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Os malucos do riso

por Vítor Cunha, em 16.03.07
Na discussão emocionante e emocional que faz mover o CDS e o PP ouve-se falar de tudo: regras, estatutos, órgãos, reuniões, jantares, assinaturas, congressos. Ainda não se ouviu falar de política. E talvez este seja o lado bom da coisa. O CDS e o PP têm sido isso e só por isso se movem. Fazem falta como tema de blogue ou de café, mas dispensam-se quando a conversa é mais séria. Por mim, podem continuar nesta animada sessão. Com jeito até podiam começar a cobrar bilhetes. Já vi comédias mais tristes.

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De Anónimo a 16.03.2007 às 17:16

Cada um prefere a modalidade electiva na qual tem maiores possibilidades de ganhar. É a democracia "a la carte"!
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De Luis Oliveira a 16.03.2007 às 18:39

Excelente post!
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De André de Soure Dores a 16.03.2007 às 19:27

Caro Vítor Cunha,

Não se precipite, ainda agora a procissão vai no adro, para utilizar esta metáfora de índole religiosa (que não é particularmente do meu agrado mas que ilustra bem a situação apressadamente analisada). Aguarde mais um pouco, vá estando atento. A conversa mais séria, igualmente do meu inteiro agrado, surgirá. Se continuar a parecer-lhe um programa de humor só lhe posso desejar um sonoro "Divirta-se!"
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De HM a 04.04.2007 às 10:01

Passo a vida a aprender!
Pensava eu que CDS e PP tinham apenas um hífenzito a separá-los. Pelos vistos enganei-me, redondamente!

“O CDS e o PP têm sido isso e só por isso se movem. Fazem falta como tema de blogue ou de café, mas dispensam-se quando a conversa é mais séria.”

E não foi quase sempre assim?! Pelo menos desde o nascimento do PP, de Paulo Portas, pois claro. PP manteve-se coerente perante a sua incoerência (recorde-se os tempos do Independente), e quem não é falado, lembrado também não será, nem que seja a troco de uma peixeirada , melhor, dobrando a língua, de uma caldeirada à boa maneira portuguesa.

Disseram aqui:”…ainda a procissão vai no adro…”.
Permitam-me discordar, acrescentando: a procissão ainda vai no adro, subirá a ladeira das ladainhas e regressará novamente ao adro, para mais uma volta, mais uma viagem de andores enfeitados, uns cheirando a mofo, outros novinhos em folha como convém.

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