Segunda-feira, 11 de Julho de 2011

Espreitem aqui o que diz Miquel Roig

 

Para abrir o apetite:

"Con estas portadas y las voces críticas de opinadores y tertulianos, cala la sensación de una conspiración de estas agencias estadounidenses (Moody’s, Fitch y S&P) contra el euro en general y España y Portugal en particular (Grecia la dan por perdida ya). Sin embargo, cuando uno mira el ráting de Moody’s con el ráting al que cotizan los bonos de los países soberanos de la eurozona se da cuenta de lo contrario. Moody’s está dando un ráting mucho más favorable a estos dos países que el que le está dando el mercado.

Moody’s tiene a España con un rátinga Aa2 (dos escalones por debajo de la nota máxima), pero el mercado está dando a España una calificación propia de un ráting Baa3 (siete escalones por debajo de la nota que pone Moody’s y a uno sólo del bono basura). En el caso de Portugal, el patrón se repite. El ráting de Moody’s es de Ba1 (bono basura), mientras el mercado le está dando una categoría inferior a Caa1."

 

E mais esta provocação

"Y si los bancos centrales, gobiernos, banqueros no están de acuerdo con el ráting de Moody's y creen que los países se merecen una calificación mejor, están perdiendo la oportunidad de sus vidas: deberían ponerse a comprar como locos la deuda periférica."

 

Podem os peritos comentar, por favor? Sem histeria patroteira.


publicado por Henrique Burnay às 10:35
link | Pedro Silva Pereira escreveu sobre faqueiros de prata
8 comentários:
De JP Santos a 11 de Julho de 2011 às 11:08
O que é dito é inegável. Os yields que o "mercado" atribui aos títulos portugueses (tal como aos espanhóis e gregos) corresponde a um nível de risco bastante superior ao que resulta dos ratings. Na realidade o principal impacto da descida dos ratings está associado às incertezas sobre o impacto que resulta de regras regulamentares que se relacionam, nomeadamente, com a elegibilidade desses títulos como colateral ou para integrar as carteiras de invetsidores institucionais (seguradoras, fundos de pensões, etc) ou a sua integração em indices de obrigações.


De SU a 11 de Julho de 2011 às 11:40
Agências de rating e operadores (bancos, casas de investimento, etc...) têm papeis e posições distintas no mercado, onde os segundos se encontram, por definição, ao contrário dos primeiros, como oferentes e interessados. Confundir papeis, misturar alhos com bugalhos, dá um artigo interessante, mas apenas isso.


De henrique pereira dos santos a 11 de Julho de 2011 às 12:15
Já numa discussão sobre o putativo serviço que as agências de notação prestam aos especuladores tentei explicar que um especulador tem oportunidades de ouro com classificações erradas das agências de notação: o seu interesse é investir ao contrário do que dizem as agências, para comprar barato o que as agências desvalorizam mas na realidade vale muito ou vender alto o que está caro por erradamente classificado pelas agências.
Mas é inútil tentar pôr racionalidade numa teoria conspirativa.
henrique pereira dos santos


De Carlos Alberto a 11 de Julho de 2011 às 13:08
Como não sou perito não posso comentar apenas vou esperar que o señor Miguel Riog possa divagar sobre o facto da Moody's classificar a divida publica norte-americana de AAA. 


Aposto que há neste momento "bancos centrales, gobiernos, banqueros (que) están de acuerdo con el ráting de Moody's (para los EEUU e van) ponerse a comprar como locos la deuda (de EEUU).


Ou a classificação da Moody's só é defensável quando é para baixo? Se for AAA de um país à beira do incumprimento está tudo bem


De lucklucky a 11 de Julho de 2011 às 13:21
Carlos Alberto sabe ler?
Lamento mas tem de ser mesmo assim à bruta pois os Portugueses reagem apenas por clubismo.


O que o autor diz é que as Agências de Rating beneficiam* os clientes: Seja Portugal , Espanha ou os EUA.




*O Benefício é uma maneira de dizer, pois é como um Pai que nunca diz não ao filho, até ele ter entrado na droga.
.
Em que é que os ratings benéficos das agências ajudaram a Lehman?
E em que é que as boas notas ajudaram Portugal?  O nosso caminho para a bancarrota foi pautado por notas AAA.
Será o mesmo com os EUA.
Acha que ter mais Dívida é bom?


Em 2004 cada um de nós devia 8000 Euros
7 anos depois cada um de nós deve mais de 16000 Euros.
Quer ratings bonitos para quê? Para endividar ainda mais?


De BLAGUE DE ESQUERDA a 11 de Julho de 2011 às 14:22
O centro da questão não são as agências nem o rating. É o futuro que os políticos querem para a Europa. E aí Portugal fica ao copo...


http://blaguedeesquerda.blogspot.com/2011/07/serie-b.html (http://blaguedeesquerda.blogspot.com/2011/07/serie-b.html)


De XR a 11 de Julho de 2011 às 16:37
     
Com é que as agências definem os ratings?

Os ratings calculados por aplicações informáticas, daí a sua elevada  "precisão" e automatismo: entra porco de um lado, sai chouriço do outro.Tendo em atenção que a trampa analista que carrega o porco é do mesmo quilate da que atribuiu triple A ao Lemon Brothers antes de falir, por vezes sai cagalhão em vez de chouriço. Cagalhão  de alta precisão!


De lb a 15 de Julho de 2011 às 00:10
são uns queridos


Na minha opinião pessoal

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