Quando morre uma figura pública, são as suas qualidades que são lembradas.
Talvez isto aconteça por cerimónia ou por um generoso respeito, se não à memória, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja humano, lembrar que todos fomos filhos e muitas vezes pais ou mães de alguém.
Quando morre uma personalidade, tecem-se elogios aos seus contributos, escolhem-se os melhores momentos. Talvez por bondade, talvez para alívio, escolhem-se os episódios felizes.
Quando morre uma figura marcante da nossa história recente, louva-se o bem que fez e olvida-se o mal que deixou. Costuma ser assim, talvez por um medo sobrenatural. Talvez pela ambiguidade da vida se realce apenas as partes boas, perante o unanimismo da morte.
Costuma ser assim. Mas hoje não.
De Anti-Patriotas do Paleio Fiado a 2 de Junho de 2010 às 21:01
Para o ilustre comentador «patriota» e «português» são aqueles que nestas últimas décadas esbulharam o contribuinte, venderam o que havia para vender e que puseram Portugal de cócoras e de mão estendida...
Esses é que são patriotas!
Muito me divirto com estes «patriotas» que nem «ordem unida» sabem fazer.
Devem ser daqueles que se pintam no dia que a selecção joga...
De Pedro Silveira a 2 de Junho de 2010 às 23:56
Quando um exército, a ultima reserva da soberania de um Estado, desiste de combater o seu País perde-se na História. E em Portugal os militares que fizeram Abril, não sou adepto desse passado, deram o exemplo de como se pode ESCAVACAR ou como dizia a Frelimo em Moçambique ESCANGALHAR, um País, não tendo qualquer estratégia de pós revolução, e de manter a ordem.
Não se queixe dos outros mas sim daqueles que apoiou ou apoia e que deram o mote para esta desgraça.
A esquerda, com alguma ajuda do PSD infelizmente, mostrou ao País que tudo se podia fazer. Disse que trataria de tudo, que havia vida para além do déficit.
Tenha paciência. Assumam os vossos erros que nós para além de termos de viver com esses erros ainda temos o deficit que nos estão a deixar.
O estado e o exército abandonaram os Portugueses nas colónias. Uma vergonha.
De Kapitão kaus a 2 de Junho de 2010 às 22:13
Morreu?
Ainda bem!
Só é pena que não tenha ido no tempo do Verão quente e do Gonçalvismo de triste memória. Estaríamos hoje muito melhor, colectivamente falando.
De ALVITREIRO a 2 de Junho de 2010 às 22:33
Sem superstições: RIP
RIP. RIP. RIP., etc, etc...
E, etc.
Orphée, joue aux cartes avec la mort, et la mort gagne toujours...
De Chico da Cuf a 2 de Junho de 2010 às 22:34
Rosa Coutinho esta associado ao período mais negro da nossa história recente. Se há vergonha na nossa história, a ele o devemos. Entre a justiça e a equidade e o patriotismo, preferiu a fidelidade a Moscovo e a uma cartilha ideológica que o País renegava.
Que Deus lhe perdoe aquilo as mães, mulheres e filhos de Angola jamais serão capazes de o fazer.
De Jose Domingos a 3 de Junho de 2010 às 00:30
Para epitáfio, não está mal, um individuo, que nunca foi ninguém e fez muito mal a muita gente
De Juve Leo Grupo 1143 a 3 de Junho de 2010 às 01:44
Menos um comuna traidor á nação, e traidor á raça branca, ainda bem que bateu as botas, um tipo que incitou os pretos a matarem os portugueses brancos, crianças e idosos, apenas porque sim, não merece nada.
Viva a vitória!
Portugal aos portugueses
De javali a 3 de Junho de 2010 às 02:12
Só pelos acentos mal colocados também tu deverias morrer. É por causa de analfabetos dos subúrbios como tu que se fez o acordo ortográfico. Pensa nisto (se conseguires), ó bronco estúpido.
De Juve Leo Grupo 1143 a 3 de Junho de 2010 às 03:02
chiu, pouca letra oh javali, quem não tem argumentos perde-se nos preciocismos á lá internets a ver se engana adultos, está caladinho boneco. O acordo ortográfico é outro insulto a Portugal, querem tornar o português uma lingua bastarda, lingua essa que nasceu no ocidente ibérico, e não no refugo colonial. engole
sh
De
Bernarda a 3 de Junho de 2010 às 15:51
Talvez o facto de ser demasiado juve não lhe permite saber que muitos foram os negros que também sofreram por terem sido traídos por este Sr. e outros do género.
E quanto a raça... Os cães a terão! Eu, por mim, sou Portuguesa, o que é uma nacionalidade que me dá direitos especiais num determinado Estado que é Portugal. O resto, cor de olhos e de pele, não me tira nem me põe nada.
De Juve Leo Grupo 1143 a 3 de Junho de 2010 às 21:20
Você lá sabe o que é, agora os portugueses são e sempre foram brancos, trata-se de identidade e a nacionalidade herda-se, não se dá, nem se vende.
De Carlos Santos a 3 de Junho de 2010 às 06:11
Caro Diogo Belford Henriques,
Depois de pensar muito, deixei no corta-fitas o testemunho de um almirante que não conheci, porque a sua actuação em Luanda provocou a fuga dos meus pais, e em particular a perda do meu irmão. Eu perdoo, porque a minha mãe perdoou e sou católico. Mas achei que o testemunho devia viver.
Carlos Santos
Pelo que oiço, andam aí vários como ele, apenas mais discretos. E é só homenagens a esses "grandes homens, que lutaram pela liberdade"!
Fazendo comparações no que concerne a elogios póstumos, ainda há poucos dias morreu Saldanha Sanches e também não ouvi nada na TV. As verdades incomodam, mesmo depois do homem morrer. Chiça!
Pois este Sr. dito Almirante, sem Honra, devia era já ter sido JULGADO e CONDENADO, pelos CRIMES ditos de "LESA-PÁTRIA", que tantos fez, que se Governou e deixou uns tantos Governar-se e ROUBAR tbm, enquanto esteve na Administração de Angola.!! Tumultos à sua alma mas no inferno!. MUITOS E MUITOS MILHÕES de "CONTO$$$$" em Dolars e Escudos, foram desviados e perdidos por PORTUGAL... E aos outros, sócios ou não, JULGAMENTO também.!!!! Um PIRATA destes não pode ser ignorado, e assim se tivessemos no Estado, mais JUSTIÇA, SERIEDADE, mais CORAGEM, mais DIGNIDADE, e estes Escandalos e Roubos de Quarteis inteiros, Equipamentos e outro Património, já estavam investigados, esclarecidos e CONDENADOS. Mas o POVO PORTUGÛES já não é o que ERA, é muito mais COVARDE, MEDRICAS, ADormecido, Hipnotizado e MANSO, infelizmente, POVO ESTRAGADO e condenado a sobreviver de migalhas por alguns que se Governam descaradamente, SIM. Verdade.
Na minha opinião pessoal