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Amor

por Henrique Burnay, em 18.01.10

Os meus primeiros 15 minutos de qualquer ida ao IKEA são uma conversão ao romantismo. Assim que vejo casais a escolher sofás e a experimentar colchões, sou tomado por um sentimento absurdo de paixão pela humanidade e pelo amor (pode-se amar o amor). Há mais bonito numa vida a dois do que quando a cama ainda é importante, quando se escolhe um sofá de dois lugares? O amor é ao Sábado, no IKEA.

Certo, ao 16º minuto era capaz de fazer explodir a multidão que me aparece pela frente, em particular as criancinhas que se metem entre mim e a cadeira de que preciso, mas antes, antes acreditei na felicidade.  

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comentários

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De Anónimo a 20.01.2010 às 21:32

Educadinha, tu aqui não ensinas nada, fazes o que te mandam e não refilas, limitas-te a chupar e a fechar a matraca que o teu serviço é esse, e é sempre a chupar e calar e voltar a chupar até a fila acabar.
Educadinha senão fosses atrasadinha não andavas nessa vidinha vaquinha. Afinal eras mesmo a besta que faltava no curral, andaste a dar serventia no quartel e agora volta lá para o teu bordel.
E tem juízo nesse focinho, porca, despacha-te que já tens o Maradona à espera para te aviar a boquinha.
Vê se já te mexes bem outra vez dos quartos traseiros que agora é a vez de te desgraçarem os azeiteiros.

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