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ainda a cópia privada

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.01.12

Guardo este comentário sobre o assunto. E até compreendo. Mas não estou a discutir se são cinco ou dez centimos. Se é sobre as máquinas de fotocópias industriais ou sobre todas as máquinas de fotocópias. Isso é forma e trabalho para os deputados. O que me chateia ver discutido e dminuido é a questão da propriedade intelectual. O valor que damos à criação e às ideias. Tipo país do terceiro mundo. Haja acordo nesse princípio e tudo o resto tem solução.

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comentários

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De Tiago Azevedo Fernandes a 24.01.2012 às 00:33

Mas o que é que a #pl118 tem a ver com a Propriedade Intelectual? A proposta em causa quer criar uma taxa sobre suportes de memória, não está em discussão o âmbito ou a protecção da PI! Essa taxa supostamente reverteria a favor dos autores (quais? como? em que proporção?), mas em nada altera o regime da PI. Tem também um pressuposto errado e abusivo: o de que essa memória vai albergar _legalmente_ conteúdos sujeitos a direito de autor (conforme a lei já permite, portanto). Acontece que eu não quero pagar direitos de autor ao comprar o cartão de memória para a minha própria máquina fotográfica, e coisas do género.
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De Xarope d'Alho a 24.01.2012 às 04:19

Ouvido num estabelecimento de comercio tradicional lisboeta:


"e da facturinha, vai precisar?"
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De Carlos Novais a 24.01.2012 às 10:04

"O que me chateia ver discutido e dminuido é a questão da propriedade intelectual."


O que devia chatear é ver diminuído o valor da permanente transmissão e inspiração de todas as ideias supostamente novas e caídas puras num momento de génio isolado, em todas a criação anteriores e presentes.


Ao contrário do que querem fazer crer não há conclusões empíricas sobre o valor da restrição conferida por conceitos de propriedade intelectual cada vez mais absolutos no ritmo de inovação: Há sim muitos indícios que o efeito é contrário e que os custos e desvio artificial das áreas de investigação causadas pela trapalhada jurídica, sendo que esta trapalhada jurídica começa pela deficiência crónica do próprio conceito de "propriedade" atribuído a ideias (que têm uso infinito, ao contrários dos bens reais).


Uma curiosidade histórica: Alexandre Herculano também via com muita desconfiança o conceito.
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De FV a 24.01.2012 às 16:21

"O que me chateia ver discutido e dminuido é a questão da propriedade intelectual. O valor que damos à criação e às ideias"

O valor da liberdade de utilização de ideias é mais importante do que a compensação dos seus autores. Quando a 1ª é anulada pela 2ª, (i. e. 99% dos casos) não vale a pena proteger a IP.

Nem sequer percebo como é que a IP não é vista como uma tentativa de implementação de um sistema socialista/comunista: "aos trabalhadores o produto do seu trabalho", mesmo que isso se pague em liberdade.
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De Joaquim Amado Lopes a 24.01.2012 às 21:02


Rodrigo, quanto mais escreve sobre este assunto mais demonstra que não tem quaisquer argumentos válidos para defender a sua posição.


O valor dos livros que o Ridrigo escreve é o que o Rodrigo lhes quiser dar. 
Acha que deve ser compensado por quem os compra ter o direito de fazer cópias privadas? Aumente o preço de capa no valor que achar justo.


Mas o argumento "eu quero é receber mais dinheiro, os outros que decidam de onde vem e não me interessa se quem paga lê os livros que escrevo" só merece um epíteto: patético. 

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De Anónimo a 24.01.2012 às 23:34

Joaquim, n\ao seja idiota e ignorante. 
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De Joaquim Amado Lopes a 24.01.2012 às 23:39

Ao contrário de si, eu tento não ser idiota nem ignorante e, nesta questão, não vejo onde tenha sido. Se acha que fui, explique.
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De Carlos Manuel a 24.01.2012 às 22:37

Lá está, em favor do comentário que deixei aqui:
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/5442521.html?page=2#comentarios

Continuam a achar que as pessoas que se opõem à #PL118 não respeitam nem querem respeitar os direitos de autor.
Mentira...

Caro Rodrigo, qual é a dificuldade em separar o seguinte:

1. Pagar por um filme, um DVD comprado, um livro, um CD de música muito bem. Devemos! Afinal, sem dar algo em troca não haverá tantos filmes, tanta música (aqui até já tenho a minha dúvida).

2. Comprar um disco, uma pen, DVD's para trabalhar com dados pessoais, empresariais e alimentar estes senhores.... não é justo.

O que é que ainda não percebeu caro Rodrigo?
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De AB a 25.01.2012 às 02:13

Foram pagos direitos de autor aos Monty Python pelo uso neste blog? As foto das deputadas Canavilhas e Drago foram tiradas por quem? Foram pagos direitos de autor ao fotógrafo? As senhoras autorizaram a publicação da sua imagem?
Todos os conteúdos usados neste blog foram/são devidamente licenciados? Só para saber...
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De Luís Manuel Silva Ferreira a 26.01.2012 às 10:05

Eu concordo com a medida, compensar os direitos de autor pelas perdas que têm com as cópias ilegais ou a pirataria.
Se todos os livros, músicas, programas informáticos e filmes fossem copiados, os autores não receberiam nada pela sua propriedade inteletual. Ora, os autores também  perderam tempo, pensaram, trabalharam, inovaram, empreenderam, por isso, têm de ser ressarcidos pois afinal contribuiram para o progresso artístico, cultural, técnico ou científico de um país e do mundo.
Se todos os livros, músicas, filmes e softwares fossem copiados e os autores não vissem resultado do seu trabalho, eles poderiam deixar de trabalhar, resultado, não teríamos novas músicas, novos filmes, novas história, etc.
Em nome da justiça a quem trabalha, inova, produz e contribui para o progresso do mundo, faça-se legislação que proteja os autores.
Quem quer cópias de música, filmes, etc. grátis à custa do trabalho dos outros, então que fça para ver o trabalho que dá e depois talvez mude de opinião.
www.luismferreira.no.comunidades.net (http://www.luismferreira.no.comunidades.net)

Professor, escritor e atualmente mestrando na área da investigação.
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De AB a 27.01.2012 às 00:47

Ó senhor professor escritor e actualmente mestrando na área de investigação, se eu não quero ganhar nada com o seu trabalho, porque quer você ganhar com o meu? Quem lhe dá esse direito?
Eu sou contra a pirataria, por isso mesmo estou marreco de dizer; persigam os piratas E DEIXEM OS OUTROS EM PAZ!
P.S.
Também faço música, pintura e design gráfico. Sei o trabalho que dá. Dias e dias para trabalhar um loop de 10 segundos de música. E não mudo de opinião.


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De Beerre - Marcas e Patentes a 11.10.2012 às 17:58

Ótima matéria! Muito bem elaborada! Parabéns!
Aproveito e indico o site da BEERRE pra quem procura registrar sua marca ou patentear suas idéias! A BEERRE já está no mercado há mais de 30 anos no mercado e possui uma equipe de profissionais extremamente capacitados! Recomendo!http://www.beerre.com.br
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De ADMR a 10.02.2013 às 02:47

Também não entendi a relação da discussão com a PI. ADMR

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