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Pérolas Santanistas (Versão Redux)

por Paulo Pinto Mascarenhas, em 25.11.06


Não sou, nem nunca fui


p. 23: "Não sou nem nunca fui marxista, mas penso que as condições de
vida das pessoas influenciam, de modo determinante, o seu
comportamento".


Depois de D. João II

p. 40: Durão Barroso "tornou-se um dos Portugueses mais influentes no
Mundo, depois de D. João II".


Na cadeira

p. 57: "Nunca me sentei na cadeira do presidente do Partido, quando
não o era, e devo dizer que não senti nenhuma emoção especial quando
isso aconteceu pela primeira vez".


Curiosamente

p. 98: "Curiosamente, sempre que ia almoçar ou jantar a São Julião da
Barra - sendo outro o forte -, Paulo Portas fazia-me lembrar a
figura de Salazar".


Cada vez mais

p. 114: "Cada vez mais a Humanidade procurará o fundo do mar".


Simplificando

p. 121: "Simplificando: para mim, a Família está para a sociedade
como o Mar está para Portugal".


Direito próprio

p. 123: "Os meus amigos não têm lugar por direito próprio nas equipas
que constituo".


Consentâneo

p. 126: "Entregar a Agricultura ao CDS/PP parecia-me consentâneo com
um partido tradicionalista".


O essencial

p. 141: "O essencial é invisível".


À vontade

p. 166: "Sempre tive a ideia - certamente injusta para os que não
falam desse modo - de que quem reflecte muito nos assuntos prefere
falar de improviso. Quem pensa nos assuntos, chega a conclusões e
prefere falar de improviso. E quem não teve tempo nem confiança
naquilo em que pensou, não pode estar tão à vontade."

(Best of da fraseologia santanista segundo o livro de Pedro Miguel Santana Lopes, "Percepções e Realidades: 2004", Alêtheia, 2006).

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