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Bandeirinhas, mulherio e o país moderno,

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.03.07

O dia 8 de Março deste ano fica indubitavelmente marcado pela indisposição de Katsouranis e o reaparecimento, do MDM – Movimento Democrático de Mulheres.
 
Entre os golos do PSG e a lesão de João Coimbra, deu à costa um magnífico tempo de antena do movimento feminino do MDP. Mudaram as cores, mudou a semântica mas o espírito continua o mesmo: saudaram a vitória no referendo do aborto, o sucesso da manifestação da CGTP para depois transmitirem uma palavra de esperança às mulheres oprimidas em “todo o mundo” mas especialmente na “Palestina e no Iraque”.
 
Sentia-se o aroma da universidade Lenine: mulherio esguedelhado a falar de tudo menos de direitos das mulheres.

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comentários

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De já disse que era bacalhau com natas a 10.03.2007 às 18:02

está mal!!!! fala-se de tudo o que foi importante no dia 8, menos do David Luiz... está mesmo mal!
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De atento a 10.03.2007 às 19:36

flap flap flap!!

(grande post)

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De althalus a 13.03.2007 às 01:40

Realmente ele hà coisas do catano: pra quê, pergunto eu, no dia a elas consagrado, celebrar a vitória no aborto, elas a quem tinha sido sonegado esse direito...o direito de decidir; pra quê, volto a perguntar, ver comentado por (presumo) apoiantes do não, assuntos que na verdade não lhes dizem respeito, ainda por cima sob o capote de defensores dos direitos das mulheres; pra quê, sublinho, ler para tentar perceber o ponto de vista dos outros, se vejo no mesmo texto a bipolaridade de um individuo que ora defende (?) os direitos das mulheres, ora usa expressões como "mulherio esguedelhado" para definir o comportamento de mulheres em exercicio da sua liberdade de expressão.
Uma pergunta: As mulheres, quando tendo posições politicas diferentes das por vós professadas, passam a mulherio?

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