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por Rodrigo Moita de Deus, em 18.12.17

Catarina Martins diz que caso Raríssimas mostra «enorme confusão» entre políticos e IPSS

Catarina Martins tem toda a razão. Era só mais o que faltava ter políticos como voluntários em organizações não governamentais. Ou a participar em causas de serviço público. Ou a emprestar os seus conhecimentos a instituições. Os políticos servem para estar no parlamento. 

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De Anónimo a 18.12.2017 às 16:56

Tomara a nós que eles estivessem no parlamento a fazer o trabalho para que são pagos.

Mas não, dois terços do tempo que lhes pagamos para fazer política estão a fazer negociatas com empresas privadas e IPSS.

Começa logo que, se o parlamento é para estes gajos um part time, também não deviam receber o ordenado de deputados ou ministros por inteiro.

E o pior ainda é a corrupção que desenvolvem nessas actividades de negócios e promoção pessoal que, afinal, são a sua principal actividade.
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De Eduardo a 19.12.2017 às 08:03

... e será que os políticos não podem passear até ao Brasil ou até à Noruega com as donas dessas raríssimas ipss?
... Olha, 31, a ética republicana do partido da sucata -PS- continua a permitir essas mixórdias aos seus sócios e simpatizantes
... o tão badalado "assédio sexual" não se aplica àquela gente, estão isentos.
Se também queres beneficiar dessa isenção passa pelo Largo do Rato e inscreve-te.
Neste caso até a katrina e o Jirónimo não te chateiam com essas mixoriquisses burguesas ó capitalistas
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De Rão Arques a 19.12.2017 às 08:27

MAIS FUNDO E MAIS AQUÉM
Comissões de inquérito ou claques organizadas?
Tenham vergonha da grotesca fantochada!


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De Anónimo a 19.12.2017 às 13:31

Não percebo se o post pretende ser sarcástico. Os políticos nem o trabalho para que foram eleitos fazem, qual é a lógica de espalharem a incompetência noutros afazeres?
Ademais, se eu fosse político, e me convidassem para “apadrinhar” uma coisa tipo Raríssimas, poria como condição imediata fazer uma auditoria prévia. É estúpido, mas acontece os nossos PMs e PRs aparecerem com sorrisos de orelha a orelha junto de “grandes e inovadores empresários” que dois meses depois do “apadrinhamento” fogem para Angola com o “guito”, deixando centenas no desemprego e credores a arder - normalmente a CGD.
Acredito que Catarina Martins só disse o que disse porque ainda não mama nas IPSSs, mas não deixa de ter razão.
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De AMS a 21.12.2017 às 19:53

Estás a ser manhoso Rodrigo, tu percebeste bem o que ela quis dizer.

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