A revista do “Expresso” publicou na semana passada um trabalho sobre a vida de José Sócrates em Paris. O que retive na memória foi saber que, enquanto aluno numa universidade parisiense, beneficiava de um estatuto especial que lhe permite algumas práticas pouco usuais em matéria de escolha das disciplinas, frequência das aulas e realização de exames. Depois, voz amiga recordou-me: nada de novo com esse regime especial em Paris – por cá, enquanto na Universidade também viveu de regimes especiais desses. Em resumo, trata-se de um aluno especial, com hábitos especiais.
(in "A Esquina do Rio", Jornal de Negócios, às sextas)