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Entre as descidas em algumas sondagens, o episódio “engenheiro não, licenciado talvez” e controlfreakgate (aka notícia do Expresso, editorial de José Manuel Fernandes no Público de Domingo), alguns optimistas acreditam que o governo de Sócrates se começou a desmoronar. Um engano. A meio do mandato os governos perdem élan, alguma da simpatia da comunicação social (os que ainda a tenham) e ganham adversários. Que procuram reconquistar com medidas eleitoralistas lá mais para o fim do mandato. Sócrates não é um ser à parte, é só mais eficiente a fazer o que outros fizeram. Se a “oposição” pensa que a partir de agora tem a vida facilitada, engana-se. Isto (a crise nas sondagens, da “licenciatura ou talvez não” e do controlo da comunicação social) não é o princípio do fim, é apenas o princípio do meio. 

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