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Compreendo, facilmente, as razões para a crise da direita.
Afinal, subtraída ao Comunismo, a Estaline, a Fidel, ao Muro, à maneira dum peeling historico-ideológico, a esquerda converteu-se em pouco menos que o próprio Bem. Reclama para si as preocupações ambientais, a justiça social e sensivelmente toda a cultura. E, em tempos mais recentes, também o mercado, a livre concorrência, a tecnologia.
Que pode, pois, sobrar para a direita brincar, senão uma certa nostalgia salazarista e, evidentemente, a exploração do homem pelo homem?
Nada.
Afinal, a esquerda é uma coisa e o seu contrário, bastando, para tal, que nos voltemos de frente ou de costas, de modo a ter sempre desse lado o lado certo da História.

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comentários

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De lipemarujo a 05.12.2006 às 09:26

Como é que chegando a essa conclusão, e eu concordo totalmente, fará sentido falar-se de direita e de esquerda ainda?
o 31 da Aramada perde ao apresentar-se como um blogue de direita, cai exactamente nessa dicotomia obsoleta e sem sentido, é pena.
Ao PPM os meus parabéns atrasados.
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De AntónioCostaAmaral (AA) a 05.12.2006 às 10:47

muito bem

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