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Amor

por Henrique Burnay, em 18.01.10

Os meus primeiros 15 minutos de qualquer ida ao IKEA são uma conversão ao romantismo. Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor (pode-se amar o amor). Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante, quando se escolhe um sofá de dois lugares? O amor é ao Sábado, no IKEA.

Certo, ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente, em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso, mas antes, antes acreditei na felicidade.  

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comentários

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De Anónimo a 19.01.2010 às 23:44

Não faça isso Educadinha, que bem dele vai precisar para aspergir quando o Campilho estiver por perto ou por si passar, tal é nauseabundo o odor que dele emana e quando você tiver que fatalmente que o exalar, não vê que o homem péla-se por umas valentes feijoadas de gambas a qualquer hora e em qualquer lugar.
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De Anónimo a 20.01.2010 às 13:45


Oh..é?

Aqui vai um fatinho à sua medida, mon vieux...

Queremos ver sempre à distância   


o que não está descoberto,


Sem ligarmos importância


ao que está à vista e perto.


 


Percebeu?


Educadinha


 


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