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Olha que não são os mesmos Bernardo

por Manuel Castelo-Branco, em 29.09.10

 

 

Esse comentário é teu, meu caro Bernardo, apenas teu. Não tem sequer evidencia quantitativa.

 

A prova da irrelevância do tema casamento gay, está no resultado prático do mesmo:

 

"Numa pesquisa que fez descobriu que em Lisboa, da 1ª à 10ª Conservatória, houve dois portugueses que se casaram. Um com o outro. No Porto, ao todo, houve 5 casamentos. Em Cascais, 2. Braga, Paredes, Gondomar, Sintra, Passos de Ferreira, Póvoa do Varzim ou Amadora não apresentam um casamento gay que seja. É caso para dizer, com toda a justiça: Parabéns aos noivos!"

 

Outros, a quem o tema é mais próximo, acham que faz sentido apoiar um candidato presidencial. A sua prestação como deputado europeu e nacional é elogiada por muitos quadrantes diversos, mas que nem no seu próprio partido terá apoios oficiais ou oficiosos.

 

Não tomes o todo, por uma parte, por sinal bem pequena.

 

 

PS talvez seja altura de rebaptizares o teu blog, cujo nome está, esse sim, completamente datado.

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comentários

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De O Homem D'ontem a 29.09.2010 às 20:40

cada um so se importa com o seu umbigo, logo é natural que os homossexuais so se importem com o seu olho do cu.

a questao do casamento gay é valida, mas nao é importante.
é uma questao de direito. nao devia ser preciso uma lei para isso (ja a adopçao é outra historia).

agora,utilizar o assunto como alavanca politica para ganhar favor junto destes ou daqueles é nojento.
mais, dado o numero de interessados no assunto, é ridiculo.
desde quando é que um assunto cuja aprovaçao so tera beneficios praticos para 50 pessoas no país inteiro é tema de importancia nacional.
sinceramente, depois de olhar para os numeros, digo que nao valeu o dinheiro que gastaram em referendos. se era assim tao importante, juntavam uns trocos e iam casar a outro pais. mas nao...como é assunto relativamente polemico e uma das partes interessadas faz uma peixeirada dos diabos (naturalmente..), bora usar o assunto para durante uns meses distrair a malta do que realmente é importante para o futuro.

se teem direito a casar? axo k sim..quer dizer..n vejo mal nenhum. este chavascal justifica-se dado serem so 40 ou 50 pessoas interessadas em faze-lo? bem...segundo consta isto ainda é uma democracia...

o unico senao de todo este assunto é que agora a malta gay vai deixar de ter assunto para discutir nas reunioes.
mais do que isso, vamos deixar de ter gays indignados (que por si so é metade de ser gay)

mas enfim, todos ganham alguma coisa..50 pessoas podem ter o seu casamento disfuncional, e o resto da populaçao passa a ter noçao da quantidade de gajas feias que ha neste pais quando as lesbicas começam a sair á rua
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De pedro oliveira a 29.09.2010 às 21:33

Passos de Ferreira?
Não houve lá casamentos homoçexuais?
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De Çara a 29.09.2010 às 22:59

Passos de Ferreira?! Há aqui realmente algo de irrelevante neste post, e não é o casamento gay.
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De JL a 30.09.2010 às 08:12

Caro Manuel,


Aferir da importância das coisas pelo número de vezes que elas depois são praticadas parece-me ser um erro.


Se me disser que pode ter havido ter alguma falta de oportunidade, até aí consigo ir. Mas uma medida abstractamente correcta (como considero ser esta) não bebe (nem deve beber) a sua justeza da frequência dos seus resultados.


Imagine que existia uma norma restritiva da candidatura de transsexuais à AR, norma essa subsequentemente revogada. Não antecipo grande afluência dos transsexuais às listas para o hemiciclo, mas ampliar a capacidade eleitoral passiva só faria sentido se (i) fosse grande o número de beneficiados e (ii) eles efectivamente usufruíssem desse direito?


Parece-me que não.


Quanto a ser um tema fracturante, concordo que fosse, mas legalmente não requeria referendo e estava plasmado no programa de Governo que o PS apresentou a eleições, sendo sufragado e aprovado com ele.


Um abraço
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De Ana a 30.09.2010 às 18:25

Nem de propósito, hoje temos esta notícia: http://www.publico.pt/Sociedade/casamento-homossexual-131-unioes-desde-que-lei-entrou-em-vigor_1458820

Um bocadinho mais, não?

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