem de levar agora com os seus desvarios em cima, mas - sábios dizeres os dela.

11. Que tudo corra bem na sua vidinha em casa. Será sinal de que o seu estilo vai mudar. Quiçá, amanhã o V. Campilho - por exemplo - não leva com outro insulto em cima, ainda por causa do presépio...

12. E não esqueça: os Burnays gostam de senhoras educadas. Mesmo bem-educadas. Olhe que eu sei do que estou a falar... 

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